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Encontrado: 32 resultados

  1. Pode ser um destes para a mesa 2.
  2. A PRS vai lançar uma nova gama de amps, focados na simplicidade. Com dois canais independentes (cada um com a sua tone stack de 3 bandas), a ideia é que o utilizador controle o amp e não "seja controlado por ele", segundo a marca. O canal limpo lembra os amplificadores americanos das décadas de 60 e 70, e o canal de distorção pode funcionar com base no canal limpo com boost ou soar de maneira totalmente diferente. É interessante (ou não) a justificação da marca para o nome: "Sonzera [Portuguese]: from som (sound), meaning a cool and/ or stunning sound (in the sense of music) – a kind of slang." Não sei onde é que foram buscar esta ideia. Em Português esse termo não existe no dicionário em lado nenhum. Vai haver versões de 20W e 50W, com a versão de 20W a ter 6L6 no power e a de 50W a ter EL34's. Quanto a preços, deverão rondar os seguintes: €899 na versão combo de 20W combo €1,050 na versão combo de 50W €899 para a versão cabeça de 50W
  3. Este é um daqueles tópicos em que tanto pode estar aqui como na parte dos pedais. A Joyo anda a lançar produtos muito interessantes. Desta vez vai lançar um "pedal amp", com características únicas: colunas incorporadas, bateria recarregável e bluetooth. O pedal/amplificador tem um power amp com 2x4 watts, dois speakers de 4 cm, dois canais (clean e distorção). A bateria é de lítio e dura 3 horas (tem 2200mah - no fundo uma powerbank). Está incluído também um efeito: delay. Fica aqui um teaser: Ainda não há preços revelados.
  4. Alguém conhece esta marca? Encontrei-a por acaso e pelos vistos têm um coice do carvalho para o metal. Handbuilt, e tem um modelo chamado "Generator" com várias versões, incluindo este mais pequenino "7-40", com 7W ou 40W conforme se queira. No que toca a válvulas, tem 4 12AX7 e uma 12AT7 no pré e quatro 4 6V6GT no power. Melhor (ou pelo menos a review soa melhor) é o irmão grande de 120W: Quanto ao preço, parece que vale 1599 dólares americanos. O que acham?
  5. A Joyo lançou uma série de mini amps com um conjunto de características interessantes. Pequenos, mas (relativamente) poderosos, podem ser a solução para músicos "on the move" que não queiram carregar cabeças pesadas. Ou até para ter por casa, se não houverem vizinhos chatos por perto. Os amps foram revelados na NAMM 2016, e a série consiste em 6 diferentes mini amps, com sabores a amps bem conhecidos, mas em formato head bastante reduzido. Ainda não há preços definitivos, mas devem rondar os 180 a 200€ por amp. Características Comuns Todos os amps da série partilham um conjunto de características em comum: Preamp com uma válvula 12AX7 Power amp solid state (classe D) com 20 Watts a 8 ohms Dois canais Aux in via Bluetooth Controlos de ganho, tone e volume FX loop Saída para auscultadores com emulação de coluna Características Específicas Cada amp tem o seu voicing, identificado pela cor do amp: BantamP Jackman (vermelho): esta é a emulação do Marshall JCM 800 BantamP Zombie (cinzento): emulação do Triple Rectifier - tem um opamp antes da válvula de preamp BantamP Vivo (branco): emulação Hiwatt - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Atomic (verde): emulação Vox AC30 - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Meteor (amarelo): emulação de "ganho" british (?)- tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP BlueJay (azul): emulação fender (Blues Junior?) - tem um jfet antes da válvula de preamp
  6. A Wampler revelou o novo Wampler Bravado - o primeiro amp da marca e cuja função é "devorar" pedais. Para os guitarristas que querem um amp que funcione bem com todos os pedais, a Wampler oferece este amp com 40 Watts de potência, com válvulas 6L6 no power, resultado da sua experiência com pedais. O amp tem um grande headroom esegundo diz a marca, funciona bem com quase todos os pedais, dando aquela compressão que os faz chegar ao "ponto de açúcar". O amp tem uma stack de equalização de 3 bandas. O loop de efeitos foi desenhado pela Friedman (é buffered). Há dois switches: um "Fat" para dar uma ênfase nos médios sem chegar a ser nasal, com duas posições, e um "bright" com 6 posições. Em conjunto, estes switches garantem uma grande flexibilidade. O amp está disponível em pré-reserva com um depósito de 950 dólares americanos para... 50% do amp. Vale a pena? Fazia falta um amp destes no mercado? Que alternativas existem?
