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  1. ultra swede esn

    http://www.hagstromguitars.com/electric-guitars/ultra-swede-esn.html Bom dia, onde e como arranjo disto cá em Portugal? Vi na Thomann mas quero dar lhe um toque ou mesmo gastar o €€€ cá nas nossas lojas. Alguém tem experiência com a marca? Abraço a todos
  2. Polish para guitarra: com ou sem cera?

    Ando à procura de um polish para substituir o meu que já parece leite estragado fervido... já tem praí 12 anos de vida lol Andei a ver e parece que há de dois tipos: com cera e sem cera. Eu quero é que deixe a pintura a brilhar e já agora, que não a estrague Os concorrentes: Qual a melhor opção? O que é que usam por aí?
  3. Mopho com disco a chegar

    Disco a chegar mas enquanto não chega, sai mais uma promo. https://www.facebook.com/Mopho.portugal/?fref=nf
  4. Pedais Loops

    Quero gravar uma guitarra. Quais são os melhores pedais para fazer loops?
  5. Andava à procura de pickups sustainers tipo single coil e gostava de saber que opções conhecem que andem no mercado. O que me veio à cabeça foi o Fernandes sustainer, que custa 340€, mas é muito caro. Sei que algumas Jacksons antigamente tinham... Depois veio-me à memória o pickup do "sustain infinito" do Rui Luís... chegou a existir? O que há mais por aí?
  6. Cabos por medida

    Boas, alguem sabe dizer quem faz cabos por medida? As lojas de instrumentos fazem? Existe alguém que faz especificamente isso? As medidas que quero não estão nas lojas. 12 metros e 8 metros. Ou ando a ver muito mal...
  7. Ontem rodei um "pequeno" Peavey Vypyr de 15Watts. Já há muito tempo que não tocava num amp solid state e fiquei relativamente impressionado com o bicho. É alto (muito), acho que o speaker é muito eficiente e no que toca às emulações de amps, nos de alto ganho soa bastante bem mesmo. Gostei especialmente da emulação do 6505, e a do recto também não estava nada mal. Nos cleans não era nada de especial excepto a emulação do Tween Reverb que soava bem. Os efeitos não eram nada de especial mesmo. Impressinou-me um ampzeco destes mesmo, e agora vou querer arranjar uma coisa destas, mesmo. Para ter por casa e micar para gravações, e preencher uma lacuna que tenho que é a falta de um amp high gain pequeno. Comparativamente ao Vox Pathfinder 15, o Vypyr cobre melhor o território high gain, mas não faz o breakup e os cleans do Pathfinder que são muito "Voxy". A diferença para os line6 Spider é que as distorções aqui são analógicas,e a meu ver soam-me melhor que as da line6. Sinceramente, um pequeno grande amp este Peavey.
  8. Dr. No Turd Fuzz

    Ora aqui está o o expoente máximo para quem procura um tone de m***a! A Dr. No Effects, especializada em fuzzes, lançou o Turd Fuzz, com um aspecto a condizer! O pedal tem um a caixa feita num material mole, para trazer a suave textura excrementícia à nossa pedalboard: basta pisar nele para activar o efeito, e promete trazer um tone mal cheiroso para guitarristas e baixistas. O circuito é feito com base em dois transistores NOS para dar um fuzz à maneira antiga. Incrivelmente há um controlo de volume que pode ser rodado através de uma chave de fendas (internamente). Há também uma mosca com olhos de led que indica quando o efeito está ligado. Aqui está o vídeo seguinte a mostrar como realmente funciona! Mas que ninguem se iluda: a m***a não é necessariamente barata: 209€ neste caso!
  9. Guitarras Eléctricas com piezo

    É isso, guitarras eléctricas com piezo, o que conhecem e que tal são? Descobri esta que desconhecia: Deve andar por volta dos 1300€.
  10. Bending

    Bending, do inglês dobrar, curvar, é uma técnica de guitarra, utilizada em vários estilos musicais mas afirmada sobretudo nos blues. Consiste numa nota que é subida gradualmente, em glissando, através desta execução específica: toca-se uma nota normalmente mas, deixando o dedo a pressionar a corda, empurra-se para cima ou puxa-se para baixo. Isto vai causar, inicialmente, uma desafinação na corda. Porém, se se for puxando ou empurrando mais, podemos afinar até chegar a uma nota pretendida. Geralmente, os bendings são de meio tom, um tom ou tom e meio, ainda assim, por vezes utilizam-se bendings de um quarto de tom mas também de 2 tons ou 2 e meio.
  11. Do que precisa um home studio?

