spiegelman

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  1. Olá! Desculpa este hiato na resposta. Basicamente é isto. para quem está habituado a um controlo de volume linear parece que o amplificador não desenvolve. Chegas a meio e é quase mesmo do que quando está a um quarto, mas assim que começas a meter o botão de volume pelas chamadas 1 ou 2 horas ele começa a dar um salto enorme de volume. Aliás, começas a ter medo que se dás mais volume os cones das colunas te saltem da cab. É uma questão de hábito. Estou a gostar bastante do amplificador. O volume não é problema a partir do momento em que passes a barreira psicológica do botão de volume. Entre isso e o botão de Gain consegues achar o volume que desejares. Talvez o mais difícil seja conseguires sacar o tom que queiras com o "equalizador" visto não ser um equalizador normal. São dois botões de varrimento de frequências (um para a frequência outro para dar forma (Shape) à frequência que estiver escolhida nesse botão, e isso é talvez, para quem não esteja habituado, o mais difícil de adaptar. De resto, aquilo é perfeito. É potente o suficiente em salas de ensaio, ao vivo se tiveres PA e uma DI aquilo tem saida balanceada por isso volume não é problema. E é limpo, ou seja, para mim que faço o som todo com os pedais, não preciso de um amplificador que me dê demasiada cor ao som, é um amplificador limpo e transparente. Não estou arrependido. E quando arranjar orçamento compro duas hydrive 112 para sacar os 600 watts (agora estou a usar uma cab 4x10 da Harley Benton a 8ohms que só saca no máximo 400 watts dele. Não preciso de mais e não quero cá frigoríficos. Hey, aquilo cabe numa mala de portátil!
  2. Retour na Thomann, 415 euros. Está a 450
  3. E este bicho que acabei de mandar vir? Hartke TX600, Class D, pré a válvulas, 600 watts 4 ohms (450 a 8ohms), 3 kg de peso. Meto-o numa mala de portátil e levo-o ao ombro! que maravilha de amp! Está a correr através de uma HB 410 porque não há orçamento para duas Hydrive 1x12 para as quais este menino foi feito, mas ainda assim. Tão bom...
  4. Mandei vir isto. Hartke TX600, novidade de verão deste ano. Já o andava a namorar desde que foi anunciado pela Hartke. Estive para comprar um LH500 mas apanhei uma devolução na thomann e não resisti. 600 w (450 a 8 ohms) e só 3 kg. Pá... cabe-me numa mala de portátil e é lá que o transporto. Tem aquele som quentinho e cheio do pré a válvulas e um scoop de médios que o faz entrar no mix. Maravilha de amp. Foi feito de propósito para ser amplificado através das hydrive (penso que o mix perfeito deste amp é usar duas 2x10 da hydrive) mas como o orçamento não dá para mais faço-o soar através da H&B 410 e mesmo assim canta pa caray!
  5. Não digo que não, muito pelo contrário. Hei, eu tenho um baixo de cinco cordas, é o baixo que tenho há mais tempo. Só mais recentemente é que voltei a ter um de quatro cordas e voltei a tocar em quatro cordas. E fi-lo porque na banda onde actualmente estou achei desnecessário e desconfortável ter cinco cordas. Neste momento uso as quatro cordas para os covers de metal e as cinco cordas para um projecto acústico com violoncelo e piano. Muitas vezes acho um desperdício comprar um de cinco cordas decente só para o estilo ou para pousar o polegar. (sim, porque se for para comprar porcaria barata não vale a pena comprar cinco cordas. Seja pela capacidade de captação dos graves em pick ups merdosos, seja pelas madeiras mais ranhosas, se é para ter cinco cordas tem de se abrir os cordões à bolsa) Se é para aprender o 4 cordas é o melhor. Porque na curva de aprendizagem usa-se sempre as 4 cordas. A 5ª corda vem depois com a necessidade musical do resto da banda onde se está. Eu aprendi em quatro cordas e só depois de aprender o instrumento é que evoluí. Mas isso são preferências e apenas a minha opinião. Quanto à dificuldade, o tempo de adaptação é mínimo. Mas no fundo a questão é sempre de gosto e necessidade musical e de quanto se está disposto a investir e a verdadeira necessidade desse investimento. A não ser que seja um gajo rico, aí é indiferente. Compra os baixos que quiser. de 4, 5, 6, 8... Tanto faz
  6. A afinação é igual, é uma quarta, como todas as outras cordas estão afinadas por quartas, as posições não mudam. A questão de necessidade tem a ver com o que queres fazer com o baixo. Se estás numa banda com formação normal (dois guitarristas por ex.) que toca em afinação standart (o mais grave é em Mi) dificilmente vais usar a quinta corda porque se os teus guitarristas vão por exemplo tocar qualquer coisa em Si, se vais usar o bordão de Si já estás a fazer os baixos duas oitavas abaixo, demasiado grave para o que o resto da banda está a tocar. Se estás a tocar numa banda de jazz onde já tens piano por exemplo, já pode ser mais versátil usares um baixo de cinco cortas quando as tonalidades vão para si, dó ou ré. Se for numa banda de metal com guitarras de sete cordas aí fará todo o sentido mas se tocarem em Dropped D é mais prático fazer o drop na corda de mi e habituares-te a tocar em dropped D do que usares a quinta corda, mas podes armar ao pingarelho e andar sempre com a mão a fazer ginástica a tocar metal com o dedo sempre no terceiro trasto da quinta corda. mas vai doer muito mais.
  7. A pergunta é. Precisas de mais uma corda?A dificuldade não é para aqui chamada.
  8. Os meus dois bacalhaus de momento: Ibanez BTB 555 de cinco cordas activo em mogno e plátano com escala em ébano. Pick ups Bartollini MK1 Sire JB V7 Marcus Miller Signature Series de quatro cordas, corpo em Freixo, escala em plátano. Activo e passivo, pre-amp Marcus Miller legacy. Este menino é... uma... besta Dois videozinhos a mostras as suas possibilidades https://www.youtube.com/watch?v=ad30ZnuIV1g https://www.youtube.com/watch?v=pbY2lvrqL5c
  9. Boas pessoal, aproveito para deixar o primeiro post e apresentar-me Sou o Humberto Silva, sou baixista há já uns 13 anos, passei por uma banda de grunge de 96 a 98, os Landscape e depois de um interregno de 6 anos nas lides ao vivo tive nas covers com os http://www.barfield.pt.vu, banda que entretanto acabou, depois passei para os liboetas de prog/rock/metal http://myspace.com/profusions, a qual deixe há coisa de dois meses para uma sabática musical ao fim de 3 anos e meio de constantes ensaios, concertos e gravações, embora ande a "pôr uns baixos" em projectos diversos Tenho como influência principal baixistas de metal, Steve Harris, Cliff Burton, Markus Grosskopf, de Rock e funk, Billy Gould, Flea, Les Claypool, e admiro bastante o Stefan Lessard. Gosto e respeito o talento dos mestres Marcus Miller, Jaco Pastorius, Victor Wooten e Stanley Clarke. Embora não considere o Justin Chancellor um baixista de excepção, o som do seu WAL Bass nos TOOL é para mim inigualável. O meu material é Bass: Aria IGB 40 (4 cordas) Ibanez BTB 555MP (5 cordas) Amp: SWR LA 15 100w FX: Bheringher Bass V-AMP POD Keep Rockin'