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  1. É um facto que nos vemos à rasca quando tentamos falar de como um determinado som de guitarra é. Desde "quente", até "orgânico", há um conjunto de termos que muitas vezes me apercebo que não querem significar o mesmo para uns e para outros. Proponho este tópico para irmos discutindo e (a ver vamos) chegar a um consenso mínimo sobre os vários tipos de som até para facilitar a troca de opiniões. Ou pelo menos para nos rirmos um bocado com as noções que cada um tem Vou dar as minhas definições do que me ocorre no momento: Estéril - Som bastante "unidimensional" e uniforme. Associo isto aos pickups activos da EMG e ao clean dos amps solid state, tipo isto: Quente: associo a um som com ganho (médio ganho) com bastantes médios e "brilho", como o som do Edge no riff inicial da Vertigo (até aos 0:23) e depois no refrão. Orgânico - não associo a nada
  2. Cenas sobre o "Mojo"

    A propósito da discussão sobre o "mojo" nas guitarras. Lembrei-me de uma das guitarras com mais "mojo", e calhou ver este vídeo, que desde o início ao fim fala do que é ter mojo. Desde já aviso: quando chegarem ao final do vídeo só vão querer esta guitarra porque é aquela que tem mojo.
  3. Ora bem, porque há amps que retiram GAS, aqui vai este: Pode ser a gravação, o posicionamento do microfone e tal, mas já não é a primeira vez que vejo um destes a soar pessimamente mal. Um deles até nas mãos do Bonamassa.
  4. As guitarras do satriani de 2016

    Isto é o que acontece quando se têm várias guitarras em branco e se passam para a mão da "criatividade" do Satriani: Parecem guitarras feitas por criancinhas
  5. NGD - New Guitar Day

    É isso mesmo. Até me espanta não haver aqui um tópico activo sobre este tema tão importante Ora posso começar eu. Hoje chegou aqui a casa uma Squier Affinity Tele, Made in Indonesia. Aqui está ela: Comprada como sendo stock de uma loja de instrumentos que fechou. Comprei-a sem saber como era, e tem um maple neck, coisa de que eu sou fã em strats e teles. O acabamento é "teoricamente natural", mas levou uma tintinha assim a dar para o bege. Ainda não lhe deitei as unhas, apenas fiz uma breve inspecção visual. O corpo tem 5 peças (daí a tinta... deve ser para disfarçar!), de resto, o normal nas squiers affinity. Vou fazer um transplante da minha tele "Jack and Danny" que tem um Dimarzio Twang King no neck e instalá-lo nesta quando tiver um bocadinho de tempo livre, que só deve acontecer para a semana, instalar umas cordas novas e coisa e tal.
  6. Footswitch

    Será que alguém me pode dar uma ajuda? Tenho um frontman 212R mas fiquei sem o footswitch, enfim... Qualquer footswitch é compatível ou tenho que arranjar outro da Fender e do modelo exacto? Posso utilizar um footswitch Marshall por exemplo? ou um da Fender de outro modelo ....?
  7. A Roland encolheu o lendário JC120 num pacote mais pequeno. Além do típico som Jazz Chorus, é também muito adequado para pedais e e emuladores digitais de amps devido ao headroom que tem. De aspecto mais atarracado, o amp tem dois speakers de 6.5, potência de 30 watts stereo, reverb, space chorus e FX loop (stereo!). Pesa 12 KG e tem 46cm x 33cm e tem 24 cm de profundidade, sendo assim, bastante transportável. Estará disponível no final do mês de Novembro e custará cerca de 400€. Vamos a sons:
  8. Wampler Pinnacle Deluxe V2

    A versão 2 do Wampler Pinnacle Deluxe está acabou de saír. A receita deste novo pedal foi: Pegar no original Manter o que é bom Adicionar opções para o tornar mais versátil. O V2 traz uma nova equalização de 3 bandas, dois novos switches, um boost pre-gain (que pode ser usado acom o pedal em bypass) e a novidade: um switch "sag" do lado esquerdo. O pedal promete cobrir todos os territórios, desde o overdrive até ao metal. É true bypass e custa quase 240 dólares nos Estados Unidos.
  9. O/A (nunca sei como se deve escrever) Keeley lançou um teaser de um pedal que está pra chegar. Aceitam-se apostas: Fuzz + Flanger + Delay?
  10. Clinch Burnish Boost

