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  1. O Cantinho das Hollows e Semi-Hollows

    E a Sublime guitars lançou uma espécie de White Falcon, a um preço de 900 dólares americanos:
  2. O "cantinho" das PRS

    Boas... Há tempos foi lançado um tópico sobre as PRS e os porquês de quem as tem. Em homenagem a quem pediu um tópico sobre o assunto, cá está ele. Apresento-vos a minha PRS Singlecut 245 Artist Package PS: qualquer gajo fica bem atrás de uma coisa destas, não acham? Abraço
  3. The Complete Telecaster Vol II

    O outro tópico já rebentava pelas costuras. Link para tópico anterior: Um passarinho confidenciou-me que após a bem sucedida estratégia de colocar certos modelos de telecaster feitos pela Custom Shop da Fender a baixo custo, por ocasião da NAMM, relativamente ao 60º aniversário da Telecaster, quase todos os modelos estão esgotados, principalmente os modelos Modern Thinline e a Cabronita. Este último modelo, e após vários pedidos por parte de clientes de todo o mundo para passar a haver um modelo mais acessível a nível monetário, e visto que a edição limitada a 1000 unidades da cabronita 60º aniversario ter sido um sucesso, parece que a Fender para o fim do ano vai mesmo lançar a Cabronita American Standard. :cafixe: E pelos vistos uma American Standard Modern Thinline. Esperemos que seja verdade. Já que falamos em Telecaster, aqui ficam por enquanto as minhas meninas.
  4. Comparação de 5 pedais para metal

    Olá a todos. Publiquei uma comparação de pedais de distorção em modo metal. Usei um loop para a comparação ser consistente e o amplificador com settings limpos. Há sempre alguma distorção de pré quando entram os pedais mas o power amp manteve-se limpo. Que acham das diferenças de timbre?
  5. Setup de Guitarra

    Boas, Sou novo aqui no fórum, mas há já um ano que ando a aprender a tocar guitarra. Deu-me na cabeça para mudar-me para uma eléctrica, mas já sei que tenho de fazer o setup quando ela chegar. O problema é que sou um autêntico novato nisso e não quero estragar a guitarra. Alguém conhece quem faça setup de guitarra na zona de Aveiro ou Coimbra? Na zona do Porto também não haverá problema. Esta é apenas uma das muitas dúvidas que vou colocar aqui no futuro próximo.
  6. Nova guitarra electro-acústica

    Boa tarde, Já tenho uma guitarra acústica folk com mais de 30 anos. Pretendia agora comprar uma acústica electrificada. E estou a pensar com cordas de nylon. Pretendia gastar talvez entre 400 e 500 euros. Andei a ver Alhambra, e Paco Castillo. Ainda não experimentei as Yamaha NTX700 e NCX700...(embora estas um pouco mais caras, mas queria ouvi-las) Só que por aqui não abundam. Testei uma Paco Castillo 222 e uma Alhambra 5P CW E2. Mas esta fica um pouco acima dos valores... E então pensei na Alhambra 3C CW E1. Mas não é fácil ... Vi só um tópico neste forum já com alguns anos... Também já li sobre as Takamine.. Alguém tem opinião? Obrigado
  7. Tutorial - Potpourri de Amplificadores de Guitarra Resumo: Neste tutorial vamos construir um power amp e discutir algumas tipologias de amplificadores para guitarra. Aventura-te e fica a conhecer melhor o mundo dos amplificadores de guitarra! ... Ver tutorial completo
  8. Potpourri de Amplificadores de Guitarra

