Procura na Comunidade

Resultados de tags 'diy'.



Mais opções de procura

  • Procurar por Tags

    (Opcional) As tags ajudam a encontrar este conteúdo. Escrever tags separadas por vírgulas.
  • Procurar por Autor

Tipo de Conteúdo


Comunidade

  • Geral
    • Discussão Geral E Cultura
    • Divulgação
    • Apresentações
    • O Cantinho da Thomann
  • Divulgação
  • Teoria Musical
    • Teoria e Composição Musical
  • Guitarra
    • Guitarra
    • Amplificação
    • Pedais e Efeitos
    • Instrução e Técnica
  • Baixo, Bateria, Teclas, Voz e Outros Instumentos
    • Baixo
    • Voz
    • Bateria e Percussão
    • Teclas - Pianos, Arranjadores e Sintetizadores
    • Outros Instrumentos
  • Faça Você Mesmo (DIY)
    • Projetos de DIY
  • Som
    • Estúdio
    • Ao Vivo e em Palco
    • Vintage e HiFi
  • Novidades e Ajuda
    • Novidades e Regras da Comunidade
    • O Forumusica: ajuda e opiniões
  • Banda Exemplo's Tópicos
  • MÚSICOS EM LISBOA's Tópicos
  • Músicos em Braga e arredores's Tópicos
  • Mixing in The box.'s Tópicos
  • Mixing in The box.'s Tópicos

Categorias

  • Busca Músicos

Categorias

  • Guitarras
  • Baixos
  • Peças Guitarra e Baixo
  • Bateria e Percussão
  • Pianos e Teclados
  • Amplificadores de Instrumentos
  • Pedais e Efeitos
  • Coisas para DIY
  • Áudio Profissional
  • Outros Acessórios
  • Outros Instrumentos
  • Livros e Revistas
  • Álbuns e Bilhetes

Categorias

  • Técnicos e Luthiers
  • Lojas
  • Formação e Ensino
  • Estúdios
  • Salas de Ensaio
  • Aluguer de Som e Luz
  • Fotografia e Imagem
  • Produtoras e Editoras
  • Importadores
  • Fabricantes
  • Desenvolvedores de Software Musical
  • Bares e Sítios para Tocar
  • Outros Serviços para Músicos

Categorias

  • Dicionário

Categorias

  • Guitarra
  • Baixo
  • Efeitos
  • DIY
  • Gravação e Som

Categorias

  • Música e Cultura
  • Teoria Musical
  • Guitarra
  • Electrónica Musical
  • DIY
  • Baixo
  • Teclas
  • Gravação e som

Calendars

  • Concertos
  • Workshops
  • Banda Exemplo's Calendário
  • MÚSICOS EM LISBOA's Eventos
  • Músicos em Braga e arredores's Eventos
  • Mixing in The box.'s Eventos

Categorias

  • Testes de Cultura Musical
  • Testes de Teoria Musical
  • Testes de Gravação e Estúdio

Estilos Musicais

  • Ideias (Permite Download)
  • Alternativo
  • Baile
  • Blues
  • Country
  • Folk
  • Fusão
  • Jazz
  • Metal
  • Clássica
  • Pop
  • Reggae
  • Religiosa
  • Rock
  • Techno
  • Outro
  • Banda Exemplo's Player
  • MÚSICOS EM LISBOA's Player
  • Mixing in The box.'s Player

Blogs

Não há resultados a mostrar.

Não há resultados a mostrar.


Tipo de Membro


Está online?


Com Foto?


Número de posts

Entre e

Idade

Entre e

Último post

Entre e

Telemóvel


Cidade

Encontrado: 31 resultados

  1. LIL ZIBS - Ah Poin (Demo Indie tuga)

    Viva malta, deixo aqui uma demo que gravei há pouco tempo e deixo também o link do meu youtube. Gostava de saber as vossas opiniões! Demo: https://lilzibs.bandcamp.com/releases Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCNGYkAfbjYmI8BW21I5BE0Q
  2. FACES do EGO no Youtube