  7. E saíu o novo Mesa Boogie Triple Crown! Com 50 Watts, o amp tem 3 canais é o amp do rock. Flexível qb, usa a mesma filosofia do Dual Rectifier (até o aspecto é parecido, não é?), mas vai mais além: permite trocar o tipo de válvulas do pré (inclui switch de bias para EL34, 6V6 e 6L6) e inclui reverb. O Amp tem também MIDI, com possibilidade de selecção de canal MIDI. A saída DI tem 3 voicings: closed back, open back e vintage. O Triple Crown tem 6 válvulas 12AX7 e uma AT7 no préamp, e 2 EL34 no power. Os três canais são 1 (clean), 2 (lo gain) e 3 (high gain). A versão combo traz um Celestion V30, e existem versões Head e Rack. Quanto a preços, situam-se quase nos 4400 dólares canadianos. Vale a pena?
  8. Segundo a marca, estes novos amps têm, além do que os outros amps da mesma linha já oferecem, looper com overdubs ilimitados, um octaver polifónico.
  9. A Blackstar tem novos amps ID:Core V2. Nesta segunda versão, o lema continua a ser o mesmo: pequenos mas com grande tone! Com 6 canais (Clean Warm, Clean Bright, Crunch, Super Crunch, OD1 e O2, os amps tem o famoso controlo ISF que permite passar de um voicing maish british para um mais americano (com infinitas variações pelo memo). O Amp tem ainda 12 efeitos (4 de modulação, 4 de delay e 4 de reverb), saída com simulação de cab, e traz software incluído para gravar. Mas o melhor de tudo: o facto de todos os amps da gama serem stereo, em 10W, 20W e 40W. A versão de 20W deve chegar às lojas no final do mês com um preço de 150€, mesmo a tempo das compras de Natal.
  10. Ora bem, porque há amps que retiram GAS, aqui vai este: Pode ser a gravação, o posicionamento do microfone e tal, mas já não é a primeira vez que vejo um destes a soar pessimamente mal. Um deles até nas mãos do Bonamassa.
  11. Cápsulas do do café, dos ice teas ou do leite com chocolate são para meninos. Homem de barba rija, usa cápsulas do tone A Roland tem um conjunto de cápsulas disponíveis para a sua linha de amplificadores Roland Blues Cube, cada uma delas com o seu sabor característico. Cápsulas em formato válvula . Antes de ver o vídeo, vale a pena fazer contas: não são propriamente baratas (cerca de 200€ cada) e o amp mais barato da gama (Blues Cube Stage) fica por volta de 700€. Aqui vai o comparativo de 4 cápsulas para o amp.
  12. A Boss tem vindo a fazer alguns lançamentos mais ousados. Depois da (excelente) série Waza de pedais, seguiu-se o (ultra caro) Waza amp, e agora a Boss tenta pegar no marketing usado e desvenda uma nova série de amps, os "Katana". Katana é a espada tradicional japonesa usada pelo lendário samurai do Japão, um símbolo de honra, precisão e arte na cultura japonesa. Em termos simples: mais um amp que emula neste caso cinco tipos de sons. limpo, crunch, lead, brown (sound) e acústico - também amplifica guitarras acústicas. Incluídos estão 55 efeitos boss, que são configuráveis via software, com 3 efeitos a poderem ser usados em simultâneo. Os preços para o Katana 100 devem andar por volta dos 300€ nas lojas - quando estiverem disponíveis. A versão de 50 Watts fica-se por 199€ - um valor competitivo relativamente à concorrência. Fica aqui o vídeo introdutório: E já uma review do amp, de alguém que já teve acesso a ele:
  13. R

    Será que alguém me pode dar uma ajuda? Tenho um frontman 212R mas fiquei sem o footswitch, enfim... Qualquer footswitch é compatível ou tenho que arranjar outro da Fender e do modelo exacto? Posso utilizar um footswitch Marshall por exemplo? ou um da Fender de outro modelo ....?