    Neste tutorial vamos discutir uma alguns amplificadores de guitarra de uma forma informal, discutir tipologias e ideias para experimentar na breadboard. A totalidade dos esquemas deste texto foram experimentados e funcionam. No fim vamos construir mais um power amp. A técnica de montagem será ponto a ponto e o amplificador final utilizará mosfets numa configuração em classe A pushpull. A sugestão que dou para complementar a leitura deste este texto é procurar as tipologias e referencias que vou dando ao longo do texto. As coisas aqui descritas não são rocket science mas há muitos detalhes a considerar. A explicação completa dava quase para escrever um livro sobre o assunto. Não há muita coisa escrita sobre amplificadores de guitarra solid state mas o livro de Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers” é uma excelente referência para ler no mês de férias que se aproxima (o link para download do livro completo está mais à frente no texto). Boas leituras e construções. Quando comecei a estudar amplificadores de guitarra testei na breadboard uma grande quantidade de tipologias. A ideia era perceber de uma forma práctica como soavam diferentes arranjos e que tipo de distorções se conseguiriam obter. Usando o simulador de circuitos (por exemplo o TINA-TI: http://www.ti.com/tool/tina-ti ) e uma breadboard é possível num par de meses simular e testar uma grande quantidade de circuitos. Esta maneira de estudar dá-nos muitos frutos e uma experiência hands-on que é muito difícil de se obter de outra forma, mesmo em ensino especializado. O procedimento é simples: simular o circuito, monta-lo numa breadboard e ouvir. Repetir as vezes necessárias. Claro que vou restringir este texto a amplificadores solid-state. Deixo aqui uma referência de leitura recomendada: Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers”: http://www.thatraymond.com/downloads/solidstate_guitar_amplifiers_teemu_kyttala_v1.0.pdf Uma excelente leitura técnica mas contém capítulos não técnicos que podem ser lidos sem grandes conhecimentos de eletrotécnica, em particular a secção que discute amplificadores solid state vs válvulas está muito bem escrita. Comecemos então. O primeiro da série foi inspirado no Muff Fuzz um pedal da Electro Harmonix. A ideia é a mesma do circuito original mas serve de booster para o andar de amplificação de potência que usa os dois TIP: o TIP 31 (NPN) e o TIP32 (PNP) numa configuração de emissor comum (este estágio tem apenas ganho em corrente, o ganho em tensão vem do Muff Fuzz). Ou usando um amplificador operacional usando dois transístores (o par 2N4401 e o 2N4403). O R4 controla o ganho da configuração. O ganho é controlado por feedback negativo à saída do opamp na base do TIP31. Claro que é importante o uso de um simulador de circuitos que permite simular não só o pickup da guitarra assim como o altifalante. Neste último exemplo a rede de feedback cobre não só T2 mas vai até ao estágio de saída. Uma outra configuração interessante é usar as flutuações de corrente de um opamp para controlar os transístores de saída. Só trabalham quando o opamp “puxa” mais corrente. Este exemplo curiosamente não funciona no simulador mas funciona na breadboard! O que se passa é que o simulador emula o opamp de uma forma ideal e não contabiliza as flutuações de corrente do integrado. Mas são essas flutuações que controlam o funcionamento dos transístores de saída. É um exemplo muito relevante que mostra bem alguns dos limites de aplicabilidade na utilização deste tipo de softwares para estudo de circuitos eléctricos. Há duas coisas que distinguem este último circuito dos exemplos anteriores: os transístores de potência estão numa configuração de colector comum (ganho de corrente e de tensão) e a rede de feedback controla a impedância de saída do amplificador. Os exemplos de power-amps anteriores têm uma configuração chamada de classe B. Cada um dos transístores de saída (ver a imagem anterior, TIP31 e TIP32) apenas conduzem numa das partes do sinal de entrada estando desligado (ou quase) na outra parte. Este tipo de configuração deve funcionar bem com o amplificador integrado LM386 (procurar a referência Ruby amp). O exemplo seguinte mostra um amplificador em class A, onde o transístor de saída está sempre em condução. Este não o testei mas o amplificador com a lâmpada de carro num tutorial anterior é também um amplificador em classe A. Outro exemplo que não poderia deixar de testar era o famoso amplificador Zen do Nelson Pass ( https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-zen-amplifier ) Neste caso a minha ideia foi construir uma versão pequenina, para ver, ou antes ouvir, como soava. As minhas simplificações levaram-me, depois de muitas iteradas e escutas e ao fim de 4 meses à versão que já divulguei num tutorial passado. Esta versão usa um IRFP240 (favorito do Pass) e que debita mais ou menos 3W clean (standard de guitarra). Já me esquecia que também experimentei uma versão pequena do JLH (John Linsley-Hood) mas usando transístores (não mosfet). Claro que a ideia surgiu também da versão do amplificador do Pass (https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-plh-amplifier). Esta sim uma topologia fantástica que valerá a pena voltar a fazer mais umas experiências com ela... em particular em overdrive. Outro amplificador que soa muitíssimo bem é o amplificador “Dead of Zen” (nome que dava para uma banda de heavymetal) do Rod Elliott ( http://sound.whsites.net/project36.htm ). Vejamos então mais esta ideia para um power amp. Precisamos do material seguinte: Mosfet N IRF620 Mosfet P IRFP9620 100nF x2 condensador (25V) 1mF condensador (25V) 120kOhm x4 resistências 1/4W Jacks de audio Ficha de alimentação para painel dissipador Caixa Hammond 1590BB (ou semelhante) isoladores para os transístores dissipador Fonte de alimentação de portátil (18V 6A) O poweramp com uma lâmpada divulgado num tutorial anterior partilha com este que usa dois mosfets a mesma simplicidade. O circuito é este: Usa dois mosfets, um tipo N e outro tipo P e funciona em classe A, i.e. os dois transístores estão simultaneamente a funcionar durante a parte positiva e a parte negativa do sinal de entrada para sinais de baixa amplitude. Tem um ganho de 2.5. Para sinais com maior amplitude temos distorção de crossover e achatamento dos topo da onda! A resposta em frequência é: A montagem foi feita numa Hammond 1590BB. Os mosfets foram literalmente aparafusados à caixa usando os isoladores e massa térmica. Como se pode ver a montagem não é nada do outro mundo, basta paciência. Uma das coisas importantes em circuitos de amplificação é usar uma configuração em estrela e apenas um ponto de massa (ligado à caixa metálica). O link seguinte tem a discussão deste tipo de configuração para amplificadores a válvulas mas vale também para transístores: http://www.geofex.com/Article_Folders/stargnd/stargnd.htm Outras das questões importantes que temos de ter em atenção com os amplificadores em geral em qualquer configuração e em particular com os amplificadores em classe A é a dissipação de calor. A rule of thumb é: se conseguires deixar a mão sobre o dissipador mais do que 60s então está tudo ok. Equivale a 60 graus Celsius, a temperatura ideal do café para ser bebido. Este tutorial tinha como objetivo mostrar a importância da utilização de um simulador de circuitos elétricos e a prototipagem rápida para estudo de circuitos. Tem referências e detalhes para nos manter ocupados durante este tempo de férias. E no fim a construção de outro amplificador classe A com dois mosfets tipo N e tipo P. Como soa? Melhor mesmo é montar um! Boas construções. Tiago Charters de Azevedo Lisboa, 2017
  9. ToneMate Pickups - nova marca Made In Portugal

