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  1. LEO BROUWER dirige por vez primera en BRAGA Teatro Circo

    até
    https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/66846-ii_estagio_internacional_de_cordas_dedilhadas-theatro_circo/
  2. Certo dia fui comprar um potenciómetro (POT) para o controlo de “Tone” e disse ao vendedor que queria um POT logarítmico. Ele respondeu que não tinha desses, só linear e acrescentou que tudo era a mesma coisa. Não comprei, porque tinha uma noção empírica que não é a mesma coisa. Num tópico aqui no fórum falou-se por acaso de cabos, de corte dos agudos, de capacitância... e veio-me a ideia de abordar o tema sobre o controlo de “Tone” e qual a diferença na utilização de potenciómetros de resposta diferente, ou seja, logarítmico ou linear. Na figura abaixo apresento uma foto de um potenciómetro. (imagem retirada de https://www.kitelectronica.com/2017/03/potenciometro-para-volumen.html ) O potenciómetro é uma resistência variável, que permite, consoante a rotação do veio, retirar uma parte do sinal (ou mesmo todo ou nada) para ser utilizado mais à frente. Para melhor compreensão do POT, imaginem que têm na vossa frente uma deliciosa torta de laranja (o nosso POT em sentido figurado). Na vossa mão têm uma faca e vão cortar uma fatia. Como não têm condicionantes, não têm que partilhar com mais ninguém, o pedaço que podem cortar só depende da vossa gulosise. Assim, se estão precisando de muito açucar fazem um corte muito grande, isto é, deixam uma fatia fina e tomam para vós quase toda a torta (ou também podem fazer um corte “nulo”, ou seja, tomam a torta por inteiro). Se a falta de açucar é média, podem cortar a torta ao meio e tomam uma metade. Se forem pessoas “normais”, tomam só uma fatia grossa e deixam o resto para mais tarde. Pois é, aqui a faca comporta-se como o veio do POT, regulando a quantidade de resistência que é utilizada no circuito. Outro aspecto que os POT's apresentam: o veio tem, normalmente, um curso de 300 graus (para quem está esquecido destas coisas da matemática, uma volta completa são 360 graus). Vamos assumir que 300 graus corresponde à posição 10 do botão “Tone” da nossa guitarra, e como tal, o ponto de partida para início da rotação. Na imagem seguinte, para um valor de 250 KOhms (normalmente conhecido como 250K), vemos a diferença de resposta dos dois POT's, consoante a rotação desde 300 até 0 graus. Um potenciómetro logarítmico tem uma resposta diferente do linear. Quando se começa a rodar gradualmente, a resistência do potenciómetro logarítmico vai-se reduzindo muito pouco e na parte final reduz-se bruscamente. Já o linear vai diminuindo a sua resistência de forma constante. O circuito mais comum que se encontra para controlar o TONE é o que se apresenta na figura seguinte. Para todos os efeitos é aquilo a que se dá pelo nome de “Circuito passa baixo” ou “Filtro passa-baixo”. E porquê este nome? Porque quando se actua no POT ligado ao condensador, esta parte do circuito vai absorvendo as frequências mais altas do sinal da fonte (neste caso do pickup) e deixa passar as baixas frequências (passa baixas, ok?). Assim, à medida que se vai rodando gradualmente o POT, de 300 para 0 graus, o sinal que saí para o controlo de volume vai sendo cada vez mais pobre em altas frequências, mantendo (mais ou menos) as baixas. Consoante os valores do condensador e do potenciómetro, assim se conseguem obter circuitos que cortam mais ou menos rapidamente as altas frequências. Falemos agora do circuito e dos elementos que o compõem. E vamos começar por imaginar algo que nos é familiar: um rio que nasce numa montanha e termina no mar. O que isto tem a ver com um circuito?... Calma, já vão entender. Que caminho escolhe o rio na sua viagem?... O mais fácil dirão vocês. Mas o que é exactamente o mais fácil? É simples, são os locais que apresentam um maior declive de descida, onde toma maior velocidade. E porquê? Porque a força da gravidade assim o impõe. Imaginem agora que aparece à frente do rio, numa das margens, um obstáculo inclinado de terra ou rochas (vamos chamar declive contrário) o que acontece? Neste caso, como as águas do rio têm velocidade, uma parte destas irá “subir” um pouco a zona do declive, transbordando a margem e irá alagar as áreas adjacentes, formando pântanos ou então entrando pelas casas das pessoas, por exemplo. A parte restante segue a sua viagem em direcção ao mar. No caso o rio perde parte da sua pujança (potencial), porque lhe apareceu um obstáculo que lhe resistiu, ou seja, ficou em presença de uma resistência. Estavam a ficar fartos da conversa, não era? Pois já chegámos a algum