LouVelvet

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  1. Discordo em absoluto desta afirmação. Acho que estás a ouvir com os olhos por causa da marca! A Taylor não é totalmente sólida, as costas e laterais são laminado e o material do "bracing" que neste caso é em X, desconfio que não é madeira, mas sim um compósito. pelo menos foi isso que me pareceu quando tive uma nas mãos e la coloquei a mão dentro para sentir o acabamento! A Sigma e a Epiphone são totalmente sólidas, o que pode não querer dizer nada, mas pode dizer tudo! @Bruno Petrucci Por uma questão de equilíbrio sonoro, aquilo que a minha intuição me diz é que a Epiphone deve ser melhor balanceada que a Sigma, porque num corpo daquele tamanho tanta madeira de mogno é capaz de soar um bocado para o grave. A Epiphone como tem o topo em abeto (sitka spruce) é capaz de soar mais clara e com melhor definição! O corpo totalmente em mogno para mim resulta bem em formato auditório (o tamanho 000). Já toquei numa Martin 000-15M e soava nas horas!! Na Epi só não te aconselho aquele braço... tens mesmo de experimentar. Eu já experimentei e não gostei, porque era demasiado taco de baseball para mim. As Sigma representam um óptimo compromisso qualidade-preço... as que já experimentei eram todas boas guitarras... e muito sexys! E isso é que conta ao fim ao cabo né?
  2. É precisamente isto que o @stratocosta disse! O overdrive era bastante bom, por sinal!
  3. Nope... era o @manelac
  4. Zed! O meu muff soa bem com o meu HRDx. Como o hot rod tem controlo de médios dá para compensar esse mid scoop dos muffs!
  5. Ora, canibalizando aqui o tópico do @Nónio, vou deixar as minhas impressões acerca dos altifalantes Celestion/Rola, que equipavam as colunas de PA, agora convertidas. Antes de mais os meus agradecimentos ao @Nónio e ao @tca pela cedência de um destes altifalantes para as minhas experiências cá de casa. A ideia era usar um destes altifalantes full range de 8" no meu vox pathfinder. Nunca tinha testado nenhum full range num caixote para guitarra e estava curioso para ver o que saia dali. Em sons limpos o full range é bastante interessante, diria que até melhor que o Weber ALNICO BLUE PUP 8 que la está actualmente, pois o som é mais complexo. O senão é nos sons com mais ganho e com fuzz. O full range não responde muito bem naquele som de overdrive (ligeiro "breakup") e com fuzz torna-se mesmo muito desagradável, pois o som torna-se muito fino, a roçar o abelhudo! Como no Vox não resultou muito bem, decidi instalar este altifalante numa coluna 1x10" que tenho para usar com simulador de amps (tech21 liverpool, korg ampworks, Joyo American Sound. Ora aí está! A fullrange de 8" deu uma valente coça no celestion G10 vintage que la estava, que sempre me sou demasiado anasalado e muito centrado/constrangido em certas frequências, principalmente quando usava simulações de amps blackface! O estranho é que um altifalante de 8" conseguia soar com mais corpo que um de 10" que tem um íman de ferrite enorme Conclusão: Full range para tocar limpo recomendo; para sons com mais ganho: hell no! Full range para simulações é do melhor; este pequenino ganhou o lugar do celestion grande, que provavelmente vai para venda!
  6. Pois percebo-te! Mas claramente ele beneficiava muito se fizesse um investimento! Já toquei com uns choque desses... são de fugir! Sim, o ride desenrasca e para o vosso som até que não destoa! Nesses pratos de liga B8 e fabricados em molde, quanto maior o diâmetro (de 18" para cima) menos mal soam, da minha experiência. Mas diâmetros de 14 e 16" fazem sobressair todas as más características deles!
