Anterix

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13 Reputação Neutra

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  • Aniversário 24-06-1973

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    Piano/Orgão

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  1. Afinação Baixo 5 cordas

    Fui eu que desenterrei isto... Não vi a data, e vai disto. Mas como eu fiz isto a um dos meus baixos, pareceu-me interessante. E, na verdade, tem mais posts depois do desenterranço do que tinha antes. Seja como for, vai-se mexendo nisto. Mal não tem. Quanto à questão, por que raio alguém quererá usar esta afinação num baixo? Eu fiz porque não tinha baixo de 6 cordas e queria experimentar a fazer acordes mais agudos. E resulta bastante bem. Mas admito que não é para tudo. Para música de baixo normal (se este conceito sequer existe) o Si grave dá mais jeito do que o dó agudo. Mas é uma solução. Um baixo de 6 cordas resolve isto tudo.
  2. Pedido de ajuda na escolha.

    Nunca toquei nesse baixo. Quanto aos amps sou da mesma opinião do hypermnesium. Trace Elliot não te deixará mal.
  3. Afinação Baixo 5 cordas

    Uso assim um dos meus baixos. Tive de ajustar ligeiramente o setup. Nada de especial. Funciona muito bem. E podes fazer algumas afinações alternativas fáceis de usar com as cordas desta forma, por exemplo: EADGB DADGC
  4. Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 90/100 O meu Tempo: 185 segundos Fiz tudo certo e só dá 90??? hmmmm...
  5. Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 100/100 O meu Tempo: 160 segundos Aquela pausa não tem, na realidade, 8 colcheias?
  6. Sobre progressão de acordes

    Nunca deixei de cá vir de vez em quando. Por acaso agora bateu uma saudade... Tudo de bom!
  7. Sobre progressão de acordes

    Ok. Entendo. Só que aquele dó natural do C impede-me de sentir A. Muita da piada da música está no uso de acordes cuja fundamental não faz parte da escala de lá maior. Quanto à proximidade com o blues, acho que sim. É muito característico dos Beatles essa proximidade. "I want you" só para dar um exemplo. No walrus noto essa aproximação na intro quando tem o E7 e o D7. O que é que eu penso sobre estes acordes do I am the walrus: (critiquem e debatam à vontade) Acho que o esquema é bastante simples: Uso (quase) exclusivo de acordes maiores cujas fundamentais pertencem à escala de lá menor. (ou dó maior). Por outras palavras. a música parece estar centrada em lá maior, mas todos os acordes são maiores e as suas fundamentais pertencem à escala de lá menor e não de lá maior. Isto remete para alguma forma curiosa de alteração modal, salvo ignorância minha, pouco explorada na música. Pelo menos na música ligeira. Se no decorrer da música o efeito é mascarado por algumas progressões bluesy, no final é claríssimo. As fundamentais tocam a escala de lá menor descendente (e ao mesmo tempo ascendente) e os acordes são maiores, o que provoca sempre a surpresa das falsas relações cromáticas. Música brilhante! Se conhecerem algo que se compare mostrem-me que eu gostava de conhecer.
  8. Sobre progressão de acordes

    Já li. 1- Não encontrei nada de relevante ligando acordes de substituição a esta música. Podes dar-me um exemplo de acorde de substituição nesta música para ver se eu estou a pensar na mesma coisa? Para mim, acorde de substituição é quando um acorde tem uma função tonal diferente da que costuma ter nessa tonalidade; ou então nem sequer faz parte da tonalidade mas sugere uma função nela. Por exemplo a substituição tritónica com função de dominante. 2- Acho perigoso (porque pode levar a más interpretações) fazermos uma análise funcional (tipo V, I, V-V, etc) quando não se sentem essas funções. Por exemplo o B do início ser rotulado de V-V é, na minha opinião, abusivo. Sim, B é o V-V em lá maior, numa música com harmonia funcional. Mas nesta música o B não tem uma resolução que lhe dê a função de V-V (dominante da dominante). Por isso a análise do neptune1bond que me mostraste (realisando uma análise funcional ao estilo de música tonal clássica) corre o risco de ser inútil e desajustada. Deve haver outra explicação para o uso daqueles acordes...
  9. Sobre progressão de acordes

