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    • Pelo preço da guitarra, nem olho a esses pormenores. É MUITO mais importante perceber se a guitarra não desafina, se os trastes estão bem aplicados e trabalhados, se se consegue gerir bem a acção das cordas quer no truss rod, quer no cavalete, se a pestana está bem trabalhada e se a electrónica não tem ruídos... questões estéticas numa guitarra deste patamar terão importância mínima... para mim, pelo menos...
    • Para o que faz, nem acho o Boss ES8 muito caro, mas também nunca me pus a investigar a concorrência. Acho que lhe faltava uma porta USB para gerir os programas via PC, mas eles argumentam ser possível fazê-lo com as ligações MIDI. Não é perfeito, mas estará no topo destes gingarelhos a par de poucos... Se quiseres meter os pedais numa rack, podes sempre brincar com as coisas da Sound Sculpture... estes sim, são caros e MUITO!... A minha opção sempre foi ter multiFXs por questões de conveniência e controlo (consequência da conveniência) e neste momento uso um TC-electronic G-Force. Tenho pena que não tenha loop para o Pré-amp como o G-System, mas gosto mais da liberdade de routing de FXs que permite relativamente ao último. Resultado, tenho-o em stereo entre o Pré e o Power amp. Já estive mais tentado em comprar um segundo para colocar antes do pré, mas ainda não me atrevi, pois ia implicar com a aquisição de uma rack nova e não estou para isso de momento...
    • As PAC112VM são o segredo mais bem guardado da Yamaha! ;-)
    • Não sai com limpa-metais? Cuidado para não tirares o dourado...
    • Não sendo uma guitarra “relicada” não faz sentido vir com oxidação. o problema é que muito provavelmente vão-te pedir pra devolver a guitarra, e são mais duas semanas a penar. Btw..Bem gira.. parabéns 
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