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    • Estive afastado das lides musicais quase trinta anos em que pegava na guitarra uma ou duas vezes por ano ou quando me pediam para ir tocar na missa. No ano em que ia fazer 50 decidi que ou vendia as guitarras ou dava-lhes uso. Desisti da ideia de vender, pelo menos enquanto não precisar do guito que elas renderão. Desde aí tenho tentado tocar em bandas já existentes ou formadas por mim e amigos. O que me dá mais gozo, apesar dos ensaios também darem prazer, é tocar ao vivo, sair com a malta, beber uns copos e chegar de madrugada ou pela manhã como quando tinha 20 anos (já conto 57 anos mas não sou o mais velho da banda). Faço os possíveis para manter o espirito jovem apesar do corpo dizer o contrário, já não dá para alombar com o set completo, amp mais 2 colunas 4x12 por isso arranjei um combo mais levezinho. O gas continua o mesmo, o problema são as contas à vida que não deixam. Ainda assim o que eu considero o maior problema é a diferença de velocidades a que cada elemento das bandas quer ir. Quando eramos "miúdos" era sempre prego a fundo, agora pensa-se e repensa-se tudo e uns dizem faz-se e outros dizem talvez não. Sozinho acho que voltaria ao marasmo daqueles anos em que nada fiz. Um outro gosto em tocar ao vivo é ver jovens admirados com a nossa prestação em palco por alguns já serem mais cotas.
    • Amigo, tenho um baixista comigo há 5 anos, praticamente, pois foi quando o conheci. Conheço baixistas com um pouco mais de capacidade, apesar de ele ser bom e bem mais novos. Enquanto ele quiser, está connosco a tocar. Tem 62 anos mas uma alma de 25. Não te prendas por esse factor. Aliás, respeito muito a malta de idade e com muita estrada. Têm muito a ensinar nos, mesmo que sejam inferiores a nós musicalmente. Ainda és um miúdo... Se quiseres. 
    • "You know it's sad but true!"  
    • Acabei de fazer este teste.
      A minha Nota: 60/100 O meu Tempo: 46 segundos
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