Epifani Performer 400
(era de tamanho de rack normal; foi o meu primeiro classe D; senti que não tinha graves)
SWR Amplite
(gostei, mas não tinha power)
Phil Jones Flightcase 150
(hi-fi fantástico e com 2 altifalantes virados para cima...mas não tinha power)
Genz Benz Shuttle 6.0
(timbre hi-fi... mas sem power. Troquei logo pela 9.0)
Genz Benz Shuttle 9.0
(900w? mentirosos! 900w da treta! Continuava sem power)
Ibanez Promethean
(este sim! Por mais que o Marco diga que os componentes eram fracos....trata-se de material japonês montado na China. E depois? Fiquei sempre satisfeito com a cabeça em várias circunstâncias.Foi o primeiro Classe D que me soou suficientemente alto e musculado e com uma qualidade superior aos anteriores. Instalada no combo soava igualmente bem, mas borrava-se com a corda B (alti de 10''+tweeter). Mas pra mim continua a ser um aparelho útil, muito portátil e com um som fabuloso). Vendi-o para comprar o Walter Woods.
E experimentei:
vários MarkBass (o único que gostei foi o F500 ou F1 do Joel)
Tecamp Puma 500 (o mais leve de todos. Não deve pesar 1 Kg)
Tecamp Puma 1000 (os Tecamp soam muito bem e até andava a pensar comprar um, até ter experimentado o TC Electronic.)
Bem... o Vitor apareceu num encontro com as colunas TC dele. A primeira impressão foi excelente. Quanto ao amp RH450, não veio, mas o Vitor disse que "era um bocado digital".... e assim ficou a ideia.
Experimentada a coisa, na versão top RH750, verifiquei que não só não soa "digital", como manda uma passa do caraças, com um som firme, sólido. à primeira ouvidela os agudos são comedidos. Dando-lhe mais (numa subfunção de mudar o centro do knob dos agudos) começa a ouvir-se um sopro tssssss. Mas isto não é necessário. Em operação normal, os agudos estão lá prás slapadas, sem espinhas, sem ferirem, muito agradáveis.
O amp é um canivete suiço. Tem uma série de funcionalidades que dão mesmo jeito:
-o formato, a construção é perfeita. Pesa 4 Kg, portanto não é dos mais leves. tem um pega-mão no próprio formato do corpo. Tem uma ventoinha de arrefecimento super-silenciosa. Também não é dos mais pequenitos.
-pode trabalhar sem colunas ligadas (auscultadores), o que dispensa cuidados de ligar ou desligar colunas
-tem afinador sempre a funcionar, visivel também no pedal controlador (opcional). este pedal, custa 150 euros, mas veio à borla numa campanha da loja
-tem 3 memórias para fixar 3 regulações; podem chamar-se no pedal.
-tem entradas para aux para ligar o ipod ou outro leitor, ou caixa de ritmos ou metrónomo. Aqui descobri o inconveniente de só reproduzir nos auscultadores. Para mim, que gosto de praticar com metrónomo, era porreiro que pudesse ouvir o metrónomo e o baixo no som da coluna
-Dá para ligar 3 colunas!!! da TC, seja qual for a combinação (vou ficar com 3 de 12'' para usar por módulos conforme a situação). De outra marca é para ligar só 2, até 4 Ohm
-Só tem uma entrada que está preparada para baixos activos e passivos indiferentemente (pôrra, dava jeito ter duas para ligar 2 baixos em aulas, por ex.)
-O compressor pode actuar separadamente nas frequências grave, médios e agudos sem afectar as outras e soa tão bem, sem aquela sensação de que está a "comer" as notas. Pareceu-me muito bom.... De tal forma que quando se dá um pouco de compressor já não soa nada bem tocar sem ele.
-A distorção tb é muito boa (embora eu não esteja muito virado pra distorções no baixo, dá para desenrascar situações dos Muse, Ramstein e cenas do género).
COLUNAS
Depois de tanto caixote lá por casa e de o Capelas me ter levado a Epifani sem eu estar a contar, eis-me reduzido à TC RS112 que veio com o amp e a markbass NY 121 emprestada (já tive uma em tempos).... bem....
TC RS 112 tem um alti Eminence cerâmico, com tweeter coaxial (ao centro no cone) também Eminence, de titanium, 8 Ohm, 200w e regulador de agudos nas traseiras
MARKBASS NY 121 tem um alti B&C neodimyum e tweeter piezzo 8 Ohm 400w e regulador de agudos do lado direito
Para mim, a TC toca forte, grave potente e macio, definida, sem agudos proeminentes (é uma coluna profunda e daí o grave excelente, formato paralelepípedo...eh eh pois é.... não sabiam que eu sabia esta palavra!)
A Markbass tem o grave a fugir para o médio grave (lá me dizem que o baixo parece um trombone)e o agudo é aquele manhoso do piezzo. Aparentemente toca bem, mas acho que a TC supera. Oiçam a gravação e tirem as conclusões, sem dispensar a audição ao vivo). A Markbass aqui também estava desfavorecida porque estava com um amp que lhe é estranho. De qualquer forma, ao pé dos 200w da TC, os 400w da markbass não soam a tantos watts.
Porque sempre evitei a TC?
Chamou-me desde sempre a atenção de os altifalantes serem cú-axiais (têm o tweeter no cú e berra do centro) porque, em tempos puz um Beyma desses no meu combo Roland Cubo 60 dos anos 80 e aquilo ficou a tocar tão bem, que toda a gente se admira. Então agora reparei logo nisso...."olha os gajos a usarem altifalantes destes..."
Todavia aliei a TC sempre a efeitos, principalmente ao famoso chorus dos gajos. E portanto, sempre olhei para o material deles como brincadeiras digitais.
Bem....... se tivesse comprado logo um TC RH450 (o RH750 só saiu depois) talvez não tivesse gasto tanto dinheiro em experiências de amplis classe D.
Vejam o filme e façam os vossos comentários. Que vos pareceu o amp e cada uma das colunas? abraços
This post has been edited by fernandobicho: 27 December 2011 - 12:12

Help

MultiQuote












