CarlosC

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Sobre CarlosC

  • Aniversário 03-04-1987

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  1. NPD - New Pedal Day

    Também tive problemas com esse gajo, o pedal veio com problemas. O palhaço não "desfaz" o negócio e inventa desculpas para tudo - cabos transformadores etc - tudo o que funcionou para todos os pedais antes era de "qualidade demasiado fraca" para o pedal dele. Enrolar historias desculpas e sacudir responsabilidades, inadmissível.
  2. Ângulo do braço de uma guitarra

    @F.Coelho de nada, obrigado também pela activa contribuição e tempo dedicado à pesquisa deste detalhe. Este assunto em particular é muito dedicado, lembro-me de ouvir falar em "neck re-sets" em guitarras estilo Gibson L-5 vintage entre outras, por vezes em estado inalterado atingem valores muito elevados, mas que precisaram de voltar a encaixar o braço na posição certa. Maior ângulo implica maior altura na ponte e maior pressão sobre o tampo, resultam daí diferenças sonoras em instrumentos acústicos. Achei interessante, também costumo usar umas réguas para gerir os setups.
  3. Avaliação inicial da Voz...

    tens jeito com o ritmo e há muita gente que quando se dedica à musica nem isso tem podes ter problemas técnicos a resolver a nível de respiração e colocação ou algo do género (para quem percebe de canto que não é o meu caso) mas ter aulas só te vai ajudar, nisso acho que se encontrares as pessoas certas terás as respostas que precisas. até lá nunca se sabe... força
  4. Ângulo do braço de uma guitarra

    em 3 archtops é ligeiramente angulado para trás e numa clássica é plano e nas strats também.
  5. Software vs Amp Valvulas

    @tmo realmente eu evitei usar a expressão qualidade de som para evitar ferir certo tipo de susceptibilidades. tudo o que disseste faz sentido e é válido. no fim chegamos à habitual conclusão que o contexto importa muito. geralmente, não dou prioridade nem a tocar nem a ouvir musica de phones, pois parece incomodar-me. não digo que precises de colunas a berrar, mas (talvez dependa da qualidade dos phones) geralmente gosto de ouvir o som no espaço onde estou inserido. parece ser uma experiência mais agradável aos meus ouvidos. a ideia com que fiquei de usar simulações VST ou pedaleiras ao longo de tempos foi que nunca aprendi realmente a mexer em nenhum dos amps simulados até ter um à frente e depois: os controlos reais são diferentes, reage de forma diferente, soa diferente. claro que fiquei com "uma ideia do som" mas o carácter dos amps ao vivo é drasticamente diferente entre si, por vezes ajustar é confuso e contra-intuitivo. curiosamente para mim sempre foi mais fácil e rápido chegar a um "certo som" com software do que com amps reais mas quando consigo, a título pessoal fico mais satisfeito com os amps. não tenho como descobrir se é efeito "placebo" ou não
  6. Software vs Amp Valvulas

    Aconselho-te a experimentar o material. Os Rolands não são maus, são porreiros para o preço, mas tentam ser tipo canivete suíço e na realidade não são grande espingarda. Tive um vk112 que vendi talvez inadvertidamente pelo setup que usava - guitarra + encordamento + palheta + tone grave que sacava e o amp saturava muito facilmente, recentemente voltei a tocar num vk212 e gostei mais do som. A forma como sacas ou o som que tentas obter pode dar-te percepções diferente do material que procuras. Tenho tido muita sorte em poder experimentar diversos twin reverbs e deluxe reverbs e etc, acho que software é porreiro também tive uns moduladores e tenho até curiosidade com o que poderá haver de interessante, a questão é que nada substitui a presença física do amp e respectiva coluna (para o bem e para o mal) e até hoje nada chega sequer remotamente perto de te dar a sensação de tocar num twin (por exemplo), excepto quando tocas num. Acho que faz parte a maior parte do pessoal ter uma fase que experimenta com modeladores ou multi-fx até chegar a usar sets híbridos com ambas as coisas mas eventualmente chega a 1 ponto que após conheceres algum material especifico percebes as diferenças. Há malta que após anos a usar os "milagrosos" Fractal Audio axe FX diz que se esqueceu a sensação que era tocar num amp a sério. E os amps são bichos marados, quantas vezes vou tocar num que acho que soa de uma maneira e soa de outra, quantas vezes vais habituado a tentar chegar a um som de uma forma e não dá e as características do amp sobrepõem-se. Geralmente amps bons que eu gosto (como acima citados) assim que os ligo o som praticamente está lá. Com amps que não conheço ou acho estranhos (painéis estranhos tipo os polytone) vejo-me grego para perceber o que fazer com aquilo.
  7. Set up guitarra Minho/Porto

    Costumo ir ao Vinhas também, um amigo meu recomendou-me e levei lá diversas vezes uma archtop Luxor ES-175 e uma Peavey jf1 ex. Um setup normal costuma demorar pouco, se não houver imprevistos nem muita conversa 1h a 2h tá feito.
  8. Ajuda na escolha de guitarra electro acústica

    Sei que esta marca tem representação cá em Portugal, algumas lojas têm ou que há um atlier em Guimarães. https://reverb.com/item/5221773-peerless-pd-50-acoustic-guitar-dreadnought-solid-spruce-top-mahogany-natural Experimentei um modelo Jumbo que me surpreendeu até tirei foto à guitarra. (fora outras coisas deles que experimentei)
  9. Montra do nosso Gear

  10. Qual é a vossa rotina de prática de guitarra?

    Ainda não tinha ouvido a harmonia, que estupidez a minha, isso são as chord changes do Misty.
  11. Qual é a vossa rotina de prática de guitarra?

    Isso pelo que me parece, podiam ser as chord changes do Misty. (há bocado pus-me a transcrever a harmonia de um tema no youtube que tinha o nome cloudy (tocado por Coleman Hawkins. os 'A's também andam à volta de 1 tonalidade maior mas o B é diferente, e é um bocado rápido) Cm7 | F7 |Cm7 | F7 | Bb6 | Cm7 F7 | Bb6 | G7alt | Cm7 | F7 |Cm7 | F7 | Bb6 | Cm7 F7 | Bb6 | % | Dm7b5 | % | % | D#m7b5 | Em7b5 | % | % | G7b13 | Cm7 | F7 |Cm7 | F7 | Bb6 | Cm7 F7 | Bb6 | % | edit: só agora é que peguei na guitarra hoje, acho que deu para corrigir.
  12. Qual é a vossa rotina de prática de guitarra?

    Realmente tenho muitas coisas que quero trabalhar ritmicamente, mas sim a inconsistência vem do facto de que estou à procura das notas antes de as tocar, para primeira tentativa devia ter sido mais lento para ficar perfeito. Quanto a isso dos produtores, concordo que saber tocar com o click é fundamental(no meu video o click é no 2 e 4). Mas em diversos contextos musicais, o tempo é algo "elástico". A verdadeira qualidade rítmica está em saber roubar tempo aqui e voltar a colocar ali. Na fase do shred ao focar-me muito no tecnicismo e perfeccionismo utópico, tornei-me quase anti-musical. Actualmente gosto muito de tocar colcheias ligeiramente fora de tempo, e é difícil de fazer bem feito. (e este tipo de cena não é exclusivo a 1 género musical). No video de Cassete Pirata em estúdio, dizem até que e certas bandas o click ajuda, noutras destrói completamente a banda. É circunstancial. Numa nota mais interessante, acho que o som fala por si neste video.