    O meu canal de youtube, outra forma de dar a conhecer os meus trabalhos ! Hoje são poucos...amanhã serão mais, subscrevam, obrigado !!! https://www.youtube.com/channel/UCr_Wzj4gJ7A1onmPoPr0p1w
  3. Depois de me aperceber que o melhor som que saco dos multifx é com os meu monitores de estúdio (uns Tannoy Reveal Active), e depois de os meus sobrinhos me furarem os cones dos speakers com as baquetas há coisa de dois anos, vou transformá-los nas minhas colunas de guitarra "para a estrada". Então precisava das vossas sugestões para os seguinte: Queria cobrir os speakers com uma grelha (de preferência metálica). Onde posso arranjar isso dado que o espaço em volta dos speakers não é redondo (devido à "moldura" que a Tannoy colocou). Estes monitores são pesados. Estou a pensar por uma pega aparafusada na parte de cima de cada um para fácil transporte. Concordam? Queria por uns pés de borracha ou rodinhas aparafusadas para não tocarem no chão. O que acham que é melhor? Como proteger os cantos à frente dado que não são tipo paralelipípedos? Haverá alguma maneira de "remendar" os furos no papel dos cones? Obrigado pela vossa colaboração! Btw: Só para que conste... comprei outro set destes monitores depois dos putos terem furado os cones, e na gama até 400-500€ não arranjava nada igual em termos de som e construção. Aqui está a "wall of sound" com os "bons" à direita.
  4. Boas pesoal! Este foi o meu último projecto de diy, um strap para a minha Ibanez LP! Todo em cabedal, com o look de straps que gosto, no total ficou em 20€, como se costuma dizer BBB, bom; bonito e barato!! Aqui ficam as fotos do projecto terminado. Se tiverem comentários e ou críticas são benvindos! Abraços
  5. Neste tutorial vamos discutir uma das formas mais simples de construir caixas de madeira para altifalantes (pavilhões acústicos). A técnica de montagem não é nova mas merece a discussão de alguns detalhes para que se possa perceber como funciona e se possa repetir. A técnica de construção é simples e não requer qualquer tipo de máquinas sofisticadas. Vamos usar dois exemplos diferentes: o primeiro é a reciclagem de um amplificador que usei no fim dos anos 80 um Torque, no segundo vamos usar um woofer de 5'' com um cone de Kevlar que funciona muito bem para guitarra. Este é o projecto ideal para reaproveitar aquele altifalante que não tem casa ou aquele amp velhinho que tens e já não usas. Fica connosco nas próximas páginas! O altifalante que vou usar tem origem num combo dos anos 80 da marca Torque. Ao longo deste tutorial será transformado em outra coisa: Já tinha anteriormente retirado o amplificador (ver entrada no Forumusica) A caixa está neste estado: Com pó e sujidade acumulada ao longo dos anos. Vou aproveitar a grelha metálica e a baffle que me parecem estar em condições. Uma vez retirado a grelha e o altifalante está na altura de ir buscar algumas ferramentas. O esquadro metálico dá muito jeito para medir e garantir que temos ângulos rectos, note-se a prancha de madeira que está por baixo e que será usada para a construção da caixa. Poderia ter usado tábuas de pinho maciço, mas esta prancha estava em promoção. A caixa foi dimensionada de modo usar a grelha e a baffle do Torque. Foi usada uma prancha de 18mm de espessura para cortar os lados e construir as ripas para fixar o fundo e a baffle. Depois de cortadas as madeira com as dimensões certas é necessário montar a caixa propriamente dita. A ideia é usar parafusos e cola para fazer as junções. Esta madeira tem 18mm de espessura e por isso começo por marcar uma linha à distancia de 7mm do bordo para colocar os parafusos. Repito esta operação em todos os lados e as vezes necessárias. De modo a embutir os parafusos uso um berbequim pequeno com uma ponta adequada. A colagem é feita aparafusando as duas partes depois de colocada a cola, este método tem a vantagem de evitar o uso de grampos de pressão e permitir um ajuste de precisão forte. A parte interior já colada ficou assim. Não esquecer a marcação de cada parte, de modo a se saber, depois de feitos os furos, onde cada parte encaixa. Passo a passo vamos colando cada parte. A parte detrás tem já o furo para se colocar o suporte do jack efectuado com uma broca craniana de 30mm. Já me esquecia, se por acaso a parte vertical ficar mal furada, ou se for usada uma brocaligeiramente mais larga, não há nada que um fósforo não resolva. Usei uns batentes de porta como pés e coloquei uma anilha no interior para maior robustez mecânica Depois de tudo colado, deixado de lado durante 24 horas, está pronta para ser lixada. Há que ter algum cuidado de modo a conseguir-se um acabamento consistente e duradouro. Há várias formas de fazer o acabamento final, receitas tradicionais para coloração da madeira, produtos comerciais, vernizes etc. Optei por usar um produto do IKEA que permite uma aplicação consistente e dá à madeira o seu tom natural, permitindo à madeira um envelhecimento natural, resistente à humidade e não tóxico (pode ser novamente aplicado no futuro). Apesar de ter medido tudo várias vezes, por um ou dois mm se estraga a ideia de perfeição e se interrompe o fluxo de trabalho que até ai estava a correr tão bem. Acontece frequentemente no DIY. Mas não há nada que não se resolva com paciência e algum jeitinho. Tive de cortar 5mm de modo a que a baffle encaixasse na caixa, mas nada de grave apesar da baffle ser de aglomerado de madeira que se esfarela com muita facilidade com a serra tico-tico. Pintei as arestas e os lados acabados de cortar com tinta acrílica que era a que tinha cá em casa. E o resultado final nem ficou mal. Note-se os pezinhos de madeira elevados onde irá encaixar a grelha. O DIY tem os seus bons e maus momentos, este é um dos bons. A segunda parte deste tutorial diz respeito a construção de uma cab para um speaker de 5''. O método de construção é semelhante. O altifalante é um Skytronic de 5'' de 200W /também já descontinuado)! É um speaker com um cone de Kevlar e tem meaty break up que gosto muito. .A técnica de construção é semelhante. Nesta cab usei, como anteriormente, uns patentes de porta como pés. Mas usei umas protecções de malões para proteger os cantos da cab. Pelo que percebi já não são fabricados mas pode ser que fora das grandes cidades ainda se consiga arranjar nalguma drogaria. A coisa mais curiosa desta caixa é o grill-cloth. Usei uma rede de protecção para jardim que encontrei à venda numa grande superfície comercial (conhecida por malha de ocultação: http://www.leroymerlin.pt/Site/Produtos/Jardim/Vedacao-e-ocultacao/Ocultacao-e-cercados/Canicos-urzes-sebes-e-malhas/14048391.aspx. Funciona lindamente! Vejamos com foi feita a montagem. Claro que precisamos de um agrafador. Este tutorial tinha como objectivo mostrar como construir uma caixa para acomodar um altifalante de um combo dos anos 80 e mostrar em como a mesma técnica se aplica à construção de uma nova caixa. Utilizamos materiais acessíveis em qualquer loja de ferragens, por exemplo, batentes de porta como suporte das caixas, e como é possível usar malha de ocultação em substituição dos vulgares gril-cloths nas cabs. Nunca é demais referir a satisfação que é tocar usando uma cab feita por nós! Boas construções.
  6. Tutorial - Caixas em madeira para altifalantes: reciclagem e construção Resumo: Neste tutorial mostramos-te como construir uma caixa para acomodar um altifalante. Se tens um combo antigo que não uses e meia dúzia de materiais muito acessíveis em qualquer loja de ferragens, então não podes perder este tutorial! ... Ver tutorial completo
  7. Clone do fOXX Tone Machine

