exmusico

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    Lisboa
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  1. Mais uma abordagem como tantas outras que nunca resultaram em nada... O que eu tenho dizer ao fabricantes é simples: voltem a fazer teclados decentes como faziam há 30 anos com mecânicas apuradas e bom feelings. Ainda esta semana estava numa loja a testar 3 teclados das 3 grandes marcas: nem um que se aproveitava... A mim não me interessa nada a quantidade de sons e especificações xpto megas e etc. Quero teclados decentes. Um teclado é um instrumento musical, mesmo que electrónico, deve interagir com os dedos. Deve dar gosto e prazer ao instrumentista. Obrigado e boa tarde.
  2. Eu acho que tens mérito! É só o que tenho a dizer. Acompanho há uns 20 anos a tua carreira (acho q a primeira vez que li algo foi na revista Promúsica... )! Não é qq um que se aguenta neste país a produzir sobretudo num local tão afastado dos "circuitos normais" como Viana do Castelo. É preciso muita coragem e sobretudo resiliência para conseguir competir nesse sector tão cruel e instável como o da música. Digo cruel pq hj podes ser o maior na música e amanhã, com um azar qq ou simplesmente pq se esquecem de ti, estás na mrd e não consegues nem ganhar para comer. Parabéns por conseguires sobreviver neste país! Espero que continues por muitos anos a trabalhar com o mesmo empenho e dedicação.
  3. Esqueci-me de referir que inclui tb temporariamente de oferta o plugin RETRO MACHINES MK2 ( de 69€ melhor q nada...) acaba hoje a promoção. A instalação é super simples. Já não usam serial e é só descarregar uma app e fazer login, automaticamente ela dá as opções de software disponível e é só carregar install e está feito. Sim, dá para usar ao vivo perfeitamente. No standalone não notei latência impeditiva de tocar ao vivo na maior parte dos instrumentos. Só o grand piano é que me pareceu ter alguma latência ( mas não explorei mudar o buffer) mas talvez seja uma impressão minha do hábito de tocar piano e ter mais sensibilidade à latência e reactividade deste tipo de instrumento. Mas dá para usar. Não notei qq crack ou clike durante os testes que fiz. Como disse antes, o maior problema é a falta de combis bem programados. A minha explicação para isso é que actualmente, a maior parte das pessoas que usam esse tipo de software não sabem tocar tecla a sério, ou, quanto muito usam teclados minúsculos de 32 teclas que não servem de nada para explorar combis complexos com layer sensíveis à velocidade e splits, etc. Mas dá para programar. Só acho estranho não trazer 1 único combi de factory, De referir tb alta qualidade dos samples de orquestra sobretudo cordas e instrumentos para música de filmes / multimédia. Dá tb para perceber que a ideia é levar as pessoas a comprar outros plugins compatíveis que são às paletes... Nota: Para quem estiver a ler este post a pensar só em plugins para Kontakt: o Kontakt player ( free) não é igual de todo ao Kontakt 5. Principal diferença é não ter acesso aos efeitos nem filtros por mais de 15 minutos (!) : faz um brutal diferença. https://www.native-instruments.com/en/products/komplete/samplers/kontakt-5-player/kontakt-player-vs.-kontakt/
  4. Então é assim: Pontos positivos: Excelente pianos eléctricos vintage com efeitos muito bem esgalhados. Perdi algum tempo a explorar.... Instrumentos acústicos todos muito bem conseguidos no geral ( desde de orquestra a instrumentos tradicionais), bons baixos e algumas guitarras verdadeiramente realistas. Instrumentos de sopro em "sections" de trompets são medianos . Sons de coros muito bem conseguidos com uma expressividade muito boa( à la Vangelis) -Tudo fruto dum boa programação e não propriamente da qualidade dos samples. Baterias de alto nível ao ponto de ficar surprendido. Sintetizadores e tralha contemporânea beats etc (o que se ouve nas rádios a da treta) está lá tudo mas não explorei ( voltarei com uma melhor análise)- Efeitos sonoros e sons para bandas sonoras e filmes, publicidade multimédia : altíssimo nível mesmo. Qualidade sonora geral muito boa e latência perfeitamente aceitável. Pontos negativos: Pianos acústicos é completamente ao lado. Não digo para esquecer mas são francamente pequenitos qd comparados com plugins de piano ( Ok um bom plugin de pinao tb custa 200euro ou mais) . Soa a Roland JV dos anos 90 ou Fantom. Apesar de ter 43GB de samples não tem assim tantos programas. ( um programa bom tem geralmente de 100 a 200Mb... Mas há muitos com 1mb, depende da "antiguidade" creio. As programações mais complexas com mais expressividade ( tipo Combis que há nos korgs) não encontrei ainda. Não sei se existem... Mas dá para fazer e programar esse tipo de combis. Acho que cumpre o seu propósito de rompler generalista apto a todo o serviço.
  5. Acabei de comprar o Kontakt 5 na promoção dos 199€! ( supostamente 50% de deconto) Foi assim um pouco "às cegas" pois nem si bem o que aquilo trás .... Eu preferia o Komplete mas tb como é para brincar acho que devo ficar satisfeito. Andava com gases para comprar um sintetizador novo e assim pode ser que acalmem. Parece que posso instalar em 3 PCs? É mesmo assim?-
  6. Foi uma sugestão apenas... Não percebo nada de guitarras. A única forma de contornar o problema é baixando a altura do apoio da corda ou puxando os tais eyelets... Ou mudar de guitarra :-)
  7. No esquema do Sérgio deves reduzir o segmento ab ou abrir o ângulo theta ( 0 zero com um H no meio). Olhando agora para a foto da guitarra na página anterior , dá par a ver que é defeito de concepção. Os buracos ( ponto c) onde as cordas entram ( ferolho) formam um triângulo por questões aparentemente estéticas mas esse detalhe faz aumentar e muito o F3. Isto bem feito era com um berbequim abrir um ferolho ao nível da corda mi e mover o olhal metálico para baixo. ( a amarelo na imagem, neste caso o 4 ferolhor ficariam ao mesmo nível.)