lado. Num circuito eléctrico a corrente comporta-se como o nosso rio. A corrente escolhe sempre o caminho mais fácil e um exemplo prático é o do curto-circuito. O que acontece? A corrente vê um enorme declive e em vez de ir alimentar a nossa TV, o frigorífico (que se comportam como resistências),... simplesmente escolhe o caminho mais fácil. Aumenta a sua velocidade (aumentam os amperes) e o quadro dispara. No caso do nosso circuito, quando o sinal saí do pickup ele quer percorrer o caminho mais fácil. E o mais fácil será ignorar a resistência do potenciómetro e o condensador. E de facto isso acontece quando o POT está nos 300 graus, pois o valor de resistência (o declive contrário) é tão elevado que se comporta como um paredão altíssimo. Nada passa neste sentido. E à medida que vamos rodando o potenciómetro no sentido do zero? Neste caso, vamos transformando o paredão num obstáculo com um declive (cada vez menor) e parte do sinal já passa a ser desviado para lá (alagando o potenciómetro e o condensador, em termos simbólicos). Mas dizem vocês, e muito bem “Se parte do sinal é desviado, é parte do sinal total, e assim não haverá mudança no tom, mas tão somente uma diminuição do sinal de saída.” E têm toda a razão se, e volto a dizer se, o sinal só tivesse uma única frequência. Confusos? Vejamos. Voltando ao nosso pickup, e explicando melhor, se ao tocar a nota Lá fosse produzido um sinal só com a frequência de 110 Hz, quando se actuasse no potenciómetro de facto só se estaria a atenuar o sinal de saída (para esta situação este circuito comportava-se como um controlo de volume). Mas o sinal não é puro, vem acompanhado dos seus harmónicos, a saber 220, 330, 440, 550 hz... e por aí fora. Ora, o que acontece é que o nosso condensador é um “bichinho” estranho. E porquê? Porque ele também comporta-se como uma resistência, mas especial. E como? Ele oferece para cada frequência uma resistência diferente. Na prática, quanto maior for a frequência menor é a resistência que oferece. E num sinal composto por várias frequências, as mais altas vêm no condensador uma espécie de curto-circuito e fogem por ele. No caso do nosso rio significaria diminuir o declive contrário para águas de cores específicas provocando um maior alagamento colorido do pântano ou das casas (neste caso se o nosso rio fosse composto por águas de várias cores, supondo e digo outra vez, supondo no nosso imaginário que fosse possível existir um rio assim). Não vou dar a fórmula da resistência do condensador (pode-se encontrar na net), a que normalmente se dá pelo nome Reactância Capacitiva (que nome monstruoso). Vou antes dar um exemplo, através de um gráfico, para um condensador de 0,022 microFarad, que nós utilizamos nas nossas guitarras. Neste gráfico é notório que quanto mais elevada for a frequência menor é a resistência, e logo, maior é a atenuação (maior é o alagamento). Perguntam agora, e muito bem: “Então se o condensador está sempre presente, porque não corta logo as altas frequências?” Se repararem, para os dados que apresentei, o POT na posição 360 graus tem uma resistência de 250K e este valor em si já é enorme (é um obstáculo muito elevado, tipo montanha). Esta resistência impede que o sinal não entre na parte do circuito de regulação do TONE e assim, este segue em frente, pelo caminho mais fácil (no caso do nosso rio não há possibilidade de alagamento). Em termos práticos, a resistência de 250K não deixa o condensador “trabalhar”, tão simples como isso. Fazemos um intervalo para falar de um aspecto particular da nossa audição. A nossa audição sente-se confortável com variações de tons que mantenham sempre a mesma relação. Se tiverem a oportunidade de se sentarem frente a um piano façam esta experiência: toquem a nota Dó mais aguda e seguir a nota Dó uma oitava abaixo, depois a nota Dó outra oitava abaixo desta, e assim sucessivamente. Que se passou? Nada de especial, não é? Tocamos aquilo que o nosso cérebro já esperava. Não houve sobressaltos nem surpresas. E porquê? Porque tocámos notas que mantiveram sempre a mesma relação entre elas. Como sabemos, a oitava acima é o dobro da frequência de uma nota, logo a oitava abaixo é metade. Assim, tocámos notas que mantiveram sempre uma relação entre si de ½ (metade), e o nosso cérebro facilmente entendeu. Agora façam esta experiência. Começam por tocar, por exemplo o Dó mais aguda e depois em cada escala que se segue toquem uma nota ao acaso, sucessivamente até chegar à escala mais grave. O que aconteceu? É isso, o nosso cérebro reagiu estranhamente, tentando perceber o que era aquilo, que melodia era, que sentido faria, etc... E tal deve-se porque não se