    Ficam aqui um par de imagens de um projecto que acabei de montar hoje, o meu primeiro pedal DIY! É um kit da Musikding do fOXX Tone Machine octave fuzz. Isto é uma besta em termos de volume e o fuzz é bastante sólido. O efeito do octave up é simplesmente espectacular! Muita versatilidade no pot do tone também! Na próxima semana espero ter tempo para acabar a caixa, pintar e aplicar um decal que estou a desenhar no GIMP. Assim este post fica já como "build log" desses acabamentos. Depois disso tenho já aqui um kit dum tremolo para montar. Depois de passar a atribulação que é aprender a soldar/desoldar, organizar, planear etc, ter um produto acabado "feito" por nós dá aquele "warm fuzzy feeling". DIY é para continuar!
  8. Suporte para breadboard DIY

    A iniciação no DIY para montagem e estudo de efeitos para guitarra, baixo ou outros instrumentos electrónicos tem sempre uma custo inicial elevado, isto porque é necessário adquirir alguma material que inclui ferramentas, transístores, circuitos integrados, transformadores, resistências, condensadores , etc, e, normalmente, uma breadboard. A breadboard é uma ferramenta de estudo e experimentação importante. Permite montar uma versão provisória de um circuito sem danificar os componentes utilizados e utiliza-los numa outra futura construção. Uma das dificuldades na montagem e avaliação de um circuito para ser usado com um instrumento musical é a necessidade de levar a montagem até ao amplificador para ser testado, para ver como soa, ou então testa-lo com um amplificador de bancada. Não é raro a breadboard cair ao chão durante os testes, puxa-se um fio, ou as fichas são pesadas e puxam a montagem que já estava a escorregar na mesa das sala ou da cozinha desmontando tudo e levando ao curto-circuito final. Assim é importante a utilização de um suporte para acomodar a breadboard na sua tarefa de teste e experimentação. Nas páginas seguintes descreve-se a construção de uma base para breadboard, não só a breadboard mas o suporte para ligar os cabos e ligação ao amplificador, alimentação, potenciómetros, etc. Inclui-se a lista de material necessária para este tutorial, incluindo os sítios mais indicados (leia-se: baratos e com melhor qualidade/preço) para a compra. No particular caso da breadboard, há vários tamanhos pelo que podem arranjar a que melhor vos convier. 1x Breadboard - Esta da Amazon 2x Jacks 1/4 - Este set do Ebay 1x Potenciómetro (100k áudio (log), para controlo de volume) - Este set já com tampas da Amazon 1x Calha de alumínio (pelo menos de 40cm) - No Aki, Leroy Merlin, ou aqui na Amazon 1x Tábua de madeira, mdf, acrílico, etc (20cmx20cm) - No Aki, Leroy Merlin, etc 1x 4 parafusos de madeira para fixação da calha - No Aki, Leroy Merlin, etc 1x ficha fêmea de alimentação - Este set no Ebay 1x Cabo q.b. - Este rolo multi-cores na Amazon Comecemos então por marcar 20cm, o comprimento do perfil de alumínio, com um esquadro metálico e uma caneta de acetato. A calha tem 43.5mmx 23.5mm com comprimento total de 1.5m. Usei um esquadro metálico para marcar e medir, mas uma régua de plástico serve perfeitamente. Faço as mesmas medições para as duas calhas. As arestas cortantes serão limadas durante o acabamento. depois de feitos os furos. Uma tábua de 20cmx20cm tem as dimensões certas para acomodar o resto da montagem e adapta-se bem ao uso que se lhe quer dar. Qualquer tipo de madeira serve. Aquela que vou usar já foi usada noutras montagens provisórias e tem uma espessura de 1.5cm e um bom peso para suportar o objectivo das suas funções. Poderíamos usar MDF, acrílico ou qualquer outro material isolante. Optei por fazer 7 furos distanciados de 3cm (1cm das extremidades), pode parecer excessivo mas nunca se sabe o que o futuro nos reserva em futuras montagens e fica já tudo furado para não ter depois de as desmontar. Depois de marcados a caneta os pontos marco com um punção os locais de furação (neste caso um parafuso de aço, uma broca velha também serve). Usei uma broca de 8mm de modo conseguir colocar as todas fichas, potenciómetros e um interruptor (que dá sempre jeito). Como os jacks têm um diâmetro maior, com uma lima aumenta-se sucessivamente o diâmetro testando as dimensões entre umas quantas limadelas. A imagem seguinte mostra um conjunto básico de coisas que podemos ligar: dois jacks, potenciómetro, ficha de alimentação e um interruptor. Note-se que já estão feitos os furos na parte inferior da calha para fixação na base de madeira. Mesmo antes de soldar os fios, e depois de lixadas e aparafusadas as calhas, podemos ver que a coisa se começa a compor. Usei uma lixa fina de metal para dar o acabamento final (lixa de água, uma lixa fina de madeira também pode ser usada, deita-se a lixa fora no fim) e uma lima para acertar as arestas cortantes nos topos de cada calha. Costumo usar fio de telefone ou de cabo rede para as montagens na breadboard, o metro linear é barato e é possível encontra-lo em todas as lojas de bricolage a qualquer hora do dia, não vá aparecer uma vontade súbita de montar qualquer coisa e faltar material, e num metro temos disponíveis muitas cores (as cores são nossas amigas) que são óptimas e muito úteis para as montagens na breadboard. Apenas é necessário paciência para desenrolar o fio. Optei por colocar o led directamente na breadboard mas sem dificuldade se monta na parte frontal da geringonça. Um botão comprado na saudosa Dimofel et voilá, a engenhoca pronta a ser usada para testes e invenções! A montagem de circuitos numa breadboard é simples, permite de uma forma simples experimentar e confirmar circuitos e ideias que de outra forma não seria possível sem danificar e inutilizar componentes electrónicos. Outras abordagens de construção e design são possíveis! Partilha as tuas sugestões, melhorias e alternativas! Por Tiago Charters de Azevedo, Lisboa, 2017
  9. Tutorial - Suporte para breadboard DIY Resumo: A iniciação no DIY para montagem e estudo de efeitos para guitarra, baixo ou outros instrumentos electrónicos tem sempre uma custo inicial elevado. Neste tutorial, ajudamos-te a construir de uma boa base para breadboard (e não só!) a um custo muito reduzido. ... Ver este tutorial completo
  10. Tutorial - Amplificador 1W com um Mosfet – LAMP Resumo: Neste tutorial vamos construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive! Note-se: apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet a muito baixo custo! ... Ver este tutorial completo
  11. Amplificador 1W com um Mosfet – LAMP

