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Squarepusher

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Sobre Squarepusher

  • Aniversário 26-07-1983

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    Masculino
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    Silves
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    Piano/Orgão

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  1. Acordes, Graus e Progressões

    8 dicas por ordem cronológica para os mínimos olímpicos: a) Ao longo de todos os pontos: livro de teoria do Bert Lingon. Tem exercícios,esclarece e simplifica o que se passa. Praticar com pessoas com o mesmo nível conhecimento ou melhores. 1) Jazz Piano book (vão ter que ter alguns temas dos realbooks/new real book para aplicar os exercícios, fazer tudo sem excepção e o melhor possível) 2) Bill Dobbins - Creative Approach to Harmony (primeiros capítulos para esclarecer dúvidas nos drops e nas inversões) 3) Aebersold tem uns livros com transcrições do comping de piano (super dica que me faz merecer 500 paus de cada um) 3.1) The Art of Comping - Jim Mcneely 4) You Tube - Doug McKenzie - sobretudo cenas de estílistica. Eu acho-o old fashion, mas a verdade é que não tenho metade dos tricks do gajo. 5) Sacar solos e comping de música seja jazz, gospel, blues, soul, rock não interessa (ver o que na prática os músicos fazem). Ao mesmo tempo ler/aplicar o Connecting Chords with Linear Harmony do Bert Lingon. 6) Livros do Jerry Bergonzi para "cimentar" no inconsciente patterns. Diria que não é precisa a exaustão a que o gajo leva cada livro. Acho que metade das páginas só servem para fazer peso. 7) Estudem devagar e bem cada ponto. Às vezes tocar 2 compassos com a articulação certa desbloqueia um mundo. Quando pensam que não evoluem, insistam sobretudo na parte de sacar música de ouvido é aí que depois de praticado com cuidado e certinho vão sentir os grandes pulos. 8) Desconfiem das pessoas com quem tocam. Não perder tempo com quem não faz nem quer fazer. Ouvir música faz-nos ter referência do que é o produto final. Toquem com secções rítmicas que groovem/swinguem. Se não swinga ou groova são vocês o mata-groove -> SOLUÇÃO: inspeccionar a solidez rítmica e a articulação.
  2. Cronograma de Estudo

    Idealmente começar por fazer exercício físico fora do piano que aqueça os membros e te ajude a manter a postura. 1ª hora 10/15 min. Trabalhar coisas que não sabes (dedilhações, escalas, passagens, +a escala ou arpejo um pouco mais rápido) 10/15 min. Reforçar coisas que estudaste recentemente. 20/30 min. Decorar reportório. - descanso 15 min - 2ª hora 10/15 min. Leitura à primeira vista de material que não conheças e que seja desafiante. 10/15 min. Reforçar reportório antigo. 20/30 min. Ouvir música e/ou gravações daquilo que vais preparar. - descanso mais longo- etc... Não descrevi tudo o que é possível fazer, mas essencialmente tenta organizar o estudo de forma a ser eficaz e que te mantenha a vontade de praticar. O que estudas pela primeira vez tenta reforçar no dia seguinte e três dias depois. Sempre que bloqueias numa questão técnica seja de execução ou leitura, simplifica ou divide. Isola compassos difíceis. Ritmo: esquece a melodia e bate o ritmo até o conseguires ler. Técnica: simplifica o compasso ou passagem. Outlining. Decorar logo. Custa menos que decorar depois, além de que ficas com os ouvidos "abertos" para a interpretação. Nunca é demais reforçar que o descanso é importante quer para assimilar, quer para voltar ao piano concentrado; além disso estás mais concentrado quando não estás cansado. Pensa em estudar 30 min. antes de ir para a escola ou trabalho. Ouvir música cria-te referências e é da maior importância e muitas vezes ajuda-te tecnicamente, porque vais imitar alguém que está a fazer uma frase com a articulação e ritmo "corretos" e que muitas vezes é a "chave" para desbloquear algum problema técnico. Veres o músico a tocar tira-nos dúvidas acerca da solução que o mesmo encontrou para aquela passagem ou em termos de dedilhação, além de cria alguma relação mais próxima com a performance. Faria apenas estudos que possam ser confundidos com peças. Lembro-me que há alguns de Heller e Chopin. Há os álbuns para crianças do Schumann e do Tchaikovsky têm texturas pianísticas variadas e que são de interesse conhecer. Bach.
  3. Salão Mozart

