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  1. O velho Novato


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    • Ele já fez uma Flying V, para a metalada. Quanto ao som, já experimentei três e a característica comum de todas elas é que ocupam uma maior gama de frequências do que aquilo que eu estou habituado. Se resulta bem numa banda, não sei.    
    • A partir de certo nível, a sonoridade de cada guitarra não é melhor do que a da vizinha, é antes um gosto pelo respectivo timbre que chama este ou aquele músico. Para mim, uma guitarra está no braço e na respectiva electrónica. Independentemente do tipo de construção, tenho de gostar do braço/escala e das possibilidades tímbricas que os pickups devolvem. Não tenho uma única guitarra que tenha apenas 3 timbres (exceptuam-se a acústica e a Miro para os putos). Depois, o tamanho, forma e acabamento do corpo são secundários. No caso da Ergon, o GRANDE investimento está claramente no trabalho do corpo da guitarra e eu não tenho necessidade de esculturas únicas nas minhas mãos. Não digo que ele não invista no braço, terá o necessário investimento para que as guitarras se encontrem ao nível presente, mas a imagem de marca é claramente o corpo destas. O corpo de uma guitarra para mim, assim como a sua construção, são aspectos algo secundários, sendo que tenho preferência por designs simplistas e sem grandes complicações. Com isto, não quero dizer que se me fosse oferecida uma destas guitarra a descartasse/vendesse. Apenas que havendo pilim, só seria compra quando esgotasse todas as outras possibilidades, quero dizer, completasse os meus outros GASES. Mais rapidamente investia numa Strandberg de 7 ou 8 cordas... Estas guitarras são, segundo o meu ponto de vista, equiparáveis a obras de arte, cujo público será o músico já estabelecido na praça, seja como músico ou como prof., na área do jazz/fusão, por aí. Não estou a ver a malta da metalada a rifar com estas preciosidades.
    • Há muito tempo que não vou a Madrid. Há muitas lojas por lá, umas mais no centro, outras menos, mas dentro de Madrid há mesmo muitas, ou havia. Lembro-me de uma relativamente perto das Portas do Sol e ao pé da Ópera também as há. Há muitas pequenas lojas de construtores de guitarras acústicas entre a ópera e o palácio. Lembro-me de ver uma loja com BUÉ, mas mesmo BUÉ guitarras nos gostos mais convencionais (cof cof LPs e Strts e teles...) das marcas da praxe, mas não sei dar indicações. Sugestão: procurar nos sites das marcas preferidas os DEALERS ou INTERNATIONAL DEALERS e ver o que há em Espanha ou Madrid... foi assim que dei com algumas lojas. Mandar emails aos dealers a perguntar por pontos de venda em Madrid...?
    • É por isso que digo que  ninguém sobrevive a trabalhar com margens mínimas, é simplesmente impossível a longo termo. Não esquecer também que aquele site Alemão por certo está a meter uma margem em cima.
    • Pareceu-me que ele está a fazer 8 ou 9 por ano, no máximo. Mas ainda está numa fase de investimento na marca. Por exemplo, ir ao Holy Grail ou á NAMM não é de borla, bem como outras coisas. Pode-se fazer os melhores produtos do mundo mas se ninguém os conhecer não vai resultar. E por outro lado, cada guitarra que faz e que não se vende logo, é um mês de trabalho que não se recebe. É preciso sempre fazer algumas guitarras sem cliente definido para se mostrar o trabalho que se está a fazer.    
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