    A construção de um amplificador de guitarra pode ser uma das experiências mais gratificantes no DIY. Vamos então construir um amplificador de guitarra usando apenas um componente activo: um Mosfet a trabalhar em classe A. É um amplificador minimalista inspirado nos projectos desenvolvidos e partilhados por Nelson Pass, o guru do hi-fi em classe A - https://www.passdiy.com A ideia deste artigo é construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive. Note-se que apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet. Como habitualmente, publicamos a lista de materiais dos nossos tutoriais e os links para os sítios onde podes encontrá-los ao melhor preço e de forma mais rápida e conveniente: 1x Mosfet: IRF610, IRF620, IRFP240,... (preços de 1 a 8 €) 1x Lâmpada de 12V21W ou 10W Farol de automóvel ou suporte para lâmpada Resistência 1MOhm, 1/4W - Provavelmente o melhor é comprar um pack destes, sai mais barato Potenciómetro 1M (opcional) - 0.9€ Condensador electrolítico 1000uF, 25V Condensador não polarizado 220nF, 25V 2 x jack fêmea de painel Fonte de alimentação de portátil (comprar em segunda mão ou pedir a um amigo(a), toda a gente tem uma guardada lá em casa ) Dissipador (80x78x35mm) - por que não aproveitá-lo de um CPU velho que tenham por aí? Pasta térmica (opcional) Isolante TO-220 l, (opcional, mas é necessário algum cuidado para evitar curto-circuitos) madeiras para montagem da caixa (ou caixa metálica) calha de alumínio parafusos vários, cola de madeira, ... Na próxima página vamos então mostrar o esquema do circuito deste power amp. A figura seguinte mostra o circuito completo do amplificador. Tal como está o Mosfet vê qualquer coisa como 3.5V no drain e tem um ganho, para uma corrente de repouso igual a 600mA, da ordem de 8 (ganho máximo para diferentes valores do potenciómetro P1). Quer isto dizer que se o sinal de entrada for 0.1V à saída teremos 0.8V, o ganho é um factor multiplicativo. A impedância de entrada é da ordem dos 50 kOhms que é mais do que suficiente para ser ligada a qualquer output de um pedal de distorção ou booster e cá temos o nosso pré-amplificador para desenrascar. Os condenadores de acoplamento, de 220nF e de 1000uF, entrada e saída respectivamente, controlam a resposta em frequência do circuito. Outros pares de valores seriam possíveis para a mesma resposta em frequência mas, ao meu ouvido, soa melhor a distorção (quando se faz o overdrive) ao deixar passar graves à entrada e cortá-los à saída com um valor mais baixo de C2. Mas isto é DIY, basta experimentar! O mosfet tem o seu ponto de funcionamento garantido através da rede de feedback composta pela resistência R2 e o potenciómetro P1, chamada rede de Schade (1938), que liga o drain à gate. O potenciómetro P1 é opcional, permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet, um trimpot escondido dentro da caixa serve para ajustar o ponto de funcionamento e que ficará fixo neste caso. Como resistência de potência vamos usar um lâmpada de carro, é a carga do componente activo, e especifica a impedância de saída do circuito. À semelhança do que acontece com os amplificadores a válvulas este amplificador tem uma impedância de saída elevada o que faz transparecer as qualidades do speaker. Uma lâmpada comporta-se como uma resistência não linear. Quanto mais quente está, maior é a resistência. A resistência aos terminais da lâmpada não obedece à lei de Ohm. Os gráficos anteriores mostram o valor da resistência de várias lâmpadas de carro de que se podem comprar. As lâmpada típicas de médios/macha-atrás e de pisca (âmbar) têm usualmente 21W e devem ser alimentadas as 12V (curvas a preto e vermelho). Arranjei também uma lâmpada de 10W (curva a verde) e ofereceram-me uma lâmpada de empilhadora de 24V de 25W (ou será de camião?). O amplificador funcionará bem qualquer uma das lâmpadas. A resistência das lâmpada de 21W é menor e por isso deverá arranjar-se um dissipador maior. A minha escolha foi a lâmpada de 24V/25W. Para ser mais fácil, ilustramos a montagem passo a passo. Utilizamos um suporte de lâmpada de um reboque : Dissipador: Optei por fazer a caixa em madeira, tem dimensões (12cmx16cm) e as laterais (4.3cmx16cm). Têm espessura de 1.5cm. A figura seguinte mostra já a caixa montada com os furos para colocar o dissipador e o farol, antes de lixada. E usei umas calhas de alumínio de 4.3cm para colocar os jacks: E confirma-se que está tudo bem: E fura-se o dissipador. Note-se no círculo interior onde se vai colocar o mosfet. Optei por montar tudo numa linha de contactos que tinha para aqui, mas podia ter usado uma stripboard: A montagem do transístor requer algum cuidado. É necessário massa térmica e um isolador de cerâmica (ou outro). Costumo colocar massa térmica entre o isolador e o dissipador e transístor. E já me esquecia... a fonte de alimentação é um carregador de portátil 18V 2.23A, mas qualquer outro serve. E já está! As fotografias seguintes mostram a clara vantagem de usarmos uma lâmpada: não ser necessário instalar um led on-off. O plástico vermelho dá aquela sensação quente que tanto gostamos em amplificadores de guitarra. Os circuitos simples, e este é um caso desses, permitem identificar muito bem os efeitos que se obtêm quando se varia um parâmetro. O potenciómetroP1 permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet permitindo controlar a distorção e compressão do sinal final amplificado. E como soa? Bom, o melhor mesmo é montar um! Por Tiago Charters de Azevedo
  12. Por sugestão do @John10, temos uma excelente pergunta esta semana: o que te impede de fazer diy? Sugiram mais votações no tópico do costume!
  13. Tutorial - Electra Distortion Resumo: Como primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard vamos construir um circuito básico de distorção com apenas um transístor: um Electra Distortion. Com 50 cêntimos em componentes, podes iniciar-te no mundo dos efeitos com este projecto e aprender a trabalhar com o software adequado! ... Ver este tutorial completo
  14. Electra Distortion

