pduarte

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  1. Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 91/100 O meu Tempo: 133 segundos quem escreveu as perguntas deste teste? desde quando é que uma pausa de semi-colcheia vale 1/4 de tempo? a sério? e a clave de sol não existe na primeira linha também? mesmo sendo básicas as questões devem sempre acautelar o progresso do conhecimento. Penso eu, sei lá...!
  2. Gamala Taki

    Tens razão. Isto está a virar moda. Mas a música chegou primeiro...para grande mal dos músicos. E não está ? ;)
  3. Gamala Taki

    E o que defendo é que não é ou não tem de ser o 1,2,3,4 que faz a diferença. Acontece que para ti e pelos vistos muita gente esse método ajuda-te a mudar o teu "mind frame" de abordagem à questão dos ritmos. É como no desenho eu chegar e levar as pessoas a observarem em 2D em vez da visão tridimensional e de repente fazer-se luz nas suas cabeças e começarem a desenhar melhor instantaneamente.
  4. Gamala Taki

    Num outro tópico falámos sobre compassos e dei o exemplo de um tema em que me vi "grego" para saber que tipo de compasso estava a usar num pequeno trecho. Um racional escolhe o compasso e cria sobre a estrutura. Um intuitivo primeiro faz e depois vai ver que nomes é que ha-de chamar à coisa. Isto não quer dizer que a música de um seja melhor que a do outro.
  5. Gamala Taki

    Calma andreb. Estávamos a falar de tipos processos de aquisição de informação e gestão (processamento) dessa informação conjuntamente com uma componente emocional dentro de um quadro de valores, etc., etc. A maior propensão de um indivíduo para um lado mais racional ou intuitivo ou outra coisa qualquer existe nas artes e nas ciências. Eu pelo menos não falei em divisões entre estas a este nível. Aliás os cientistas visionários seguramente que usarão as mesmas ferramentas cerebrais que os artistas visionários. Tal como os cientistas com tendência para a sistematização tb têm os seus correspondentes nas artes. Na música fartei-me deles O que acontece em relação à Renascença é cultural. Passámos a dar muito mais importância à "racionalidade" e muito menos a um lado espiritual que quase desapareceu...curioso ser essa componente o que mais nos distingue dos animais e não a razão. Mas isso é outra conversa, como costumo dizer.
  6. Gamala Taki

    Eu compreendo que isto faça muito sentido numa sociedade onde é previlegiada a parte racional sobre tudo. Até aí tudo bem. Mas nem todos no mundo ocidental são assim. Como costumo dizer por brincadeira: há sempre uma aldeia gaulesa no império romano ... Óptimo. Espero que percebas que não estou a dizer mal deste método. Se funciona, então ainda bem. Não posso falar pela Aliceag mas por mim passo bem sem ele. A minha maneira de aprender sempre funcionou. (Tb não quer dizer que funcionaria para todos, lá está.) Como te habituaste a uma coisa "anti-tua-cultura linguística" tb te terias habituado a outra seguramente. Porque esses sons não poderiam ter sido "escolhidos" por um português. Mas isso agora é irrelevante para a questão que levantei no meu post inicial.
  7. Gamala Taki

    Sou sempre a favor de uma maneira natural de aprender. Observar - > Imitar (Fazer)- > Construir - > (Teoria). Nunca ao contrário. Hoje há muitos métodos e um conhecimento cada vez mais vasto sobre a maneira como aprendemos. Como não acredito em standardizações penso que caberá a um pedagogo (mestre) conhecer o aluno (aprendiz) e adequar o método ao aluno. As teorias são reservadas a níveis mais avançados. Servem basicamente para sistematizar a realidade passada...para não termos de reinventar a roda !!! A minha intervenção dizia respeito a uma resposta do andreb à Aliceag. À partida não considero esse método mau mas tb não o conheço para dizer que é bom a não ser pelas referências que o andreb deu. Até porque há ali uma componente de movimento, parece-me, que é seguramente positiva. A questão é que (1, 2, 3, 4) só é racional se tu o fores. Não tem de ser. As palavras são sons. Podes usá-los em conjunto com um significado ou não. Se fores extremamente racional nunca te irias lembrar deste pormenor. Os gregos têm bastante música folclórica em 7/4. Está na massa do sangue. Tenho dúvidas que eles usem um método para ensinar os filhos um ritmo "tão complexo" ... Tudo na música sente-se. Até o som. O raciocínio é somente uma ferramenta para chegar a algo mais complexo. Se este algo não existisse a música tb não existiria.
  8. Gamala Taki

    Não faço nem nunca fiz uma leitura básica de divisão de hemisférios. Estudos feitos há algum tempo atrás ajudaram a perceber porque há pessoas que conseguem - e utilizando um exemplo concreto da nossa discussão - separar o "um" em som e significado muito facilmente e outros não. Ninguém é melhor ou pior que ninguém. Somos diferentes. E para diferentes pessoas diferentes métodos. É isso que defendo, basicamente.
  9. Gamala Taki