    Com as novas tecnologias tornou-se muito fácil ter um estúdio em casa. No entanto, há várias coisas que devemos ter em conta. Nomeadamente, a quantidade de dinheiro que queremos gastar, o que já temos e podemos utilizar, e o que queremos gravar. (Quem quer gravar guitarra acústica e voz se calhar precisa de menos material de uma pessoa que queira gravar uma banda inteira, ou pelo menos, poderá talvez gastar um pouco mais num microfone mais caro, que capture exactamente o que quer. O setup para que vamos apontar é para o mais modesto possível, mas que ainda assim nos permita ter resultados satisfatórios para (quase) todas as ocasiões. Assim, vamos dividir este tutorial em várias partes: 1. Prioridades 2. Computador e Placa de Som/Software 3. Material de gravação: a) monição e c) microfones 4. Pesquisa e sê Criativo Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples Antes de começar qualquer tipo de investigação devemos perceber o que vamos gravar, quais são as condições em que vamos gravar e onde queremos gastar mais dinheiro. Quando comecei a comprar material de gravação já tinha um bom material de guitarra. O meu objectivo sempre foi gravar guitarra eléctrica e voz. Como tal, um microfone cardioid seria o suficiente. Se quisermos gravar guitarra e voz ao mesmo tempo, devemos ter em atenção o ruído do espaço onde será, normalmente, feita a gravação para perceber se podemos usar um microfone omnidirecional, ou se deveremos optar por um set de dois microfones . Felizmente, para a quantidade de pistas de que estamos (normalmente) a falar, não é necessário ter um computador com um grande processador para se conseguir fazer boas gravações, por isso em princípio poderemos utilizar a "máquina" que temos por casa. Outra coisa boa, é que com as placas de som USB, deixa de ser "necessário" fazer modificações ao computador. Cheguei a experimentar softwares de guitarra e simuladores de coluna no computador, mas nunca cheguei a ficar satisfeito com os resultados (confesso, talvez por falta de esforço da minha parte). Resolvi optar por uma placa de som da focusrite (Scarlett 2i2) que tinha boas reviews. As Line 6 UX costumam ter boas reviews nos foruns e a M-audio (fast track) que experimentei era muito boa para o preço também. Quanto a Software, temos de perceber se queremos investir, ou se queremos ficar pelos freeware. Quando comprei a focusrite, que veio com o Ableton Live Lite. Foi muito fácil adaptar-me ao programa para fazer as coisas mais básicas. As coisas mais complexas, aprende-se através dos tutoriais. Dentro do software, também é muito importante percebermos o tipo de som que queremos fazer. O Fruity Loops já foi muito usado para música electrónica, mas é de difícil adaptação, o ableton é muito usado ao vivo porque se foca nos loops e o audacity, o mais limitado dos que já usei, no fundo só dá para fazer uma edição muito básica do som. Quanto a monitores diria que o melhor é termos várias opções à nossa disposição (como sempre ouvimos dizer, escutar a música em diferentes fontes de áudio, em casa, no carro, com phones, headphones, etc). Para usar em casa, e sei que alguns técnicos de som discordam disto, a opção mais prática e eficaz, são os headphones. Hoje em dia com relativamente pouco dinheiro compra-se uns headphones decentes (claro que quanto mais gastarmos, mais definição temos) que nos permitem fazer uma mistura que "não envergonha". Do que experimentei, tenho tendência a gostar dos Sennheiser, embora já tenha lido boas críticas a outras marcas como os Shure, Superlux. Deixei, talvez, o mais importante para o fim. De todo o set, aquilo em que notei mais diferenças foi na escolha dos microfones. No meu caso experimentei Cardioid, Condensador e Ribbon, tendo acabado por preferir a última opção. Talvez seja aqui também aquilo em que compensa (na minha opinião) gastar mais dinheiro. Se há coisa que torna as tarefas mais desafiantes são as limitações. Os Beatles serão talvez dos exemplos de maior criatividade (na luta contra as limitações da época) que se pode ter em estúdio. Não é preciso pesquisar muito para encontrar baterias gravadas com dois microfones: Que soam gigantes porque foram gravadas numa casa banho com qualidades sonoras específicas, ou EPs gravados em cassette com 8 track recorders (https://wettnurse.bandcamp.com/track/satans) ou este álbum do Frusciante gravado num four-track recorder: Posto isto, só me resta dizer que pesquisar e brincar é, para mim, grande parte do que é "gravar". Gosto de procurar novos sons, estéticas, distâncias e cruzamentos entre microfones, hi-fi com lo-fi, etc.
  12. Tutorial - Do que precisa um home studio? Resumo: Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples ... Ver este tutorial completo
  13. Como escolher cordas para guitarra