manteve uma relação constante entre notas sucessivas, mas sim relações diferentes ao sabor do nosso toque. Esta parte é interessante para o que se segue. [pagina="A regulação do “Tone”] Quando actuamos no POT de regulação do “Tone” o que queremos? Queremos que haja uma relação coerente entre a quantidade de regulação e a porção de rotação do veio. Ninguém ficaria satisfeito em ter uma regulação tipo “tudo ou nada”, isto é, bastaria um toque no POT e já só tinhamos graves. Correto? A regulação coerente significa algo que o nosso cérebro goste, do tipo, a 3/4 do curso do POT temos 3/4 da regulação, a meio do curso metade da regulação, e assim sucessivamente. Agora entramos na parte mais difícil de entender, por isso peço um pouco de atenção. Como já vimos, a regulação do “Tone” faz-se pelo acto de actuar no POT. Para efeitos de experiência e explicação, vamos supor que o veio do POT não tem um movimento contínuo, mas que dá saltos. E vamos estabelecer que ele consegue situar-se em 10 posições separadas de 30 graus: 300, 270, 240, 210 graus... e assim sucessivamente. Tudo claro até agora, certo? Como temos posições separadas entre si do mesmo número de graus, neste caso 30, o que queremos é que a sensação de regulação seja coerente (regular). Certo? Como vamos chegar a tal solução? Tomando o exemplo do piano, vamos supor que, para efeitos didáticos, queremos que exista uma relação de 1/2 nas sucessivas regulações: Na posição 300 a frequência de “corte” é a partir de 10.200 Hz (para cima desta frequência já não se ouve praticamente nada); Na posição 270 a frequência de corte é 5.120 Hz; Na posição 240 a frequência de corte é... certo, 2.560 HZ; Na posição 210 a frequência de corte é 1.280 Hz...e assim sucessivamente. Nestes casos apresentados que valores de resistência do POT é que seriam necessários para que o nosso circuito assim respondesse? Para as frequências de corte apresentadas o nosso condensador de 0,22 microFarad tem os seguintes valores de resistência: Supondo que o circuito está equilibrado com uma resistência total de 250K (que é o mesmo valor do POT de controlo do volume de som), então o nosso POT deveria apresentar os seguintes valores de resistência: Um facto que salta que salta logo à vista é que na frequência de 20 Hz a resistência do condensador anda à volta de 360K e isto significa que sendo este valor superior a 250K, não é possível “cortar” esta frequência. Fazendo contas, a frequência para a qual o condensador apresenta uma resistência de 250K anda na ordem dos 29 Hz. Isto quer dizer que não é possível cortar as frequências abaixo dos 29 Hz com este circuito. Vamos agora pegar nos valores de resistência do nosso POT apresentados na tabela e construir um gráfico. Eis o gráfico: E o que nos salta à vista? É que os valores de resistência do nosso POT seguem uma resposta logarítmica. Agora vamos atacar o problema de outra maneira. Vamos supor que os 10 intervalos do nosso POT, referidos anteriormente, separados por 30 graus, correspondem cada um deles a um valor constante de 25K (10 X 25K = 250K) e portanto estamos na presença de um POT linear. Assim, cada vez que rodo o POT que valores de resistência de condensador devo ter para obter sempre o valor de 250K? Vejamos a tabela: E agora segue-se a pergunta: A que frequências de corte correspondem os valores apresentados para o nosso condensador? Mais uma vez esta tabela vai-nos ajudar: (Tivemos que fazer aqui um “truque”: a resistência do condensador na primeira linha foi alterada de “0” para “400” porque com “0” temos uma impossibilidade matemática de cálculo. O valor 400 foi assumido para dar um valor de “corte” dentro do espectro da audição humana.) Agora uma pergunta final: Que relações temos entre frequências entre si à medida que se roda o nosso POT Linear? Mais uma vez esta tabela vai ajudar-nos: E o que vemos? Vemos que a relação das frequências entre si vão subindo, desde 0,016 até 0,900. E isto quer dizer que a regulação do “Tone” é logo intensa com um pequeno ajuste do POT Linear (nos primeiros 75K de redução da resistência do POT a regulação fica praticamente feita), assemelhando-se quase a uma regulação de “nada ou tudo”. Deste modo nada é igual. Existem diferenças entre um potenciómetro logarítmico e um potenciómetro linear. A utilização de um ou de outro, claro está, depende dos gostos.
  3. Tutorial - Controlo do "Tone": Potenciómetro Logarítmico ou Linear? Resumo: Muitas vezes surge a dúvida sobre os potenciómetros de guitarra. Quais escolher? Porquê? Como funcionam? Quais os mais adequados ao som que procuras? Sabe aqui neste tutorial ... Ver tutorial completo
  4. TOCSIN - APRESENTAÇÃO

