Deu No Jornal Terceira edição
#201
Posted 17 September 2010 - 19:09
Retirado do site RollingStone Brasil:
Morre Francisco Ribeiro, um dos fundadores do grupo Madredeus
Violoncelista português tinha 45 anos e sofria de câncer no fígado
Morreu na última terça, 14, segundo informou o site do jornal português Público, Francisco Ribeiro, um dos fundadores do grupo Madredeus. O músico tinha 45 anos e sofria de câncer no fígado.
Madredeus é um grupo português bastante conhecido internacionalmente, formado em 1985. Francisco Ribeiro tocava violoncelo e havia deixado a banda em 1997, para se dedicar a estudos musicais na Inglaterra. Com o conjunto, lançou os álbuns Os Dias da Madredeus, Existir, O Espírito da Paz e Ainda.
O ano de 2009 marcou o lançamento de Desiderata - A Junção do Bem, seu primeiro álbum solo, que contou com a Orquestra Nacional do Porto, dirigida pelo maestro britânico Mark Stephenson. O enterro do músico foi realizado na quinta, 16, no cemitério dos Olivais, em Lisboa.
Morre Francisco Ribeiro, um dos fundadores do grupo Madredeus
Violoncelista português tinha 45 anos e sofria de câncer no fígado
Morreu na última terça, 14, segundo informou o site do jornal português Público, Francisco Ribeiro, um dos fundadores do grupo Madredeus. O músico tinha 45 anos e sofria de câncer no fígado.
Madredeus é um grupo português bastante conhecido internacionalmente, formado em 1985. Francisco Ribeiro tocava violoncelo e havia deixado a banda em 1997, para se dedicar a estudos musicais na Inglaterra. Com o conjunto, lançou os álbuns Os Dias da Madredeus, Existir, O Espírito da Paz e Ainda.
O ano de 2009 marcou o lançamento de Desiderata - A Junção do Bem, seu primeiro álbum solo, que contou com a Orquestra Nacional do Porto, dirigida pelo maestro britânico Mark Stephenson. O enterro do músico foi realizado na quinta, 16, no cemitério dos Olivais, em Lisboa.
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#202
Posted 13 October 2010 - 01:54
Revolution Renaissance: Tolkki é o Milli Vanilli do Metal?
Segue tradução de texto publicado no site www.revolutionrenaissance.net
Visite www.revolutionrenaissance.net para baixar a nova música "Dance of the Death Star" e ajudar a banda e escolher seu novo nome.
Fonte: Whiplash
Segue tradução de texto publicado no site www.revolutionrenaissance.net
Quote
"As guitarras são ferozes; parece que alguém colocou fogo na camisa de Timo e que ele esta a tocando como se ele dependesse dela para sobreviver" - Jens Johannson (Stratovarius)
"Solos agressivos, progressivos, sombrios e poderosos, como se ele estivesse tentando dizer: ei, eu sou um Deus da Guitarra. E eu gosto disso" - Raziel SR (Stratoforum)
"Tolkki deveria ganhar um prêmio pelos "melhores solos do ano"!! TODOS os solos são ESPECTACULARES!! Uma técnica muito melhor do que nos dias do Stratovarius". - Vinicius (comunidade do Revolution Renaissance no ORKUT)
Músicos e fãs do mundo todo ficaram impressionados com o novo CD do Revolution Renaissance, "Trinity", lançado no dia 24 de Setembro de 2010, pela Napalm Records. Nas resenhas, os novos solos de guitarra de Timo Tolkki atrairam palavras entusiasmadas. Mas, aqueles que foram tocados pelo virtuosismo de Tolkki não podem imaginar o que há por trás da realização do disco.
O que está sendo revelado é um dos maiores escândalos na indústria da música desde que o episódio onde o duo Milli Vanilli enganou o mundo todo e ganhou Grammys por discos onde não cantaram, tendo que devolver as estatuetas na sequência.
O heroi da guitarra traiu seus fãs leais. Traiu também seus ex-companheiros de banda. Ele foi creditado pelos incriveis solos que ele NUNCA compôs ou executou, durante as sessões de gravação de "Trinity" e "Age of Aquarius".
Em Julho de 2010, dois meses antes do lançamento de "Trinity", Tolkki contou aos outros membros do Revolution Renaissance que ele queria terminar com a banda. Apos esse anúncio, o co-produtor do CD, Santtu Lehtiniemi, entrou em contato com o resto da banda e revelou a verdade. Os solos de guitarra, gravados na Finlândia, foram executados por ele, Santtu. Isto é um escândalo, quando o lider da banda é alguém que foi cotado pela revista Guitar World como um dos 50 guitarristas mais velozes do mundo e vendeu cerca de 3 milhões de discos em sua carreira.