    Boa Tarde É com enorme prazer que vos apresento a minha marca: ToneMate! Demorou algum tempo até ser registada e apresentada... mas já está! Vou agora apresentar algumas novidades: O grande Phelipe Ferreira, guitarrista de DAMA, é o primeiro patrocinado da nossa marca. A DARO GUITARS do amigo Daniel Rodrigues foi desafiado a fazer uma guitarra para ele onde já levou o seu modelo de assinatura: PF Humbucker set. Tratam-se de uns Alnico 2 de baixo output. Ficam aqui agora um foto report da construção dos mesmos, da linda guitarra Daro e do mesmo a testa-la pela primeira vez! Agora a fantastica Daro já com os nossos pickups: E por fim: O Phelipe a experimenta-la pela primeira vez: Que dizem?!
  10. Lojas guitarras clássicas gama alta

    Boas, Queria comprar uma guitarra clássica de gama mais alta – à volta de 1500€, máximo 2000€. Sabem indicar lojas que tenham muitos modelos dessa gama para experimentar e comparar? Em LX já fui à Lismusica, Mr Jack Guitars, MusicFactory e só têm gamas mais baixas. No Salão Musical de Lisboa? pode ser fora de LX, desde que justifique a viagem...
  11. VSTis para Guitarra

    Pessoal, comentem por aqui as novidades nesta área. Recebi um email a dizer que vai sair o Helix Native, no fundo o software da Helix "para computador". @pgranadas fica atento a isto: Falta saber muita coisa: quanto vai custar, em que plataformas vai correr, etc.
  12. caderno infelizmente me frances

    https://pt.scribd.com/doc/298862657/Kleynjans-Mes-Debuts-a-La-Guitare-CAHIER-DU-PROFESSEUR Eu aqui no conservatorio em frança ensinam atraves daqui, claro que e o 1 livro, ainda nao cheguei aos proximos
  13. Boss CP-1X Compressor

    A Boss acabou de lançar o CP-1X, um compressor baseado na tecnologia MDP ("Multi Dimensional Processing"), que analiza a dinâmica de som para obter os melhores resultados (supostamente). O CP1X é um compressor multibandas que funciona com tudo desde as 4 às 8 cordas, incluindo guitarras acústicas. O pedal funciona também a 18v para assegurar o máximo headroom, o que faz que funcione bem com guitarras de 7 e 8 cordas, bem como guitarras com pickups de grande output. O pedal sairá no final do mês e quanto a preços, devem andar por volta dos 150€ nas lojas. E aqui está a que soa:
  14. BIAS Modulation

    Depois do BIAS Distortion, e do BIAS Delay temos agora o BIAS Modulation, aplicando a mesma ideia às modulações. O preço deve rondar os 500€.
  15. Cases de Guitarra com leds lá dentro

    É verdade, a Gator lançou umas cases com leds lá dentro para iluminar o instrumento! Os preços é que não são lá muito convidativos, deverão andar por volta dos 250 dólares americanos...
  16. Curso de Construção de Guitarra Acústica

    Boas Para começar não sei se é o local ideal para colocar esta info mas se não for por favor avisem que mudo ou apago. Eu estou neste momento a lecionar cursos de construção aqui no Uk , os cursos que aqui faço e um para um, ou seja sempre so eu e um aluno. Mas ja tive varias pessoas de Portugal a perguntar sobre se eu farei algum ai e eu decidi colocar esta info ver se existe essa possibilidade e se ha pessoal o bastante interessado. O curso ai seri diferente, teria de ter pelo menos 7 a 10 alunos a fim de compensar o aluguer do espaço, algumas maquinas neste caso poucas mas as poucas são essenciais, ferramentas manuais enfim tudo o que é preciso. Sendo assim pensei em algo, ainda em estudo, onde posso ensinar a construção de guitarra clássica, acustica e portuguesa, posso ter estes cursos a decorrer em simultâneo no mesmo local pois todos funcionam com as mesmas bases, atenção a palavra BASES. Sendo assim o que este "anuncio" pretende é saber se existem um numero de interessados para poder investir em tudo isto e dar um curto top ai em Portugal. Podem deixar as vossas questões aqui ou por email. Posso avançar que a ideia seria um curso non stop de 3 semanas no duro, ou seja , 9a 10h dia a fim de acabarem o curso com um instrumento de topo acabado. Pensei daqui a um ano pois sera preciso aos interessados marcar ferias dos seus empregos caso tenham, ou mesmo ferias dos estudos. Se tiver boa aceitação este curso e mesmo para avançar, muito possivelmente em julho ou agosto de 2018. Para quem pretende um curso mais focado em si eu estou a fazer os cursos aqui um para um, so eu e aluno, mas neste caso aqui no UK. As passagens de avião para cá pela Ryanair são baratas, mas sitio para ficar tera de ser visto a fim de pouparem algum. De qualquer modo questões façam favor ok? Abraço JM
  17. Tabletes de Efeitos

