Bruno Petrucci

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Sobre Bruno Petrucci

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    Masculino
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    Guitarra

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  1. (TESTE) - Rock em Portugal

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 50/100 O meu Tempo: 78 segundos
  2. Como transformar dominante em meio diminuto?

    Passar o Sol para Lá! (Fica Si Meio Diminuto, entenda-se, não sei se é a resposta esperada) Ficamos com 3 intervalos: 3ªm (Si para Ré); 5ª Dim (Si para Fá); 7ªm (Si para Lá).
  3. @resolectric São coisas que mais ninguém compreende. Se soubessem a quantidade de pessoas que me diz coisas do tipo: "Mas ja tens para onde ir trabalhar?"; "Vais para outro _ _ _ _ ?"; "Queres que fale com X para te arranjar alguma coisa?"; "És maluco?!"; "Tens de arranjar outro emprego!" Volto a dizer: tenho muitos momentos em que gostaria de ser como a maioria das pessoas. Ter um emprego a ganhar dinheiro e gastá-lo em coisas que gosto, hobbies ou caprichos. Mas aquilo que eu sou não me permite ser assim. O meu porto de abrigo (e, ao mesmo tempo, "Cabo das Tormentas") é onde quero estar. É difícil passar fome, não ter dinheiro, perder "amigos"... mas, para quem já experimentou a "normalidade", sinto que não é menos difícil ver-se preso, sentir aquelas "ganas" de pegar na guitarra, exprimir o que vai na alma e... não poder. Custa muito e é indescritível. Dito isto, sei que o caminho é longo e duro. Não sou presunçoso e sei que não estou na minha melhor forma. Ainda tenho muito a trabalhar. Sinto que tenho capacidades mas que, de algum modo, me sinto "preso". Acredito que, quando me conseguir "soltar", posso fazer muito melhor. Se isso me vai sustentar, alimentar ou pagar contas, não sei... mas sei que se não tentar, vai ser um fantasma que me vai acompanhar o resto da vida.
  4. GAS por AMPS

    Exacto Para ser franco, era muito mais fácil que o experimentasse e não gostasse. E ainda há outro aspecto: será que vai haver um JP-2C mini?? Era porreiro, já como MIDI...
  5. GAS por AMPS

    Ninguém?
  6. E muito bem. Não pensem que nunca desejei ser assim. Era tudo tão mais fácil...
  7. Não sei... eu vejo por amigos meus. Não que gostem de se levantar à 2ª, isso ninguém gostará. Mas lidam bem com o facto de terem um trabalho do qual não gostam mas que lhes permite outros ganhos.
  8. @habanero04 Sim, é ir a todas. Mas, tendo em conta a alternativa, irei com imenso gosto. Eu funciono muito por paixão... quando esta não existe, torna-se muito difícil para mim.
  9. Obrigado. A maioria das pessoas diz que sou louco... que seja!
  10. Bem, parece que fui dos poucos a escolher a 1ª opção... Passando a explicar: Comecei pelo piano, aos 10/11 anos de idade. O ensino clássico, na altura, não me cativou e desisti, passado algum tempo. Uns tempos depois, quis aprender a tocar guitarra. Já sabia umas coisas e decidi ter aulas numa escola de música. Devo ter estado lá uns 4 anos. Tinha um bom ouvido e aprendia facilmente músicas novas. Depois, veio um ponto importante no meu percurso. Até àquele momento, achava que havia dois tipos de músicos: os normais e os "deuses", músicos que tinham uma benção qualquer e pronto, não se podia chegar lá. Até que um dia, pensei: "Bolas, eu também quero tocar assim!". E comecei a dedicar-me mais. Praticava bastante, tentava aprender todas as técnicas e tinha gosto por exercícios, mesmo aqueles muito repetitivos. Depois, humilde, achei que precisava de voltar a ter aulas novamente, no sentido de conseguir ultrapassar algumas dificuldades. Tive aulas com o mestre Luís Moreno, durante pouco mais de 1 ano. Serviu para desbloquear imensas limitações que tinha, aprender aspectos teóricos importantes e desenvolver a técnica. Pelo meus vinte e tal anos, humildade à parte, tinha uma técnica muito boa, tocava bastante rápido e certinho. Conhecia bastante de teoria e, pouco depois, comecei a dar aulas, sendo que isso foi muito importante para o meu desenvolvimento (tocar coisas diferentes, lidar com questões dos alunos, aprender a tocar músicas novas na hora e de ouvido). Para além do curso superior, dar aulas era a minha grande actividade. Vivi apenas disso durante uns anos. Contingências da vida, há uns anos atrás, acabei por ter um emprego "normal". Foi interessante, ao início. É uma área que também me interessa e sou bom a fazê-lo. Mas, rapidamente, senti que o meu lugar não era ali. Imensas vezes, durante o dia, dava-me aquela vontade de pegar na guitarra e não podia. Sentia-me mal, "castrado" e a perguntar-me o que fazia ali. Há poucas semanas, tomei uma decisão importante: despedi-me! Já não dava mais... É verdade que tenho tido uma segurança financeira que nunca tive até aqui, mas os custos, por outro lado, são demasiado elevados. Não estava feliz. Ao mesmo tempo, senti que era o momento de arriscar. Não tenho grandes ilusões: sei que não sou um fora-de-série e que o mundo da música é cruel. No entanto, tendo a experiência recente, acho que prefiro ser pobre a fazer aquilo que gosto, do que rico e infeliz."Do what you love, love what you do". Sei que isto não faz muito sentido para algumas pessoas, para mim faz...
  11. GAS por AMPS

    Não que seja muito barato... Isto é, o "caro" vs. "barato", para mim, está intimamente relacionado com o que algo é capaz de proporcionar. Se for um amp do qual eu goste de tudo, então, o que pedem por ele pode até ser barato. Mas o que mais me deixa de pé atrás é o facto de que o que menos gostei do Roadster e do Mark V foram as distorções. E, pelo que dizes, talvez não venha a notar uma diferença nesse aspecto.
  12. GAS por AMPS

    Obrigado pela info @Thomasyoung ! Eu já tive um Roadster, testei um Mark V e, francamente, foram amps que não me satisfizeram, no passado. Do que tenho ouvido deste "pequenino", pareceu-me merecer uma oportunidade. Tenho um Mesa Boogie DC-2 e gosto bastante do amp, apesar de só usar o clean channel, com pedais. Como vendi a cabeça que tinha (EVH 5150 III), tenho agora uma 2x12 parada lá por casa, daí que tenha pensado numa cabeça destas, pela sua portabilidade e, claro, peso!
  13. GAS por AMPS

    Boas! Alguém com um Mesa Boogie Mark V :25, na região de Lisboa, que mo possa demonstrar? vou desgraçar-me...
  14. As vossas próximas guitarras

    Tive uma "comprada"! Exactamente igual a essa (sem ser esquerdina :P) Depois de a pagar, soubemos que não ia estar disponível nos 2 a 3 meses seguintes. Ainda tentei com outro acabamento (Koa Natural), mas a situação era idêntica. Como precisava de uma guitarra para breve, devolveram-me o dinheiro e acabei por comprar a Lag usada. Mas fiquei sempre com aquela sensação de que é uma guitarra "a ter".