Um misto de emoções tomou conta dos ex-companheiros de banda de Tolkki. Apesar da frustração gerada por terem sido enganados artisticamente e economicamente, eles se motivaram com o real talento de Santtu Lehtiniemi e decidiram prosseguir juntos com a verdade.
Contatos e relações publicas: monia.pocekaj@yahoo.it.
"Solos agressivos, progressivos, sombrios e poderosos, como se ele estivesse tentando dizer: ei, eu sou um Deus da Guitarra. E eu gosto disso" - Raziel SR (Stratoforum)
"Tolkki deveria ganhar um prêmio pelos "melhores solos do ano"!! TODOS os solos são ESPECTACULARES!! Uma técnica muito melhor do que nos dias do Stratovarius". - Vinicius (comunidade do Revolution Renaissance no ORKUT)
Músicos e fãs do mundo todo ficaram impressionados com o novo CD do Revolution Renaissance, "Trinity", lançado no dia 24 de Setembro de 2010, pela Napalm Records. Nas resenhas, os novos solos de guitarra de Timo Tolkki atrairam palavras entusiasmadas. Mas, aqueles que foram tocados pelo virtuosismo de Tolkki não podem imaginar o que há por trás da realização do disco.
O que está sendo revelado é um dos maiores escândalos na indústria da música desde que o episódio onde o duo Milli Vanilli enganou o mundo todo e ganhou Grammys por discos onde não cantaram, tendo que devolver as estatuetas na sequência.
O heroi da guitarra traiu seus fãs leais. Traiu também seus ex-companheiros de banda. Ele foi creditado pelos incriveis solos que ele NUNCA compôs ou executou, durante as sessões de gravação de "Trinity" e "Age of Aquarius".
Em Julho de 2010, dois meses antes do lançamento de "Trinity", Tolkki contou aos outros membros do Revolution Renaissance que ele queria terminar com a banda. Apos esse anúncio, o co-produtor do CD, Santtu Lehtiniemi, entrou em contato com o resto da banda e revelou a verdade. Os solos de guitarra, gravados na Finlândia, foram executados por ele, Santtu. Isto é um escândalo, quando o lider da banda é alguém que foi cotado pela revista Guitar World como um dos 50 guitarristas mais velozes do mundo e vendeu cerca de 3 milhões de discos em sua carreira.
Um misto de emoções tomou conta dos ex-companheiros de banda de Tolkki. Apesar da frustração gerada por terem sido enganados artisticamente e economicamente, eles se motivaram com o real talento de Santtu Lehtiniemi e decidiram prosseguir juntos com a verdade.
Contatos e relações publicas: monia.pocekaj@yahoo.it.
Visite www.revolutionrenaissance.net para baixar a nova música "Dance of the Death Star" e ajudar a banda e escolher seu novo nome.
Fonte: Whiplash
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"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#203
Posted 20 January 2011 - 14:08
Death Metal: chocando os jurados em reality-shows
Assista abaixo uma audição para o reality-show alemão SuperStar, equivalente ao nosso Ídolos, com "I'll Kill You" do CANNIBAL CORPSE. Achou estranho? Os jurados também.
Fonte: Whiplash
Assista abaixo uma audição para o reality-show alemão SuperStar, equivalente ao nosso Ídolos, com "I'll Kill You" do CANNIBAL CORPSE. Achou estranho? Os jurados também.
Fonte: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#204
Posted 16 March 2011 - 18:19
Helloween: Michael Kiske e Kai Hansen no Unisonic
Michael Kiske anunciou a novidade ao mundo. Ele e Kai Hansen estão na mesma banda novamente.
"Após anos de abstinência, me diverti muito fazendo shows com o Unisonic no verão de 2010. Então, concordei em fazer uma curta turnê mundial com o Avantasia. Foi uma grande experiência estar no palco com aqueles grandes artistas. Mas com Kai é algo diferente. Instantaneamente senti a mágica novamente. Compreendemos que queríamos trabalhar juntos de novo. Ele se interessou pelo conceito musical aberto do Unisonic e finalmente me pediu se poderia se juntar à banda.
Falei com meus companheiros e eles adoraram. Seu talento como guitarrista e compositor enriquecem a banda e mal podemos esperar por suas contribuições. Kai permanecerá sendo membro do Gamma Ray e tocará todos os shows já agendados. No momento ele está escrevendo com os outros músicos do Unisonic para o tão aguardado debut, planejado para sair até o fim de 2011."
Fonte: Whiplash
Michael Kiske anunciou a novidade ao mundo. Ele e Kai Hansen estão na mesma banda novamente.
