DAW - Digital Audio Workstation

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DAW - Digital Audio Workstation (estação de trabalho de áudio digital) é um software que permite trabalhar áudio digital: gravação, edição e playback.

Em termos de interface, os DAWs costumam seguir a metáfora dos gravadores multipistas físicos, facto que facilita o trabalho das pessoas habituadas a trabalhar com esse tipo de layout. As pistas de áudio, esquematizadas de forma visual, são acompanhadas de controlos individuais de volume, cadeia de efeitos, panning, e o DAW tem também controlos globais de play, record e rewind.

A mistura de áudio é feita ajustando os níveis de áudio de cada pista. Em cada pista podem ser trabalhados plugins (por exemplo os VST's que são software que integram efeitos, processamento de áudio ou simulação de instrumentos - via síntese digital).

Os DAWs, as suas pistas e plugins podem ser controlados remotamente via interfaces externas (periféricos de computador, controladores MIDI, etc).

Os formatos áudio de saída do áudio produzido são digitais, podendo ser convertidos para serem registados num suporte analógico (fita, cassete, vinyl, etc).

Entre os DAW's mais comuns, estão o ProTools, Cubase, Nuendo, Cakewalk Sonar, Reaper, Reason, Garage Band e o Audacity, sendo este último gratuito.

 

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    • pgranadas
      Virtual Studio Technology, ou simplesmente VST, é uma interface que integra sintetizadores e efeitos de áudio com editores e dispositivos de gravação de som digitais. O VST utiliza processamento de sinal para simular o hardware tradicional de estúdio de gravação com software.
      Foi criada e divulgada pela empresa alemã Steinberg em 1996, tendo sido integrada, com sucesso imediato, na versão 3.02 do famoso programa Cubase.
      VST plugins funcionam geralmente dentro de uma estação de trabalho de áudio digital (DAW), para fornecer funcionalidade adicional. A maioria dos plugins VST são ou instrumentos (VSTi) ou efeitos, embora existam para outras categorias.
      As VST instrumentos incluem emulações de software para simulação de sintetizadores de hardware bem conhecidos e samplers. Estes geralmente imitam a aparência do equipamento original, bem como as suas características sonoras. Isso permite que músicos e engenheiros de gravação usem versões virtuais de dispositivos que de outra forma poderia ser difícil ou caro de se obter.
      As VST instrumentos recebem notas como informação digital via MIDI, e saída de áudio digital. São Plugins de efeito, recebem áudio digital e processam-no por meio das suas saídas.
      in Wikipedia.
    • Desventrar
      A Gibson finalmente largou o Sonar que foi adquirido por uma empresa sediada em Singapura, a Bandlab. Passa a ser chamado Cakewalk by Bandlab e é agora gratuito para todos os utilizadores.
      https://www.musicradar.com/news/sonar-renamed-as-cakewalk-by-bandlab-and-is-now-free
    • xtech
      Pessoal, comentem por aqui as novidades nesta área.
      Recebi um email a dizer que vai sair o Helix Native, no fundo o software da Helix "para computador". @pgranadas fica atento a isto:

      Falta saber muita coisa: quanto vai custar, em que plataformas vai correr, etc.
    • drill
      Tutorial - Do que precisa um home studio?
      Resumo:
      Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples  
      ...

      Ver este tutorial completo
    • drill
      Com as novas tecnologias tornou-se muito fácil ter um estúdio em casa. No entanto, há várias coisas que devemos ter em conta. Nomeadamente, a quantidade de dinheiro que queremos gastar, o que já temos e podemos utilizar, e o que queremos gravar. (Quem quer gravar guitarra acústica e voz se calhar precisa de menos material de uma pessoa que queira gravar uma banda inteira, ou pelo menos, poderá talvez gastar um pouco mais num microfone mais caro, que capture exactamente o que quer.
      O setup para que vamos apontar é para o mais modesto possível, mas que ainda assim nos permita ter resultados satisfatórios para (quase) todas as ocasiões.
      Assim, vamos dividir este tutorial em várias partes:
      1. Prioridades
      2. Computador e Placa de Som/Software
      3. Material de gravação: a) monição e c) microfones
      4. Pesquisa e sê Criativo
      Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples  

      Antes de começar qualquer tipo de investigação devemos perceber o que vamos gravar, quais são as condições em que vamos gravar e onde queremos gastar mais dinheiro.
      Quando comecei a comprar material de gravação já tinha um bom material de guitarra. O meu objectivo sempre foi gravar guitarra eléctrica e voz. Como tal, um microfone cardioid seria o suficiente. Se quisermos gravar guitarra e voz ao mesmo tempo, devemos ter em atenção o ruído do espaço onde será, normalmente, feita a gravação para perceber se podemos usar um microfone omnidirecional, ou se deveremos optar por um set de dois microfones .