  14. A Roland encolheu o lendário JC120 num pacote mais pequeno. Além do típico som Jazz Chorus, é também muito adequado para pedais e e emuladores digitais de amps devido ao headroom que tem. De aspecto mais atarracado, o amp tem dois speakers de 6.5, potência de 30 watts stereo, reverb, space chorus e FX loop (stereo!). Pesa 12 KG e tem 46cm x 33cm e tem 24 cm de profundidade, sendo assim, bastante transportável. Estará disponível no final do mês de Novembro e custará cerca de 400€. Vamos a sons:
  15. Como nunca estamos satisfeitos com o som dos amps que temos, há uma coisa que podemos fazer nos amps a válvulas e que não custa muito dinheiro, que é a alteração das válvulas de preamp. Beneficiamos do facto de haver um conjunto de válvulas que são compatíveis em termos de instalação (têm os mesmos pinos), e portanto, experimentar não faz mal. Novas válvulas podem corrigir (ou acentuar) alguns defeitos do amp, e a coisa mais fácil de obter com a troca de válvulas é a variação de ganho, ou fazer sobressair mais ou menos a distorção do pré e do power amp. Vamos então por partes. 1) Válvulas e Factores de Ganho A função das válvulas, quer no pré, quer no power amp, é amplificar o sinal. A amplificação do sinal tem como consequência real o aumento do volume, o breakup, e a distorção do sinal, que podem ser mais ou menos desejáveis, consoante os gostos e as necessidades. Cada tipo de válvulas pode amplificar mais ou menos o sinal, consoante o seu factor de ganho. Válvulas com factores de ganho maiores amplificam mais, por exemplo. A lista seguinte mostra os tipos de válvulas do pré que têm a mesma configuração e podem ser intercambiáveis: 12AX7 - Factor de ganho: 100 5751 - Factor de ganho: 70 12AT7 - Factor de ganho: 60 12AY7 - Factor de ganho: 45 12AV7 - Factor de ganho: 41 12AU7 - Factor de ganho: 19 (Imagem: Algumas válvulas de pré comparadas - fonte) 2) E então, como é que isto pode ajudar a melhorar o meu amp? Melhorar é relativo - normalmente os amps são construídos para usarem uma determinada configuração, são testados e a maior parte das vezes vêm com a configuração ideal. O que não quer dizer que não possamos experimentar outros tipos de válvulas ver o que acontece com o som - provavelmente a maior parte das alterações não vão produzir um resultado satisfatório, mas podemos encontrar alguma configuração que nos agrade mais. Não há regras, mas algumas orientações podem ser importantes: O amp distorce muito, tem uma distorção muito "harsh" e pretendes mais headroom do amp? Tenta meter uma válvula com menor ganho na primeira etapa da pré-amplificação. Não digo passar logo de uma 12AX7 para uma 12AU7 (que tem um ganho 5 vezes menor)... normalmente a 12AY7 costuma ser uma boa opção! O amp tem pouco ganho? Normalmente meter uma válvula com maior factor de ganho não ajuda (talvez um pedal de drive seja uma melhor opção), mas não custa tentar - até se podem obter resultados engraçados! Aproveita, experimenta e conta aqui os resultados que tiveste com as alterações de válvulas do pré que já fizeste.