"Após anos de abstinência, me diverti muito fazendo shows com o Unisonic no verão de 2010. Então, concordei em fazer uma curta turnê mundial com o Avantasia. Foi uma grande experiência estar no palco com aqueles grandes artistas. Mas com Kai é algo diferente. Instantaneamente senti a mágica novamente. Compreendemos que queríamos trabalhar juntos de novo. Ele se interessou pelo conceito musical aberto do Unisonic e finalmente me pediu se poderia se juntar à banda.
Falei com meus companheiros e eles adoraram. Seu talento como guitarrista e compositor enriquecem a banda e mal podemos esperar por suas contribuições. Kai permanecerá sendo membro do Gamma Ray e tocará todos os shows já agendados. No momento ele está escrevendo com os outros músicos do Unisonic para o tão aguardado debut, planejado para sair até o fim de 2011."
Fonte: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#205
Posted 22 April 2011 - 19:40
Quote
Kamelot: Roy Khan oficializa sua saída da banda
Meses de incerteza chegam ao fim. O vocalista Roy Khan, que não participou da turnê para divulgação do "Poetry For The Poisoned", escreveu a seguinte nota no seu myspace:
"Queridos fãs e amigos;
Tem havido muita especulação em torno do motivo pelo qual eu não estou em turnê com o Kamelot, e quero fazer uma declaração, embora não possa evitar as especulações sobre o que realmente está acontecendo. É fato, porém, que eu disse à banda já no outono passado (bem depois de meu esgotamento) que eu estava deixando a banda. Naturalmente, eles ficaram chocados (assim como o selo e todos os outros que trabalham com o Kamelot). Além do risco de queda nas vendas de bilhetes, eles queriam me dar tempo para pensar sobre isso, e assim fiz. Minha decisão ainda permanece. Acabou.
Estou neste momento passando um tempo com minha família na Noruega indo com calma e pensando profundamente no que o futuro vai trazer. A comunicação com o mundo exterior tem sido lenta, mas eu tive várias conversas com Thomas (Youngblood) nesse tempo, embora eu ainda seja chamado de doente. Estou terrivelmente triste que minha decisão afete tantos e eu quero que saibam que eu desejo à banda e a todos os membros o melhor para o futuro e que apreciei cada segundo nos holofotes. Como eu não poderia? Fomos alimentados pelos melhores fãs do mundo! Sou eternamente grato por tudo que você e o Kamelot me deram e também sinto muito que isso tenha que terminar aqui. A boa notícia é, Deus estava lá, afinal...
Amo vocês até a morte!
Desejo o melhor, e até breve,
Roy Khan".
Meses de incerteza chegam ao fim. O vocalista Roy Khan, que não participou da turnê para divulgação do "Poetry For The Poisoned", escreveu a seguinte nota no seu myspace:
"Queridos fãs e amigos;
Tem havido muita especulação em torno do motivo pelo qual eu não estou em turnê com o Kamelot, e quero fazer uma declaração, embora não possa evitar as especulações sobre o que realmente está acontecendo. É fato, porém, que eu disse à banda já no outono passado (bem depois de meu esgotamento) que eu estava deixando a banda. Naturalmente, eles ficaram chocados (assim como o selo e todos os outros que trabalham com o Kamelot). Além do risco de queda nas vendas de bilhetes, eles queriam me dar tempo para pensar sobre isso, e assim fiz. Minha decisão ainda permanece. Acabou.
Estou neste momento passando um tempo com minha família na Noruega indo com calma e pensando profundamente no que o futuro vai trazer. A comunicação com o mundo exterior tem sido lenta, mas eu tive várias conversas com Thomas (Youngblood) nesse tempo, embora eu ainda seja chamado de doente. Estou terrivelmente triste que minha decisão afete tantos e eu quero que saibam que eu desejo à banda e a todos os membros o melhor para o futuro e que apreciei cada segundo nos holofotes. Como eu não poderia? Fomos alimentados pelos melhores fãs do mundo! Sou eternamente grato por tudo que você e o Kamelot me deram e também sinto muito que isso tenha que terminar aqui. A boa notícia é, Deus estava lá, afinal...
Amo vocês até a morte!
Desejo o melhor, e até breve,
Roy Khan".
A banda também se pronunciou sobre a saída definitiva de Khan. Leia abaixo.
Quote
Kamelot: comunicado oficial sobre saída de Roy Khan
Em comunicado divulgado nesta manhã de sexta, o Kamelot anunciou a saída do vocalista Roy Khan.
"22 de Abril de 2011
É com o coração pesado que nós anunciamos que Roy Khan decidiu deixar a banda. Nós queríamos dar a ele um bom tempo para este tipo de decisão, devido ao seu recente problema e também aos maravilhosos momentos que nós compartilhamos juntos no Kamelot. Nós respeitamos e aceitamos sua saída da banda e desejamos a ele o melhor em seus futuros trabalhos. O momento é até bom já que sentimos que a incerteza dos fãs pode agora ser deixada para trás e a banda pode seguir em frente na busca de um novo vocalista.