    Antes de mais, é importante salientar que a escolha de cordas é tão pessoal quanto a procura do próprio som! Sim, o que são as minhas cordas de eleição, podem não prestar para outra pessoa e isso não faz de um melhor que o outro. Portanto, a escolha das cordas depende de muitos fatores: forma de tocar e atacar as cordas, estilo de música tocado, construção da guitarra, tipo de som pretendido, a durabilidade e, last but not least, o preço delas! Não há nada como experimentar! Deste modo, se ainda não sabe bem o que pretende numas cordas, nada melhor do que ir trocando de modelos. Quando encontrar "aquele", pode sempre ficar por aí... Nas próximas páginas, irei referir algumas características de vários tipos de cordas que podem ajudar a escolher (pelo menos em teoria). Espessuras: As cordas de guitarra elétrica variam muito na sua espessura. Em geral, as cordas mais finas (mais leves) são mais fáceis de tocar, não sendo necessário aplicar muita força ao pressionar as cordas. Torna-se bastante mais simples fazer bendings e outras técnicas, porém, partem com mais facilidade. Por outro lado, as cordas mais grossas tendem a ter mais som e maior sustain, ainda que se tornem um pouco mais difíceis de tocar e exerçam mais tensão no braço da guitarra. Para afinações mais graves, por exemplo drop C, recomenda-se o uso de espessuras maiores de modo a manter alguma tensão sem trastejar. A maioria dos guitarristas que tocam rock e blues preferem cordas de espessura média. Materiais de Construção: Os materiais de que são feitas as cordas também influenciam evidentemente o som das mesmas. Escrevo-vos algumas correspondências entre os materiais mais habituais e o tone obtido (vou tentar traduzir os termos do inglês mas utilizam-se normalmente sem traduzir): Nickel-Plated Steel - Aço Niquelado - ataque bem vincado e som equilibrado. Estas são as mais utilizadas. Pure Nickel - Níquel - ligeiramente mais "quentes" e menos brilhantes que as cordas em aço niquelado. Stainless Steel - Aço Inoxidável - têm um som um pouco mais brilhante e têm uma boa resistência. Também se diz que melhoram o sustain. Chrome - Cromadas - um som bem "quente" mas que perde um pouco de sustain. Existem outros materiais de construção mas incluí aqui apenas os que conheço melhor. Quanto às cordas para guitarra acústica, a problemática mantém-se no que respeita à espessura das cordas, sendo que estas costumam ser mais grossas e tensas que as de elétrica. Contudo, os materiais de construção não são os mesmos. Os mais comuns são: Bronze - têm um som com bastante brilho e nitidez. Acabam por gastar-se depressa porque o bronze oxida facilmente. Phosphor Bronze - Bronze Fosforoso - comparadas com as de bronze, estas cordas têm um som um pouco mais "fechado" e mais "quente". O fósforo, supostamente, prolonga ligeiramente a longevidade das cordas. Brass - Latão - Som muito brilhante e metálico. Silk and Steel - Seda e Aço - por dentro têm aço e, à volta das cordas mais graves, têm seda (também as há com nylon). O seu som, é mais soft, menos metálico, mas, ainda assim, bonito. Pessoalmente, sou fã destas cordas para algumas coisas. Tornam-se fáceis de tocar. Antes dos anos 40, as cordas eram feitas de tripa de vaca, porco, ou ovelha. Ainda hoje se conseguem encontrar cordas destas mas a preços muito elevados! Curiosamente, no que concerne às cordas para guitarra clássica, normalmente, não se fala em medidas de espessura mas sim em tensões altas, médias ou baixas. As cordas de tensão alta, habitualmente, têm mais volume de som e maior ataque (o que ajuda especialmente guitarristas clássicos e em ambientes sem amplificação), mas tornam-se mais rijas, mais difíceis de tocar. As cordas de tensão baixa, são, praticamente o oposto, tendo menor som mas sendo mais fáceis de tocar. As de tensão média, também chamadas de tensão normal, procuram ser um equilíbrio entre as cordas de tensão alta e baixa. Quanto aos materiais de construção, também é interessante compreender que, geralmente, chamamos cordas de nylon a estas cordas mas nem sempre é verdade. As três cordas de baixo são, por norma, fabricadas com materiais diferentes das restantes. Assim, vou referir-me primeiramente aos materiais mais usados nessas três mais agudas: Nylon - Sim! São as mais comuns. Têm um som claro e são feitas de um filamento de nylon. Titanium - Titânio - têm um som mais brilhante que as de nylon (sempre estranhei estas cordas, uma vez que o titânio é um metal... Mas elas existem e não parecem ser de metal... Talvez alguém possa aqui trazer mais informação acerca disto). Fluorocarbon - Fluorocarbono - estas cordas, conhecidas como sendo de carbono ou fibras de carbono, tendem a ser bastante mais caras que as de nylon. Têm um som mais brilhante que as aquelas e também mais volume sonoro. Quanto aos baixos, são fabricados com um metal enrolado à volta de um núcleo, geralmente de nylon. Os metais mais usados são o cobre ou o bronze, frequentemente banhado a prata. Em relação a preços, como em tudo, nem sempre o mais caro é o melhor. Existem, na minha opinião, conjuntos de cordas muito bons por cerca de 5€... E também alguns muito maus por 15€... Mas, lá está, é só o meu parecer! Espero ter ajudado de alguma forma, no entanto, não esquecer que nada melhor que o nosso ouvido (e os nossos dedos) para realmente decidir as cordas que queremos. O nosso gosto é que pode definir o nosso som que, em última análise, está sempre em constante mutação.
  14. (Tutorial) - Como escolher cordas para guitarra