    Olá! Nós somos os TOCSIN, e somos uma banda com sede na zona de Viseu, e lançámo-nos no concurso EDP Live Bands como nossa estreia, com o tema Clairvoyance. Somos uma banda de Metal-Progressivo e procuramos trazer algo diferente à comunidade musical, com o junção de várias influências, como Tool, Deftones, A Perfect Circle, Alice In Chains, Alexisonfire, Alter Bridge, entre outros. Agradecíamos imenso se pudessem ouvir a nossa música (gravação e mistura caseira), e deixar o vosso voto para ajudar os TOCSIN a deixar a sua marca, e certamente que as próximas malhas a apresentar vão interessar imenso. Obrigado pela vossa atenção, e muita música! !!! https://edplivebandsportugal.edp.com/banda/tocsin !!!
  5. Dúvida sobre Fret Buzz

    Boas pessoal tenho uma Ibanez RG421 e desde os tempos iniciais que notava um som meio estranha que pela pesquisa que fiz pela internet será fret buzz. Ora bem este fret buzz só ocorre na corda mais grossa e na seguinte e só com corda solta ou a tocar nos primeiros trastes sendo que para ai a partir do 5º, 6º traste isto se deixa de notar. Se tiver ligada a guitarra ao AMP este buzz não se nota só mesmo ao tocar a seco. Alguma dica de algo que possa fazer em casa para minimizar isto? Ou seria melhor levar a dita cuja a algum sítio para fazerem um setup? Comprei online veio direta para casa e nunca levou nenhum setup. PS: Li em diversos sítios que a principal causa é fazer strumming com muita força ou carregar pouca na corda junto aos trastes, e eu como sou um gajo que abusa um bocado na força fiz a experiência de fazer o strumming mais leve, pois carregar na corda penso que faça força suficiente, e a coisa reduz um bocado mas continua perceptível.
  6. Qual eletro-acústica escolher?

    Boas, Decidi perguntar aos mais experientes o seguinte: Ando à procura da guitarra eletro-acústica perfeita para mim, mas não encontro nada que seja de facto bom abaixo de 300€ De entre estas marcas quais é que me aconselham mais, tendo em conta a relação qualidade/preço: - Ibanez - Fender - Stagg - Tanglewood - Cort Obrigada
  7. Zoom G5n