"A turnê tem ido muito bem até agora e os fãs têm sido maravilhosos durante todo esse processo" - acrescenta o tecladista Oliver Palotai.
Com a nova turnê já em andamento, o Kamelot já começou a busca por um novo vocalista. "Eu tenho alguns caras em mente", disse o fundador da banda, Thomas Youngblood. "E como vocês podem imaginar, esta é uma decisão muito importante. Existem alguns excelentes cantores que já entraram em contato conosco sobre isso, mas tomaremos nosso tempo para achar a pessoa certa".
Devido ao incrível sucesso dos recentes shows na América do Sul, é com alegria que anunciamos novos show em Novembro/Dezembro para Europa (fique ligado).
A banda tocará no festival Printemps de Bourges, na França, esta noite e fará um show em Amsterdã (ingressos quase esgotados) amanhã, seguido por uma turnê completa com os convidados especiais Evergrey, Amaranthe e Sons of Seasons. (* Fabio Lione e Tommy Karevik como vocalistas convidados). Obrigado pelo seu apoio e nos vemos na turnê!!
Thomas, Casey, Oliver and Sean"
Em comunicado divulgado nesta manhã de sexta, o Kamelot anunciou a saída do vocalista Roy Khan.
"22 de Abril de 2011
É com o coração pesado que nós anunciamos que Roy Khan decidiu deixar a banda. Nós queríamos dar a ele um bom tempo para este tipo de decisão, devido ao seu recente problema e também aos maravilhosos momentos que nós compartilhamos juntos no Kamelot. Nós respeitamos e aceitamos sua saída da banda e desejamos a ele o melhor em seus futuros trabalhos. O momento é até bom já que sentimos que a incerteza dos fãs pode agora ser deixada para trás e a banda pode seguir em frente na busca de um novo vocalista.
"A turnê tem ido muito bem até agora e os fãs têm sido maravilhosos durante todo esse processo" - acrescenta o tecladista Oliver Palotai.
Com a nova turnê já em andamento, o Kamelot já começou a busca por um novo vocalista. "Eu tenho alguns caras em mente", disse o fundador da banda, Thomas Youngblood. "E como vocês podem imaginar, esta é uma decisão muito importante. Existem alguns excelentes cantores que já entraram em contato conosco sobre isso, mas tomaremos nosso tempo para achar a pessoa certa".
Devido ao incrível sucesso dos recentes shows na América do Sul, é com alegria que anunciamos novos show em Novembro/Dezembro para Europa (fique ligado).
A banda tocará no festival Printemps de Bourges, na França, esta noite e fará um show em Amsterdã (ingressos quase esgotados) amanhã, seguido por uma turnê completa com os convidados especiais Evergrey, Amaranthe e Sons of Seasons. (* Fabio Lione e Tommy Karevik como vocalistas convidados). Obrigado pelo seu apoio e nos vemos na turnê!!
Thomas, Casey, Oliver and Sean"
Fonte das notícias: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#206
Posted 29 April 2011 - 19:44
Dream Theater: Mike Mangini é o novo baterista do grupo
Após muita especulação e dezenas de audições, o DREAM THEATER confirmou Mike Mangini como seu novo baterista.
Mangini tem 48 anos e já passou por bandas como ANNIHILATOR, EXTREME, JAMES LABRIE e STEVE VAI. Ele já escreveu dois livros sobre técnicas de bateria, intitulados "Rhythm Knowledge".
Em 1991 ele se juntou ao ANNIHILATOR e participou das gravações e da turnê do álbum "Set The World On Fire". Deixou a banda em 1994 para se juntar ao EXTREME, com quem gravou "Wainting For The Punchline". Com o fim do EXTREME em 1996, Mangini juntou-se a STEVE VAI com quem gravou "Fire Garden" e "Ultrazone".
O músico também leciona na Berklee College of Music, onde cuida do departamento de percurssão.
Os seguintes bateristas foram testados pelo DREAM THEATER, numa série que foi filmada e será disponibilizada em DVD:
* Aquiles Priester (39 anos) (ANGRA, PAUL DI'ANNO)
* Peter Wildoer (36 anos) (DARKANE)
* Marco Minnemann (40 anos) (KREATOR, NECROPHAGIST, EPHEL DUATH, JOE SATRIANI)
* Virgil Donati (52 anos) (PLANET X, SEVEN THE HARDWAY)
* Derek Roddy (38 anos) (HATE ETERNAL, NILE, TODAY IS THE DAY)
* Mike Mangini (48 anos) (STEVE VAI, EXTREME, ANNIHILATOR)
* Thomas Lang (43 anos) (JOHN WETTON, ROBERT FRIPP, GLENN HUGHES)
Fonte: Whiplash
Após muita especulação e dezenas de audições, o DREAM THEATER confirmou Mike Mangini como seu novo baterista.
