rgp

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Sobre rgp

  • Aniversário 19-08-1967

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    Masculino
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    Lisboa
  • Instrumento
    Guitarra

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  1. É assim, mas quando pisas ele toca meio segundo. Pode não ser muito grave, mas ao vivo, o que o público vai pensar é "o gajo atrapalhou-se". Para não acontecer tem-se que cortar o volume, apagar, e voltar a subir o volume - não é complicado, mas é necessário ir lá com as mãos, o que nem sempre é possivel.
  2. Mais dificil será escolher as madeiras para a guitarra deste gajo
  3. Os luthiers fabricam as peças, o que retira a sorte do caminho. Também não é necessário tem um enorme numero de peças para escolher, e se por acaso um braço não combinar com o corpo podem construir outro e guardar o primeiro para o instrumento seguinte. Penso que a principal diferença é que os luthiers batem com o martelinho em tábuas (que podem ser do seu stock ou duma instancia de madeiras), e nas "custom shops" das marcas batem em peças já feitas (as peças são feita em série, mas eles são os primeiros a escolher). Vi num documentário sobre a PRS (não tenho a certeza se era esta a marca) em que davam marteladinhas em tábuas antes de estas irem para o CNC.
  4. Há uma diferença muito importante - nas custom shops têm acesso a pilhas de componente (para o caso o mais importante são os corpos e os braços), e podem montar guitarras "de ouvido", dando umas marteladinhas nas peças, ouvir como ressoam e fazer conjuntos hamónicos. Pode-se ter um corpo e um braço espectaculares e que juntos soem "mortos", ou o contrário (por isso é que às vezes aparecem instrumentos de gama baixa a soar muito bem). A comprar na net fica-se dependente da sorte (se bem que quando todos os componente são bons a probabilidade do produto final ser bom é alta).
  5. Ainda sobre a polaridade dos altifalantes: A forma como se ligam os altifalantes pode ser importancia, ou não ter importancia nenhuma, dependendo do numero de altifalantes e no desenho da coluna. Numa coluna (ou combo) com apenas um altifalante a polaridade costuma ser irelevante (não digo que é sempre porque pode haver uma especificidade do altifalante em questão). Numa coluna com um par (ou 2 pares) de altifalantes, sobretudo se for uma coluna fechada (a típica coluna Marshall) se os altifalantes estiverem e oposição de fase quando um cone está a "sair da caixa" o outro está a entrar, fazendo com que a pressão no ar do interior da coluna seja mais ou menos constante. Se estiverem em fase o ar do interior da coluna vai contribuir para "amortecer" o movimento do cone. Este fenómeno pode ser bom ou mau, consoante o que se pretenda. Para ajuda à confusão, o som vindo de cada altifalante vai-se misturar na sala com o som gerado pelos outros, e a polaridade com que estão ligados influencia o som em cada local da sala - o chamado "sweet spot" pode ficar noutro local.
  6. O valor de impedancia apresentado pelos fabricantes é uma simplificação, para ser entendido por toda a gente e facilitar a comercialização . Tenho ideia que o que os fabricantes indicam como impedancia de um altifalate (os usuais 4, 8 ou 16 Ohms) são a impedancia a um sinal sinusoidal de 1Khz. Como o grosso das frequencias dos sons audiveis anda pelos 400Hz, na prática os altifalante apresentam-lhes uma impedancia um pouco inferior (pelos 6 ou 7 num altifalante de "impedancia nominal" de 8). Para DC (0Hz) um altifalante é, na prática, um curto-circuito. Escrevi isto de cor, e já não mexo com estes temas há muitos anos, posso não estar completamente correcto.
  7. E que pestana tens? com a pestana da Graphtech não sinto a necessidade de ter micro-afinação (e é bem mais barato). A pestana tem um papel importante tanto na afinação como no timbre, e como custa menos de 10€ e se instala em casa na boa é um upgrade a fazer sempre (a menos que já venha assim de origem, o que vai acontecendo cada vez mais). Sperzel compensa - tenho dois conjuntos com mais de 20 anos e não noto qualquer diferença de funcionamento a uns novos. Há 20 anos os Sperzel eram de longe superiores a todos os outros; provavelmente agora haverá vários de qualidade equivalente (com ar de serem "inspirados" pela Sperzel), no entanto os preços são semelhantes, pelo que continuo a comprar os de sempre.
  8. Carrilhões Sperzel e pestana Graphtech é a receita que uso sempre - nunca falha. Se tiver que ser, alargar o buraco não custa muito (dito assim soa estranho...).
  9. O que é para ti um mini amp?
  10. Quase não o reconheci, não o costumo ver de chapéu Nestes amps o power a mais não faz mal, pois soam igualmente com o som baixinho (ao contrário dos amps a válvulas), no entanto ocupam algum espaço.
  11. Tive um, e só posso dizer bem - bom som limpo e berra bem (não é um Twin, mas dá perfeitamente para tocar em banda sem comprometer) . A distorção é fraquita, mas isso é irrelevante para quem tiver pedais. Foi o meu primeiro amp "a sério", e quando pude ter amps a válvulas ficou como backup por muito tempo, pois é o ideal para andar aos trambulhões na carrinha, e até o toquei algumas vezes quando tinha um stack Marshal que nem sempre cabia no palco. Só o vendi quando tive vários amps melhores e percebi que nunca mais o usaria. Se puderes esticar um pouco o orçamento vai para um Tech21 (arranjam-se por 200 / 300), que soam um pouco melhor em som limpo e as distorções são muito melhores. Também gosto deles para tocar em casa (tenho um para isso) porque na prática, ao volume a que posso tocar, acabam por soar melhor que os amps que simulam.
  12. .