    Belíssima análise! Obrigado Rivnu. Pode haver alguma diferença entre o que nós entendemos por acordes de substituição. Podes explicar-me como estás a aplicar esse conceito nesta música? Gostei muito da análise. Nela se percebe que esta música dá espaço para discutirmos. Isso geralmente é bom. Bem melhor do que alguém perguntar que acordes tem tal música e nós chapamos com um sol e dó e está feito. Então deixem-me por aqui à discussão as seguintes progressões "roubadas" ao "I am the walruss" dos Beatles: Intro: B, A, G, F, E, E7, D, D7 (e o acorde que vem a seguir é A) Verso 1: A, G, C, D, A, G, C, D, A (à segunda vez: D, , A, , E, D, Verso 2: A, G, F, G, A, G, F, B, , Refrão: C, D, E, (D, no terceiro refrão) Intermezo: B, A, G, F, E, (á segunda vez acrescenta: F, B) Final: Progressão em sentido contrário sugerindo os seguintes acordes: ||:A, G, F, E, D, C, G/B, :|| Any thoughts?
  10. Sobre progressão de acordes

    Por outro lado, não me interpretem mal: não quero, de forma nenhuma, dizer que não vale a pena estudar as progressões tonais mais comuns. Claro que vale! Se não as sentirmos não vamos sentir outras menos usuais e não teremos termo de comparação. E para isso aquele esquema num post acima, do Rivnu é excelente. Está muito bem sintetizado. Apenas queria mostrar que o que é muito comum corre o risco de se tornar banal. E que, depois de se ter interiorizado progressões dentre de uma tonalidade podemo-nos aventurar noutros caminhos.
  11. Sobre progressão de acordes

    Vamos tentar analizar esta música com os graus, I, ii V, etc? Um exercício interessante.
  12. Sobre progressão de acordes

    Olhe que não. Modulações é outra coisa ainda. Esta música dos Beatles não tem modulações propriamente ditas. Também não considero nada daquilo acordes de substituição. Isso ainda é outra coisa também. O que há ali é outra forma de pensar a tonalidade. Os acordes não são formados com notas de uma única escala. E, apesar disso, não se sentem modulações pois não há V - I a outras tonalidades. E para considerarmos acordes de substituição teriamos de sentir a função tonal que eles estão a substituir. Coisa que não acontece nesta música. Não sentinos dominantes, subdominantes, muito menos sextos graus. Não sentimos porque é outro sistema. Não existem essas funções. Muito interessante, não é?
  13. Como achar o tom?

    Será que podemos ouvir esse riff no seu contexto musical? Isso ajudaria um bocado... Descobrir o campo harmónico de um riff é uma coisa que não existe. Qualquer riff pode ser harmonizado de formas diferentes, como um desenho pode ser pintado com cores diferentes. Claro que se desenhares uma vaca eu não a vou pintar de verde... E daí, não sei
  14. Sobre progressão de acordes

    Uma das músicas mais fantásticas que conheço: https://www.youtube.com/watch?v=Ap6kSV_U45o Com progressões dentro da mesma escala, como as que dá para fazer com o quadro postado acima não se pode fazer nada de novo. Isso não é necessariamente mau. Mas é muito limitante. Muito repetitivo, com risco de soar a qualquer coisa que já ouvimos. Esta música, por outro lado, é única. Se gostarem dela tirem os acordes e tentem perceber como funciona. Se não gostarem dela ouçam-na mais vezes e, talvez, outras versões e passarão a gostar. Garanto. Não tenho nada contra ii V I, entenda-se! Mas como vamos mais longe se não ouvirmos outras progressões? Força!