Mangini tem 48 anos e já passou por bandas como ANNIHILATOR, EXTREME, JAMES LABRIE e STEVE VAI. Ele já escreveu dois livros sobre técnicas de bateria, intitulados "Rhythm Knowledge".
Em 1991 ele se juntou ao ANNIHILATOR e participou das gravações e da turnê do álbum "Set The World On Fire". Deixou a banda em 1994 para se juntar ao EXTREME, com quem gravou "Wainting For The Punchline". Com o fim do EXTREME em 1996, Mangini juntou-se a STEVE VAI com quem gravou "Fire Garden" e "Ultrazone".
O músico também leciona na Berklee College of Music, onde cuida do departamento de percurssão.
Os seguintes bateristas foram testados pelo DREAM THEATER, numa série que foi filmada e será disponibilizada em DVD:
* Aquiles Priester (39 anos) (ANGRA, PAUL DI'ANNO)
* Peter Wildoer (36 anos) (DARKANE)
* Marco Minnemann (40 anos) (KREATOR, NECROPHAGIST, EPHEL DUATH, JOE SATRIANI)
* Virgil Donati (52 anos) (PLANET X, SEVEN THE HARDWAY)
* Derek Roddy (38 anos) (HATE ETERNAL, NILE, TODAY IS THE DAY)
* Mike Mangini (48 anos) (STEVE VAI, EXTREME, ANNIHILATOR)
* Thomas Lang (43 anos) (JOHN WETTON, ROBERT FRIPP, GLENN HUGHES)
Fonte: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#207
Posted 29 June 2011 - 21:01
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Iron Maiden: The Final Frontier, disco de platina no Brasil
"The Final Frontier", o décimo quinto e mais recente álbum de estúdio do IRON MAIDEN, atingiu a marca de 40 mil cópias vendidas no Brasil, o que corresponde a um disco de platina. O disco foi lançado mundialmente no dia 13 de agosto de 2010.
O IRON MAIDEN tem mais de 85 milhões de álbuns vendidos no mundo. No Brasil, "The Final Frontier" foi o álbum mais vendido do país durante as duas primeiras semanas do lançamento, além de atingir também o primeiro lugar em outros 28 países.
Este ano, durante o final de março e início de abril, o Brasil esteve na rota da turnê mundial de promoção do disco The Final Frontier. O IRON MAIDEN voou mais uma vez no avião da banda, o Ed Force One, pilotado pelo cantor Bruce Dickinson, e passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belém, Recife e Curitiba. O grupo apresentou as novas canções e não decepcionou os fãs, tocando também os clássicos dos 30 anos de carreira.
Em junho de 2011, o grupo colocou nas lojas a coletânea dupla "From Fear to Eternity", cujo repertório é baseado nos oito últimos álbuns de estúdio da banda, lançados entre 1990 e 2010. Up the Irons!
"The Final Frontier", o décimo quinto e mais recente álbum de estúdio do IRON MAIDEN, atingiu a marca de 40 mil cópias vendidas no Brasil, o que corresponde a um disco de platina. O disco foi lançado mundialmente no dia 13 de agosto de 2010.
O IRON MAIDEN tem mais de 85 milhões de álbuns vendidos no mundo. No Brasil, "The Final Frontier" foi o álbum mais vendido do país durante as duas primeiras semanas do lançamento, além de atingir também o primeiro lugar em outros 28 países.
Este ano, durante o final de março e início de abril, o Brasil esteve na rota da turnê mundial de promoção do disco The Final Frontier. O IRON MAIDEN voou mais uma vez no avião da banda, o Ed Force One, pilotado pelo cantor Bruce Dickinson, e passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belém, Recife e Curitiba. O grupo apresentou as novas canções e não decepcionou os fãs, tocando também os clássicos dos 30 anos de carreira.
Em junho de 2011, o grupo colocou nas lojas a coletânea dupla "From Fear to Eternity", cujo repertório é baseado nos oito últimos álbuns de estúdio da banda, lançados entre 1990 e 2010. Up the Irons!
Fonte: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#208
Posted 28 September 2011 - 19:56
Quote
Metallica: show no Rock in Rio bate recordes no Youtube
Segundo o Google Brasil, no primeiro final de semana do Rock in Rio, o canal oficial do festival no YouTube atingiu a marca de 3 milhões de visitas. Usuários de mais de 200 países acompanharam, ao vivo os três primeiros dias do evento.
http://www.youtube.c...inriobrasil2011
As apresentações campeãs de audiência na rede foram Metallica, Red Hot Chili Peppers e Katy Perry, nessa ordem. O resultado é comparável à exibição de outros grandes festivais de música transmitidos pelo YouTube, como Lollapalooza e Coachella e simplesmente alcançou o dobro de visualizações que o Carnaval de Salvador, transmitido este ano para mais de 200 países.