    A ClinchFX é uma empresa australiana que faz pedais analógicos desde 2005. Desta feita, lançou o Burnish Boost que basicamente é um mini amplificador classe A num formato pedal, capaz de dar um coice de 18 db antes de clipar, sendo transparente q.b., sobressaindo ligeiramente a zona média. O pedal custa cerca de 149 dólares americanos, mas até ao final do ano os portes são grátis.
  11. A Lightning Boy tem um pedal de compressão com duas válvulas NOS 12AU7 ( bastante menor ganho que as 12AX7, mas eventualmente mais aveludadas). O pedal custa cerca de 360 dólares e apesar de todo o aspecto de alta qualidade, tive o cuidado de dar uma vista de olhos ao manual, e em nenhum lado fala em "high voltage". O que me faz pensar que muito provavelmente as válvulas não funcionam a altas voltagens - 180V ou mais, sendo este assim um design starved plate, e as válvulas estarão lá para dar mais para atraír o cliente que para realmente fazer alguma coisa. Portanto não se deixem enganar: se querem mesmo o "tom quente de válvulas" (o que quer que isto signifique), não é este o pedal. O que não significa, obviamente, que o pedal não possa soar bem. De qualquer das formas, aqui fica a review pelo Pete Thorn:
  12. A história da Atlantis Guitars, uma recente empresa familiar fundada por Paulo Granadas, traz soluções inovadoras para o mercado dos acessórios para guitarras e o objectivo é só um: estar lado a lado com os melhores. Neste momento, a Atlantis encontra-se focada na produção de pickguards para guitarra, de forma personalizada e com elevada atenção ao detalhe e qualidade. Fica a história na primeira pessoa. "Comecei a tocar guitarra desde inícios de 2014 sendo autodidacta, toquei desde sempre teclados que também aprendi sozinho (e por isso mal), mas por influência da minha filha mais jovem, acabei por pegar na guitarra e fiquei maravilhado com a experiência de redescobrir um instrumento. Sempre toquei com palheta, por isso desde muito cedo me apercebi da influência desse acessório na forma de tocar e no próprio som. Depois de experimentar todo o tipo de palhetas no mercado, constatei as vantagens das palhetas em acrílico, no entanto tenho um gosto muito particular relativamente ao ataque da palheta nas cordas, e não encontrei nenhuma que me satisfizesse plenamente. Entretanto, um amigo adquire uma máquina de corte e gravação a laser para o seu negócio, e acabo por seu eu a montar a máquina, a afina-la, a instalar todo o software e a fazer os primeiros testes com ela. Passei algum tempo a fazer testes, a procurar e experimentar materiais, e depois chegou a necessidade de saber a opinião de outros guitarristas, e de preferencia mais experientes que eu. Pedi à Administração do Fórumusica para levar a cabo uma iniciativa que me permitisse ter esse feedback, e com o apoio total do Fórumusica, acabei por receber vários relatórios que me ajudaram a aperfeiçoar o design e a procurar mais materiais acrílicos. Nesse processo, o Tiago ( @tmodo Forumusica) mandou-me um relatório extraordinário e acabou por ficar como beta tester dos desenvolvimentos que fui fazendo. (Imagem: Protótipo da palheta Atlantis - uma verdadeira inovação) No entanto dois dos objectivos que tinha em mente, nunca consegui atingir. Produzir as palhetas com um mínimo de mão de obra (que permitisse à minha esposa as fabricar), e a um custo final abaixo das que já existiam no mercado. As palhetas ficaram assim em stand by. Na busca de materiais para fabricar as palhetas, acabei por conhecer outros materiais e Um deles destacou-se particularmente. A sua resistência ao impacto e a agressões mecânicas, a resistência à luz solar e o facto de poder ser utilizado para gravar em máquinas a laser, permitiu-me perceber que era um material de excelência para pickguards. Sendo um material muito superior aos pickguards comumente encontrados no mercado, não o podia ignorar. Fiz alguns testes e fiquei maravilhado com o resultado. As possibilidades de gravação, e o facto de essa gravação ficar em relevo, fazem trabalhos muito interessantes e que se destacam dos demais. Muitos guitarristas procuram personalizar suas guitarras, e os pickguards são também das coisas que mais sofrem numa guitarra. Riscos provocados pela palheta, alteração de cor com a exposição à luz solar, e na realidade há poucas formas disponíveis para os personalizar, sendo a mais comum a colagem de autocolantes em vinil, mas que também não são particularmente resistentes, ou então a pintura que também acaba por ser muito pouco resistente e facilmente fica riscada pela palheta. Assim a Atlantis Guitars, fica concentrada, pelo menos por enquanto, na produção de pickguards para guitarra. Que podem ter uma gravação personalizada, que pode ser um logotipo, um nome, um desenho. Mas também é possível personalizar o próprio modelo do pickguard, assim como também pode-se fazer as tampas para o truss rod e as capas para a traseira da guitarra a condizer. (Imagem: Pickguard para strat personalizada produzida pela Atlantis - é possível ver a qualidade e precisão do acabamento ) (Imagem: Traseira da pickguard para strat personalizada produzida pela Atlantis - shielding) Estamos disponíveis para colaborar com luthiers e lojas, no sentido de produzir pickguards diferentes dos usualmente encontrados no mercado. É sempre fácil encontrar pickguards para Stratocaster, LP, Telecaster, mas a oferta e disponibilidade fica por aí, e quando alguém pretende algo diferente, é confrontado com preços elevadíssimos e requisitos de quantidades mínimas insuportáveis. Na Atlantis Guitars, queremos servir o guitarrista e o pequeno construtor que faz guitarras de excelência, não procuramos produções em massa, por isso estamos disponíveis para oferecer a solução que eles procuram. Somos pequeninos, mas queremos estar ao lado dos melhores. Dos melhores construtores que colocam a sua alma e arte nas guitarras que fabricam. E do guitarrista que coloca a sua alma no instrumento e têm orgulho em o exibir. (Paulo Granadas - Atlantis Guitars) Site: http://www.atlantis-guitars.com/ Facebook: https://www.facebook.com/atlantisguitars Contacto: http://www.atlantis-guitars.com/contact/ Contacto no FM: @pgranadas
  13. A quarta guitarra de assinatura do Joe Bonamassa pela Epiphone tem algumas características especiais: um humbucker ProBucker FB720 (uma recriação do pickup original da firebird dos anos 60), afinadores também a recriar os originais (Firebird/Banjo) e também o headstock original. As características gerais da guitarra incluem tudo em mogno, com o braço da guitarra a ter 9 peças de mogno e nogueira. E aqui em acabamento Gold: Azeite ou porreira?
  14. Bogner Telos