    O uso da fonética nessa cultura é bem mais abrangente que o que este método propõe. Nem vou entrar por aí senão tenho de ir fazer revisões à matéria de há anos atrás. Não estou a refutar esta técnica. Estou a relativizá-la. Trouxe para a mesa a questão dos hemisférios por causa do post da Aliceag e da respectiva resposta do andreb. E mantenho o que disse. Ao contrário do que afirmas, a divisão dos hemisférios ( eu diria para ser mais correcto a maior preponderância de um em relação ao outro - foi o que quis dizer com as gradações de cinzento - não está em contradição com o Howard Gardner ) ajuda-nos a compreender melhor as diferentes capacidades e a maior "queda" que uns apresentam ter para uma determinada área de actividade (perfeitamente de acordo com o H. Gardner). Claro que a música é um campo vastíssimo que implica o uso do raciocínio e intuição. E no sec XX tens grandes exemplos de "matemáticos" que fizeram música. A questão não está aí também. Se alguma vez deres aulas (workshops, conferências, whatever) vais perceber melhor na práctica do que estou a falar. Um exemplo muito simples. Dás um intervalo para classificar. Uns alunos chegam lá de ouvido " na boa" outros andam a contar tons e meios tons. Queres outro ? Extensões de acordes. O Schoenberg disse uma coisa fantástica: ele não ensinava acordes de 9ª, 11ª e 13ª. Dizia ele que quem não percebia não iria entender pela teoria; por outro lado não valia a pena gastar tempo a explicar a matéria a quem teria facilidade em compreendê-la. Queres outro um pouco mais rebuscado ? Repara nos criadores que precisam de ter imensas regras para compôr/criar. A coisa não flui: é construída bloco a bloco. Isto quer dizer que é mau ? Não. De todo. Mas... Sei que cada vez tenho mais buracos nos meus estudos - não consigo acompanhar tantos campos de conhecimento, infelizmente. Não estou tanto por dentro dos conceitos do Gardner quanto gostaria mas do que me lembro não vejo em que é que a questão dos hemisférios é contraditória. A não ser que alguém ache, por distracção, que ou trabalhamos com um ou com outro, o que não acontece de facto. O H.G. debruça-se basicamente sobre as diversas combinações "principais" entre o h. direito e o esquerdo e caracteríza-as. Por acaso acho bastante interessante este assunto. Mas continuemos. Sempre fui da opinião que a música é para toda a gente. Deveria ser disciplina obrigatória em conjunto com a matemática e mais umas quantas. Toda a gente deve saber ler e escrever muito bem. Mas não nos iludamos. Nem todos vão escrever como o Camões, o Pessoa ou o Eça. E infelizmente no caso do mundo da música há muito a ideia que isto é para qualquer um. Todos sabem e dão opinião tão válida quanto a do vizinho do lado. Não é assim em mais nenhuma disciplina do saber humano ( ou arte ).Essa é uma das razões da total desvalorização da música e dos músicos na nossa sociedade. Mas isto já é outro assunto.
  10. Gamala Taki

    E ainda tens aqui um outro pequeno problema para resolver. Para um americano é fácil acentuar o GA e o TA. Em português o normal é dizeres gaMAla taKI. Experimenta gritar estas palavras e vais perceber onde as acentuas. O que destroi por completo o efeito pretendido para uma pessoa daqui. Mais uma prova que funcionas preferencialmente com o outro hemisfério...senão tinhas ouvido estes sons !!!
  11. Gamala Taki

    Andreb, este teu post diz tudo. Esse método tenta evitar que se raciocine por assim dizer em ritmo e que se tente uma abordagem mais orgânica e sensorial. Pois é precisamente dessa maneira que os indivíduos que usam mais o "hemisfério musical" (do nosso cérebro) funcionam. Logo não precisam desse método. Eu não estou a dizer que ele é mau, entende-me. Quando afirmas que para ti "um dois três" sao numeros e é algo completamente diferente de uma palavra "Ga Ma La" estás precisamente a concluir que o teu forte não é esse mesmo hemisfério. É o outro. Não há mal nenhum. Mas percebe que por exemplo para mim é muito fácil desligar o som do significado duma palavra. Há milhões de exemplos engraçados sobre as maneiras como os "hemisférios" trabalham. Tu decoras um nº de telefone ou a sonoridade desse nº ? Quando mencionas o Pat Metheny e o Abdullah Ibrahim percebes que é muito relativo. Isso quer dizer o quê ? Que eles conseguiram melhores resultados através desse método que os que conseguiriam por outro? Que fizeram um jeito a um amigo vindo a público dizer que "esse método é que é"? Que tinham vários métodos para escolher e resolveram optar por esse ? Quanto à questão dos hemisférios e o sucesso musical: na minha opinião bons músicos podem aparecer dos "dois lados". No entanto há quem tenha nascido com uma facilidade que os outros tiveram de trabalhar muito para conseguir e mesmo assim nunca chegarão a perceber quão intuitivas são certas "matérias". Dito isto, lembro-te ainda que nada é branco e preto. O que temos são muitas gradações de cinzento...preferencialmente da massa cerebral !!!
  12. Gamala Taki

    Acho que as explicações sobre o funcionamento do hemisfério direito e esquerdo do nosso cérebro não te vão dar muita razão. um, dois, três...são sons como outros quaisquer. Nem todos funcionam cerebralmente da mesma maneira. Daí posso concluir que para alguns esse método pode ser bastante interessante. Para outros é perfeitamente indiferente...o curioso é que este segundo grupo é precisamente o das pessoas que têm mais propensão para as actividades musicais. Logo, como segunda conclusão, podemos dizr que esse método é bom para quem tem mais dificuldade com os "raciocínios" musicais.
  13. Qual A Coisa Mais Ridícula Que Já Vos Disseram...

    Há uns tempos atrás um cantor bem conhecido da nossa praça estava em estúdio a ver um tema novo. O produtor não conseguindo dar as notas mais agudas cantou em falsete. Comentário espontâneo do artista: - Tu cantas mesmo bem em fade out. PS: Foi o mesmo artista que um dia ao observar um técnico de luzes a usar um followspot comentou: - Um dia quando tiver um programa de tv meu também quero um foto-spot.
  14. Que Teclado Têm?

    Deve ser o único modelo da Roland que eu gosto. <_< Não sejas mauzinho. E o VSynth, por exemplo ?
  15. Que Teclado Têm?

    A versão em software com bons conversores soa melhor que o original (cujos conversores já têm uns anitos)...falta-lhe é o hardware !!!