"Estados Unidos, México e Japão são os países em que tivemos mais acessos. A América Latina e o Canadá também garantiram boa audiência", comemora Flavia Simon, gerente de marketing do Google Brasil.
"Uma campanha de sucesso precisa conciliar tecnologia de ponta aliada ao conteúdo pelo qual o usuário é apaixonado", afirma Flavia Simon. "O Rock in Rio une esses dois fatores, o que fez com que ele tenha atingido neste primeiro fim de semana uma audiência tão grandiosa, voltando os olhos do mundo para o Rio de Janeiro", completa.
O canal do Rock in Rio no Youtube está disponível em 24 idiomas e inclui informações gerais sobre o evento, as playlists preferidas dos internautas e possibilidade de interação e compartilhamento de vídeos.
Em sua décima edição, esta é a primeira vez que o evento é transmitido ao vivo pelo YouTube para todo o mundo (Menos Brasil, onde a exclusividade é da Globo.com). A campanha digital do Google para o Rock in Rio, ainda envolve além do YouTube, Orkut, Chrome Webstore e Google Maps.
Segundo o Google Brasil, no primeiro final de semana do Rock in Rio, o canal oficial do festival no YouTube atingiu a marca de 3 milhões de visitas. Usuários de mais de 200 países acompanharam, ao vivo os três primeiros dias do evento.
http://www.youtube.c...inriobrasil2011
As apresentações campeãs de audiência na rede foram Metallica, Red Hot Chili Peppers e Katy Perry, nessa ordem. O resultado é comparável à exibição de outros grandes festivais de música transmitidos pelo YouTube, como Lollapalooza e Coachella e simplesmente alcançou o dobro de visualizações que o Carnaval de Salvador, transmitido este ano para mais de 200 países.
"Estados Unidos, México e Japão são os países em que tivemos mais acessos. A América Latina e o Canadá também garantiram boa audiência", comemora Flavia Simon, gerente de marketing do Google Brasil.
"Uma campanha de sucesso precisa conciliar tecnologia de ponta aliada ao conteúdo pelo qual o usuário é apaixonado", afirma Flavia Simon. "O Rock in Rio une esses dois fatores, o que fez com que ele tenha atingido neste primeiro fim de semana uma audiência tão grandiosa, voltando os olhos do mundo para o Rio de Janeiro", completa.
O canal do Rock in Rio no Youtube está disponível em 24 idiomas e inclui informações gerais sobre o evento, as playlists preferidas dos internautas e possibilidade de interação e compartilhamento de vídeos.
Em sua décima edição, esta é a primeira vez que o evento é transmitido ao vivo pelo YouTube para todo o mundo (Menos Brasil, onde a exclusividade é da Globo.com). A campanha digital do Google para o Rock in Rio, ainda envolve além do YouTube, Orkut, Chrome Webstore e Google Maps.
Fonte: Whiplash
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."
#209
Posted 19 January 2012 - 14:55
Uma boa coluna escrita por Caetano Veloso no jornal O Globo a respeito do impacto da obra de Elis Regina:
Quote
Ouvi Elis pela primeira vez vendo-a na televisão. Foi em Salvador — e nós, os baianos que chegaram ao eixão na esteira da estreia de Bethânia no Opinião, já tínhamos um esboço de visão da música popular numa perspectiva brasileira. Tive reação semelhante à que muitos tiveram: finalmente uma cantora moderna, em pleno domínio de seus recursos, aparecia na cena profissional — e já embalada para alcançar massas de ouvintes. Era indubitavelmente um largo passo dado. Éramos todos, Elis e nós, esforços de criação dentro do universo exigente que foi o imediato pós-bossa nova.
Sempre conto que, na minha imaginação, Bethânia, Gal, Gil e eu faríamos algo marcante. Dos quatro, Gal e eu éramos os mais radicalmente joãogilbertianos. E eu talvez mais do que Gal. Bethânia tinha um temperamento e um talento que a levavam para além das marcas estilísticas do supercool de João. Gil, por ser o que mais era capaz de apreender os acordes e as levadas de violão do mestre, sentia-se livre para cruzar a fronteira. Gal desejava entrar cada vez mais fundo no mundo desdramatizado da bossa pura. Eu, que me julgava um observador útil, capaz apenas de contribuir com acompanhamento crítico e conversas teóricas (o que não me impedia de fazer umas musiquinhas), tinha João como paradigma e, por isso, interessava-me pelo desvelamento do ser da canção como forma. Assim, o canto e o violão dele se opunham, dentro de mim, ao samba-jazz dos grupos instrumentais (ou voco-instrumentais) que se desenvolveram no Beco das Garrafas. Elis, cantando na TV, num videotape dos que chegavam de avião às províncias (ainda não havia televisão em rede), era a realização brilhante do estilo que me parecia oposto ao de João.