    É impressão minha ou as tabletes de efeitos estão de volta? As velhas Ibanez/Maxon: E agora as novas: Tech21 Fly Rig: Valeton Dapper Mini 4: Mooer Red Truck: Nux FX Cerberus: T-Rex Soulmate: Carl Martin Quattro: Ciclos? Por acaso algumas destas são excelentes para ligar em 4cm, o que é porreiro em vez de ter os efeitos todos à frente do amp. Acham que isto é moda para ficar ou nem por isso?
  18. Comprar um sistema wireless para guitarra pode ser uma tarefa complicada. As marcas esforçam-se para mostrar que os seus sistemas são superiores, com bom alcance, fiáveis e sem quebras de som, mas a realidade mostra que nem sempre é assim. Como é habitual no Forumusica, queremos dar-te informação útil da forma mais proveitosa e simples possível. E sendo assim, neste tutorial, vamos começar por explicar melhor os vários componentes e condicionantes de uma escolha destas de uma forma leve e fácil de perceber, de modo a que possas comprar o melhor sistema wireless ao melhor preço e que melhor se adeque àquilo que pretendes. Não entraremos em detalhes como a discussão da qualidade dos materiais ou a imagem de marca, mas focaremos os pontos mais difíceis de conhecer e avaliar. Fica connosco nas próximas páginas! Um sistema wireless para guitarra serve para transmitir o sinal da guitarra até um amplificador, efeitos, mesa de som, etc "over the air", ou seja, sem necessitar de fios ou cabos condutores. Normalmente o kit é composto por duas peças: Emissor: recebe o sinal da guitarra e tem uma antena para transmissão do sinal através de ondas rádio para o receptor. O emissor é uma espécie de um pequeno rádio a pilhas mas ao contrário: em vez de receber, emite ondas rádio. Tem uma pequena antena (que pode ser interna) na qual passa uma corrente que produz radiação electromagnética. Receptor: funciona de forma exactamente inversa ao emissor: tem uma antena que é "excitada" pela radiação electromagnética produzida no receptor e a partir daí produz corrente (o sinal da guitarra recebido) que depois é encaminhado para o amp, mesa de som, whatever. O receptor é normalmente maior e pode ter uma ou mais antenas. A função do receptor é captar, descodificar o sinal recebido e regenerá-lo de forma a que se pareça o mais possível (fidelidade) com o sinal enviado pela guitarra. Na imagem: um típico sistema wireless com o emissor (à esquerda) e o receptor (à direita). Dito isto, os sistemas wireless dividem-se em vários tipos: Analógicos ou Digitais, consoante a maneira de codificar o sinal da guitarra que usam Non diversity ou True Diversity, consoante o número de subsistemas receptores que o "receptor" tem Conhecer estas características é extremamente importante, como iremos ver nas próximas páginas. Uma importante questão a ponderar na escolha de um sistema wireless para guitarra recai na opção analógico/digital. Ambos os tipos de sistemas fazem a mesma coisa, que é transmitir o sinal da guitarra através de ondas rádio (electromagnéticas) do emissor da guitarra para o receptor. A diferença está sim, na forma como o fazem, e essa forma traz vantagens e desvantagens. Sistemas Analógicos Em termos técnicos (e talvez complexos) um sistema analógico pega no sinal que vem da guitarra e modula uma portadora (um sinal bastante mais potente que "carrega" a outra onde, se assim podemos dizer) a uma determinada frequência que é transmitida pelo ar. Em termos simples, o emissor num sistema analógico faz exactamente o que uma estação emissora de rádio "normal" faz, emitindo em FM um determinado sinal. Na imagem: o sinal original modulado em AM (modulação de amplitude) ou FM (modulação em frequência). Note-se que o AM é muito mais naive que o FM, o que se reflecte na pior qualidade de rádio em condições do mundo real... Vantagens dos sistemas de guitarra analógicos: Não tem lag - a emissão é feita em tempo real, dado que a modulação e desmodulação analógica neste caso é imediata Em teoria, os sistemas são mais baratos uma vez que a tecnologia em si é bastante sólida e comprovada Ligeiras perdas de sinal originam uma degradação gradual do sinal (não completa). Lembras-te das "formigas" que havia na imagem nos tempos em que as emissões de TV eram analógicas? Podem