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Potenciómetro

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Definição

1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta.

A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los.

A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado terá oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%.

Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia.

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    • The Passion

      Como prometido aos colegas do tópico dos Barretes do OLX no seguimento de uma conversa paralela, decidi finalmente criar esta publicação que irá abordar o tema da relação entre músicos e técnicos. Não tenciono enumerar nenhum conjunto de regras invioláveis, no entanto, espero poder deixar várias ideias para vossa consideração.
      Começo por me apresentar, já que muitos de certeza não me conhecem pessoalmente, e por uma questão de transparência. O meu nome é Bruno Garcia, sou neste momento, para além de músico, que considero sempre como minha ocupação principal, técnico de instrumentos musicais, e em conjunto com o meu sócio Rui Miguel Campos, luthier e designer de instrumentos na marca que estamos neste momento a desenvolver, fora isso, sempre trabalhei no ramo da música e do espectáculo de uma forma ou de outra, seja como lojista, rodie, técnico de estrada, etc.
      De forma alguma considerando-me dono da verdade absoluta, a minha experiência servirá de certo para estabelecer uma discussão saudável.
      Para simplificar, vou considerar o instrumento descrito como uma guitarra, pois os princípios básicos são quase universais.
       
      - O que saber antes de abordar um técnico:
      Quando o nosso instrumento necessita de manutenção é do interesse do músico dispor de alguns conhecimentos básicos acerca do mesmo. Para além da marca e do modelo, conhecer a sua "anatomia" e componentes podem permitir ao músico fazer um diagnóstico preliminar do estado, possíveis causas do problema e mesmo não sabendo efectuar a reparação, algumas noções acerca do tipo de trabalho que vai solicitar.
      O segundo ponto a ter em consideração é para mim um dos mais importantes, porque para além de conhecer a morfologia e algumas noções técnicas, conhecer realmente o nosso instrumento requer um pouco mais de atenção. Refiro-me ao estado geral em que o instrumento se encontra, se está de alguma forma danificado, como e quando foi danificado e se costuma estar inapropriadamente acondicionado. Para além de ser informação valiosa a transmitir a um técnico, serve também como garantia para o músico de que o instrumento será entregue após a reparação, sempre, no mesmo, ou em melhor estado de conservação.
      Para isto acho importante salientar alguns conselhos que devem ser habituais. Idealmente, entregar o instrumento limpo é importante, porque embora parte do trabalho do técnico, na minha opinião, passe pela limpeza e acondicionamento, um instrumento limpo permite que o músico tenha a garantia que o instrumento não lhe seja devolvido com danos estéticos adicionais. Saber que marcas de uso (ou abuso!) tem, riscos, fissuras no verniz, metais ou plásticos danificados, etc. Devem também tirar fotos antes da reparação para poderem exigir compensação no caso de dano. Da mesma forma, aconselho também aos meus colegas técnicos que criem um registo fotográfico de Antes/Depois detalhado, porque volta e meia também existem casos de aproveitamento da parte do cliente.
      - Abordagem:
      O músico tem o direito de saber que tipo de trabalho vai ser efectuado, isto deverá ser feito presencialmente, porque cada instrumento tem a uma série de particularidades que o distinguem e vão exigir diferentes tipos de trabalho. É também importante que o técnico saliente a possibilidade de ter de reajustar o orçamento durante a reparação ou manutenção, no entanto, as razões para tais alterações devem ser explicadas em detalhe e comprovadas ao cliente, por exemplo, uma guitarra que aparentemente necessitava apenas de um setup geral, pode durante a manutenção revelar que precisa de um nivelamento de trastes. No caso do cliente não aceitar a alteração, seja pelo aumento do custo ou pela necessidade de efectuar uma reparação mais invasiva (as razões mais comuns), o técnico deve reservar-se ao direito de cobrar o trabalho que foi efectuado até à altura em que se deparou com o problema inesperado, terminando obviamente o que lhe seja possível dentro do trabalho que lhe foi originalmente requisitado.
      Cada tipo de trabalho deve ter um valor fixo e nunca se deve pagar a um técnico ou luthier "à hora". No que toca a valores, é certo que alguns possam discordar, e claro que entendo certos argumentos nesse sentido, no entanto, é uma questão de transparência e demonstração de honestidade para com o cliente. Todos conhecemos histórias do género, normalmente, o mecânico vigarista que diz que fez tudo, durante um mês, e no fim de contas não fez absolutamente nada e foi de um dia para o outro. É desingénuo (Cunho a palavra!) da nossa parte enquanto técnicos, porque neste ponto dirijo-me directamente aos meus colegas, vamos pensar, por exemplo, num setup básico, eu já tive setups que demoraram mais de um dia a concluir, por vários motivos, e também já efectuei bastantes em 15 minutos, e recebo o mesmo, porque o resultado final, é o mesmo e o cliente não deve de pagar mais por alguma particularidade, por alguma eventualidade, e muito menos, pela nossa ineficiência. Se se opõem, por favor, voltem a ler este parágrafo com calma e atenção, e elaborem abaixo nos comentários.
      Da mesma forma, é importante estipular um prazo de entrega que seja confortável para ambos. Aos músicos, devo lembrar a importância de não fazerem a manutenção apenas um ou dois dias antes de uma data importante, como uma gravação ou um concerto, porque caso haja algum imprevisto e seja impossível ao técnico entregar o instrumento de acordo com a vossa urgência, podem ser forçados a falhar com o vosso próprio compromisso e a culpa é inteiramente vossa. A manutenção atempada do nosso material é parte da preparação para essas situações, claro que existem excepções, mas se possível, façam-no.
      - Relacionamento interpessoal:
      Por algum motivo os técnicos têm a "fama" de sisudos. Um dos desabafos mais comuns entre os meus cliente é a dificuldade de comunicação com vários técnicos, não só cá no país, mas também lá fora! Bem, isto é uma grande desvantagem para todos os envolvidos, se o relacionamento com o cliente for de certa forma amigável, é mais provável que ele volte a requisitar os nossos serviços, desde que não mostremos falta de profissionalismo, que é ainda mais importante.  Igualmente, o cliente também deverá ser afável.
      Um técnico deve mostrar-se disponível para esclarecer duvidas, mesmo que não sejam directamente relacionadas com o trabalho em questão, tudo isto dentro do razoável, claro, porque nem sempre temos disponibilidade para perder o tempo necessário a aprofundar uma resposta que seja 100% satisfatória e que reflicta o nosso real conhecimento.
       