    O novo Bogner Telos promete ser uma evolução dos timbres vintage do blues, rock e hard rock. E totalmente handwired, single channel, e tem válvulas 6L6 no power amp. O loop de efeitos é tube buffered, rectificação a válvulas ou solid state (conforme se pretenda), line out e um botão "schizo" que não deixa de ser "esquizo" com seis posições para seleccionar outros voicings e equalizações. Fica aqui o vídeo:
  15. E neste episódio, um Echoplex EP-3 contra pedais de delay modernos: o Strymon El Capistan, Catalinbread Belle Epoch, Dunlop EP103 Echoplex Delay, Fulltone Solid State Tape Echo e Kingsley Page Tube Boost.
  16. Friedman Guitars

    Apesar de mais conhecida no mundo dos amps, a Friedman aventura-se também no mundo das guitarras. Esta HSS-15 é uma strat já apresentada na Winter NAMM deste ano, e tem como características a destacar: braço quartersawn neck (para quem não é carpinteiro, pode saber mais aqui: http://www.hardwooddistributors.org/blog/postings/what-is-the-difference-between-quarter-sawn-rift-sawn-and-plain-sawn-lumber/ ), acabamento em verniz nitro, corpo de uma peça AAA, braço com perfil vintage C, pickups Motor City Custom Single-Coils and Humbucker, e restante hardware da Gotoh. E claro, um acabamento geral relicado que salta à vista. O preço ronda os 3000 dólares.
  17. Glou-glou Rendez Vouz

    A glou-glou é uma empresa francesa recente que lançou o seu primeiro produto: o RendezVouz. É uma combinação de phaser e filtro 100% analógicos, com uma carrada de controlos de modulação: envelope phase, auto-filter, pseudo ring modulator... e os restantes controlos normais. O pedal tem algumas características interessantes, tal como a opção de estar em ou fora de fase, a opção de vibrato/phaser desde o clássico small stone até ao mutron, filtro multi-modo (passa banda configurável), LFO com várias waveforms, envelope com várias velocidades de ataque, matriz de modulação, etc. As combinações possíveis são muitas. A alimentação é de 15v para maior headroom, e claro, é true bypass. O preço não é tanto true bypass: 590€... Será que vale a pena?
  18. Ibanez MSM1