    Aqui está a minha menina nova: Ainda só a tirei da caixa e estou a instalar o firmware V2. Em termos sonoros ainda não experimentei quase nada. Em termos visuais, é bonita e engraçada, embora as boss sejam mais robustas. A ver vamos!
  8. Na realidade, é uma alteração muito simples. Mesmo alguém sem muitos conhecimentos de electrónica consegue o fazer. Estes são os valores mais comuns de resistência e condensador para o treble bleed. Os resultados podem variar conforme o tipo de pickup e de potenciómetros de volume ou até de tone (brilho). Uma alternativa prática a ter de testar vários valores para o condensador (qualquer entre 0,001 mFd e 0,003 mFd) e para a resistência (entre 50% a 75% da resistência do respectivo potenciómetro de volume) podemos utilizar uma resistência variável em vez de uma resistência fixa. Para tal podemos usar um trimpot e ligá-lo da mesma forma à ao que acontece com a resistência na página anterior. Como regra, aconselho um trimpot que consiga, pelo menos, metade da resistência máxima do potenciómetro do volume. Isto para que o leque de afinações possíveis seja o mais alargado possível. A resistência ajustada no trimpot vai afectar a progressividade com que os agudos prevalecem no sinal à medida que se baixa o volume da guitarra. Quanto mais baixo o valor da resistência menor efeito terá o condensador em manter os agudos e vice-versa. Por outro lado, esta resistência também afecta o modo como o volume se comporta com variações do potenciómetro: valores de resistência mais baixos afectam mais este curso. Portanto a afinação terá de ser feita de maneira a que o resultado sonoro seja o mais satisfatório possível sem comprometer demasiado o comportamento desejado para o controlo de volume.
  9. Tutorial - Esquema para manter o tom da guitarra, quando diminuir volume. Resumo: Alternar entre um som clean e crunch, utilizando apenas o volume da guitarra, é o método utilizado por muitos guitarristas. Mas ao se diminuir o volume, normalmente também se perde alguma clareza no tom. Como evitar isso? ... Ver tutorial completo
  10. Backtracks para guitarra

    Boas pessoa, andei aqui a ler e ver umas coisas mas não ficou muito claro para mim. Uma vez que eu vou tocar maioritariamente sozinho em casa gostava depois de quando tiver já alguma técnica e tocar algumas coisas de meter umas backtracks de bateria a tocar para acompanhar. A questão é que nao curto muito a maior dos sons de bateria das drum machines, é muito sintético, já quando usava no teclado não me agradava muito. Sei que usando VST de Baterias é possível contornar isto. O que eu queria saber e isso não ficou muito claro para mim é, se é possível pegar em ficheiros, p.e. de guitar pro que têm os instrumentos todos ou pegar em midis e usando um VST transformar aquilo numa coisa mais natural? Sem sim, o processo é dificil? Que programas/ferramentas preciso? Em tempos já testei o guitar pro e aqueles sons também eram muito manhosos pelo que pretendia mesmo algo mais natural. Obrigado.
  11. O Cantinho das Hollows e Semi-Hollows

    E a Sublime guitars lançou uma espécie de White Falcon, a um preço de 900 dólares americanos:
  12. Guitarra até 350eur

    Boas, sou novo no forum, mas venho cá para pedir uma opinião sobre uma possível futura aquisição. Costumo tocar hard rock e metal, por isso procuro uma guitarra com humbuckers. Até agora, estou de olho em uma jackson kelly performer de 1996. é uma boa opção? Recomendações?
  13. China Les Paul Kit - A Odisseia

    Caros, é só para dizer que comprei um kit DIY Les paul por 34€. Estava a navegar num site de chinesices, vi isso e disse: "não pode ser". É possível que fique sem o guito ou me mandem um bocado de lenha, mas bom... literalmente paguei para ver. Supostamente o kit é este: Stay tuned for news in the next months, já a contar que a alfândega trabalha a velocidade de pedal.
  14. Comparação de 5 pedais para metal

    Olá a todos. Publiquei uma comparação de pedais de distorção em modo metal. Usei um loop para a comparação ser consistente e o amplificador com settings limpos. Há sempre alguma distorção de pré quando entram os pedais mas o power amp manteve-se limpo. Que acham das diferenças de timbre?
  15. Setup de Guitarra

