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    • Acabei de fazer este teste.
      A minha Nota: 58/100 O meu Tempo: 106 segundos
    • Acabei de fazer este teste.
      A minha Nota: 50/100 O meu Tempo: 135 segundos
    • Essa experiência do baixo acredito que tenha feito diferença. Mas não era só a escala. É um instrumento diferente.  Além de eu ter várias guitarras, a minha escola de música tem serviço de luthier. Trabalho com um muito bom! Isto quer dizer que recebo todas as semanas várias guitarras de clientes para levar ao luthier. Quando lá vou, ele tem sempre inúmeras guitarras de clientes também.  Ora, claro que eu aproveito para experimentar tudo. Afinal tenho de verificar se o trabalho foi bem feito antes de entregar a guitarra ao cliente...  Sim, toco regularmente em gibsons, fender usa, ibanez prestige, prs, etc...  Não sei se é exactamente por isso... Mas a mim a cena da escala é um bocado "tinto". Talvez leve um minuto a adaptar os dedos, se for assim uma guitarra seguida à outra. Mas depois esqueço isso e passo a curtir outros aspectos da guitarra. 
    • ... e agora pelo direito do contraditório, vou voltar à carga num ponto de vista que ainda não referi. As minhas guitarras são na sua maioria de 25.5" (6 e 7 cordas), tenho de 27" (de 8 cordas) e uma Ibanez mikro de 22"(?). Partindo do princípio que um bom guitarrista toca em qualquer guitarra como se tem dito por aqui e ali, a coisa não é assim tão simples quando toca à relação entre comprimentos das escalas. É que tal como nas primeiras posições se torna mais complicado a execução de acordes com 4 ou até 5 trastes de amplitude na medida em que o comprimento da escala aumenta, o mesmo também se verifica quando a escala diminui, em que o espaçamento entre os trastes torna algumas construções de acordes/arpejos/corridas e fraseados particularmente difíceis pela falta de espaço para os dedos. O comprimento da escala de uma guitarra é TUDO para a inspiração ou execução de uma música. Em tempos tentei tocar uma composição pessoal, original em guitarra em que não usava a corda Mi agudo (a 1ª portanto), num baixo de 6 cordas (afinado de Si0 a Si2). Resumindo, as posições dos dedos da mão no braço eram exactamente iguais, mas as diferenças de escala eram de 25.5" para 34" (ou seria 32"?). A dificuldade era absurdamente grande, no entanto ao regressar à guitarra, parecia manteiga. A escolha relativamente a que comprimento de escala se adequa melhor ao estilo de cada um cabe a cada um decidir, há vantagens e inconvenientes em todos os modelos e dimensões. As decisões resultam necessariamente da experiência de cada um e é importante experimentar, e várias vezes por ano. Isto porque pode acontecer num dia estarmos com os dedos mais marrecos que noutros, o ouvido mais entupido, ou a dor de cabeça de ouvir o patrão mais presente. No limite, ter uma guitarra de cada tipo é o ideal, mas não há orçamento que nos valha para tamanha avaria. Resta-nos portanto recorrer às lojas para experimentar, e na actualidade do COVID-19 é encomendar, experimentar e devolver caso não se aprecie a peça em questão. No máximo perdem-se uns cobres nos envios, mas ganhou-se a experiência.  
    • Xiiii @F.Coelho isso é um caso absurdo de overthinking! Em primeiro lugar existem montes de variáveis nesse teste. Perfil do braço, setup (acção), grossura das cordas, etc...  Agora vou dizer algo que espero que não leves a mal. Até porque a minha intenção no próximo comentário é puramente positiva: Perde menos tempo com esse tipo de coisas e mais tempo a estudar guitarra. É que o exercício e destreza a tocar é, de muito longe, a maior variável no meio disto tudo. Ou seja, quanto mais praticares menos te preocupas com as diferenças nas escalas 
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