Forumúsica: Intervalos ? - Forumúsica

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Intervalos ? Rate Topic: -----

#41 User is offline   Canoxa 

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Posted 22 April 2012 - 00:55

View PostAnterix, on 22 April 2012 - 00:30, said:

View PostCanoxa, on 20 April 2012 - 20:30, said:

Se for a do Mendehlsson, é uma quarta perfeita, sim!


A de Mendelsohnn? onde? A de Wagner sim.

Que parvoíce. A do Wagner, do Lohegrin, claro!

#42 User is offline   Anterix 

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Posted 22 April 2012 - 01:08

Exacto! Essa é um bom exemplo.

A do Mendelsohn é um bom exemplo de um acorde maior arpejado...
Ainda há muita coisa nova para fazer em Sib Maior.

Fica melhor nos sopros e Dó já está um bocado gasto



www.anteroavila.com

#43 User is offline   diogo craveiro 

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Posted 22 April 2012 - 02:58

às vezes, intervalo a intervalo, não ajuda muito. É melhor perceber o contexto em que se está e perceber a relação que as notas têm ocm a fundamental... Se for dodecafonismo, nem pensar em relação tonal ahahah

#44 User is online   Vasckin 

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Posted 22 April 2012 - 04:00

View Postdiogo craveiro, on 22 April 2012 - 01:58, said:

às vezes, intervalo a intervalo, não ajuda muito. É melhor perceber o contexto em que se está e perceber a relação que as notas têm ocm a fundamental... Se for dodecafonismo, nem pensar em relação tonal ahahah
n percebi bem o que é dodecafonismo?
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#45 User is offline   PCanas 

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Posted 22 April 2012 - 12:32

View PostVasckin, on 22 April 2012 - 04:00, said:

View Postdiogo craveiro, on 22 April 2012 - 01:58, said:

às vezes, intervalo a intervalo, não ajuda muito. É melhor perceber o contexto em que se está e perceber a relação que as notas têm ocm a fundamental... Se for dodecafonismo, nem pensar em relação tonal ahahah
n percebi bem o que é dodecafonismo?

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#46 User is offline   Canoxa 

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Posted 22 April 2012 - 13:38

:lol: :lol: :lol:

O dodecafonismo foi um método engendrado por Arnold Schoenberg na década de 20 do século passado para pôr alguma ordem na música atonal livre que se vinha a praticar até então. Grosso modo, o primeiro princípio do dodecafonismo é não fazer soar uma nota até que as restantes onze apareçam, de forma a que nenhuma nota tenha ênfase ao ponto de ser mais importante que as outras e, por isso, soar a "centro", à nota mais importante numa hierarquia. Isto era conseguido através de séries ordenadas que continham as 12 notas. Daí o diogo ter dito mais valia perceber qual a relação de certa nota com a tónica ou com a fundamental, menos na música dodecafónica (mais valia ter dito não-tonal ou atonal), que não permite isso por não ter nem tonalidade nem acordes tradicionalmente classificáveis.

#47 User is offline   Kelav 

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Posted 22 April 2012 - 14:05

Ri-me com a imagem :lol:

View PostCanoxa, on 22 April 2012 - 13:38, said:

O dodecafonismo foi um método engendrado por Arnold Schoenberg na década de 20 do século passado para pôr alguma ordem na música atonal livre que se vinha a praticar até então.


E quem foi o responsável de muita dessa música atonal livre? O Schoenberg só disse "isto não soa a nada, vamos fazer com que não soe a nada, mas por ordem" :psycho2:

Mas mais a sério, é impossível separar o dodecafonismo da escala bem-temperada, certo? É que caso contrário teríamos mais de 12 tons e composições ainda mais complexas, com um ré bemol e um dó sustenido a soarem de forma diferente e por aí fora...

#48 User is offline   Canoxa 

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Posted 22 April 2012 - 15:23

View PostKelav, on 22 April 2012 - 14:05, said:

Ri-me com a imagem :lol:

View PostCanoxa, on 22 April 2012 - 13:38, said:

O dodecafonismo foi um método engendrado por Arnold Schoenberg na década de 20 do século passado para pôr alguma ordem na música atonal livre que se vinha a praticar até então.


E quem foi o responsável de muita dessa música atonal livre? O Schoenberg só disse "isto não soa a nada, vamos fazer com que não soe a nada, mas por ordem" :psycho2:

Mas mais a sério, é impossível separar o dodecafonismo da escala bem-temperada, certo? É que caso contrário teríamos mais de 12 tons e composições ainda mais complexas, com um ré bemol e um dó sustenido a soarem de forma diferente e por aí fora...

Quem foi o responsável? Os compositores que trilharam esse caminho. Esta conversa geralmente é associada ao discurso roubado a Schoenberg e extremado pela geração de Darmstad de forma a legitimar a sua posição, mas, sufocos à parte, a verdade é que o que aconteceu não foi mais que o evoluir natural da linguagem. Schoenberg foi um dos pioneiros desse tipo de linguagem, que foi um extremar do cromatismo da música alemã, presente em Wagner, por exemplo. Mas não caminhou sozinho nem se propôs a fazer "música que não soa a nada".

É impossível separar o dodecafonismo da escala bem temperada pois estamos a falar de uma técnica específica e de um pensamento específico que pertence a uma altura específica. Mas sim, esse expandir da paleta no que toca à melodia e harmonia aconteceu.

#49 User is offline   diogo craveiro 

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Posted 22 April 2012 - 16:53

Há sempre a diferença entre o inventor e o produtor das coisas. Pode não ter sido Schoenberg a inventar a cena mas foi, sem dúvida, um dos mais importantes produtores do género!

A malta está a dispersar um pouco, deviamos voltar ao tópico.

#50 User is offline   Kelav 

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Posted 23 April 2012 - 05:36

View PostCanoxa, on 22 April 2012 - 15:23, said:

Quem foi o responsável? Os compositores que trilharam esse caminho. Esta conversa geralmente é associada ao discurso roubado a Schoenberg e extremado pela geração de Darmstad de forma a legitimar a sua posição, mas, sufocos à parte, a verdade é que o que aconteceu não foi mais que o evoluir natural da linguagem. Schoenberg foi um dos pioneiros desse tipo de linguagem, que foi um extremar do cromatismo da música alemã, presente em Wagner, por exemplo. Mas não caminhou sozinho nem se propôs a fazer "música que não soa a nada".


Claro, eu disse "muita dessa música" porque acaba por ser o mais conhecido. Mas se até o Debussy e o Strauss caminharam um pouco por novos caminhos, o atonalismo iria surgir mais cedo ou mais tarde. A parte da "música que não soa a nada" foi um pouco na brincadeira porque não consigo mesmo gostar de Schoenberg, ao contrário de Stravinsky ou Stockhausen por exemplo.

Mas o diogo tem razão, já nos estamos a dispersar.

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