  7. Está fixe! Bom som! Só uma coisa me deixa "com dor de figadeira"... aqueles pratos são... assim... tipo para o mauzinho! Os Paiste Alpha e os Zildjian ZBT são claramente o calcanhar de Aquiles numa bateria que está a soar bastante bem e bem gravada! Isso nota-se principalmente nos swells e nos rolls onde eles ficam com aquele som agudo irritante de pratos mauzinhos e com muito poucos harmónicos! Caro @Desventrar acho que o baterista está na altura de investir numa prataria melhor, ou se forem pertença do estúdio, de seres tu a investir
  8. Isso deve ser um fio que se dessoldou... ou da pcb ou do suporte de pilha. Em qualquer um dos casos, fácil de resolver!
  9. Estou aqui a fazer figas para que seja o Golden Pony do Eduardo Vinhas!
  10. Conseguiste implementar o switch para pentodo/tríodo? Ja parece um amp de homem! Estāo bonitas essas tripas!
  11. Eu acho que o problema é mesmo esse! Imagina que ele grava em mono para o canal do lado esquerdo. Se fizer pan para o lado direito, está bem de ver o que acontece!
  12. Lamento saber isso ... grande merda! O que se passa é que as pcb's que a Fender anda a fazer são do piorzinho que por aí anda. E se achas que as do 65 RI são más, havias de ver as dos HRDx e Deville... de fugir! Quando se anda a fazer la invenções, não são incomuns problemas como as pistas levantarem, os buracos para os componentes terem de ser alargados para se colocarem la componentes de melhor qualidade, etc. Isso geralmente dá um aspecto medonho à pcb e um aspecto amador ao trabalho feito... infelizmente é mesmo assim, por experiência própria! Quando fiz uma série de mods ao meu Hot rod deluxe, dei cabo de uma série de pistas que tive de refazer à mão e quando quis meter la uns condensadores de jeito (orange drops e vishay mustard) tive de alargar os furos existentes na pcb, porque os arames das pernas não entravam O resultado foi uma pcb com aspecto de merda, mas está tudo a funcionar como deve ser e valeu a pena! Quanto ao transformador... acho isso muito estranho. O de origem não é das melhores coisas que anda por aí, mas também não é uma bosta tremenda! Mais não digo... Quando te fizeram a suposta reparação mudaram as resistências da parte da alimentação de corrente? Essas resistências são uma merda e não se aguentam à bomboca... e há quem diga que a Fender passou dos 110V com que o amp foi desenhado para os 240V da corrente europeia sem sequer pensar muito na questão! O que eu teria feito era mudar essas resistências para umas cerâmicas de 5W que são bem mais fiáveis e robustas. A mod de pêntodo/tríodo e da rectificação válvula/díodo é fácil de fazer... ainda mais agora que estás a tornar a coisa numa "point to point".
  13. Não é verdade, infelizmente Em termos de ruído tens do menor para o maior: resistência cerâmica > filme metálico > óxido metálico > filme de carbono (as de origem do amp) e finalmente compósito de carbono. Eu pessoalmente gosto de compósito de carbono (gosto do som delas), mas o facto de serem muito ruidosas e com tolerâncias baixas (20-30%), faria com que nunca as colocasse numa etapa de pré-amplificação (onde precisas do sinal com o menos ruído possível) - nesse sítio colocaria sempre fimle metálico e deixava o carbon comp para a inversão de fase ou eventualmente já +ara a etapa de potência. E o problema da tolerância é também algo chato numa etapa de pré, porque com tolerâncias tão fracas, se eu colocar uma resistência de 100K, não tarda nada ele pode estar a derivar com a tensão que la passa para 120K ou 130K, alterando completamente o carácter do amp! Pensei que o facto do Alexandre ter andado nesse amp, o tinha deixado à maneira! Que avaria tem ele mesmo?
  14. O que se está a passar? Está a passar de um amp muito bom mas com muitas ratoeiras para um amp fabuloso e com manutenção fácil! Daí só não gosto das resistências de carbon comp. Percebo o "mojo", mas têm tolerâncias muita foleiras e são barulhentas pa caramba! Às vezes pode correr excepcionalmente bem, mas também pode não correr assim tão bem!
  15. Mas na mesma gama, a Yamaha é bem mais cara. Exemplo: https://www.thomann.de/pt/yamaha_stage_custom_studiorb14.htm