Eu sei que a coisa muda conforme a frequência... Mas a este nível de dimensões (físicas da sala e volumes utilizados) isso só faz diferença mesmo no papel.
O que verifico na pratica, que é o que realmente interessa, é que não são audíveis nenhuns problemas de latência nas típicas salinhas (bares e afins) que estão aqui em discussão.
Já agora só uma clarificação para que o pessoal menos experiente, que esteja a ler o tópico em busca de informação, não seja enganado:
O som reflectido da parede da frente é muitas vezes suficiente para os músicos ouvirem voz que chegue para terem noção de onde estão na musica.
Não chega para o vocalista estar confortável.
Eu toco em bares com volumes muito baixos. Faço mesmo questão disso! Consigo até, por vezes, ouvir a voz natural da vocalista, mesmo acusticamente. E mesmo assim ela precisa de monição. Neste caso o meu conselho vai, sem sombra de duvida, para in-ear. Um tradicional monitor a "bombar voz" no palco vai ser ouvido por muita gente no bar. Vai dar cabo do balanço da voz no PA.
Eu sigo sempre uma regra de ouro nas salas pequenas: O meu trabalho é reduzir volume e nunca acrescentar!
Só tenho de ter atenção á distribuição... Não quero que uma pessoa sentada á frente do guitarrista só oiça guitarra. A minha guerra é conseguir a distribuição sem acrescentar muito volume!
Uma banda ao vivo já produz, só por si, som a mais para 90% dos bares que por aí andam.
Esta politica tem me levado a um gigantesco acréscimo de contratações para concertos, bem como a cachets mais porreiros. Alguma coisa deve estar certa

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