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  1. Coluna 2x10


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    • Nos "Rim Shot" que fiz também usei essa técnica de misturar dois sons, um do aro e outro da pele da tarola. Lá está, são pequenos truques que se vão criando e descobrindo, não é propriamente "batota". Eu referia-me antes a situações mais óbvias tipo um prato com pan à esquerda, outro à direita e tarola no meio, por exemplo... ou outra cena qualquer. A ideia onde queria chegar era a de não querer encher o fraseado da bateria à maluca e esquecer de apagar os beats no ride ou no prato de choque aquando de um break ou fill. A partir do momento em que se trabalha a dinâmica (intensidade) da bateria, quebra-se quase automaticamente a sensação de "fabricado". A malta do rap é que é chapa 5 do princípio ao fim, sem alterações, super comprimido, o mesmo sample rítmico ininterrupto, invariável e... inumano... e inaudível (no sentido em que eu não consigo ouvir aquilo)...
    • Aqui dá para fazer um bocadinho de batota. Tipo, se forem dois crashes que não tenham som muito diferente, podes usar 2 pratos e uma tarola ao mesmo tempo. Já fiz isso, e não notas, principalmente se meteres um deles com menos volume (velocity mais baixa). Às vezes com o uso de dois pratos "crias" um terceiro em termos de timbre, e ao ouvires não notas que são 2, parece um prato só com um som diferente dos outros. A cena mais complexa que fiz até hoje, deve ter sido esta música (a versão completa): A única cena que usei ritmo já feito foi no break aos 1:09, o resto é tudo "hand made". Em caso de dúvida se é ou não realista o ritmo que estamos a escrever, podem usar este métdo: Se der par tocar com 4 dedos, também dá com 4 membros 
    • Acabei por ir para o akg e com a voz feminina acabou por correr bem, som nítido. Brigado pelas dicas! 
    • Eu fiz pistas de bateria para dois temas há uns anos atrás... depois arranjei banda, hehehe. Na minha experiência há coisas em ter em atenção para que a bateria soe humana: Não pode haver mais de 4 instrumentos a tocar em simultâneo, são 4 membros a tocar... e geralmente em média andam 2. Pensar que dois pratos mais tarola... eh pah, um baterista não é um polvo. Na edição lembrar que geralmente um braço/pé bate com mais fora do que o outro, usar isso aquando de fraseados tipo fills ou breaks. Ou seja pares de intensidade diferentes. Nunca se bate com a mesma força, pelo que ajuda criar uma espécie "onda" nos volumes de cada instrumento, e se estiverem lá as duas mãos ou os dois pés, uma está com mais força Apagar os beats de marcar o tempo quando o respectivo braço estiver a ser usado para breaks ou fills ou rolls... fica foleiro ouvir-se a marcação do tempo no ride e um break ao mesmo tempo. A duração/sustentação de um crash geralmente são notas que duram 1 ou dois tempos, o prato fica a soar, esticar a duração dos pratos ajuda substancialmente a quebrar o efeito digitalizado. Lembrar ainda que se se quiser um prato abafado, a outra mão... pois é, é a que abafa, logo, não há marcação de tempo ou tarolas ou o que o valha. Adicionar uns ligeiros reverbs no fim pode ajudar. Os meus exemplos: Este 1º tema entretanto degenerou numa música da banda, ide ver a minha thread sobre os PSIORB:      Pronto, é esta a minha sapiência no assunto. Certamente que muitos de vós serão mais experientes. Qualquer um destes temas foi composto no Cubase, obviamente, click a click e sem recurso a samples rítmicos pré-feitos (nota-se, certo?). Houve amigos meus (músicos incluindo um baterista) que chegaram a pensar que tinha sido um baterista a gravar... o que acham?
    • E certamente que fica por aí.....  
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