LouVelvet

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  1. Estou aqui a fazer figas para que seja o Golden Pony do Eduardo Vinhas!
  2. Conseguiste implementar o switch para pentodo/tríodo? Ja parece um amp de homem! Estāo bonitas essas tripas!
  3. Eu acho que o problema é mesmo esse! Imagina que ele grava em mono para o canal do lado esquerdo. Se fizer pan para o lado direito, está bem de ver o que acontece!
  4. Lamento saber isso ... grande merda! O que se passa é que as pcb's que a Fender anda a fazer são do piorzinho que por aí anda. E se achas que as do 65 RI são más, havias de ver as dos HRDx e Deville... de fugir! Quando se anda a fazer la invenções, não são incomuns problemas como as pistas levantarem, os buracos para os componentes terem de ser alargados para se colocarem la componentes de melhor qualidade, etc. Isso geralmente dá um aspecto medonho à pcb e um aspecto amador ao trabalho feito... infelizmente é mesmo assim, por experiência própria! Quando fiz uma série de mods ao meu Hot rod deluxe, dei cabo de uma série de pistas que tive de refazer à mão e quando quis meter la uns condensadores de jeito (orange drops e vishay mustard) tive de alargar os furos existentes na pcb, porque os arames das pernas não entravam O resultado foi uma pcb com aspecto de merda, mas está tudo a funcionar como deve ser e valeu a pena! Quanto ao transformador... acho isso muito estranho. O de origem não é das melhores coisas que anda por aí, mas também não é uma bosta tremenda! Mais não digo... Quando te fizeram a suposta reparação mudaram as resistências da parte da alimentação de corrente? Essas resistências são uma merda e não se aguentam à bomboca... e há quem diga que a Fender passou dos 110V com que o amp foi desenhado para os 240V da corrente europeia sem sequer pensar muito na questão! O que eu teria feito era mudar essas resistências para umas cerâmicas de 5W que são bem mais fiáveis e robustas. A mod de pêntodo/tríodo e da rectificação válvula/díodo é fácil de fazer... ainda mais agora que estás a tornar a coisa numa "point to point".
  5. Não é verdade, infelizmente Em termos de ruído tens do menor para o maior: resistência cerâmica > filme metálico > óxido metálico > filme de carbono (as de origem do amp) e finalmente compósito de carbono. Eu pessoalmente gosto de compósito de carbono (gosto do som delas), mas o facto de serem muito ruidosas e com tolerâncias baixas (20-30%), faria com que nunca as colocasse numa etapa de pré-amplificação (onde precisas do sinal com o menos ruído possível) - nesse sítio colocaria sempre fimle metálico e deixava o carbon comp para a inversão de fase ou eventualmente já +ara a etapa de potência. E o problema da tolerância é também algo chato numa etapa de pré, porque com tolerâncias tão fracas, se eu colocar uma resistência de 100K, não tarda nada ele pode estar a derivar com a tensão que la passa para 120K ou 130K, alterando completamente o carácter do amp! Pensei que o facto do Alexandre ter andado nesse amp, o tinha deixado à maneira! Que avaria tem ele mesmo?
  6. O que se está a passar? Está a passar de um amp muito bom mas com muitas ratoeiras para um amp fabuloso e com manutenção fácil! Daí só não gosto das resistências de carbon comp. Percebo o "mojo", mas têm tolerâncias muita foleiras e são barulhentas pa caramba! Às vezes pode correr excepcionalmente bem, mas também pode não correr assim tão bem!
  7. Mas na mesma gama, a Yamaha é bem mais cara. Exemplo: https://www.thomann.de/pt/yamaha_stage_custom_studiorb14.htm
  8. Sim... baixa a média! A Armory é a típica bateria do segmento médio e a Saturn é o topo de gama. Há uma regra do polegar fácil para estas coisas. Todas as baterias que vêm de origem com peles Remo UT (as feitas na China ou Taiwan) são de gama baixa ou média. A gama intermédia e de topo vêm geralmente com Remo ambassador ou Evans G1.
  9. Tens no link que puseste aqui duas críticas. São em geral favoráveis A Mapex faz boas baterias, mesmo nas gamas baixas, que é onde esta se situa!
  10. Só para mandar mais uma acha para a fogueira. O Jardim também participou num dos grandes álbuns dos anos 90. O Debut da Bjork. https://en.wikipedia.org/wiki/Debut_(Björk_album)
  11. Ok. Então só estou a ver uma solução (que de resto é a mesma que o @stratocosta) que é usar um pré que não o da mesa, com controlo de atenuação (o tal pad) e depois seguires do pré para a mesa com sinal de linha. Era o que faria... Ou então colocares o micro mais afastado do ponto de impacto do batente... para aí a uns 20-25cm. O que perderes em corpo tentas compensar em eq na mesa.
  12. Já eu diria que o problema está no microfone utilizado que não aguenta muita pressão sonora sem clipar, coisa que o bombo faz em abundância, ainda mais quando se mete o microfone la dentro a apanhar com todo o ar deslocado e canalizado para uma abertura na pela da frente. Sugiro a compra de um microfone dedicado para bombo de gama superior (o beta 52). A série PG é um bocado fracota e o SPL que eles dizem que aguenta, suspeito eu que é um bocado empolado.
  13. De facto é mesmo muito barato! Obrigado mesmo!
  14. Onde compraste as selas individuais em latão? Para mim o som tele é com selas em latão, mas as vezes afinar aquilo (mesmo com selas compensadas) é um verdadeiro pesadelo! Tira dali, põe um bocadinho acolá e nunca está a 100%