    Boas, Sou novo aqui no fórum, mas há já um ano que ando a aprender a tocar guitarra. Deu-me na cabeça para mudar-me para uma eléctrica, mas já sei que tenho de fazer o setup quando ela chegar. O problema é que sou um autêntico novato nisso e não quero estragar a guitarra. Alguém conhece quem faça setup de guitarra na zona de Aveiro ou Coimbra? Na zona do Porto também não haverá problema. Esta é apenas uma das muitas dúvidas que vou colocar aqui no futuro próximo.
  16. Nova guitarra electro-acústica

    Boa tarde, Já tenho uma guitarra acústica folk com mais de 30 anos. Pretendia agora comprar uma acústica electrificada. E estou a pensar com cordas de nylon. Pretendia gastar talvez entre 400 e 500 euros. Andei a ver Alhambra, e Paco Castillo. Ainda não experimentei as Yamaha NTX700 e NCX700...(embora estas um pouco mais caras, mas queria ouvi-las) Só que por aqui não abundam. Testei uma Paco Castillo 222 e uma Alhambra 5P CW E2. Mas esta fica um pouco acima dos valores... E então pensei na Alhambra 3C CW E1. Mas não é fácil ... Vi só um tópico neste forum já com alguns anos... Também já li sobre as Takamine.. Alguém tem opinião? Obrigado
  17. Lojas guitarras clássicas gama alta

    Boas, Queria comprar uma guitarra clássica de gama mais alta – à volta de 1500€, máximo 2000€. Sabem indicar lojas que tenham muitos modelos dessa gama para experimentar e comparar? Em LX já fui à Lismusica, Mr Jack Guitars, MusicFactory e só têm gamas mais baixas. No Salão Musical de Lisboa? pode ser fora de LX, desde que justifique a viagem...
  18. caderno infelizmente me frances

    https://pt.scribd.com/doc/298862657/Kleynjans-Mes-Debuts-a-La-Guitare-CAHIER-DU-PROFESSEUR Eu aqui no conservatorio em frança ensinam atraves daqui, claro que e o 1 livro, ainda nao cheguei aos proximos
  19. Tutorial - Potpourri de Amplificadores de Guitarra Resumo: Neste tutorial vamos construir um power amp e discutir algumas tipologias de amplificadores para guitarra. Aventura-te e fica a conhecer melhor o mundo dos amplificadores de guitarra! ... Ver tutorial completo
  20. Potpourri de Amplificadores de Guitarra