atingir alcances maiores (o alcance é limitado pela potência do sinal emitido e pelo ganho das antenas utilizadas) Não há conversão analogico-digital (clica aqui para saber mais sobre a conversão analógico-digital), logo não há erro associado: a integridade do sinal mantém-se até emissão pela antena. Desvantagens dos sistemas wireless de guitarra analógicos: Tal como todas as emissões de rádio, são sujeitas a interferência e atenuação (embora possam ser usadas técnicas para aumentar a robustez, e aqui já se depende do know how de cada marca em fazer isso Usam frequências que podem estar ocupadas por outras emissões (por exemplo as emissões de TDT, etc) e cujas atribuições dependem de país para país Apenas têm uma resposta em frequência na gama "útil" e não em toda a gama (full range), devido a características da modulação FM. Além disso, o sinal de guitarra é comprimido acima de um determinado nível o que pode clipar o sinal. Mais susceptíveis ao ruído Sistemas Digitais Nos sistemas wireless digitais, os emissores transformam o sinal analógico que vem da guitarra num sinal digital de 0's e 1's (conversão analogico-digital) que é enviada via ondas rádio (normalmente na mesma zona de frequências do WIFI - 2.4 GHz). O receptor faz o processo inverso de conversão digital-analógico. Vantagens dos sistemas wireless de guitarra digitais: A tramissão tipicamente usa todo o espectro audível (20Hz a 20kHz) do sinal de guitarra, o que é bom em termos de qualidade sonora. O alcance é igual ao de um típico router wifi Desvantagens dos sistemas de guitarra digitais: Tem lag - o processamento digital requer uso de circuitos digitais causadores de lag. No entanto, um lag sonoro inferior a 2ms é imperceptível ao nosso cérebro Há conversão analogico-digital logo há sempre um erro associado. Há técnicas de aliasing para diminuir este erro, mas poderão aumentar o lag - mais uma vez o know-how e a velocidade do processamento depende da marca e das suas opções... Ligeiras perdas de sinal podem original uma quebra total do sinal (por falha de descodificação do sinal digital). Quando o sinal da TDT tem quebras, a imagem tem quebras abruptas... Já te aconteceu teres cortes no som num ambiente com vários emissores Wifi ou Bluetooth? Ou quando ligas o teu sistema wireless o pessoal fica sem Wifi?? Alguns sistemas (principalmente os analógicos) são True Diversity outros não, e ainda há alguns que dizem que são "Diversity" (cuidado!). Mas afinal o que é isto do "True Diversity? O "True Diversity" é uma tecnologia na qual duas antenas são usadas (com alguma separação física entre elas) nos receptores de forma a que o receptor possa escolher o sinal oriundo da que mais lhe convier (o sinal mais forte) evitando assim quebras de som momentâneas causadas colisões de sinal, etc. Um sistema "True Diversity" reduz muito as quebras de som, e por isso, deve ser um must para quem quer comprar um sistema wireless digno desse nome. Um sistema é "True Diversity" se as antenas estão ligadas a módulos de recepção independentes no receptor. Caso contrário é apenas "Diversity" (e neste caso a sua eficácia é muito mais reduzida uma vez que um módulo de recepção não consegue medir a potência do sinal recebido em cada antena). Na verdade, um sistema "Diversity" pode ainda piorar mais o sinal... Agora, não se deixem enganar: há sistemas "Non Diversity" ou "Diversity" com duas antenas (marketing visual para enganar o povo) mas que não tem módulos de recepção independentes no receptor. Só o "True Diversity" é que tem. Se um sistema tem duas antenas mas não menciona nada, é porque não é "True Diversity", e portanto, é para evitar. Na imagem: um sistema "Diversity" com duas antenas da T.Bone. A evitar! Em todos os sistemas (mas principalmente nos analógicos), é necessário ter também especial cuidado com as frequências utilizadas por cada sistema para evitar dissabores escusados. Na próxima página, falaremos deste assunto. A gama de frequências na qual é possível haver emissões (humanas) de ondas electromagnéticas é definido pelas entidades reguladoras. No caso de Portugal, é a Anacom, que regula o uso do espectro electromagnético. Os sistemas wireless de guitarra