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    • Boas, gostava de fazer um setup à minha guitarra elétrica, quem recomendam? E já agora, por quanto fica? Preferencialmente na zona centro
    • ... ou sem ninguém te aturar??? Na minha banda actual, o prefácio sempre foi "vamos com calma, mas vamos". Sou o único de Lisboa, o @A.G.E.N.T.E. dos graves é dos Algarves e o cozinheiro dos pratos e tachos é de Aveiro. Tocamos uma vez por semana quando tocamos, músicas cuja estrutura não é linear e cujos fraseados surgem dos confins do cosmos de cada um de nós. Ou seja, procuramos fugir dos clichês musicais de toda a malta, das modas, do fashion, fazemos musicalmente o que nos dá na gana e aquilo que conseguimos concretizar dentro das nossas limitações técnicas e teóricas, mas estamos a explorá-las e rompê-las, alargá-las, a sair do "confortável". ... e isto tem sido a minha luz ao fundo do túnel, de um túnel longo e escuro no qual as vicissitudes da conjectura contemporânea me enfiaram... Acho que para um projecto funcionar tem de haver respeito mútuo pelo outro(s), perceber se há interesse e investimento, mesmo que numa ou outra fase se mostre mais ténue ou mesmo imperceptível. Tem de haver comunicação verbal fácil, sem rodeios, frontal e empática... sem empatia ninguém se relaciona. E temos de respeitar as dificuldades dos outros assim como esperamos que respeitem as nossas (isto começa a soar a missa)... cada um tema sua guerra (fazendo agora a relação com o texto do @resolectric) seja ela contra uma força militar ou social. Não quero com isto dizer que se tenham de aturar as merdas todas de bon vivans  que se acham rock star, mas às vezes se calhar é importante alargar um pouco os preceitos... Mas não nos levemos tão a sério, assim como sejamos igualmente objectivos relativamente ao que pretendemos com a coisa, o Yin e o Yang da composição musical contemporânea em registo colectivo...
    • @pgranadas exacto! Se a premissa da banda for, "ok sabemos que esta pessoa precisa de alguma ajuda, tem vontade de evoluir e os outros estão na boa com isso" Ok. Agora uma pessoa aceitar uma posição numa banda propondo-se a fazer algo que afinal não tem capacidade para fazer é gozar com os outros... Ainda por cima a grande maioria das vezes nota-se claramente que é por preguiça!   @jlcosta É a historia do copo meio cheio ou meio vazio. Eu acho esta nova realidade super inspiradora! Exatamente porque com o digital posso fazer tudo sozinho sem aturar ninguém      
    • Mais uma gravação com o Captor, até que gosto, desta vez usei um Mix de duas cabinets (Bogner 2x12 OS + Bogner 4x12 Standard) Espero que gostem do som que saco nestas gravações Algum comentário é sempre bem vindo.  
    • Temática extremamente interessante e pertinente. Concordo com a maioria dos pontos de vista aqui descritos, as pessoas são de facto o mais difícil de lidar a todos os níveis e a idade contribui para a nossa falta de paciência para aguentar essas pessoas.

      Mas mesmo que elas não existissem, há dias em que a "desinspiração" vai além das pessoas. Vai além de carregar material às tantas da manhã, vai além dos ensaios cansativos e dos devaneios alheios. Mesmo sozinho, há uma tendência para uma desispiração influenciada por esta última década de tecnologias e internet.

      É uma quantidade de informação tão extensa, tão bruta que me tira o foco, que banaliza qualquer ideia de novidade que possamos ter e deturpa até o nosso sentido das coisas.

      Faz falta a pica de esperarmos por mais um album daquela banda, ou daquele guitarrista que nos enche os olhos, daquela entrevista que é uma novidade, ou daquelas referências teóricas onde sabemos realmente com quem vamos aprender alguma coisa.

      Sou um gajo positivo e vejo sempre o lado positivo das coisas, penso que fazemos parte de uma geração de transição, que veio da internet de 56kb para a fibra, que veio da cassete para o spotify, que veio dos livros e das fotocópias de acordes para o youtube onde há de tudo "à barda".

      Isso desinspira-me quando o pressuposto se calhar até é fazer o contrário, é inconsciente mas muito influente na minha vida, afeta-me todos os dias e manifesta-se a todos os níveis.

      Deve ser uma crise dos trinta. Mas os trinta também me trouxeram a ideia de que remar contra a maré sem aceitar o fluxo dos mares, não tem muita lógica. Agilizo enquanto espero por dias melhores e vou tocando o que me apetece e quando me apetece sem grandes lógicas.
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