    Como primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard vamos construir um circuito básico de distorção com apenas um transístor: um Electra distortion. Há numerosos exemplos deste tipo de circuitos e mais umas quantas modificações que uma pesquisa na net revelará, no entanto, vou restringir-me à versão standard. Este é o primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard. O preço do material para este Electra distortion ronda os 0.5€ em componentes. O material pode ser facilmente adquirido em qualquer loja de electrónica. No entanto, se preferires mandar vir o material online a bom preço (e que te possa eventualmente servir para outros projectos), sugerimos os melhores sítios para comprar também. No entanto, ate´pode ser que consigas aproveitar alguns destes componentes em aparelhos electrónicos antigos! 2x Condensador 100 nF no ebay 1x Resistência 2.2 MOhm (1/4W) no ebay 1x Resistência 47 kOhm (1/4W) no ebay 1x Resistência 680 Ohm, no ebay 1x 2N4401, BC108, etc, transístor no ebay 1x 1N4004, (ou outro qualquer, 1N4118, ...) no ebay O esquema da distorção Electra corresponde a uma configuração em emissor comum com um par de díodos invertidos à saída. A figura seguinte mostra o screenshot do circuito implementado no software TINA-TI da Texas Instruments (http://www.ti.com/tool/tina-ti). O software TINA-TI é excelente para simular circuitos e estudar algumas configurações antes de as concretizar. A figura seguinte mostra a forma das tensões de entrada e saída. Note-se que a tensão produzida pelos pickups (single coil) de uma guitarra são da ordem de 0.1V (apenas uma corda, força normal) ou 0.5V para um acorde (ou bordões tocados com força). Claro que depende da localização dos pickups (neck, bridge) e até mesmo do fabricante. No entanto 100mV é um bom valor inicial para ser usado como amplitude do sinal para simulação de circuitos. Devido à baixa impedância de entrada deste pequeno circuito a resposta em frequência é dependente dos pickups usados na guitarra (aqui aplica-se os mesmos comentários que se lêem sobre o fuzz-face). O esquema anterior inclui os componentes para a simulação de um pickup de guitarra assim como os pots de volume e de tone. A figura seguinte mostra a forma das tensões de entrada e saída para 1kHz e 0.1V de amplitude. Um bonito sinal limitado por diodos. Soft ou hard cliping? Podemos obter a resposta em frequência usando o mesmo software. Não tomando em consideração as características dos pickups tem-se o gráfico seguinte para o ganho em função da frequência: Um perfil mais ou menos plano depois 100Hz (um filtro passa alto) Se incluir a simulação dos pickups vê-se claramente o que acontece quando o circuito sobrecarrega a saída da guitarra. Tem uma resposta em frequência na banda dos médios. O circuito completo “guitarra+Electra” tem uma resposta em frequência como um filtro passa banda. A montagem na breadboard é simples. São poucos componentes. Note-se o conector DIY para a bateria feito de uma bateria velha. Vê aqui como fazê-la. É uma boa prática tomar notas sobre o circuito, terminais do transístor, especificidades da montagem, etc. E depois de testar o circuito com o amplificador adicionar umas notas extra, como soa, como reage, como se comporta com diferentes guitarras, pedais, condições atmosféricas, etc. Fica mais ou menos assim, não é necessário estarmos preocupado com a beleza da montagem. Note-se que não tinha nenhum condensador de 100nF, os de 150nF servem perfeitamente! Nunca é demais relembrar que as montagens em breadboard são provisórias e desde que não haja nenhum curto-circuito todas as regras são válidas! É importante para estudo construção ter um osciloscópio e um gerador de sinais. Com o gerador de sinais podemos ver se as simulações que foram feitas têm alguma correspondência com o circuito montado e visualizar a resposta no osciloscópio. A concordância neste caso é razoável, com um sinal de 1kHz à entrada, o simulador parece dar mais ganho ao transístor do que aquele realmente tem, mas tudo ok. A variabilidade dos parâmetros dos transístores é normal (sim, podia escolher um com as propriedades pretendidas com algumas medições). A figura seguinte mostra o que acontece ao sinal de saída quando se aumenta a amplitude do sinal de entrada. O sinal é “clipado” de uma forma simétrica à saída pelos díodos passando, à medida que se aumenta a amplitude do sinal, de soft-clipping a hard-cliping. Depois o transístor começa a “fugir” do seu ponto de funcionamento inicial e dá-se o hard-clipping com uma estrutura assimétrica. O som produzido pela guitarra quando o sinal sofre este tipo de alterações é bem conhecido. O clipping simétrico possui componentes harmónicas em todas as frequências, incluindo a 3ª. Resultando num som mais áspero, cortante e até dissonante. Para amplitudes maiores o clipping torna-se assimétrico e introduz harmónicas pares (duplicação de frequência, uma oitava) suprimindo, em proporção, os harmónicos cuja frequência é tripla da fundamental, adicionando ao som uma estrutura “mais quente” e agradável. Esta descrição pode ser muito bem vista analisando a resposta em frequência do sinal de saída, i.e. estudando as suas componentes de Fourier (matemático francês do sec. XIX), olhando para as diferentes parcelas que compõem o sinal de saída da distorção. Para além do efeito da resposta em frequência se alterar devido à baixa impedância deste circuito relativamente à impedância dos pickups da guitarra, temos ainda o efeito da distorção. A figura seguinte mostra bem as contribuições extra de harmónicas que este pequeno circuito adiciona ao sinal. O sinal de entrada está a amarelo o de saída a azul, o sinal roxo, parte de baixo do ecrã dá-nos o peso que cada frequência tem na composição do sinal de saída. O primeiro pico corresponde à frequência do sinal original 1kHz, o segundo à segunda harmónica de 2kHz, uma oitava acima (ver o sinal de saída deformado na parte superior do ecrã). Os picos seguintes correspondem às harmónicas seguintes 3ª , 4ª, etc. É possível também usar a guitarra como fonte de sinal para depois visualizarmos a onda de saída no osciloscópio. O sinal a amarelo é obtido directamente do colector do transístor, o sinal azul aos terminais dos díodos. Note-se em primeiro lugar as diferentes escalas usadas para registo dos dois sinais, em segundo lugar que é fácil ver a compressão que corresponde ao achatamento da amplitude do sinal de saída: a distorção. Os 3 soundclips seguintes mostram bem como soa este pequeno circuito. Nada mal para 50 cêntimos em peças! Limpa bem reduzindo o volume da guitarra O circuito com apenas um transístor é um exemplo muito relevante em como circuitos simples resultam muito bem em conjugação com instrumentos electrónicos. O exemplo também mostra como devemos ser cépticos e interrogarmos-nos relativamente aquilo que os fabricantes de efeitos para guitarra nos vendem como sendo a última criação em termos artísticos ou de mojo. Se o DIY serve para alguma coisa para além do exercício puro de experimentação e aprendizagem é o de permitir desfazer preconceitos e falsas verdades que perpetuam a ignorância e um modo de fazer as coisas pouco claro. O que pode ser mais honesto e verdadeiro do que os resultados que se obtém com uma experiência realizada à nossa frente? Acabo com uma lista de referências do Jack Orman (http://www.muzique.com) com algumas modificações ao circuito: Tone Clippers: http://www.muzique.com/lab/tclip.htm AMZ Saturation Control – Setting Distortion and Harmonic Levels: http://www.muzique.com/lab/sat.htm More Saturation Controls – Expanding the Tone of Diode Clipping: http://www.muzique.com/lab/sat2.htm Producing Asymmetrical Clipping: http://www.muzique.com/lab/warp.htm Mosfets and ZenersMore Diode Clipping for Effects: http://www.muzique.com/lab/zenmos.htm Happy hacking!
  15. Como editar musica DIY