analógicos mais antigos usam frequências VHF (entre os 30 e os 300 MHz), embora actualmente sejam usem todos UHF (entre os 300 e os 3000 MHz). Normalmente, usam frequências entre os 500 e os 900 MHz. Os sistemas wireless de guitarra digitais usam frequências na gama ISM 2.4GHZ. Interessa-nos saber, nas gamas de frequências utilizadas pelos sistemas wireless, quais podemos (ou não) utilizar em Portugal e mostrar quais poderão ser mais problemáticas. Se quiseres saber apenas quais as melhores frequências a usar nos sistemas wireless, vai logo para o fundo da página ("O que dizemos nós"). Entretanto, vamos explicar o que se passa até chegar à recomendação das melhores frequências. O que diz a Anacom Vamos então ver o que diz a Anacom quanto à atribuição do espectro de frequências. Na gama dos 500 aos 900 MHz temos: 470 MHz aos 790 MHz: TDT (dos 470 aos 582Mhz) Microfones Emissores e equipamentos auxiliares auditivos (o que nos interessa): (470 a 790 MHz) 790 a 862 MHz: Serviços de comunicações electrónicas terrestres (vulgo redes de telemóveis) 862 a 890 MHz: Serviços de comunicações electrónicas terrestres ... Microfones emissores e equipamentos auxiliares auditivos (o que nos interessa) (863 a 865 MHz) Na gama dos 2400 aos 2450 MHZ temos: 2400 a 2483,5 MHz: SRD (Short Range Devices - vulgo wearables, etc) – Aplicações não específicas (interessa-nos) ISM (WIFI, etc) Para piorar e complicar as coisas, devido a considerações de ordem europeia para a introdução do 5G, a Anacom decidiu fazer alterações nas frequências TDT até 2020. A introdução do 5G vai usar a gama de frequências dos 694MHz aos 790MHz, o que "colide" directamente com as frequências actuais da TDT. E a Anacom já decidiu que vai passar as frequências da TDT para a gama abaixo dos 694 MHz. O que dizemos nós Se queremos comprar um sistema wireless que vá para além de 2020, podemos esquecer as frequências abaixo dos 790 MHz porque em 2020 estarão ocupadas com as redes TDT e 5G. Sendo assim, as frequências seguras são a estreita faixa dos 863 a 865 MHz. Portanto, se queres comprar um sistema wireless analógico, certifica-te que escolhes um que funcione dentro desta gama de frequências. A nossa convicção é que o mercado, fruto da saturação do espectro electromagnético vá evoluindo em direcção aos sistemas digitais, que serão cada vez mais populares, a trabalhar na zona dos 2.4GHz (mesmo com todos os potenciais problemas de colisão com o WiFi e Bluetooth). Agora que discutimos as questões técnicas, recomendamos as características desejáveis a ponderar na compra de sistemas wireless para guitarra, num horizonte superior a 2020: Recomendamos digital em vez de analógico. Continua a haver sistemas analógicos muito bons mas o mercado está a encaminhar-se gradualmente no sentido do digital. "True Diversity" é fundamental nos analógicos e muito desejável nos digitais. Frequências: 863 a 865 MHz no analógico, 2.4GHZ no digital. Sistemas Sem Fios para Guitarra Recomendados (Analógicos) Custo: The t.bone free solo PT 863 MHz (200€) Preço/Benefício: Sennheiser XSW 2-Ci1 E-Band Instrument (390€) Melhor: Shure QLXD14 S50 (1200€) Sistemas Sem Fios para Guitarra Recomendados (Digitais) Custo: Line6 Relay G30 (158€) Preço/Benefício: Shure GLXD16 (480€) Melhor: Line 6 Relay G90 (539€) Dúvidas, sugestões e correcções, estejam à vontade nos comentários ou editem o artigo
  19. Tutorial - Como Escolher um Sistema Wireless para Guitarra Resumo: Há muita confusão no que toca às opções de sistemas sem fios para guitarra. Neste tutorial, ajudamos-te a escolher o melhor sistema wireless para guitarra ao mínimo custo possível. ... Ver tutorial completo
  20. Pessoal, eu queria saber qual dessas duas guitarras comprar. Estou com muita dúvida entre essas duas, não entendo muito, por isso queria saber de vocês qual dessas duas eu devo comprar
  21. Boas pesoal! Este foi o meu último projecto de diy, um strap para a minha Ibanez LP! Todo em cabedal, com o look de straps que gosto, no total ficou em 20€, como se costuma dizer BBB, bom; bonito e barato!! Aqui ficam as fotos do projecto terminado. Se tiverem comentários e ou críticas são benvindos! Abraços
  22. Booster com uma válvula 6J6 a 5.3V

