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    • Uma imagem postada no facebook pela RehabGuitars (oficina do Ardiano Sérgio da Ergon e do Daniel da Daro guitars). Gostava de saber se dá para experimentar alguma guitarra ligada a amplificador, só mesmo por curiosidade. Amanhã faço uma reportagem fotográfica para aqueles que se encontram longe e não podem visitar isto. Ah, se ainda for a tempo, os que forem digam que vão aqui pelo Forumusica! Só mesmo para publicitar aqui o tacho...
    • Chama-se ESPECULAÇÃO... e quando funciona dá dinheiro. Na maioria dos casos lixa a malta que de facto está interessada na coisa...
    • Opa não sei, mas também sei usar o search. https://reverb.com/item/2846304-kluson-d-169400-single-ring-single-line-1960-tuners Ou então, https://reverb.com/item/2710559-kluson-deluxe-double-line-d-169400-tuners-1960-s-gibson-set-of-6 Eu percebo a cena dos restauros mas esses tuners nem me parecem os corretos para a data, posso estar enganado que não sou de todo especialista mas mesmo assim
    • Boas, gostava de fazer um setup à minha guitarra elétrica, quem recomendam? E já agora, por quanto fica? Preferencialmente na zona centro
    • ... ou sem ninguém te aturar??? Na minha banda actual, o prefácio sempre foi "vamos com calma, mas vamos". Sou o único de Lisboa, o @A.G.E.N.T.E. dos graves é dos Algarves e o cozinheiro dos pratos e tachos é de Aveiro. Tocamos uma vez por semana quando tocamos, músicas cuja estrutura não é linear e cujos fraseados surgem dos confins do cosmos de cada um de nós. Ou seja, procuramos fugir dos clichês musicais de toda a malta, das modas, do fashion, fazemos musicalmente o que nos dá na gana e aquilo que conseguimos concretizar dentro das nossas limitações técnicas e teóricas, mas estamos a explorá-las e rompê-las, alargá-las, a sair do "confortável". ... e isto tem sido a minha luz ao fundo do túnel, de um túnel longo e escuro no qual as vicissitudes da conjectura contemporânea me enfiaram... Acho que para um projecto funcionar tem de haver respeito mútuo pelo outro(s), perceber se há interesse e investimento, mesmo que numa ou outra fase se mostre mais ténue ou mesmo imperceptível. Tem de haver comunicação verbal fácil, sem rodeios, frontal e empática... sem empatia ninguém se relaciona. E temos de respeitar as dificuldades dos outros assim como esperamos que respeitem as nossas (isto começa a soar a missa)... cada um tema sua guerra (fazendo agora a relação com o texto do @resolectric) seja ela contra uma força militar ou social. Não quero com isto dizer que se tenham de aturar as merdas todas de bon vivans  que se acham rock star, mas às vezes se calhar é importante alargar um pouco os preceitos... Mas não nos levemos tão a sério, assim como sejamos igualmente objectivos relativamente ao que pretendemos com a coisa, o Yin e o Yang da composição musical contemporânea em registo colectivo...
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