    Este tutorial é baseado na pesquisa pessoal que realizei, com o intuito de fazer a minha própria edição do meu trabalho. Espero que ajude, e se tiveres algo a acrescentar ou a corrigir, por favor não hesites em colaborar. Muitos músicos recorrem ao diy. Gravam as suas musicas em seus home studios, ou recorrem a um estúdio para gravar, mas depois falta editar o resultado final. Recorrer a editoras, conseguir um contrato, e ter quem invista na impressão de cd's, é o sonho, mas muitas vezes não passa disso mesmo. Uma solução, pode ser a edição on Line, através das grandes distribuidoras de música, como I-Tunes, Google Play, Amazon MP3, Deezer, Apple Music, Spotify, entre muitos mais. Mas como o fazer? Gravar a música. O ideal é recorrer a um estúdio, e obter a melhor qualidade final possível, com a ajuda de profissionais que sabem o que estão a fazer. Mas isso nem sempre é possível, e alguns artistas recorrem ao método de gravar em seu home studio. A qualidade pode ser aceitável, mas no entanto é essencial que o resultado final corresponda a determinados standards. Por isso, mesmo que se opte por uma gravação diy, provavelmente no final de tudo gravado, será boa ideia recorrer a um profissional para fazer o master do álbum. Existem também algumas empresas que fornecem a possibilidade de fazer o teu master, usando algoritmos automáticos. Trata-se de serviços com custo mais acessível, mas também de qualidade mais duvidosa. Se vais vender o álbum, queres naturalmente receber o que te cabe das vendas, mas não só. Existem dois tipos de ganhos, aos quais também podes e deves aceder. Trata-se dos direitos autorais e dos direitos mecânicos. Direitos autorais, são obviamente a parte criativa, a música, a letra, tudo em conjunto faz parte da obra criada, por isso é importante ter um registro de quem participou na composição dos temas. Num caso de artista solo é simples, no caso de uma banda pode complicar. Participaram todos? Ou a música foi criada por apenas alguns membros da banda? Direitos mecânicos, são os direitos relativos à execução na gravação dos temas. Quem gravou que parte da música? Quantas pessoas participaram? Resumindo, cada musico participante tem direito a uma parte. Essa parte não tira rigorosamente nada aos direitos autorais. Os cobradores de royalities, reservam automaticamente uma percentagem da obra para direitos autorias, e outra para os direitos mecânicos. Se ninguém os reclamar, ficam com eles na sua conta bancária. Por isso, mais uma vez é importante ter um registro de todo o processo, porque cada músico participante terá direito a uma percentagem, que se não for reclamada, fica perdida. Depois há ainda a produção. Se recorreram a um estúdio, e usaram um produtor para dirigir o trabalho, estes direitos serão dele. Se foi tudo diy, terão de verificar se o trabalho da produção foi do colectivo, ou se alguém teve esse papel. O registro de direitos autorais e mecânicos, pode ser feito no país de origem do artista, mas não obrigatoriamente. Um dos serviços mais recorridos internacionalmente é sediado na Holanda . O motivo disso tem a ver com o facto de eles serem reconhecidos pela sua competência, outro motivo, tem a ver com os preços de registo praticados, muito mais apelativos do que a SPA. Há vários serviços que oferecem pacotes para a edição do vosso material. Alguns até mesmo incluem nos seus pacotes o registro de direitos autorais, mas no entanto é aconselhável fazeres o teu registro previamente, porque alguns desses serviços são incompletos relativamente a definir os direitos mecânicos, e na realidade, no caso de vendas, estarás depois a perder dinheiro, não recebendo tudo a que terias direito. Há várias empresas que fornecem a possibilidade de editares as tuas músicas, nas várias lojas de música on-line. Cdbaby, Branditmusic, Bandcamp e muitos outros. Um que pode ser interessante é a Horus, o motivo é porque, ao contrário dos restantes serviços, que cobram um valor pela edição inicial, e depois outro valor periódico pela manutenção da tua música nos vários distribuidores, a Horus permite-te ter a possibilidade de fazer a edição gratuitamente, em troca de uma percentagem das vendas, pode-se posteriormente se alterar o contrato, se entretanto assim se desejar. Cá está, estes são alguns dos passos que poderás dar para editar a tua música, espero que te sirva de ajuda.
  16. (Tutorial) - Como editar musica DIY