  8. É de facto certo que a reação F3 é maior mas o que faz partir a corda é o aumento da tensão no sentido da corda na secção ( em corte) localizada no ponto de flexão. Se fosse possível fazer uma análise de tensão na área da secção da corda neste local, daria para ver que esta varia à medida que te afastas do ponto de contacto da corda. Por outro lado, imediatamente a seguir ao ponto de contacto, a tensão seria negativa ( compressão). Olhando para o esquema abaixo, digamos que para o caso, o ponto onde F3 incide ( o apoio da corda) é onde está escrito "compressive stress". A zona onde ela começa a partir é a partir do neutral axis para cima simplesmente pq naquela zona a tenção é maior do que no resto da corda e esta entra em deformação até que atinge o ponto de ruptura e parte ( durante o tais 2 meses vai deformando lentamente até não dar mais). Para limitar o efeito é necessário abrir o ângulo theta. A explicação acima é apenas uma curiosidade técnica ( estuda-se em mecânica de meios contínuos) pois um especialista em guitarras sabe o que fazer intuitivamente mesmo desconhecendo o motivo.
  9. Para começar, eu recomendaria as progressões do o Autumn Leaves. 1º decorar bem as posições depois e depois improvisar na escala... Vale mesmo a pena. No meu caso esse tema foi o ponto de viragem na minha técnica pessoal de tocar piano. Basta aprender bem isto: http://www.jazzpiano.co.nz/documents/JazzPianoWorkshop.pdf E dás facilmente show ( desde que consigas improvisar um pouco na escala - nem toda gente consegue).
  10. Curiosamente experimentei um controler ALesis novo de 49 tecla recentemente e a minha opinião: muito mau. Como aliás maior parte do controladores baratos. Não há dinheiro não há palhaço...
  11. Se queres que te diga, sendo para tocar ao vivo, a "qualidade" pintelhésimal pouco importa... A retórica da qualidade justificava-se naquele período do início dos anos 90 em que se deu a transição das tecnologias de sampling lofi para hifi ( qualidade CD). A partir daí os arranjadores começaram todos a a soar muito melhor. No entanto, esse "trauma" da qualidade ainda permanece muito enraizado ( e dá bastantes gases). Mais importante do que qualidade é saber tocar e saber tirar partido do instrumento... Eu se tivesse de comprar um arranjador para tocar ao vivo, a minha principal preocupação seria o mecanismo das teclas e o conforto/ feeling que transmitem voltando a insistir na questão a da interface homem-máquina. O som não será mau em nenhum teclado moderno mas o feeling e responssividade já podem variar bastante. Não sei qual é o keybed do Ketron nem do Korg mas como disse -e bem- o phillipric em maio de 2015 :-) os teclados Ketron nunca foram e grande espingarda em termos de qualidade das teclas e agradabilidade. Em realação à Korg, depende. Os flagships têm bons teclados por regra mas os de entrada de gama são muito maus ( o Korg krome por ex, é dos pior teclados à face da terra ainda que tenha um motor sonoro bom) Em relação à baterias: qq um é bom nessa gama de preço.
  12. Barato ou não: só experimentando mesmo. Depende apenas do tipo de keybed pois o som parece-me ok. Agora obviamente que se tiver teclas de "mola" ( estilo numa da studiologic ou Casio C linha de entrada de gama - não confundindo com privia- ) é preço não é nada de especial... Mas tb quero ver se é mesmo esse o preço cá.
  13. Já um pouco atrasada a resposta mas o Privia é excelente opção para iniciante!
  14. Muito interessante mas o exemplo que deste do YT não é grande coisa. Este video mostra melhor a potencialidade: É pena o design ser tão mau e deselegante... muito parecido com um brinquedo. Talvez em preto fique melhor...
  15. Aqui a desenterrar um tópico mas para explicar esse fenómeno não assim tão vulgar. O que é sucede é o instrumento guitarra tem uma particularidade que o teclado electrónico não tem. Trata-se de um instrumento que interage não só com o dedos mas tb com o abdomen ( qd encosta à barriga). Isto origina uma transferência de energia ( vibração sonora ) mais directa e dá mais prazer ao executante. Mas não acaba aqui... Alguns especialistas afirmam que este efeito vibratório estimula receptores localizados na zona genital ( o dito cujo) criando um sensação de maior prazer e, por conseguinte, maior criatividade. ( e não é para rir...). Apesar de céptico ao início ( qd me venderem essa teoria) tenho confirmado isso ao longo dos anos. Todos os instrumentos que transmitem vibração directa ( e aqui inclui um piano acústico e até... um orgão casio com colunas, muito estranhamente) dão mais prazer a tocar... Vou dar um exemplo para quem tem teclado com amplificação incorporada: tentem tocar um linha baixo forte "Picado" num teclado com as colunas no máximo VS com headphones e digam lá se a sensação de vibração nos dedos não faz diferença? No meu caso devo admitir tb que apesar de ser teclista de base ( sintetizadores) sinto mais prazer a tocar guitarra clássica ou piano acústico qd apanho um à mão. Em resumo: o corpo tb sente a música.