Mas a evidência de competência, talento e desenvoltura era mais forte do que meus esquemas críticos. O fato bruto de que alguém estivesse dominando divisões complicadas das frases rítmicas e exibindo com espontânea segurança o entendimento de cada nota cantada (o modo como ela instintivamente cuidava da afinação) era em si mesmo um acontecimento na cena brasileira, um acontecimento que me obrigava a pôr tudo em novo patamar. Bem, tudo o que eu imaginava para meus três amigos era algo que tivesse esse poder — mas por outras vias, a partir de outros elementos, sempre nascidos da atenção a João. Assim, vi uma tensão natural entre nosso projeto e o acontecimento Elis. Tive quase um sentimento de ciúme. Sobretudo me senti com maiores responsabilidades e excitado por desafios mais altos.
Nada disso nunca se desmentiu. Depois de Elis, teríamos que fazer algo mais radical. Bethânia esteve sempre fora da questão, já que ela tinha um estilo assombrosamente desenvolvido e totalmente independente da estética da bossa nova. Mas ela mal tinha se decidido pela música: havia sonhado em ser atriz, escrevia e fazia joias de metal. Sua voz e sua intensidade pessoal é que a puxaram para o canto, através do interesse despertado em quem a ouvia. O modo extrovertido, o tom expressionista, que contrastava com a sobriedade da bossa nova, tudo isso ela tinha em comum com Elis. Mas eram figuras opostas. Pôr as duas em comparação, dentro da cabeça, era como contrapor Sarah Vaughan a Edith Piaf. Mas o que acontecia era que, com Elis, eu era levado a pensar assim, em termos mundiais, considerando figuras nascentes de nossa canção com divas do grande mundo.
Bem, o ambiente de criação de música popular no Brasil estava se diversificando. Era a época de Edu — e Nara tinha aberto o leque do repertório, saindo das salas sofisticadas e indo ao morro e ao sertão. Mas, fosse Edu, Nara ou nós, todos parecíamos treinados em ambientes de teatro, cineclubes e diretórios acadêmicos. Elis era uma menina que gostava de Ângela Maria e se tornara um fenômeno infantojuvenil em Porto Alegre.
A evidência de seu talento chamou a atenção de produtores que sonharam em fazer dela uma nova versão de Celly Campello, o que resultou em quatro LPs que, depois do estouro de “Arrastão”, foram banidos de sua discografia oficial — não tão diferente assim do que aconteceu com o 78 RPM de João, gravado no início dos anos 50. Seja como for, Elis vinha do mundo da música comercial, enquanto Nara, Edu e nós vínhamos dos ambientes ilectualizados.
O Beco das Garrafas e Armando Pittigliani compuseram a Elis genial que, logo formatada por Solano Ribeiro, veio a ser aquela espantosa explosão de musicianship que eu vi na TV.
Todos os encontros e desencontros que tive com Elis tiveram esse histórico como pano de fundo. Rogério, seu irmão, me deu de presente os quatro LPs pré-“Arrastão”, numa época em que eu, deslumbrado pelo prazer que dava assistir aos shows dessa cantora que nunca estava fora de sintonia com a música, via mais de uma vez seus espetáculos. Desde que voltei de Londres (coincidindo, em parte, com o período em que ela mostrou sua versão do cool), eu via Elis cantar exclusivamente para me sentir bem. Ela influenciou gerações de cantores, lançou multidões de autores, briguei com a “Veja” por causa do modo como essa revista publicou a notícia da sua morte (briga que nunca mais achei jeito de desfazer), e hoje a gente sabe que Björk a admira, que quem entende de música no mundo sabe que ela é uma das maiores que já houve. Ela me escreveu um bilhete pedindo perdão pelo que fez com “Gente”. E saúdo sua memória com um amor muito pessoal, particular e cheio de conteúdos peculiares.
