Como disse antes têm que haver cedências de ambos os lados, um técnico não pode ser só um electricista que monopoliza o espaço sonoro do plateau e um musico não pode pensar que lá por o seu instrumento estar ligado à corrente lhe vai dar toda a potencia e definição que precisa sem isso prejudicar o maquinismo, bem oleado, que deve ser um espectaculo ao vivo, experimentem por o amplificador no volume "fodei-vos" e a trás de vós terem um trompetista mal humorado e depois aprecebam-se do que é que ouvem mais.
Também se corre o risco destas situações acontecerem por "estrelismos" não justificados, principalmente por parte de musicos. Já tive situações (como técnico) em FNAC's (onde existem várias restrições em termo de SPL) em que os guitarristas levam dois monstros de 100w full tube e querem ter aquilo no pergo porque assim é que soa bem. Errado. Já tive também situações que levam esses mesmos monstros por motivos de patrocinio e depois tocam com tudo ligado directo para conseguirem ter som decente/bom para se ouvirem e não prejudicarem o bom funcionamento do espéctaculo (neste caso promoção do seu proprio produto). Correcto. Esta ideia aplica-se a pequenos bares e afins. Também se poderá utlizar um combo/coluna mais pequena não sejamos mais papistas que o papa.
A tocar guitarra prefiro ter o amplificador a minha frente (ou lado, no maximo 45º em relação ao monitor) em vez de estar a traz de mim, mesmo em palcos grandes com colunas grandes, não ligo muito à estética da coisa quando sou eu a tocar
Só para reforçar a ideia, num concerto, o som que nós ouvimos e o que o publico ouve vive de uma relação que concessões e opções que devem ser tomadas por ambas as partes e de comum acordo, é quase com o sexo marital
Acho que já me alonguei demais, isto dá pano para mangas..
Abraços e jazz.

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