    Tutorial - Como escolher cordas para guitarra Resumo: Muitas vezes, questionam-me acerca das melhores cordas para usar. Não existe uma resposta "chapa 3" e, como tal, neste tutorial, vou procurar abordar alguns fatores a ter em conta nesta procura. Espero que seja útil! Sintam-se à vontade para me corrigir e/ou completar! ... Ver este tutorial completo
  15. mais duas meninas

    boas tenho estado um pouco desaparecido daqui mas sem ter parado. aqui ficam umas fotos mas no meu site tenho mais pois adicionei 4 guitarras a dias abraço
  16. Positive Grid Bias Delay

    A Positive Grid lançou o seu Bias Delay. Basicamente o pedal permite, à semelhança do que já vem sendo tradição na marca, permitir criar qualquer delay através do seu software. A marca diz que só usa os melhores componentes na construção do pedal e que este estará disponível em breve. O preço deve andar por volta dos 350€ posicionando-se na gama do seu irmão de distorção.
  17. A Joyo lançou uma série de mini amps com um conjunto de características interessantes. Pequenos, mas (relativamente) poderosos, podem ser a solução para músicos "on the move" que não queiram carregar cabeças pesadas. Ou até para ter por casa, se não houverem vizinhos chatos por perto. Os amps foram revelados na NAMM 2016, e a série consiste em 6 diferentes mini amps, com sabores a amps bem conhecidos, mas em formato head bastante reduzido. Ainda não há preços definitivos, mas devem rondar os 180 a 200€ por amp. Características Comuns Todos os amps da série partilham um conjunto de características em comum: Preamp com uma válvula 12AX7 Power amp solid state (classe D) com 20 Watts a 8 ohms Dois canais Aux in via Bluetooth Controlos de ganho, tone e volume FX loop Saída para auscultadores com emulação de coluna Características Específicas Cada amp tem o seu voicing, identificado pela cor do amp: BantamP Jackman (vermelho): esta é a emulação do Marshall JCM 800 BantamP Zombie (cinzento): emulação do Triple Rectifier - tem um opamp antes da válvula de preamp BantamP Vivo (branco): emulação Hiwatt - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Atomic (verde): emulação Vox AC30 - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Meteor (amarelo): emulação de "ganho" british (?)- tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP BlueJay (azul): emulação fender (Blues Junior?) - tem um jfet antes da válvula de preamp
  18. Set Neck