    Na discussão sobre qual a melhor distorção, a distorção de transístores ou a de válvulas, é usual encontrarmos argumentos para todos os gostos. Do ponto de vista do DIY o principal impedimento na construção de projectos com válvulas está na utilização de voltagens perigosas e letais. As válvulas em geral necessitam de tensões elevadas para funcionarem e por isso a construção está vedada a construtores mais experientes. Para além disso as válvulas são caras, ineficientes e têm um tempo de vida limitado, ao contrário dos seus descendentes de silício, resistentes, eficientes e duradouros. Os pré-amplificadores e amplificadores de guitarra a válvulas são caros, mais caros que os correspondentes primos solid-state, e por isso o engenho da comunidade DIY mundial arranjou maneira de se construir um booster com uma válvula que funciona a tensões baixas e não letais. É disso exemplo o projecto intitulado de valvecaster: usa uma válvula 12AU7 (dois triodos) especificamente projectada para áudio. Nesse projecto usa-se uma tensão de 9V para alimentar a 12AU7. Este texto descreve a construção de um pré-amplificador semelhante mas usando um válvula 6J6 que também contém dois triodos, à semelhança da 12AU7, mas a 6J6 tem dois triodos com os cátodos comuns (numa configuração twin). A 6J6 não é em geral usada em amplificadores de áudio numa configuração de cátodo comum, é mais frequente encontra-la num divisor de fase (amplificador diferencial) para o estágio de amplificação em push-pull. Um triodo típico tem os seguintes terminais: As válvulas têm um contentor de vidro (fragilidade) e necessitam de ser aquecidas (ineficiência) para atingirem o seu ponto de funcionamento, os electrões precisam de ser aquecidos para viajarem. A 6J6 é uma válvula barata e por 3eurs temos toda a distorção de uma válvula num pacote de 7 pinos. Vamos usar um transformador de telemóvel que nos fornece 5.3V para alimentar a o heater da válvula e alimentar o circuito. O heater necessita de pelo menos 6.3V (vamos usar menos) e de uma corrente de 0.45A disponível num qualquer carregador de telemóvel. A datasheet para a 6J6 é esta: http://www.r-type.org/pdfs/6j6-1.pdf Na próxima página apresentamos a lista de materiais necessários antes de começar este projecto. Como habitualmente apresentamos a lista de materiais necessários à conclusão do projecto nos sítios mais fáceis/baratos para os adquirir. Se tiveres sugestões para sítios em conta, aproveita e diz-nos nos comentários! Material Fundamental: 6J6 válvula (ebay) Suporte de 7 pinos (ebay) 100k resistência (Pack de resistências sortidas na amazon) 22k resistência (ou 10k resistência) 2x 1M resistência 22uF condensador electrolítico (Pack de condensadores sortidos na amazon) 3x 220nF condensadores 2200uF 100k potenciómetro log (para controle de volume) (amazon) 2x jacks áudio (ebay) carregador de telémovel (5.3V 0.5A) (Isto não se compra - deve ter algum perdido aí em casa ) Material Opcional (ver justificação mais à frente no texto: http://www.muzique.com/lab/tone3.htm): 100k potenciómetro linear (para controlo de tonalidade) (Amazon) 39k resistência 22k resistência 0.01uF condensador 4000pF condensador O Circuito está esquematizado na figura seguinte: A figura seguintes mostram a vista da parte de baixo da válvula. O dois triodos correspondem a: 1º triodo: plate (pino 1), gate (pino 6) 2º triode: plate (pino 2), gate (pino 5) O cátodo comum é o pino 7 e o heater (filamento) correspondem aos pinos 3 e 4. A peça fundamental neste circuito é esta válvula: Tinha uma caixa Hammond já furada sem utilização na qual tinha desenhado um motivo de trepadeiras com um berbequim manual: Não esquecer o suporte de 7 pinos para a 6J6, este foi usado para a montagem na breadboard: O transformador foi reaproveitado dos muitos que por aqui em casa vão sobrando, não se gasta dinheiro numa coisa destas! Mas primeiro vamos aos testes, que mostramos na página seguinte. O estudo do circuito foi realizado numa pequena breadboard, a desorganização dos fios é reveladora! A figura seguinte mostra a tensão à saída para diferentes valores de amplitude do sinal de entrada e mostra bem o tipo de curvas do sinal de saída que nos dão a “boa” distorção. Desta vez não coloquei as diferentes componentes harmónicas para cada caso. É fácil descobrir as dominantes em cada caso. Optei por montar tudo no suporte da válvula, não é das montagens mais bonitas mas funciona. O esquema das ligações é este: Os cilindros amarelos na figura anterior são os condensadores de 220nF, ficaram um pouco encavalitados. Depois de testado com o amplificador achei que um tone control seria uma coisa interessante de adicionar ao circuito, e já tinha os furos feitos para adicionar mais controlos. A escolha recaiu sobre o tone control do Big Muff PI (http://www.muzique.com/lab/tone3.htm) cuja montagem foi efectuada nos pinos do potenciómetro de 100k linear. O potenciómetro log de volume corresponde ao rectângulo verde e o tone control ao cilindro prateado junto ao condensador verde de 4000pF e a um outro, velhíssimo que para aqui tinha, de 0.01uF. Inicialmente tinha uma resistência de 10k na plate do segundo triodo mas a adição do tone control atenua muito o sinal de saída, por isso se se pretender incluir o controlo de tonalidade talvez seja mais razoável substituir essa resistência de carga por outra de 22k ou mesmo de 100k. Melhor ainda será usar duas 6J6 com o tone control entre os dois estágios, futuro projecto. Alguém do Forumusica avança com a ideia? Do ponto de vista sónico e com o objectivo de construir um booster com um som de válvula o tone control é perfeitamente dispensável, mas como tudo isto é DIY podemos testar as várias hipóteses com um acender do ferro de soldar. Mas confesso que a versão que mais gosto é a simples, sem tone control e com 10k na plate do segundo triodo. O condensador C2 controla o cut-off nas frequências mais baixas (à volta de 7Hz) diminuindo o seu valor de é possível retirar mais alguns baixos, para 80Hz C2 deve ter o valor de 2uF (C2=1/(2*3.14*1000*80)). É fácil sentir o encanto de ver uma válvula a funcionar. O booster funciona muitíssimo bem para espevitar qualquer amplificador solid-state com pouco carácter. E como soa? Bom, melhor mesmo é montar um!