    Neste tutorial vamos discutir uma alguns amplificadores de guitarra de uma forma informal, discutir tipologias e ideias para experimentar na breadboard. A totalidade dos esquemas deste texto foram experimentados e funcionam. No fim vamos construir mais um power amp. A técnica de montagem será ponto a ponto e o amplificador final utilizará mosfets numa configuração em classe A pushpull. A sugestão que dou para complementar a leitura deste este texto é procurar as tipologias e referencias que vou dando ao longo do texto. As coisas aqui descritas não são rocket science mas há muitos detalhes a considerar. A explicação completa dava quase para escrever um livro sobre o assunto. Não há muita coisa escrita sobre amplificadores de guitarra solid state mas o livro de Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers” é uma excelente referência para ler no mês de férias que se aproxima (o link para download do livro completo está mais à frente no texto). Boas leituras e construções. Quando comecei a estudar amplificadores de guitarra testei na breadboard uma grande quantidade de tipologias. A ideia era perceber de uma forma práctica como soavam diferentes arranjos e que tipo de distorções se conseguiriam obter. Usando o simulador de circuitos (por exemplo o TINA-TI: http://www.ti.com/tool/tina-ti ) e uma breadboard é possível num par de meses simular e testar uma grande quantidade de circuitos. Esta maneira de estudar dá-nos muitos frutos e uma experiência hands-on que é muito difícil de se obter de outra forma, mesmo em ensino especializado. O procedimento é simples: simular o circuito, monta-lo numa breadboard e ouvir. Repetir as vezes necessárias. Claro que vou restringir este texto a amplificadores solid-state. Deixo aqui uma referência de leitura recomendada: Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers”: http://www.thatraymond.com/downloads/solidstate_guitar_amplifiers_teemu_kyttala_v1.0.pdf Uma excelente leitura técnica mas contém capítulos não técnicos que podem ser lidos sem grandes conhecimentos de eletrotécnica, em particular a secção que discute amplificadores solid state vs válvulas está muito bem escrita. Comecemos então. O primeiro da série foi inspirado no Muff Fuzz um pedal da Electro Harmonix. A ideia é a mesma do circuito original mas serve de booster para o andar de amplificação de potência que usa os dois TIP: o TIP 31 (NPN) e o TIP32 (PNP) numa configuração de emissor comum (este estágio tem apenas ganho em corrente, o ganho em tensão vem do Muff Fuzz). Ou usando um amplificador operacional usando dois transístores (o par 2N4401 e o 2N4403). O R4 controla o ganho da configuração. O ganho é controlado por feedback negativo à saída do opamp na base do TIP31. Claro que é importante o uso de um simulador de circuitos que permite simular não só o pickup da guitarra assim como o altifalante. Neste último exemplo a rede de feedback cobre não só T2 mas vai até ao estágio de saída. Uma outra configuração interessante é usar as flutuações de corrente de um opamp para controlar os transístores de saída. Só trabalham quando o opamp “puxa” mais corrente. Este exemplo curiosamente não funciona no simulador mas funciona na breadboard! O que se passa é que o simulador emula o opamp de uma forma ideal e não contabiliza as flutuações de corrente do integrado. Mas são essas flutuações que controlam o funcionamento dos transístores de saída. É um exemplo muito relevante que mostra bem alguns dos limites de aplicabilidade na utilização deste tipo de softwares para estudo de circuitos eléctricos. Há duas coisas que distinguem este último circuito dos exemplos anteriores: os transístores de potência estão numa configuração de colector comum (ganho de corrente e de tensão) e a rede de feedback controla a impedância de saída do amplificador. Os exemplos de power-amps anteriores têm uma configuração chamada de classe B. Cada um dos transístores de saída (ver a imagem anterior, TIP31 e TIP32) apenas conduzem numa das partes do sinal de entrada estando desligado (ou quase) na outra parte. Este tipo de configuração deve funcionar bem com o amplificador integrado LM386 (procurar a referência Ruby amp). O exemplo seguinte mostra um amplificador em class A, onde o transístor de saída está sempre em condução. Este não o testei mas o amplificador com a lâmpada de carro num tutorial anterior é também um amplificador em classe A. Outro exemplo que não poderia deixar de testar era o famoso amplificador Zen do Nelson Pass ( https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-zen-amplifier ) Neste caso a minha ideia foi construir uma versão pequenina, para ver, ou antes ouvir, como soava. As minhas simplificações levaram-me, depois de muitas iteradas e escutas e ao fim de 4 meses à versão que já divulguei num tutorial passado. Esta versão usa um IRFP240 (favorito do Pass) e que debita mais ou menos 3W clean (standard de guitarra). Já me esquecia que também experimentei uma versão pequena do JLH (John Linsley-Hood) mas usando transístores (não mosfet). Claro que a ideia surgiu também da versão do amplificador do Pass (https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-plh-amplifier). Esta sim uma topologia fantástica que valerá a pena voltar a fazer mais umas experiências com ela... em particular em overdrive. Outro amplificador que soa muitíssimo bem é o amplificador “Dead of Zen” (nome que dava para uma banda de heavymetal) do Rod Elliott ( http://sound.whsites.net/project36.htm ). Vejamos então mais esta ideia para um power amp. Precisamos do material seguinte: Mosfet N IRF620 Mosfet P IRFP9620 100nF x2 condensador (25V) 1mF condensador (25V) 120kOhm x4 resistências 1/4W Jacks de audio Ficha de alimentação para painel dissipador Caixa Hammond 1590BB (ou semelhante) isoladores para os transístores dissipador Fonte de alimentação de portátil (18V 6A) O poweramp com uma lâmpada divulgado num tutorial anterior partilha com este que usa dois mosfets a mesma simplicidade. O circuito é este: Usa dois mosfets, um tipo N e outro tipo P e funciona em classe A, i.e. os dois transístores estão simultaneamente a funcionar durante a parte positiva e a parte negativa do sinal de entrada para sinais de baixa amplitude. Tem um ganho de 2.5. Para sinais com maior amplitude temos distorção de crossover e achatamento dos topo da onda! A resposta em frequência é: A montagem foi feita numa Hammond 1590BB. Os mosfets foram literalmente aparafusados à caixa usando os isoladores e massa térmica. Como se pode ver a montagem não é nada do outro mundo, basta paciência. Uma das coisas importantes em circuitos de amplificação é usar uma configuração em estrela e apenas um ponto de massa (ligado à caixa metálica). O link seguinte tem a discussão deste tipo de configuração para amplificadores a válvulas mas vale também para transístores: http://www.geofex.com/Article_Folders/stargnd/stargnd.htm Outras das questões importantes que temos de ter em atenção com os amplificadores em geral em qualquer configuração e em particular com os amplificadores em classe A é a dissipação de calor. A rule of thumb é: se conseguires deixar a mão sobre o dissipador mais do que 60s então está tudo ok. Equivale a 60 graus Celsius, a temperatura ideal do café para ser bebido. Este tutorial tinha como objetivo mostrar a importância da utilização de um simulador de circuitos elétricos e a prototipagem rápida para estudo de circuitos. Tem referências e detalhes para nos manter ocupados durante este tempo de férias. E no fim a construção de outro amplificador classe A com dois mosfets tipo N e tipo P. Como soa? Melhor mesmo é montar um! Boas construções. Tiago Charters de Azevedo Lisboa, 2017
  21. VSTis para Guitarra