    Havia um tópico sobre esta loja que foi arquivado em 2008. Gostava de ter feedback desta loja e loja online pois os preços são bastante competitivos o que me leva a duvidar. Agradecido!
  4. até
    Hugo Alves, Trompete | Yuri Daniel, Baixo Eléctrico | Joel Silva, Bateria | João Capinha, Saxofone | Alexandre Bento, Guitarra | Diogo Russo, Piano Workshop Introdução ao Jazz | Santarém | 3 a 6 de Agosto30 horas (4 dias, inclui jam-sessions) | Participantes 60 € | Ouvintes: 30 €Inscrições: http://workshop.pt.to | tel. 243 098 708
  5. Podes gravar-te? Para ver o que já fazes? Sem teres vergonha, só para ter uma ideia de como a tua mão esquerda se está a portar.
  6. Via Skype, em horário pós-laboral. Ou aula particular e individual perto de Albufeira. Na vertente clássica ou Jazz (base para a música moderna) ou ambas.   Tenho experiência como professor de piano no ensino profissional e integrado e integro a Orquestra Jazz do Algarve como pianista desde 2013.
  7. Via Skype, em horário pós-laboral. Ou aula particular e individual perto de Albufeira. Vertente clássica, Jazz (base para música moderna) ou ambas. Tenho experiência como professor de piano no ensino profissional e integrado e integro a Orquestra Jazz do Algarve como pianista desde 2013.
  8. Microfone wireless

    Era preciso que a transmissão sem fios já fosse transparente. Ainda não é, prevêem-se melhoras no sistemas digitais...
  9. Blue Monk - Thelonious Monk

    Andre2348934 se gostas do tema, ouve as versões que mais gostas até ficares com algumas frases na cabeça. Tenta depois reproduzir as que te são acessíveis no instrumento. Podes experimentar em tonalidades que aches mais fáceis.
  10. Esta tese parece-me muito interessante em relação a esta temática: http://pt.scribd.com/doc/200347562/An-Analysis-of-Terminology-describing-the-Physical-Aspect-of-Piano-Technique Já li alguns dos livros em que incide a análise, outros li na diagonal, conheço superficialmente ou sei da sua existência. Não consigo defender nenhum por ignorância, mas muitos dão conselhos práticos que "desbloqueiam" ou são ponto de partida para as começar a desenvolver. Alguns procuram ter uma atitude preventiva em relação às lesões fruto das abordagens "piano-ginásio". O pouco que posso concluir, e eu não sei nada disto, é que a música está na cabeça e que é necessário coreografar movimentos. O pianista usa desde o torso, o ombros, antebraços, braços, pulsos e os dedos para conseguir reproduzir a gama dinâmica que o instrumento possibilita assim como a articulação. O piano é bastante largo e as pernas são algo que nos permite equilibrar o corpo quando movemos o tronco paralelamente ao banco para chegar aos dois extremos do piano. Há quem defenda que devemos começar o ensino das escalas pela de Ré b/Dó # Maior e Fá #/Sol b Maior já que é mais fácil a passagem do polegar. O movimento do polegar é na mesma direcção dos outros dedos, não quer dizer que não haja uma ajuda com o pulso, braço, antebraço e isso é algo que naturalmente os alunos não fazem. Frequentemente baixam o pulso e levam o polegar ao invés de o mover. Dos vídeos que mais se colam à matéria que consta nos livros que referi são os do canal de youtube desta senhora:
  11. Metronomo é dispensável ?

    É uma ferramenta importante de diagnóstico e da resolução dos problemas diagnosticados. Quem não gosta de ouvir o metrónomo a bater 1 2 3 4 experimente a bater o 2 4. Ou para uma utilização mais criativa por exemplo a bater o contratempo do 1 e 3 ou o 2 e 4. O metrónomo talvez seja mais útil em instrumentos como a bateria em que o tempo que leva a atacar cada peça da bateria é diferente. No caso do piano, também é útil: as passagens de polegar e a má posição das mãos, braços e do tronco fazem com hajam pequenos atrasos, e o metrónomo é bastante útil para diagnosticar e endireitar. No caso da guitarra, acho que dependerá do que se toca. Acredito que muitos rasgadores de acordes, se possam gabar de não atrasar, desde que os saibam rasgar não terão grandes problemas de tempo, já os shredders devem necessitar de algo que lhes diga que os seus arpejos estão ritmicamente lá, ou se há alguma passagem que está a atrasar ou adiantar. E se querem exemplos de que não há superhomens e a música não soa mal por isso, vejam gravações antigas em que a malta gravasse toda ao mesmo tempo e sem metrónomo, piquem o início e o final do tema e tomem contanto com a realidade. A malta entusiasma-se e acelera.
  12. Livros de teoria