  16. Novidade em primeira mão: acabou de saír a nova geração Spider V da Line6. Nesta quinta geração, há um conjunto de novidades interessantes que podem fazer um grande amp de entrada de gama para guitarristas iniciantes (e como backup / ensaio / amp de trazer por casa para guitarristas mais experientes). Flexibilidade Provavelmente, o ponto onde o amp brilha mais, e pelos vistos o casamento da marca com a Yamaha produz os seus frutos: desta vez o amp é totalmente preparado para a modelação digital: não existe speaker de guitarra, mas sim uma coluna FRFR (full range flat response) para melhor aproveitar as potencialidades da modelação digital, com a vantagem de ser mais flexível: além do som "eléctrico" também se podem ouvir sons acústicos, tirando partido do speaker FRFR. E além disso: pode ser um excelente player para o telemóvel! Totalmente um grande "win" no que toca à flexibilidade! Variedade e qualidade É possível escolher cerca de 200 efeitos, amps, cabs e efeitos. Podem ser utilizados 8 efeitos e modelos de cab em simultâneo. Se a tendência atual nos amps mais "a sério" é ter "pouco e bom", aqui tem-se muito e... bem, ainda é cedo para conclusões. Fios? Não obrigado! O Spider 5 é o primeiro amp a ter um receptor wireless embutido. Podes esquecer a chatice dos cabos... se comprares um transmissor G10T da Line6, claro! Acrescenta cerca de 100€ à conta... Afinador e não só! O Spider 5 tem funcionalidades extra que dão jeito: afinador, metrónimo e loops de bateria para praticar. Só são 19, mas sempre são melhor que nada! Um ou dois samples para abrir o apetite: http://l6c-acdn.line6.net/media/spiderv/loops/01_Rock_Groove.mp3 http://l6c-acdn.line6.net/media/spiderv/loops/06_Blues_Groove.mp3 E que dizer mais? Quanto a preços, ainda não foram revelados. Quanto ao som... ouve-o e julga-o tu mesmo:
  17. é um daqueles tópicos que tanto ficava bem na parte dos pedais como aqui. A questão é: como sacar o melhor rendimento de um ampzinho destes? Os gajos do TPS fizeram um vídeo em que testam uma série de drives e boosts: Xotic RC Booster Xotic EP Booster Boss BD-2 Blues Driver Ibanez Tube Screamer Mini Thorpy Gunshot Fulltone OCD V7 Strymon El Capistan Origin Effects Cali76 Compact Deluxe E outras tantas guitarras: Fender American Vintage ’62 Stratocaster Gretsch G6118T-LIV Players Edition Anniversary Gretsch G6118T-LIV Players Edition Anniversary Fender Custom Shop ’63 Telecaster Gibson Custom 1958 Les Paul Standard Fica aqui o vídeo:
  18. O novo Bogner Telos promete ser uma evolução dos timbres vintage do blues, rock e hard rock. E totalmente handwired, single channel, e tem válvulas 6L6 no power amp. O loop de efeitos é tube buffered, rectificação a válvulas ou solid state (conforme se pretenda), line out e um botão "schizo" que não deixa de ser "esquizo" com seis posições para seleccionar outros voicings e equalizações. Fica aqui o vídeo:
  19. R

    Boas pessoal, estou a pensar comprar um combo para baixo e estou inclinado para o "Ashdown Toneman C115 Evo III" (https://www.thomann.de/pt/ashdown_toneman_c115_evo_iii.htm?ref=search_rslt_ashdown+abm+_346879_17) no entanto estou com algumas questoes relativamente a um footswitch para ele pois a ashdown so comercialisa um pelo que percebi (https://www.thomann.de/pt/ashdown_fs4.htm) que não é compativel com o combo que quero comprar. O combo como podem reparar tambem tem opçãos de "overdrive", "sub-harmonics" e "compression" quer dizer que teria que comprar um fotswitch com 3 on/off botoes? Gostaria que me esclarecessem essas questoes relativas a esse combo e se tiverem outras sugestoes para que amp comprar tambem agradeço
  20. Reza a Hughes and Kettner que o próximo amp está aí. Dia 19, vai saír a última "masterpiece", com o Rabea Massaad a mostrá-lo. Aceitam-se apostas. Entretanto, aqui está o teaser da praxe: Quem arrisca?