    Pessoal, comentem por aqui as novidades nesta área. Recebi um email a dizer que vai sair o Helix Native, no fundo o software da Helix "para computador". @pgranadas fica atento a isto: Falta saber muita coisa: quanto vai custar, em que plataformas vai correr, etc.
  22. Cases de Guitarra com leds lá dentro

    É verdade, a Gator lançou umas cases com leds lá dentro para iluminar o instrumento! Os preços é que não são lá muito convidativos, deverão andar por volta dos 250 dólares americanos...
  23. Curso de Construção de Guitarra Acústica

    Boas Para começar não sei se é o local ideal para colocar esta info mas se não for por favor avisem que mudo ou apago. Eu estou neste momento a lecionar cursos de construção aqui no Uk , os cursos que aqui faço e um para um, ou seja sempre so eu e um aluno. Mas ja tive varias pessoas de Portugal a perguntar sobre se eu farei algum ai e eu decidi colocar esta info ver se existe essa possibilidade e se ha pessoal o bastante interessado. O curso ai seri diferente, teria de ter pelo menos 7 a 10 alunos a fim de compensar o aluguer do espaço, algumas maquinas neste caso poucas mas as poucas são essenciais, ferramentas manuais enfim tudo o que é preciso. Sendo assim pensei em algo, ainda em estudo, onde posso ensinar a construção de guitarra clássica, acustica e portuguesa, posso ter estes cursos a decorrer em simultâneo no mesmo local pois todos funcionam com as mesmas bases, atenção a palavra BASES. Sendo assim o que este "anuncio" pretende é saber se existem um numero de interessados para poder investir em tudo isto e dar um curto top ai em Portugal. Podem deixar as vossas questões aqui ou por email. Posso avançar que a ideia seria um curso non stop de 3 semanas no duro, ou seja , 9a 10h dia a fim de acabarem o curso com um instrumento de topo acabado. Pensei daqui a um ano pois sera preciso aos interessados marcar ferias dos seus empregos caso tenham, ou mesmo ferias dos estudos. Se tiver boa aceitação este curso e mesmo para avançar, muito possivelmente em julho ou agosto de 2018. Para quem pretende um curso mais focado em si eu estou a fazer os cursos aqui um para um, so eu e aluno, mas neste caso aqui no UK. As passagens de avião para cá pela Ryanair são baratas, mas sitio para ficar tera de ser visto a fim de pouparem algum. De qualquer modo questões façam favor ok? Abraço JM
  24. Tabletes de Efeitos

    É impressão minha ou as tabletes de efeitos estão de volta? As velhas Ibanez/Maxon: E agora as novas: Tech21 Fly Rig: Valeton Dapper Mini 4: Mooer Red Truck: Nux FX Cerberus: T-Rex Soulmate: Carl Martin Quattro: Ciclos? Por acaso algumas destas são excelentes para ligar em 4cm, o que é porreiro em vez de ter os efeitos todos à frente do amp. Acham que isto é moda para ficar ou nem por isso?