      Felizmente, para a quantidade de pistas de que estamos (normalmente) a falar, não é necessário ter um computador com um grande processador para se conseguir fazer boas gravações, por isso em princípio poderemos utilizar a "máquina" que temos por casa.
      Outra coisa boa, é que com as placas de som USB, deixa de ser "necessário" fazer modificações ao computador.
      Cheguei a experimentar softwares de guitarra e simuladores de coluna no computador, mas nunca cheguei a ficar satisfeito com os resultados (confesso, talvez por falta de esforço da minha parte). Resolvi optar por uma placa de som da focusrite (Scarlett 2i2) que tinha boas reviews. As Line 6 UX costumam ter boas reviews nos foruns e a M-audio (fast track) que experimentei era muito boa para o preço também.
      Quanto a Software, temos de perceber se queremos investir, ou se queremos ficar pelos freeware. Quando comprei a focusrite, que veio com o Ableton Live Lite. Foi muito fácil adaptar-me ao programa para fazer as coisas mais básicas. As coisas mais complexas, aprende-se através dos tutoriais.
      Dentro do software, também é muito importante percebermos o tipo de som que queremos fazer. O Fruity Loops já foi muito usado para música electrónica, mas é de difícil adaptação, o ableton é muito usado ao vivo porque se foca nos loops e o audacity, o mais limitado dos que já usei, no fundo só dá para fazer uma edição muito básica do som.

      Quanto a monitores diria que o melhor é termos várias opções à nossa disposição (como sempre ouvimos dizer, escutar a música em diferentes fontes de áudio, em casa, no carro, com phones, headphones, etc). Para usar em casa, e sei que alguns técnicos de som discordam disto, a opção mais prática e eficaz, são os headphones. Hoje em dia com relativamente pouco dinheiro compra-se uns headphones decentes (claro que quanto mais gastarmos, mais definição temos) que nos permitem fazer uma mistura que "não envergonha".
      Do que experimentei, tenho tendência a gostar dos Sennheiser, embora já tenha lido boas críticas a outras marcas como os Shure, Superlux.
      Deixei, talvez, o mais importante para o fim. De todo o set, aquilo em que notei mais diferenças foi na escolha dos microfones. No meu caso experimentei Cardioid, Condensador e Ribbon, tendo acabado por preferir a última opção. Talvez seja aqui também aquilo em que compensa (na minha opinião) gastar mais dinheiro. 

      Se há coisa que torna as tarefas mais desafiantes são as limitações. Os Beatles serão talvez dos exemplos de maior criatividade (na luta contra as limitações da época) que se pode ter em estúdio. Não é preciso pesquisar muito para encontrar baterias gravadas com dois microfones:
      Que soam gigantes porque foram gravadas numa casa banho com qualidades sonoras específicas, ou EPs gravados em cassette com 8 track recorders (https://wettnurse.bandcamp.com/track/satans) ou este álbum do Frusciante gravado num four-track recorder:
      Posto isto, só me resta dizer que pesquisar e brincar é, para mim, grande parte do que é "gravar". Gosto de procurar novos sons, estéticas, distâncias e cruzamentos entre microfones, hi-fi com lo-fi, etc. 
       
    • goatboy
      Pessoal,
      Estou a começar a explorar um pouco o Logic. Sabem se há algum site ou alguma coisa online onde dê para sacar ficheiros de projectos já masterizados com qualidade. Era interessante ver qual o aspecto de uma coisa mais profissional. Estive à procura mas só encontrei ficheiros de house e edm, os de rock eram muito fraquinhos.
      Obrigado!