    A Ibanez lançou a nova guitarra de assinatura do Marco Sfogli (que já participou em vários projectos com James Labrie e Jordan Ruddess, por exemplo). Aparentemente o design é em tudo similar a uma RG (Premium) com o estilo de corpo RG habitual e acabamento natural (tineo top) e corpo em basswood. O fretboard é em wenge, e os frets são, como habitual na gama RG, tamanho jumbo. Os pickups são os já conhecidos Air Norton (no braço) e Tone Zone (na Ponte) da DiMarzio. Os pickups têm switch de 3 posições, não havendo aqui nada de esquisito: é uma máquina de trabalho.
  19. Quando pensamos num determinado tipo de guitarra, vem-nos logo à cabeça determinado estilo de música. Não há certos nem errados, digam o estilo de música que vos vem à cabeça para: Stratocaster: Les Paul: Telecaster: SG: Explorer: Warlock: Flying V: Jaguar: ES-335: Stratocaster: Pop/Rock Les Paul: Rock Telecaster: Country SG: Rock Explorer: Rock Warlock: Black Metal Flying V: Hair Metal Jaguar: Grunge ES-335: Blues
  20. Aqui está um "pedal" que bem poderia estar na secção de amplificação: um cab simulator totalmente analógico. A DSM Noisemaker é uma empresa fundada em Santiago do Chile com uma filosofia muito simples: nunca sairão clones ou pedais alterados da sua fábrica. Todos os pedais são desenhados de raíz. O primeiro pedal da empresa a saír (ainda está em pre-order) é o OmniCabSim Deluxe Analog Amp Simulato, que basicamente é um simulador de coluna totalmente analógico. Com bastantes controlos que permitem esculpir o som até se obter o pretendido (desde o controlar a resposta das altas e médias frequências, até compensar o ganho, o tamanho da coluna, a ressonância, até sobressaír na mistura através de um boost na zona dos 800 Hz através do controlo "Punch"), o pedal tem também um bom conjunto de conexões, desde a típica saída XLR e 1/4 para gravação directa, como uma saída para auscultadores (apenas mono??), com um controlo de volume. Há também uma saída para o FX return do amp, caso se queira utilizar também ao vivo. Um pequeno aparte: este pedal é apenas de um canal (mono), e portanto, se o objectivo for usar em stereo, são precisos dois.. Os preços para a Europa são de 260 dólares, (mais 40 de portes. Diz a própria DSM Noismaker com muita modéstia, que este é simplesmente o melhor Simulador de Cab analógico no mercado. Verdade ou mentira? Julga tu mesmo:
  21. Com todas as várias versões do Big Muff, houve alguém que teve tempo para escrever um completo artigo sobre o pedal e as suas várias encarnações. Vale a pena ler: Leitura: http://www.pmtonline.co.uk/blog/2016/08/23/big-muff-fuzz-pedal-guide/
  22. Tríades e Sweep Picking

    Melhora a tua técnica e teoria: Alex Skolnick fala sobre os acordes de tríades, e sobre o sweep picking.
  23. Há uma edição especial do Keeley THe Wolff Octave Fuzz - 40 unidades em preto. Ao que parece já só sobram 27...
  24. Vox Starstream Type-1

    Depois de anunciada na NAMM, está aí a Vox Starstream Type-1. Uma mistura de "silent guitar", com pickups magnéticos (tradicionais), piezo, um processador de efeitos digitais, e um módulo de controlo digital que permite escolher sons diferentes literalmente ao alcance de um dedo. O preço é de cerca de 750€. Uma autêntica salada russa ou uma guitarra genial? Decide por ti mesmo!
  25. Boas!

    Olá amigos!! Sou Will Duarte (Williams) do Sul do Brasil. Toco guitarra a 22 anos, trabalhei uns 10 anos como Produtor, Engenheiro de Som e Informático (Minha profissão atual cá em Portugal/Lisboa). Nos últimos cinco anos tive a oportunidade de tocar profissionalmente com uma banda chamada Tequila Baby, uma banda muito consagrada na nossa região que fez diversos trabalhos em conjunto com grandes nomes da cena Punkrock Norte Americana como The Offspring, Bad Religion, Marky Ramone, Daniel Rey(Ramones) entre outros. Neste ano resolvi mudar-me para cá para Portugal e ainda estou a descobrir como funciona a cena musical por cá. Então, meu objectivo no ForuMusica é justamente conhecer músicos, conhecer mais sobre a música de Portugal, compartilhar experiências e logicamente fazer amigos. Actualmente tenho feito composições em casa e sigo a contribuir com minha outra banda do Brasil, a Big Stone Crew. É um prazer fazer parte do ForuMusica! Um grande abraço a todos. Will Duarte www.bigstonecrew.com www.tequilababy.com.br