This post has been edited by Brick_top: 01 February 2012 - 16:34
NGD - Axe-fx II
#21
Posted 01 February 2012 - 16:34
ligo "direto" a um monitor amplificado.
#22
Posted 01 February 2012 - 17:08
Ah tabom. Faz-me lembrar Periphery que a ligam aos Mackie
#26
Posted 01 February 2012 - 18:01
A mim o AXE FX nunca me atraiu enquanto o KPA parece-me ser uma coisa mais fácil de trabalhar e deixa-me alguma curiosidade.
Como nunca experimentei nenhum dos dois, esta minha opinião é tão relevante como a opinião do nosso presidente sobre a economia actual.
Quanto a melhores ou piores... isso é tão mas tão relativo.
Como nunca experimentei nenhum dos dois, esta minha opinião é tão relevante como a opinião do nosso presidente sobre a economia actual.
Quanto a melhores ou piores... isso é tão mas tão relativo.
"If you want to sound better, practice more - that doesn't cost anything."
#27
Posted 01 February 2012 - 18:39
Rui T, on 01 February 2012 - 16:26, said:
Axe Fx II vs. Kemper - Qual é o melhor?
só há uma forma de decidir isso:
gastar + ou - 5000 euros e experimentar os dois lado a lado.
em caso de empate ou devolves ou ficas com os dois
O axe é mais boutique, o kemper vai estar disponivel em qualquer lado. até está a venda em PT
Vendo: Rack Yamaha FX900 , pedal preamp V-Stack, Seymour Duncan Little 59N, altifalante Jensen
#28
Posted 01 February 2012 - 18:53
Gosto muito de alguns clips que tem surgido nos últimos tempos no youtube do Kemper(o seu preço também é um plus em relação ao Axe).
Não sei qual é o melhor,mas o Kemper deixa me mais curioso e parece ser algo com imenso potencial.
De qualquer forma este tópico não é sobre o Kemper vs Axe,é um tópico do Brick top que serve para ele partilhar as suas expriencias com o seu novo brinquedo
Não sei qual é o melhor,mas o Kemper deixa me mais curioso e parece ser algo com imenso potencial.
De qualquer forma este tópico não é sobre o Kemper vs Axe,é um tópico do Brick top que serve para ele partilhar as suas expriencias com o seu novo brinquedo
#29
Posted 01 February 2012 - 20:35
Fred the Shred, on 01 February 2012 - 13:22, said:
Eu sempre me deliciei com o discurso do "com o tempo compram tubas" por um motivo: é completamente isento de contexto. Para mim é óbvio que existe apenas uma maneira de se ter a experiência de um Soldano bem puxado, jogando com as características do amp: pega-se num Soldano e no cab desejado, abre-se-lhe a goela, e já está!
Não podemos é esquecer-nos de, para um músico profissional, a lógica dos super-rigs espectaculares ser, muitas vezes, impossível de aplicar por questões diversas. Eu tenho que voar para sítios para tocar ao vivo e gravar. As despesas de transporte de material já não são simpáticas, quanto mais da quantidade de tralha que necessitaria para tocar o meu material, por exemplo.
Vamos simplificar isto, logo levarei apenas o mey G-System e um par de pedais, alugando os rigs (mais dinheiro a saltar, mas ainda assim menos pesadelo logístico que expedir os monstros); ainda assim, e quem teve que fazer os belos dos fly-ins bem sabe como é, arrisco-me a não haver nada do que preciso, ter que usar soluções de compromisso, e não raras vezes poderei deparar-me com verdadeiras pérolas do mundo da amplificação como os meus tão adorados Marshall 4100 ou DSL100, o que não é bem o que se pretende. Moral da história: gastei uma pipa de massa e, do bolo todo, só os efeitos é que estão "na batata".
Conclusão: o objectivo destas coisas não é criar uma solução que soe a 100% como o original (até porque os próprios têm um número de variações considerável entre si), mas sim proporcionar uma solução de alta qualidade que permita ao músico ter um conjunto de sons para o que vá fazer independentemente das circunstâncias e sem monumentais questões logísticas e problemas diversos como a limitação do espaço, limites de volume, etc..
De volta ao tópico, gostei do último firmware do Axe II - os problemas que reparei nele não se prenderam jamais aos modelos (que, sendo melhores que os do Ultra / Std não são a reinvenção da roda, mas sim um muito bem-vindo refinamento - a diferença está lá) mas a alguns bugs de comportamento na unidade.
Não podemos é esquecer-nos de, para um músico profissional, a lógica dos super-rigs espectaculares ser, muitas vezes, impossível de aplicar por questões diversas. Eu tenho que voar para sítios para tocar ao vivo e gravar. As despesas de transporte de material já não são simpáticas, quanto mais da quantidade de tralha que necessitaria para tocar o meu material, por exemplo.
Vamos simplificar isto, logo levarei apenas o mey G-System e um par de pedais, alugando os rigs (mais dinheiro a saltar, mas ainda assim menos pesadelo logístico que expedir os monstros); ainda assim, e quem teve que fazer os belos dos fly-ins bem sabe como é, arrisco-me a não haver nada do que preciso, ter que usar soluções de compromisso, e não raras vezes poderei deparar-me com verdadeiras pérolas do mundo da amplificação como os meus tão adorados Marshall 4100 ou DSL100, o que não é bem o que se pretende. Moral da história: gastei uma pipa de massa e, do bolo todo, só os efeitos é que estão "na batata".
Conclusão: o objectivo destas coisas não é criar uma solução que soe a 100% como o original (até porque os próprios têm um número de variações considerável entre si), mas sim proporcionar uma solução de alta qualidade que permita ao músico ter um conjunto de sons para o que vá fazer independentemente das circunstâncias e sem monumentais questões logísticas e problemas diversos como a limitação do espaço, limites de volume, etc..
De volta ao tópico, gostei do último firmware do Axe II - os problemas que reparei nele não se prenderam jamais aos modelos (que, sendo melhores que os do Ultra / Std não são a reinvenção da roda, mas sim um muito bem-vindo refinamento - a diferença está lá) mas a alguns bugs de comportamento na unidade.
Percebo perfeitamente o que dizes, ainda para mais no contexto acima descrito. O meu intuito foi brincar com a situação, provocando um pouco e não achar que isto é melhor do que aquilo, nem tenho qualquer intenção de levantar a questão das válvulas vs emulação. São coisas diferentes com aplicações similares, mas também diferentes.
E reafirmo no contexto referido por ti e nem é preciso andar a voar de um lado para o outro, basta andar a tocar de bar em bar, para ser uma solução mais viável e prática do que qualquer mega rig, que muitas vezes faz perder o tempo todo a preparar aquilo e quando se vai a tocar já estamos cansados.
#30
Posted 02 February 2012 - 13:47
Atenção, que ainda que tenha usado a tua linha, não estou a atacar a tua posição (que me pareceu evidentemente em tom de brincadeira), mas aproveitei a deixa por estar já um bocado saturado da tendência para os fundamentalismos todos em prol de qualquer um dos lados da questão que, inevitavelmente, parecem saltar para a ribalta sempre que alguém saca um modelador ou usa um rig particularmente complexo.
pipes said:
Eu mandava-me ao recto.
Nno mar said:
Nikopol, é o teu recto?
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