sergio.cunha

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About sergio.cunha

  1. Eu ando a adiar a colagem do braço pois tem de ser feito com muita atenção senão dá asneira. O alinhamento tem de ser perfeito, quer no plano horizontal quer na vertical, ainda mais sendo uma guitarra archtop. O facto de não ter uma junta "dovetail" (encaixe de malhete) também complica a situação, talvez tenha mesmo de aparafusar o braço. No teu caso também tens de ter atenção a isso. Ver se quem serrou o braço deixou lá a parte do encaixe ou não. Mas faz como o @pgranadas disse, abre um tópico para seguirmos esses trabalhos e se precisares dar-mos uma ajuda.
  2. Fica aqui o último update: Trastes novos Não ando com muito tempo livre para isto por isso ainda vai demorar...
  3. Bem vindo. Também sou de Gondomar, Baguim do Monte mais precisamente.
  4. Pequeno update: Reparadas as fissuras e zonas descoladas. Tampo lixado e dado o raio de 10'' na escala.
  5. Se é pesada diria que deve ser em contraplacado, não que interesse muito. O que conta mesmo é o som e a tocabilidade
  6. Se o braço estiver sob tensão, torna-se muito mais fácil de partir em caso de impacto. Pior ainda se for com headstock angulado.
  7. O tampo traseiro tem de ser substituído, está muito ressequido, o resto está razoavelmente bom. O que acontecia muitas vezes nestas guitarras, ainda mais sendo de fabrico artesanal, é que eram acabadas com clara de ovo, que com o tempo escurece, daí o mau aspeto. Ainda estou a ponderar instalar um pickup.
  8. Relativamente à guitarra do post, confirmo que é de fabrico artesanal. O tampo posterior já saiu e o braço também. Enquanto estava a descolar o braço a cola largava um cheiro a m**da nojento. Depois de dizer isto ao meu pai ele disse que era um tipo de cola muito usada pelos sapateiros em África, feita com farinha de mandioca.
  9. Sim, as duas.
  10. A Egmond já não está comigo mas a parlor ainda cá anda. Um pequeno vídeo dela:
  11. Da reparação não tenho nenhuma. Tenho esta junto a uma Egmond de jazz que também reparei. Nessa o neck reset foi bem mais fácil porque o sistema de ajuste do braço é através de um parafuso (nunca tinha visto tal). Na parlor foi o meu primeiro neck reset, não ficou perfeito em termos de detalhe do acabamento mas acertei no ângulo.
  12. A PRS é de 85, esta é pelo menos dos anos 60 (segundo a dona), portanto posso dizer que tenho um protótipo de PRS nas mãos
  13. Reparei uma guitarra parlor de 1940 e ela aguentou-se bem. Fiz um neck reset e toca lindamente. Esta apesar do mau aspecto que tem não tem nenhuma falha estrutural grave. O braço apesar de não ter truss rod está direitinho, o tampo não cedeu, apenas o tampo traseiro é que está rachado e desconfio que seja por más condições de armazenamento. O valor depende de cada um. Eu acho interessante o facto de ter uma peça com bastante história, pronta para ir para a lareira, e dar-lhe vida novamente.
  14. Bem, assim de repente diria que precisa de: - Reparar e recolar o tampo traseiro (eventualmente substituir pois está muito danificado) - Substituir os trastes - Dar um raio na escala que é completamente plana - Arranjar umas fendas no tampo superior - Fazer um Neck reset - Lixar tudo e dar um novo acabamento - Restaurar o hardware - Fazer uma ponte nova Coisa pouca
  15. Ontem fui buscar isto, vamos ver o que consigo fazer daqui. Alguém consegue identificar esta guitarra? Não reconheço o headstock, será de fabrico artesanal?