Quem entende de música no mundo sabe que ela (Elis) é uma das maiores que já houve
Sempre conto que, na minha imaginação, Bethânia, Gal, Gil e eu faríamos algo marcante. Dos quatro, Gal e eu éramos os mais radicalmente joãogilbertianos. E eu talvez mais do que Gal. Bethânia tinha um temperamento e um talento que a levavam para além das marcas estilísticas do supercool de João. Gil, por ser o que mais era capaz de apreender os acordes e as levadas de violão do mestre, sentia-se livre para cruzar a fronteira. Gal desejava entrar cada vez mais fundo no mundo desdramatizado da bossa pura. Eu, que me julgava um observador útil, capaz apenas de contribuir com acompanhamento crítico e conversas teóricas (o que não me impedia de fazer umas musiquinhas), tinha João como paradigma e, por isso, interessava-me pelo desvelamento do ser da canção como forma. Assim, o canto e o violão dele se opunham, dentro de mim, ao samba-jazz dos grupos instrumentais (ou voco-instrumentais) que se desenvolveram no Beco das Garrafas. Elis, cantando na TV, num videotape dos que chegavam de avião às províncias (ainda não havia televisão em rede), era a realização brilhante do estilo que me parecia oposto ao de João.
Mas a evidência de competência, talento e desenvoltura era mais forte do que meus esquemas críticos. O fato bruto de que alguém estivesse dominando divisões complicadas das frases rítmicas e exibindo com espontânea segurança o entendimento de cada nota cantada (o modo como ela instintivamente cuidava da afinação) era em si mesmo um acontecimento na cena brasileira, um acontecimento que me obrigava a pôr tudo em novo patamar. Bem, tudo o que eu imaginava para meus três amigos era algo que tivesse esse poder — mas por outras vias, a partir de outros elementos, sempre nascidos da atenção a João. Assim, vi uma tensão natural entre nosso projeto e o acontecimento Elis. Tive quase um sentimento de ciúme. Sobretudo me senti com maiores responsabilidades e excitado por desafios mais altos.
Nada disso nunca se desmentiu. Depois de Elis, teríamos que fazer algo mais radical. Bethânia esteve sempre fora da questão, já que ela tinha um estilo assombrosamente desenvolvido e totalmente independente da estética da bossa nova. Mas ela mal tinha se decidido pela música: havia sonhado em ser atriz, escrevia e fazia joias de metal. Sua voz e sua intensidade pessoal é que a puxaram para o canto, através do interesse despertado em quem a ouvia. O modo extrovertido, o tom expressionista, que contrastava com a sobriedade da bossa nova, tudo isso ela tinha em comum com Elis. Mas eram figuras opostas. Pôr as duas em comparação, dentro da cabeça, era como contrapor Sarah Vaughan a Edith Piaf. Mas o que acontecia era que, com Elis, eu era levado a pensar assim, em termos mundiais, considerando figuras nascentes de nossa canção com divas do grande mundo.
Bem, o ambiente de criação de música popular no Brasil estava se diversificando. Era a época de Edu — e Nara tinha aberto o leque do repertório, saindo das salas sofisticadas e indo ao morro e ao sertão. Mas, fosse Edu, Nara ou nós, todos parecíamos treinados em ambientes de teatro, cineclubes e diretórios acadêmicos. Elis era uma menina que gostava de Ângela Maria e se tornara um fenômeno infantojuvenil em Porto Alegre.
A evidência de seu talento chamou a atenção de produtores que sonharam em fazer dela uma nova versão de Celly Campello, o que resultou em quatro LPs que, depois do estouro de “Arrastão”, foram banidos de sua discografia oficial — não tão diferente assim do que aconteceu com o 78 RPM de João, gravado no início dos anos 50. Seja como for, Elis vinha do mundo da música comercial, enquanto Nara, Edu e nós vínhamos dos ambientes ilectualizados.
O Beco das Garrafas e Armando Pittigliani compuseram a Elis genial que, logo formatada por Solano Ribeiro, veio a ser aquela espantosa explosão de musicianship que eu vi na TV.
Todos os encontros e desencontros que tive com Elis tiveram esse histórico como pano de fundo. Rogério, seu irmão, me deu de presente os quatro LPs pré-“Arrastão”, numa época em que eu, deslumbrado pelo prazer que dava assistir aos shows dessa cantora que nunca estava fora de sintonia com a música, via mais de uma vez seus espetáculos. Desde que voltei de Londres (coincidindo, em parte, com o período em que ela mostrou sua versão do cool), eu via Elis cantar exclusivamente para me sentir bem. Ela influenciou gerações de cantores, lançou multidões de autores, briguei com a “Veja” por causa do modo como essa revista publicou a notícia da sua morte (briga que nunca mais achei jeito de desfazer), e hoje a gente sabe que Björk a admira, que quem entende de música no mundo sabe que ela é uma das maiores que já houve. Ela me escreveu um bilhete pedindo perdão pelo que fez com “Gente”. E saúdo sua memória com um amor muito pessoal, particular e cheio de conteúdos peculiares.
Quem entende de música no mundo sabe que ela (Elis) é uma das maiores que já houve
"Desejo inclui necessidade, é o apetite do espírito e tão natural como a fome para o corpo. (...) a maioria (das coisas) tem seu valor derivado da satisfação das necessidades do espírito."

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