    Que desenterranço. Um tópico com 10 anos, do tempo em que isto começou. Tópico lançado no dia anterior à minha entrada. Uau
  13. Duvidas Harmonia

    Não te vou responder directamente à questão. Vou-te dar um meio de pensares. A maneira de saberes o que meter sobre cada acorde é saberes de onde o acorde vem: é uma acorde que se constrói a partir do modo maior, menor melódico, menor harmónico? Sobre que grau da escala? A segunda hipótese é usares um motivo de uma escala que contenha as notas desse acorde. A terceira é correr pentatónica e escala de blues. A quarta é ouvires o original e veres o que gajo tocou. Outra dica de borla: nem sempre os acordes estão bem notados no que diz respeito ao modo em que pertencem. Mesmo que cumpras essa regra, de enfiar a escala certa não significa que soe bem. Por exemplo toca um Fá contra um acorde de Dó M. Se deres esse Fá como nota de passagem até vai se deres em cima do tempo soa mais dissonante, se não te quiseres preocupar com isso toca uma pentatónica maior.
  14. O que fazer com os acordes?

    Bem vou tentar lançar uma ideia. Porque não pegar numa estrutura de acordes que conhecem por exemplo um Blues de 12 compassos? Pegarem em 5 ou 6 versões diferentes de um blues: estilos diferentes - rock, jazz, blues, pianista a solo, pianista em trio, pianista em grupo e ANALISAM o que cada pianista faz. Ao estudarem verão que cada cabeça sua sentença: uns cingem-se aos acordes base variando o ritmo, uns tocam acordes sem baixo, outros tocam acordes nas duas mãos, uns vão fazer acordes de passagem ou aproximar por 1/2 tom, uns vão meter acordes dissonantes no meio. Uns quantos exercícios destes e ficam com saber enciclopédico de como usar os acordes e depois passam para outros temas que possam analisar diferentes versões do mesmo.
  15. A Começar...

    Bem esta é uma discussão que está a sofrer com algumas generalizações. Saber ler música ou não, estudar com acompanhamento de um professor ou não, depende se nos "Três Porquinhos" queres levantar a casa de palha ou a de tijolos. A de palha é uma casa na mesma, não é sólida. Repara que eu não falo de objectivos. O teu objectivo mudará à medida que aprendes ou descobres algo novo em que te queres empenhar ou que ambicionas. No meu caso saber ler música e ter estudado deu-me a certa altura €€. Ler música deu-me capacidade de preparar algum tipo de reportório de forma rápida, ter estudado na altura numa escola de música com qualificação de conservatório deu-me uma qualificação certificada para poder ganhar uns cobres. Da minha experiência, também sei que há muito gato por lebre no ensino. Alguns professores lava as mãos quando diz: "estuda 8 horas por dia". No entanto há muitos que te sabem também explicar como deves estudar, o que deves observar e corrigir. É verdade que por insistência e talvez sorte muitas vezes as coisas vão ao lugar, mas se em vez de gastar 2 horas num exercício, o conseguires realizar em 15 minutos é melhor não? Em relação aos Czerny e outros estudos pouco musicais (Hanon, alguns Cramer, etc), eu estou em crer que estes só foram bons para o autores ($$), sobretudo numa altura em que a edição providenciava rendimentos. Os que editaram posteriormente, foram só na cantiga. Porquê gastar horas em obras não musicais a desenvolver figuras como escalas, arpejos, acordes partidos, passagens cromáticas em coisas que pouco tocam a música, se as figuras aparecem nas peças musicais - as fugas do Cravo Bem Temperado (J.S. Bach) têm óptimos exemplos de notas dobradas ou duplas, as escalas, arpejos já as estudamos isoladamente. O ouvido é bom de desenvolver seriamente e falar sobre isto daria várias teses de doutoramento e não estou capacitado nem para a 1ª. Mas fica uma dica, ouvir música e analisar o que se passa é totalmente GRÁTIS e é para todos os níveis. Na música pop podes ouvir um pianista a arpejar, até podes não saber que se chama arpejo, que notas tem, de que acorde fazer parte, etc, mas consegues perceber um padrão - é um começo. Agora é só responder às outras questões tentando não recorrer sempre ao instrumento, fazer um esforço com a CABEÇA. Se recorreres ao instrumento em melodias simples, é como se tivesses a recorrer às soluções de um Sudoku simples, no fim confirmas que bate certo com as soluções ou não. Mais 2 dicas: a quem temos que ensinar a música é à cabeça, não é aos dedos. A segunda é que para obteres melhores resultados com a cabeça faz períodos de estudos curtos mas concentrados. Espero ter sido útil.