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    • Olá @SantiagoRamires, A rádio, está infelizmente invadida pela música chamada de "mainstream", que é em parte, a "culpada" pela chamada "loudness war".  Basicamente isso significa que alguém se lembrou de que seria importante que a sua música se deveria ouvir o mais alto possível, para se destacar das restantes ( até porque há aquela sensação psicológica de que mais alto soa melhor) e depois toda a gente seguio isso. Actualmente toda a música mainstream está excessivamente alta e comprimida. Para ilustrar isso, repara na seguinte imagem, que mostra a mesma música, masterizada originalmente, e depois alguns anos mais tarde. É um abuso, e infelizmente as gerações mais novas, nem se apercebem disso. A música está a descer de qualidade, não só a nível criativo, como é referido muitas vezes, mas a nível de qualidade audio, fica difícil imaginar pior cenário. Por isso falar de máximos e mínimos rádio friendly, basicamente é entre o microdecibel (isto existirá!!!!) antes de distorcer, e falar de mínimos, numa era em que toda a gente se esqueceu, que o silêncio faz parte da música, é difícil. Nao respeitar isso, corre-se o risco de não se ser aceite nas rádios, infelizmente. Alguns artistas optam por fazer dois masters. Um para rádio, e outro para o disco. Dessa forma satisfazem as rádios, e não comprometem (pelo menos excessivamente) a qualidade do seu disco. Infelizmente, ITunes e afins, não ajudaram em nada esta questão, porque também eles seguem a tendência radiofónica.
    • Boa cena. Aproveito para tirar uma duvida: Uma questão com a qual me deparo muitas vezes é ao nivel do volume geral da musica. Qual são os limites (superior e inferior) radio friendly ? Cumprimentos!
    • Pois, isso é um "problema " que muita gente não compreende, e há mesmo quem leve a mal, à falta de entusiasmo que algumas pessoas evidenciam por algumas guitarras de origens famosas, precisamente por ao se pegar nessas, a sua comparação com as máquinas nipónicas ser inevitável e decepcionante.
    • Andei a experimentar uma Gretsch de um amigo, não me lembro do modelo, mas ele deu cerca de 1500€ por uma guitarra que nova custa 3000€, portanto, gama média-alta. Achei-lhe piada ao som, mas apenas isso, em termos de tocabilidade, depois de malharmos em máquinas de precisão japonesa, estes bacamartes americanos (?) não convencem... hehehe, o Bigsby então, completamente fora, os tuners eram uma lástima para esta gama de preços, a ponte também não ajudou, aquilo dá-se um abanão mais forte e lá se vai e intonação. Mas achei piada ao poder-se ajustar a distância entre as cordas na ponte, não que desse para grandes avarias. A escala era tipo Gibson, ou parecida, portanto, pareceu-me pequena (estou habituado às 25.5"), mas era fixe, ainda assim. O braço era para o grosso... e faltava-lhe uma corda, só tinha 6. Dentro do género, mais facilmente ia para uma Les Paul de qualidade, tipo uma Tokai ou ESP. Sim, porque experimentei também uma LTD de cerca de 450€ e... uma lástima... Vá, agora apedrejem-me. Mas as guitarras têm o seu appeal, lá isso têm... Para mim, neste momento, que não tenho GAS por nenhuma guitarra em particular, se andasse à procura de alguma guitarra seria por esta: Troca de Pickups e mais uma ou outra avaria em termos de circuito e ficava um mimo...  
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