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Kit de unhas do Mark Knopfler

162 posts neste tópico

há 31 minutos, paulosergio disse:

Soam diferente, mas a técnica é semelhante.

O que é isso de técnica semelhante?!

É o mesmo que dizer que o SRV tinha uma técnica semelhante ao Hendrix embora soem bastante distintos?

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Vi o Vai 2x ao vivo, e da 2a vez tiveram que me oferecer o bilhete (o mesmo com o Bonamassa), mas valeu a pena pelo Sardinas na 1a parte!

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há 14 horas, Jotacaster disse:
há 14 horas, Jotacaster disse:

O que é isso de técnica semelhante?!

É o mesmo que dizer que o SRV tinha uma técnica semelhante ao Hendrix embora soem bastante distintos?

O que é isso de técnica semelhante?!

É o mesmo que dizer que o SRV tinha uma técnica semelhante ao Hendrix embora soem bastante distintos?

Para quem conhece as obras de Steve Vai e Satriani, ou Malmsteen, ou Petrucci (E atenção, só estou a falar de grandes nomes, porque se distinguem realmente por conseguirem tocar coisas que poucos mais fazem), quem conhece a sua "forma de tocar", distingue-os perfeitamente. Onde eu pretendo chegar é que todas as tríades, ligados, hamónicos, pull offs, hammers, scream guitars, etc, que fazem, hoje em dia, estão já mais que divulgados em livros, escolas de música, canais do youtube, etc, e o que mais ha é Clones e mais clones, a tocar da mesma forma. Nem todos conseguem tocar com a rapidez de Malmsteen ou Steve Vai, que são de facto fora de série.  Agora pode-se dizer "mas a sua sonoridade é muito caraterística". Mas a sonoridade resulta de uma série de "artefactos" musicais, tais como, a começar, pelo tipo de guitarra usada (uma gibson, soa diferente de uma Stratocaster, etc), o tipo de palheta, o tipo de cordas, o tipo de afinaçao, o tipo de pick ups, o tipo de efeitos, distorções, etc, etc, etc.

Retira-se tudo isso e mete-se  apenas um pequeno amplificador ligado à guitarra e...afinal "o rei vai nu" e fica apenas, como dizem os brasileiros, "a pegada", a forma pessoal de tocar guitarra e isso sim, deve ser o que define o guitarrista.

(É apenas uma opinião, nada pessoal, aliás, eu estou a ficar surdo, apesar de ter ouvido absoluto ;) )

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Mas eu acho que se tirares esses artefactos todos, eles continuam a soar a eles mesmos e não a um gajo banal que sabe muitas escalas e tem muita velocidade!

(Isto claro é a minha opinião pessoal que sempre fui meio surdo e tenho o chamado ouvido de merda!)

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mas esses "artefactos" são "ferramentas".

o Morello sem o whammy .......

acho que não é por ai, se bem que é bem mais fácil tocar com 009´s e montes de destrução do que numa acústica com cabos de aço :D

o mais importante é a música.

todos os grandes guitarristas têm musicas memoráveis :rolleyes:    

 

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...da mesma forma que no tempo do Jimmy Hendrix, era muito fácil ser inovador, criar uma coisa nova e agora a ideia que dá é que tentam fazer malabarismos e mais malabarismos, cada vez mais rebuscados e o facto é que na música atual, é difícil criar alguma coisa nova. Basta ver a quantidade de bandas que aparecem e desaparecem.  Grandes bandas, na atualidade? Quais? Não há, porque  já está tudo inventado.

Conhecemos e reconhecemos um grande guitarrista que criou um estilo e sonoridade nova. Mas entretanto apareceram milhares de outros, que não ficaram conhecidos mas tocam igualzinho.

em relação às bandas portuguesas, aparecem e desaparecem como cogumelos, ouves a sua sonoridade e parecem as garotas da playboy (são todas iguais).

Clones e mais clones.

 

 

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há 6 minutos, paulosergio disse:

...da mesma forma que no tempo do Jimmy Hendrix, era muito fácil ser inovador, criar uma coisa nova e agora a ideia que dá é que tentam fazer  

 

de certa forma discordo , isso é tipo ovo de Colombo.

o Hendrix não inventou ferramentas novas , usou o que havia mas de outra forma. 

hoje em dia é ainda mais fácil inovar, temos ferramentas espectaculares , mas normalmente são usadas para simplificar e não inovar.

e somos todos culpados , porque se calhar queremos é um novo Hendrix, Eddie etc :rolleyes: 

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@paulosergio Mas não estarás a misturar dois conceitos distintos?
Sei que a linha que os separa é ténue é verdade, em casos específicos até andam lado a lado, mas acho que se está a discutir sobretudo, a capacidade de um tipo pegar numa guitarra mesmo descontextualizado e o Stevie Wonder perceber quem é que está a tocar.
A tal identidade individual, ou mesmo que a identidade da sua banda derive dessa identidade individual, acho que é mais por aí.

Em relação às bandas portuguesas... existem tantos factores para o seu insucesso... Quem me dera que fosse apenas uma questão de "clones e mais clones".
Se fossemos por aí, desde o Michael Jackson que a Pop americana tinha morrido e heis que... FUCK!!!!!!!!!! :nojento:

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Não há grandes bandas na actualidade?!

Se calhar não da forma que estamos habituados mas não faltam grandes bandas que vão chegar a clássicos como as que conhecemos.

Deixem-se lá de criticar e ouçam o que vos apetecer ;)

 

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paulosergio permite-me discordar em absoluto.

"Não existem grandes bandas na actualidade". Talvez para ti, mas para mim existem grandes bandas e artistas solo que ainda inventam coisas e puxam barreiras

"Bandas portuguesas são todas iguais e aparecem e desaparecem como cogumelos". O mercado em Portugal é tão débil que de facto não compensa andar a a patinar na bosta e fora uns quantos nomes ninguém está com pachorra para andar a dormir no chão ou no carro e a pagar jantares do bolso deles durante muito tempo! E quanto a serem todas iguais... bem, não sei o que ouves, mas aquelas que eu vejo ao vivo e oiço são muito diversas e algumas delas com muito boas ideias e além disso com alguns músicos que tocam mesmo muito!

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