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Daisy Chain

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Definição

 

Uma daisy chain é uma maneira de ligar os aparelhos (neste caso pedais) em sequência a partir de uma fonte. Ou em anel, mas não é tão comum. 

Neste caso dos pedais, a partir de uma fonte de alimentação tens um cabo que percorre todos pedais e alimenta-os. É uma forma mais prática e menos "custosa" de ligar todos os pedais sem ter que comprar uma fonte para cada um. Se a fonte conseguir fornecer uma "amperagem" (intensidade de corrente) suficiente , desde que todos os pedais tenham a mesma voltagem de alimentação, ligam-se com uma daisy chain (no fundo um cabo que com várias fichas que são ligadas cada uma a seu pedal) para distribuir a corrente por todos.

Continua a precisar-se da fonte de alimentação, aliás, qualquer fonte de alimentação serve de base para poderes ligar uma daisy chain, desde que tenhas o cabo correcto para levar a alimentação aos pedais.

312o5m+Ey-L.jpg

Exemplo de cabo para ligação de pedais em Daisy Chain

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  • Conteúdo Recomendado:

    • Giulia Monjardim
      Oi gente. Preciso de uma fonte pra minha pedaleira Boss Me 70 e queria saber a mA para saber qual fonte comprar. 
    • Thomasyoung
      Olá Carissimos, 
      Como alguns sabem tenho uma pedalboard bastante grande, e estou ainda a aumentar os efeitos, pois vou remover a HX Effects e substituir por alguns pedais analógicos.
      A ordem seria esta: ainda vou testar o que vai dar algum trabalho, mas se alguém tiver alguma sugestão para me poupar trabalho ou mesmo uma sonoridade melhor agradeço  
       

      De momento está como a foto em baixo apenas 1 pedal a mais o TC Sub n Up, mas com a configuração acima vamos ver como fica  

    • LuisEmanuel
      Olá! 
      Antigamente não usava muitos delay. Era só para dar um cheirinho no solo ou assim... 
      Até começar a experimentar delays e a brincar com os ritmos das repetições etc.
      Comecei com um Flashback Delay, mais tarde juntei outro (mas pareceu redundante) e fui experimentando já vários delays. Cheguei à conclusão de que gosto mesmo do som do Flashback mas não é prático andar a mudar as configuração do pedal 3 ou 4 vezes por concerto porque preciso de um delay específico aqui ou ali.
      Então tenho andado a pensar resolver o problema comprando um delay que permita fazer registos e assim na música A ou B uso aquele patch específico. Mas gostava que esse pedal me permitisse também ter um shimmer. De momento não tenho nenhum mas acho sempre que me dava jeito uma vez ou outra.
      Tenho andado a correr o OLX à procura de um Zoom Ms 70 CDR. Mas não me tem aparecido nada. Essa parece-me uma opção suficientemente boa porque não tenho um orçamento assim muito alto. Será que a Line 6 M5 daria? (ainda teria espaço para ela arrumando bem os outros pedais). Que mais me sugerem?
      - além então do shimmer, preciso de um delay cristalino (com colcheia pontuada e semicolcheia, pelo menos). Acima disso, o que vier é "lucro".
      Obrigado! 
    • spiegelman
      Bora lá dinamizar o fórum dos baixistas.
      São fãs de efeitos? o que usam? Multi-efeitos ou pedais individuais.
      Usam um só pedal ou uma tábua de passar a ferro cheia de caixas com interruptores de pés?

      Para dar início ao tópico, aqui vai a minha pedalboard actual:

      Powerplant da Harley Benton para dar sumo
      Input>
      >Rocktuner da Warwick>
      >ZOOM MS60-B Multi Stomp (Tinha um Digitech Multichorus, um DOD 440 Envelope Filter e um EHX Bass Big Muff Pi. Substitui os três por este ZOOM que faz o mesmo trabalho (melhor até que o Digitech e o DOD) e poupa-me espaço na pedalboard)>
      >CMOS Bass Drive, feito à mão em Portugal (Clone do B3K) para dar aquela corzinha de overdrive>
      >MXR M80 Bass d.I, + como preamp sempre ON. Uso o canal de distorção para fazer as vezes do Muff que vendi

      E não preciso de mais. por enquanto
       

    • grsousa
      bom dia amigos,
       
      venho colocar aqui uma dúvida, que poderá ser mesmo de principiante mas.....
      É o seguinte, fui comprando desde à uns meses para cá vários pedais, até completar os 10 espaços disponíveis na pedalboard da Behringer. 9 são da boss, e o afinador é o polytune. coloquei 2 MOOER Micro Power para alimentar os pedais. a questão que me intriga é a seguinte, quando ligo a alimentação, há 4 pedais que se ligam logo (Boss Accoustic Simulator, Distortion, Flanger e Reverb) , os outros 6 ficam desligados até serem ligados com o pé.
      Desligo os 4, e uso a pedalboard sem problema algum, todos funcionam bem,.....  questão mesmo.... é se é normal ligarem-se sozinhos mal os alimente....e porquê só estes 4???
       
      Abraço
      Gilberto
       
       
       
    • tmo

      1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta.
      A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los.
      A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado terá oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%.
      Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia.

      O que é isto da tipologia do potenciómetro (em Ingrês, entende-se como Taper)? Trata-se da relação entre o valor da resistência que o potenciómetro faz e seu do avanço (ou volta). Há de 3 tipos: linear, logarítmico e logarítmico invertido.
      Linear - faz o que diz, a cerca de metade do avanço, tem-se metade do valor da resistência total do potenciómetro. Logarítmico - tem uma relação logarítmica entre o avanço e o valor da resistência. Logarítmico invertido - ... não tira cafés, n'é? E para que é que servem tantas variedades? Bem, é difícil agradar a Gregos e Troianos, certo?