    Set Neck designa comummente um braço colado ao corpo do instrumento, por contraposição ao bolt on (braço aparafusado), em instrumentos de corda como guitarras e baixos. Um braço colado da guitarra transmite a ressonância entre o corpo e o braço de forma mais imediata que o braço aparafusado. O resultado é um som ligeiramente mais cheio e encorpado. Por outro lado os braços aparafusados, ao isolar mais o braço do corpo, garante uma maior definição do tom, maior twang. No entanto, ao contrário do que afirmam muitos mitos, nenhum é melhor que o outro: o que interessa mesmo é a eficiência da transferência de energia entre braço e corpo, e isso tem muito a ver com a qualidade do acabamento da junção. Quanto maior for a superfície de contacto entre braço e o corpo, maior será a a transferência de energia, e maior será esse efeito no timbre do instrumento. Tradicionalmente, guitarras como a Gibson Les Paul têm o braço colado ao passo que as Fender (Stratocaster e Telecaster) têm o braço aparafusado.
  19. A Radial Engineering lançou o novo Texas-Pro, um pedal de drive, com booster e fx loop: O Boost tem vai até +22dB de ganho e o drive pode ir desde um TS-9, passando por um OCD até ao ganho mais agressivo através de um switch de 3 posições. Os preços rondam os 170 dólares americanos.
  20. CLIFFS OF DOVER (Eric Johnson) cover

    Novo cover no qual estive a me empenhar! Tentei encontrar o melhor timbre possível.
  21. DSM Noisemaker Drive Maker

    A DSM Noisemaker, sediada no Chile, lançou o Drive Maker, um pedal de distorção bastante diferente do que abunda no mercado. Num mercado onde abundam clones do Tube Screamer, Big Muff, Fuzz Face e Dist +, ou emulações digitais destes, a DSM Noisemaker quer criar um circuito novo que permita aos guitarristas encontrarem o seu próprio som. O Drive Maker O pedal, além dos controlos normais, tem também um FX loop, permite ser usado em guitarra ou baixo (tem um switch para isso), tem 3 modos de clipping, voice control, octaver, e um boost de 30 Db's, sendo um pedal muito completo e flexível. Diz o site da marca: (de: http://www.dsmnoisemaker.com/drive-maker) O pedal é flexível QB, e permite alimentação de 18v para maior headroom: O preço para a Europa fica em 289 dólares (já inclui 50 dólares de envio), e se adicionarmos 23% de taxa alfandegária, não fica barato. Mas é um grande pedal! Pessoalmente, já há muito que não via um pedal de distorção que me interessasse tanto como este.
  22. Boas músicos! Venho recomendar-vos este pedal que acabei de adquirir. É o Rage Machine da Mooer, como diz no título. É um pedal de distorção com bastante gain, ou mesmo usando pouco gain ele soa lindamente para rock. Tem uma "distorção limpa", pouco ruído, som tight mesmo como eu gosto... Se puxarem pelo gain. não soa a nada perto do Metal Zone. O pedal é bem pequeno e superou a minha expectativa a 200%. Fiquei tão contente com aquele pequenote que tinha que escrever alguma coisa sobre ele para vocêzes. Ao pessoal que queira um bom pedal de distorção para Metal / Hard Rock, sugiro que dêm uma olhada neste, ele soa ainda melhor do que nas reviews que andam pela net. Um dia destes gravo qualquer coisa com ele e posto aqui. 74€ na Thomann, o que eu acho barato para o bichinho que é, daí o "not too much pain"
  23. Glou Glou Déja-Vu

    A Glou-Glou é uma fabricante francesa de pedais "boutique" "estranhos", numa especie de hipsterice chic à là française da música. Após o anterior Rendez-Vouz (que podem vê-lo aqui), a marca lançou o Déja-Vu, um pedal filter e phaser, com dois LFOs, cheio de opções. E como é apanágio da marca, 100% analógico. O melhor é ouvir mesmo este pedal-laboratório! Quanto a preços, 590€ tal como o seu irmão. Não faltarão pretendentes, digo eu! O que acham? Era bicho para estar na vossa pedalboard?
  24. Interessante. Nunca consegui ter um som "como deve ser" não usando um amp. Havia sempre alguma coisa que faltava, e ainda hoje não sou muito fã dessa solução. Mas este vídeo é interessante:
  25. yiruma - River Flows in you (cover)

    Este é o meu canal do YouTube e significava muito para mim se pudessem apoiar com um simples like ou até mesmo subscreverem! Thanks ^-^