  23. Tutorial - Booster com uma válvula 6J6 a 5.3V Resumo: Aproveitando o baixo custo - 3 euros - de uma válvula 6J6, podes construir um excelente booster, que funciona muitíssimo bem para espevitar qualquer amplificador solid-state com pouco carácter. Vê aqui como! ... Ver este tutorial completo
  24. Boas malta, ando a ver se consigo estimular o meu puto a pegar na guitarra dele (uma Ibanez Micro). Entonces lembrei-me de pegar em temas da Guerra da Estrelas, tipo a Marcha Imperial ou Jedi theme, por exemplo, mas em formato melodia de digitação simples... é para iniciantes, certo? Outras ideias também são bem vindas, claro. Chutem aí links e youtubes que conheçam please (pois é, ser-se moderador permite a coexistência com a preguicite aguda, ainda não pesquisei nada). Muchas Gracias!
  25. Neste tutorial vamos discutir uma das formas mais simples de construir caixas de madeira para altifalantes (pavilhões acústicos). A técnica de montagem não é nova mas merece a discussão de alguns detalhes para que se possa perceber como funciona e se possa repetir. A técnica de construção é simples e não requer qualquer tipo de máquinas sofisticadas. Vamos usar dois exemplos diferentes: o primeiro é a reciclagem de um amplificador que usei no fim dos anos 80 um Torque, no segundo vamos usar um woofer de 5'' com um cone de Kevlar que funciona muito bem para guitarra. Este é o projecto ideal para reaproveitar aquele altifalante que não tem casa ou aquele amp velhinho que tens e já não usas. Fica connosco nas próximas páginas! O altifalante que vou usar tem origem num combo dos anos 80 da marca Torque. Ao longo deste tutorial será transformado em outra coisa: Já tinha anteriormente retirado o amplificador (ver entrada no Forumusica) A caixa está neste estado: Com pó e sujidade acumulada ao longo dos anos. Vou aproveitar a grelha metálica e a baffle que me parecem estar em condições. Uma vez retirado a grelha e o altifalante está na altura de ir buscar algumas ferramentas. O esquadro metálico dá muito jeito para medir e garantir que temos ângulos rectos, note-se a prancha de madeira que está por baixo e que será usada para a construção da caixa. Poderia ter usado tábuas de pinho maciço, mas esta prancha estava em promoção. A caixa foi dimensionada de modo usar a grelha e a baffle do Torque. Foi usada uma prancha de 18mm de espessura para cortar os lados e construir as ripas para fixar o fundo e a baffle. Depois de cortadas as madeira com as dimensões certas é necessário montar a caixa propriamente dita. A ideia é usar parafusos e cola para fazer as junções. Esta madeira tem 18mm de espessura e por isso começo por marcar uma linha à distancia de 7mm do bordo para colocar os parafusos. Repito esta operação em todos os lados e as vezes necessárias. De modo a embutir os parafusos uso um berbequim pequeno com uma ponta adequada. A colagem é feita aparafusando as duas partes depois de colocada a cola, este método tem a vantagem de evitar o uso de grampos de pressão e permitir um ajuste de precisão forte. A parte interior já colada ficou assim. Não esquecer a marcação de cada parte, de modo a se saber, depois de feitos os furos, onde cada parte encaixa. Passo a passo vamos colando cada parte. A parte detrás tem já o furo para se colocar o suporte do jack efectuado com uma broca craniana de 30mm. Já me esquecia, se por acaso a parte vertical ficar mal furada, ou se for usada uma brocaligeiramente mais larga, não há nada que um fósforo não resolva. Usei uns batentes de porta como pés e coloquei uma anilha no interior para maior robustez mecânica Depois de tudo colado, deixado de lado durante 24 horas, está pronta para ser lixada. Há que ter algum cuidado de modo a conseguir-se um acabamento consistente e duradouro. Há várias formas de fazer o acabamento final, receitas tradicionais para coloração da madeira, produtos comerciais, vernizes etc. Optei por usar um produto do IKEA que permite uma aplicação consistente e dá à madeira o seu tom natural, permitindo à madeira um envelhecimento natural, resistente à humidade e não tóxico (pode ser novamente aplicado no futuro). Apesar de ter medido tudo várias vezes, por um ou dois mm se estraga a ideia de perfeição e se interrompe o fluxo de trabalho que até ai estava a correr tão bem. Acontece frequentemente no DIY. Mas não há nada que não se resolva com paciência e algum jeitinho. Tive de cortar 5mm de modo a que a baffle encaixasse na caixa, mas nada de grave apesar da baffle ser de aglomerado de madeira que se esfarela com muita facilidade com a serra tico-tico. Pintei as arestas e os lados acabados de cortar com tinta acrílica que era a que tinha cá em casa. E o resultado final nem ficou mal. Note-se os pezinhos de madeira elevados onde irá encaixar a grelha. O DIY tem os seus bons e maus momentos, este é um dos bons. A segunda parte deste tutorial diz respeito a construção de uma cab para um speaker de 5''. O método de construção é semelhante. O altifalante é um Skytronic de 5'' de 200W /também já descontinuado)! É um speaker com um cone de Kevlar e tem meaty break up que gosto muito. .A técnica de construção é semelhante. Nesta cab usei, como anteriormente, uns patentes de porta como pés. Mas usei umas protecções de malões para proteger os cantos da cab. Pelo que percebi já não são fabricados mas pode ser que fora das grandes cidades ainda se consiga arranjar nalguma drogaria. A coisa mais curiosa desta caixa é o grill-cloth. Usei uma rede de protecção para jardim que encontrei à venda numa grande superfície comercial (conhecida por malha de ocultação: http://www.leroymerlin.pt/Site/Produtos/Jardim/Vedacao-e-ocultacao/Ocultacao-e-cercados/Canicos-urzes-sebes-e-malhas/14048391.aspx. Funciona lindamente! Vejamos com foi feita a montagem. Claro que precisamos de um agrafador. Este tutorial tinha como objectivo mostrar como construir uma caixa para acomodar um altifalante de um combo dos anos 80 e mostrar em como a mesma técnica se aplica à construção de uma nova caixa. Utilizamos materiais acessíveis em qualquer loja de ferragens, por exemplo, batentes de porta como suporte das caixas, e como é possível usar malha de ocultação em substituição dos vulgares gril-cloths nas cabs. Nunca é demais referir a satisfação que é tocar usando uma cab feita por nós! Boas construções.