       
      Mais uma vez, espero que isto vos seja proveitoso e que propicie uma discussão saudável e interessante, poderia alargar-me, no entanto penso ter estabelecido uma boa base sem tornar o texto difícil de digerir.
      Estejam à vontade para partilharem experiências, colocar questões adicionais, memes, etc, etc, etc...
    • Giulia Monjardim
      Oi gente. Preciso de uma fonte pra minha pedaleira Boss Me 70 e queria saber a mA para saber qual fonte comprar. 
    • Thomasyoung
      Olá Carissimos, 
      Como alguns sabem tenho uma pedalboard bastante grande, e estou ainda a aumentar os efeitos, pois vou remover a HX Effects e substituir por alguns pedais analógicos.
      A ordem seria esta: ainda vou testar o que vai dar algum trabalho, mas se alguém tiver alguma sugestão para me poupar trabalho ou mesmo uma sonoridade melhor agradeço  
       

      De momento está como a foto em baixo apenas 1 pedal a mais o TC Sub n Up, mas com a configuração acima vamos ver como fica  

    • AntCossia1
      Olá pessoas,
      Poderiam por favor ver se este improviso em guitarra feito por mim está bom? Poderiam dar a vossa opinião no que posso melhorar?
      É este o link 
      Obrigado!
    • inespd
      Boa tarde, tenho uma guitarra portuguesa de Coimbra e comecei a aprender a tocar há uns meses mas continuo a ter alguma dificuldade em "carregar" nas cordas com a mão esquerda. Apesar de já não me custar como no início, os acordes continuam a sair muito a custo. Um amigo disse-me que o cavalete poderá estar um bocadinho alto e daí custar mais... como resolvo isso? Há alguma maneira de resolver em casa? Obrigada
      Nota: o cavalete é em plástico