  21. THE DEFINITIVE GUIDE TO UK MADE ORANGE AMPS (Conteúdo reproduzido sob licença exclusiva da Orange para o Forumusica.com) Founded by Cliff Cooper in the heart of London during the swinging 60’s, Orange Amplification is as British as it gets. Since the late 60’s the company has been one of the big hitters in the electric guitar amplifier world and the UK has remained the heart of everything that Orange does. Some production has moved across the water (the TH series for instance is made in China) but the vast majority of Orange’s amplifiers and cabinets are still made here in the UK. So if it’s a true bonafide brit made amp that you’re interested in but you can’t be bothered to trawl through the inter-web to find out just what the difference is between them all (despite the obvious i.e. the name, appearance and the number of knobs on the faceplate) then read on because we’ve done the hard work for you… THUNDERVERB SERIES – THUNDERVERB 50 & THUNDERVERB 200 The ‘Swiss army knife’ of Orange’s range, the Thunderverb series features amps that can handle anything you throw at them with lush reverb-laden cleans to classic rock to full on metal available on either channel. Both channels feature independent master volume controls and three stages of gain, so all you need to decide is whether you need a clean and a dirty channel, two clean channels or two dirty channels. If unbelievably huge headroom and articulation is your thing then the Thunderverb 200 is the amp for you. Powered by a quartet of 6550 valves and featuring the same enormous transformers that you’ll find in Orange’s AD200B, the Thunderverb 200 puts out 200 Watts and is capable of handling serious ‘down tuning’ for baritone and 7-string guitars. Pair it with Orange’s PPC412 cabinet for the mother of all half stacks…or even try it with a bass cabinet for an ‘edgy’ bass rig. If the power of the 200 seems a little daunting the amp cab be switched to a more manageable 100 Watts. The Thunderverb 50 shares the same front panel layout as its more powerful sibling but owing to its lower output and pair of EL34’s has a slightly sweeter character. Channel A features a ‘traditional’ three band EQ whilst Channel B features Orange’s hugely capable Shape control. With the control fully clockwise you get an aggressive ‘smiley face’ EQ with scooped mids, and boosted lows and highs. Fully counter-clockwise, you’ll find oh so smooth and rounded treble with striking, prominent mids. So with the twist of just one knob you can dial in tones for ultra-modern Metal to vintage Rock…and everywhere in-between. The Thunderverb amps were the first Orange amp to feature a foot-switchable attenuator allowing you to crank the master volume to achieve output stage saturation level at more ‘responsible’ volume levels. Positioning the attenuator after the master volume but before the output transformer, ensures the amp retains a springy response at any volume…and also gives you the option of defeating it for a ‘clean boost’ for extra oomph. The series also features a valve driven spring reverb and a valve buffered effects loop. At a glance… Thunderverb 50 No. Of Channels: 2 FX Loop: 2 Reverb: Yes Attenuator: Yes Power: 50 Watts Valves: Power Amp: 2 x EL34, Preamp: 4 x Ecc83/12ax7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7, Reverb: 1 x Ecc81/12at7 Thunderverb 200 No. Of Channels: 2 FX Loop: 2 Reverb: Yes Attenuator: Yes Power: 200 Watts Valves: Power Amp: 4 x 6550, Preamp: 4 x Ecc83/12ax7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7, Reverb: 1 x Ecc81/12at7 AD SERIES – AD30 The AD30 is Orange’s tribute to vintage Class A British amplification and recaptures the warm, time-honoured EL84 sound that defined an era. It’s a ‘purist’s dream’, with the series proving so popular that its specs haven’t changed since the day it first rolled of the production line. In simple terms the AD is two vintage British-style amps in one. The two channels have completely separate signal paths, each with two stages of gain and master volume controls. Both can be set for clean or coaxed into varying degrees of crunch. Channel One is slightly mellower in character, and has a thick, creamy, classic voice. Whilst Channel Two has more gain and a more prominent mid-range with a tighter bass response and faster attack. Regardless of what you dial in, the AD30 remains wonderfully receptive to various guitars and playing styles and because of this has a great reputation with those looking for country, bluesy, Pop, Funk and Indie tones due to its classy, bell-like cleans, breaky crunch and controlled natural compression, whilst the GZ34 