    Tutorial - Como editar musica DIY Resumo: Como podes editar a tua musica, sem ser obrigado a ter um contrato discográfico? ... Ver tutorial completo
  17. Guitarra DIY

    Viva caros foristas! Tenho intenções de construir uma guitarra durante este ano, se assim o orçamento o permitir (que até ver está encaminhado). A minha ideia seria construir uma Strat/Tele (não me decidi) com dois humbuckers. Braço com escala em rosewood, embora maple não esteja fora de questão. Quero ter um som cheio, forte e equilibrado. Nesta fase inicial queria avaliar as minhas opções para saber quanto dinheiro terei de gastar para completar a guitarra. Em termos de corpo tenho em mente este corpo (http://www.ebay.co.uk/itm/Daphne-Blue-alder-guitar-body-for-Stratocaster-Strat-/252581971493) ou este http://www.ebay.co.uk/itm/Sonic-Blue-ash-guitar-body-for-Telecaster-Tele-/262659581653 e este braço (http://www.ebay.co.uk/itm/North-American-Maple-Rosewood-neck-for-Fender-Stratocaster-Strat-guitar-56mm-/252582216166) segundo sugestão do @Nónio (estou aberto a mais sugestões e agradeço) Em termos de electrónica tenho a electrónica que retirei da minha LAG e que utilizarei numa fase inicial para testar a montagem. Depois de todo o hardware no sítio preocupar-me-ei mais com essa área. Assim sendo a minha maior dúvida prende-se com: Ponte da guitarra. Quero uma ponte fixa sem tremolo e que me dê um bom sustain. Mas tenho algumas dificuldades em localizar a info que pretendo. Fiquei bem impressionado com a Schaller Hannes mas receio que seja mais um efeito de marketing do que propriamente factual. Daí pedir as vossas sugestões. Por exemplo uma dúvida que tenho neste campo é, tendo a Strat uma cavidade para uma ponte tradicional com molas, qualquer outra ponte serve ou tem que ser algo que tenha em conta esta cavidade, por causa de furações etc.? Afinadores. Há muitos e eu não consigo entender bem as diferenças, pelo que se me sugerirem alguma coisa neste tema, agradeço. Furações. Como me certificar dos locais a furar, nomeadamente para a ponte? E como os fazer? É possível furar em casa ou é melhor levar a alguém com material mais adequado? Agradeço a vossa ajuda e paciência a ver se consigo iniciar e terminar este projecto.
  18. Mostrem o vosso Laboratório!

