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    • Pára o jogo, deste APERTOS?, no sentido de fechar uma torneira, de apertar uma rosca, olhando de topo para a cabeça do parafuso, rodaste no sentido dos ponteiros do relógio, foi isso? Quando se aperta o truss rod, o que se está a fazer é a trabalhar PARA acentuar o backbow (eventualmente criá-lo), não o contrário. Bom, partindo do princípio que estás a dizer as coisas correctas, o que me parece é que terias backbow para as cordas originais, mas como mudaste para um conjunto mais grosso, isso deixou de acontecer. O que não bate a bota com a perdigota é dizeres que antes de mexeres no truss rod e com as cordas novas tinhas fret buzz e depois de o apertares deixaste de ter... huuummm, seja como for, se a guitarra está confortável de tocar e não notas o braço com curvatura significativa (conceito subjectivo), vai estando atento.
    • Primeiro efetuei a troca de cordas. Demorei um bocado ainda que foi a primeira vez mas lá me safei. Estiquei as cordas e afinei. Depois comecei a mexer no truss rod. Dei 4 apertos, de 45º cada um, e não ficou solto o parafuso embora seja necessário fazer apenas um jeito com pouca força para ele mexer.  A olho o neck parece não ter grande curvatura, está mais o menos a direito. Provavelmente estava com backbow mais acentuado pois os 2 primeiros apertos foi quase em seco, meti a chave virei um pouco a mão e rodou logo os 45º. Depois de ver que ela já não estava a fazer fret buzz fui ver a entonação. Afinei as cordas e com o afinador verifiquei no 12º traste se as oitavas estavam afinadas. Estavam com excepção da 1º corda (que estava quase no ponto) um pouco flat. Então nos parafusos da ponte fui dando ligeiros apertos para o lado do braço e a seguir afinava a corda e verificava as oitavas novamente. Fiz o processo até que na última vez afinei as cordas e ao fazer as 6 oitavas correspondentes estavam também afinadas. Sim vou começar a estar atento à curvatura do braço e verificar regularmente. Eu a minha é sempre guardada na mala ao fim de tocar. De qualquer maneira no próximo mês vou passar em algum sítio para darem uma olhada e dizerem se tá tudo ok ou se é preciso algum ajuste.    
    • 1 válvula de pré, power amp solid state, reverb. A mesma promessa de "soar como amp a válvulas".
       800 Dólares amaricanos:   E parece que já é tradição, todos os anos a Vox manda novidades das nutubes. Pela primeira vez a nutube é usada também no power amp. Agora, o amp diz que tem 150w, e isso deve ter algures um circuito solid state no power. 900 mocas também:   "The MVX150 is the first amplifier equipped with Korg’s acclaimed Nutube technology in both the preamp and power amp. Coined as “NuPower,” it uses Nutube in a push-pull configuration, borrowing circuit design techniques from some of history’s best vacuum tube amps, resulting in both a pure cleantone, as well as a modern high-gain sound, with a powerful low end." Se calhar até é verdade... é um caso interessante para experimentar. A estética faz-me lembrar um fogão aceso, mas não é feio de todo. Deve dar um tone mais quente...   E para terminar em beleza, as novas criações a propósito dos 35 anos da Fodera    E é isto. Amanhã há mais...
    • Ora bem, do segmento mais barato das teles tive Squier e Jack and Danny. São máquinas diferentes. A J&D era a que soava mais a "Tele" e tinha o corpo full-size. Soava bem mas tinha o braço a dar para o grosso, coisa que não me agrada. A Squier era um mimo de tocar, leve (o corpo é mais estreito - nas affinity é assim) mas pah... não soava. Soava mais "morta". Por exemplo, cheguei a ter o mesmo pickup no braço das duas (um twang king) e na J&D era mel, sonzaço mesmo. Na Squier, não... Depende do que se quer. Quanto a SX, tenho curiosidade mas nunca experimentei.
    • Bom, vamos com calma, faz lá o relatório de forma mais sistematizada sff. O que é que fizeste primeiro, a muda das cordas ou a mexidela no truss rod? Seja como for, para o caso agora é irrelevante, uma vez que estás com cordas novas. Quando ao trastejar aquando de um strumming mais forte, é normal e expectável em qualquer guitarra. Só aquelas que se encontram com a acção estratoesférica é que não o fazem. Num bom setup tem-se que a guitarra não tem este trastejar com picking ou strumming suave ou médio. Isto porque quanto mais força se fizer no picking ou no strumming, maior será o arco de vibração da corda e consequentemente o aumento de probabilidade de fret buzz. Repara também que quanto maior for a força usada na excitação mecânica da corda, mais facilmente esta dará uma nota desafinada, pois terá de esticar mais para o seu maior arco de vibração... usa um afinador e verifica, é engraçado. De uma forma geral, a força do strumming e do picking deverá ser usada como ferramenta expressiva/dinâmica e não como statement de "estou aqui"... a cada correcção que fizeres ao truss rod, dá uma espreitadela ao braço no sentido ponte-pestana e afere o efeito no seu arqueamento não percebi se ficaste com o truss rod solto ou não. Não convém ter o truss rod solto, pois pode tornar-se uma fonte de ruídos parasitas (a vibração da porca na rosca). Dá-lhe um aperto mínimo para se manter seguro, pelo menos. Ao teres mudado o encordoamento para uma bitola superior, a maior tensão das cordas compensou um bom bocado o excesso de Backbow que pelos vistos estaria presente, os ajustes no truss rod não deveriam ser assim tão dramáticos para se sentirem os efeitos, mas como não tenho a guitarra nas mãos para perceber se precisava ou não... verifica com regularidade a curvatura do braço, pois por vezes demora alguns dias até ir ao sítio. Pode não parecer, mas as cordas fazem MUITA força e se não se tiver cuidado, empena-se um braço com alguma facilidade. No entanto, uma guitarra bem afinada/calibrada aguenta-se muito tempo sem empenos, isto claro se for estimada e não for deixada ao "relento"... eu guardo sempre as minhas lindas após uso.
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