valve rectifier imparts its own distinct vibe for players seeking a more vintage feel and responsiveness. At a glance… AD30HTC No. Of Channels: 2 FX Loop: No Reverb: No Attenuator: No Power: 30 Watts Valves: Amp: 4 x EL34, Preamp: 4 x Ecc83/12ax7, Rectifier: 1 xGZ34 ROCKERVERB SERIES MkIII – ROCKERVERB 50 & ROCKERVERB 100 Celebrating its 10th Anniversary in 2014, the Rockerverb series is now in its third incarnation and is an abject lesson in how a workhorse amp can be a master of all trades. The original Rockerverb was Orange’s first ever ‘high gain’ amplifier that quickly gained a following with those with ‘heavier’ tastes. But given its supreme versatility and dependability the series has found favour with touring artists and session aces, both on the road and in the studio. The MkIII features a revoiced clean channel with a more ‘chimey’ response and even greater headroom than previous models, whilst still retaining the warmth and vintage character of a non-master volume design. The valve driven spring reverb now has a more extensive range with a brighter trail. In a first for the Rockerverb Series, the MKIIIs include selectable output power options to manipulate headroom and volume. The 50 Watts version switches down to 25 Watts in half power mode, whilst the 100 Watt version switches down to 70, 50 or 30 Watts. The mains transformers have also been upgraded for better low end response and articulation. The MKIII also features the same foot-switchable attenuator that can be found in the Thunderverb and Dual Dark Series amps. At a glance… Rockerverb 50 MkIII No. Of Channels: 2 FX Loop: Yes Reverb: Yes Attenuator: Yes Power: 50 Watts (switchable to 25 Watts) Valves: Power Amp: 2 x EL34, Preamp: 4 x Ecc83/12ax7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7, Reverb: 1 x Ecc81/12at7 Rockerverb 100 MkIII No. Of Channels: 2 FX Loop: Yes Reverb: Yes Attenuator: Yes Power: 100 Watt (switchable to 70, 50 and 30 Watts) Valves: Power Amp: 4 x EL34, Preamp: 4 x Ecc83/12ax7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7, Reverb: 1 x Ecc81/12at7 OR SERIES – OR15, OR50 & OR100 OR15 With outstanding dynamics and classic 1970’s ‘Pics Only’ styling, the OR15 is Orange’s smallest ever ‘sleeved’ amplifier. In theory it belongs to the Terror Series but it’s boutique vintage voicing sets it apart from its lower wattage siblings. This amp is all about ‘feel’ and great tone, and is definitely a ‘players’ amp. Expressive to the end, whether the Gain control is set minimally or maxed out, the OR15 always has enough range on tap for even the most demanding of players. Complete with a valve buffered effects loop, and switchable from 15 to 7 Watts, the OR15 is as comfortable on stage as it is in the studio. OR50 In 2008 as part of their 40th anniversary celebrations Orange launched a limited run of OR50 Anniversary Edition amps as a respectful nod to its ‘Pics Only’ Graphic model of 1972. Although it wasn’t specifically a ‘reissue’ as such, the OR50 proved so popular it was reissued in 2012. With a single channel layout, an intricate midrange and three stages of gain, the OR50 goes from dark and gritty, to rich and smooth. The OR50 is the only Orange amp to feature the HF Drive control; as this increases, so does the presence of the power amp and beyond 3 0’clock an extra dimension of power amp gain is introduced for serious scream. For extra punch on leads the OR50 also features a foot-switchable master volume defeat. The OR50 is distinctly Orange and fans of Stoner Rock and early Metal will enjoy the higher gain settings, whilst those looking for Classic Rock and Blues tones need only push the power stage harder to find their heaven. OR100 Everything about the OR100 is classic and it’s traditional ‘Pics Only’ faceplate is no exception. Just like the OR50 it pays tribute to the Graphic models of the early 1970’s but even though it has vintage ‘old-school’ British tones to die for on tap, the OR100 is also about great functionality. The amp is the first in the series to have two channels. With headroom a plenty, the Clean channel is a non-master type with a character that is without a doubt Orange and with three stages of gain, the Dirty channel handles everything from classic rock to vintage thrash with ease. The OR100 features a valve buffered effects loop plus a switchable output section with options for 70, 50 and 30 Watts. For even greater flexibility, the Dirty channel sports a foot-switchable gain boost. There’s also a foot-switchable global boost which adds 3dB to either channel if it’s needed. At a glance… OR15 No. Of Channels: 1 FX Loop: Yes