    Ora bem, e porque o FM vai começar a apostar mais na secção DIY, aproveitem para mostrar os vossos "laboratórios" onde fazem as vossas próprias coisas para a música, sejam de luthier, sejam de electrónica, bancadas de trabalho, etc! Vou ali tirar umas fotos e já cá venho dentro de momentos para postar o meu!
  19. Reciclagem

    Mostrem lá os vossos projectos de reciclagem de material eléctrico ou electrónico. Aqui fica a ideia de reciclar os conectores das pilhas de 9V para usar em breadboards: Passo 1: Arranjar uma bateria Passo 2: Cortar a parte de cima (com cuidado) Passo 3: Retirar os conectores Passo 4: Soldar uns fios Já está. Para usar com a breadboard.
  20. Como quinar/dobrar metal/chapa?

    Pessoal, gostava de saber ser há algum tipo de ferramenta barata e pequena (não industrial) para quinar metal. Ou seja, imaginem que eu queria obter isto em casa (ok o metal pode ser mais fino, não precisa de ser tão grosso), por exemplo para obter uma pedalbox com cantos arredondados. Que ferramentas existem e como posso fazer isto?
  21. Olá Pessoal, Estou a escrever este post porque me encontro numa espécie de impasse. Tenho escrito muita música e comecei a gravar uns demos caseiros, mal produzidos mas relativamente aceitáveis. Fiz uma selecção de canções e idealizei um álbum. Já tenho artwork e tudo. Sinceramente não sei como dar o próximo passo. Isto é um projecto completamente paralelo e a solo (tenho estado a tocar todos os instrumentos), pelo que não tenho capacidade financeira de alugar um estúdio e gravar e produzir as músicas por mim mesmo. Pensei em fazer uma campanha no kickstarter, mas parece-me que sendo um completo desconhecido dificilmente teria sorte. Devo enviar os demos mal amanhados para editoras e esperar por uma resposta? Qualquer conselho neste momento seria bem vindo. Obrigado!
  22. Amplificador Zipy

    Certamente já viram/experimentaram esta coisa: Não é de facto grande coisa! Mas a qualidade de construção não é má: É basicamente um TDA* com um pre e uma distorção dada por dois LEDs. Comprei-o por 10Eurs... o que só por si paga o transformador e *todo* o trabalho de montar um amplificador solid state básico de raiz. É feito na China e trás a indicação de GA 10... Será clone do Yamaha GA 10? Tem ar disso. Ficam aqui umas pics da nova casa do amplificador. É um óptimo amplificador de bancada. Garanto-vos que vale a pena arranjar um (por este preço!!!), nem q seja para praticar a baixo volume. A distorção não é grande coisa mas, enfim, já ouvi piores. O eq do amp está descompensado mas é aceitável com um speaker de jeito e um fine tune do treble e do bass control. Ab.
  23. LudEffects (Cantinho do Roast)

    Boas Pessoal Bom abri o topico para colocar por cá os trabalhos que vou fazendo faço por encomenda os pedais que quiserem desde que os esquemas e pcbs estejam ao nosso alcance. Espero que gostem, eu estou a adorar o aspecto e o som deles Junction Box No fundo é um ABY stereo e uma caixa de junção para 9v e 12v, com fichas de entrada de 9v e 12v em DC jack e Speakon. Pintura autoria de Carina Rosa - http://carinarosa.pt.vu/ InputBox Bom esta caixinha baseia-se apenas numa box de entrada para duas guitarras/baixos que se pode escolher qual a/o está a ser usado pelo switch de cima, e no switch de baixo escolher entre afinador ou o bypass para os pedais. O switch lateral é para ativar um buffer que está em true bypass entre o switch de cima e o de baixo, sendo ele um buffer a transistor de sinal apenas, deixo aqui o esquema que fiz apartir de um outro esquema de uma PCB: https://dl.dropbox.com/u/51252869/Fotos%20V%C3%A1rias/Bajablack%20toast%20buffer%20Roast%202.jpg Buffer Quasar By MadBean (rc booster clone) Baseado em Pickup Booster (by seymour Duncan) Baseado em Triple Wreck (by Wampler) Looper True bypass Particularidade, a caixa foi construída por mim em acrílico e depois furos e cor, e componentes (A imagem de cima tá quase a sair, esta caixinha foi pintada a pouco tempo pela minha namorada Carina Rosa e então tá a secar, em breve coloco foto ) Espero que gostem, estou super satisfeito com os resultados Um abraço DanielLudgero
  24. Behringer BDI21 Mods

    O BDI 21 é uma DI Box da Behringer, imitação da Tech 21 para baixo a um bom preço. Segundo soube, o nosso amigo @LouVelvet sabe de umas mods baratas e engraçadas que podem melhorar esta "cópia barata" mas que não deixa de ser muito interessante. Se alguém souber de mais mods, aproveitem este tópico!
  25. Boas pessoal, Queria fazer uma pintura do género do sunburst numa guitarra que estou a fazer. Há várias pessoas que mostram como pela internet. Já vi fazer à pistola e também já vi fazer pintando usando um trapo com umas tintas translúcidas, as chamadas dyes ou stains. Queria fazer desta ultima forma, mas não sei onde arranjar estas tintas em portugal. Falo destas tintas: http://www.stewmac.com/Materials_and_Supplies/Finishing_Supplies/Colors_and_Tints_and_Stains/ColorTone_Liquid_Stains.html E o método de as aplicar: E onde quero aplicar: Alguém me sabe então dizer quais são as tintas mais indicadas, e onde conseguir aqui em portugal ? Obrigado, desde já