Reverb: No Attenuator: No Power: 15 Watts (switchable to 7 Watts) Valves: Power Amp: 2 x EL84, Preamp: 3 x Ecc83/12AX7, FX LOOP: 1 X ECC81/12at7 OR50 No. Of Channels: 1 FX Loop: No Reverb: No Attenuator: No Power: 50Watts Valves: Power Amp: 2 x EL34, Preamp: 3 x Ecc83/12AX7 OR100 No. Of Channels: 2 FX Loop: Yes Reverb: No Attenuator: No Power: 100 Watts (switchable to 70, 50 and 30 Watts) Valves: Power Amp: 4 x EL34, Preamp: 4 x Ecc83/12AX7, FX Loop 1 x 12AT7 DUAL DARK SERIES – DUAL DARK 50 & DUAL DARK 100 The amps in the Dual Dark series are Orange’s highest gain amplifiers yet with each channel having four…yes four stages of gain. Both channels feature individual gain and master volume controls which give easy access to everything from clean to overdrive to insane distortion at the twist of a knob. Despite its obvious leanings towards the ‘dark side’ of tones, the Dual Dark series has been designed to be very flexible. With a fat and powerful EQ which features strong open mids and a tight response, the voicing of Channel A is a completely new design. Channel B on the other hand nods it head in the direction of the lunchbox Dark Terror and has unbelievably fast attack which is perfectly suited to dirty down-tuned riffage. The ‘Shape’ control allows for a range of tones to be dialled in using just one control, from a full-on scoop, to a rich lead sound with strident mids and rounded highs. The Dual Dark 50 offers superb string-to-string clarity and a bass response that remains tight and focussed, even when volume levels increase. Despite its 50 Watt output rating this head never sounds compromised, even when pushed to the limit. And for even earlier output valve distortion switch the amp down to 25 Watts. The bigger output section of the Dual Dark 100 allows for even greater control over the huge level of preamp gain on offer, with a bottom end punch and midrange clout that is truly staggering. And if you like your distortion happening at the front end…well, this just may be the amp you’ve been looking for! The output power can be reduced to 70, 50 or 30 Watts. Both amps in the series feature Orange’s foot-switchable attenuator and are equipped with an uber transparent valve buffered effects loop so those time-based effects don’t get too muffled by the masses of gain that is available. At a glance… Dual Dark 50 No. Of Channels: 2 FX Loop: Yes Reverb: No Attenuator: Yes Power: 50 Watts (switchable to 25 Watts) Valves: Power Amp: 2 x EL34, Preamp: 5 x Ecc83/12AX7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7 Dual Dark 100 No. Of Channels: 2 FX Loop: Yes Reverb: No Attenuator: Yes Power: 100 Watts (switchable to 70, 50 and 30 Watts) Valves: Power Amp: 4 x EL34, Preamp: 5 x Ecc83/12AX7, FX Loop: 1 x Ecc81/12at7 (fonte: https://orangeamps.com/uncategorized/the-definitive-guide-to-uk-made-orange-amps/)
  22. Galera canto a algum tempo já(Sertanejo) mas nunca tive meu próprio som, e não entendo praticamente nada de som, gostaria de saber que tipo de som eu preciso, quero gastar pouco mas de um forma que não me arrependa depois, faço show para uma media de 250 - 500 pessoas algumas vezes até mais, preciso comprar os equipamentos mas não entendo de marca e nem de potencia, a lista do que tenho em mente é a seguinte. 1º DUAS CAIXAS COM PEDESTAIS. 2º UMA MESA DE 5 A 8 CANAIS 3º 2 MICROFONES Alguém pode me informar marcas e modelos dos equipamentos citados acima com valores mais em conta? Obrigado desde já!
  23. Depois de serem anunciados na Summer NAMM 2016, aqui estão eles. O ’57 Custom Champ tem um speaker de 8″ com 5 watts de potência, o ’57 Custom Deluxe tem um speaker de 12″ e 12 watts. O ’57 Custom Twin tem um speaker de 12″ e 40 watts, enquanto que o ’57 Custom Protem um speaker de 15″ speaker com 26 watts. Ora aqui estão eles, tão fresquinhos que ainda não já estão na página da Fender: São todos handwired, com cabs em pinho finger-jointed (y), knobs tipo chicken head e aspecto tweed. Coisa fina, portanto!
  24. Boa noite, gente. Tenho um amplificador Meteoro de 20W que eu usava para tocar guitarra. Por motivos de estudo e trabalho fiquei sem tempo de tocar guitarra e tive que largar, mas mantive todo meu equipamento. Mesmo sem muito tempo nunca larguei o violão, que é minha paixão há desde o 12 anos, e agora queria tirar um som mais legal nele. Bom, gostaria de saber se comprando uma captação externa (me indicaram o Audio Technica PRÓ-70 e o Roland AC-60) e usando meu velho ampli Meteoro eu consigo tirar um som ok. O amplificador da guitarra funciona mesmo que razoavelmente para o violão? PS: também usaria para tocar ukulele. Desde já, obrigado.