CarlosC

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Sobre CarlosC

  • Aniversário 03-04-1987

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    Guitarra

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  1. Guitarra em cortiça expandida

    Sim é verdade, cedro é bastante comum.Mas em archtops, se o tampo for esculpido a malta quer sempre "spruce tops" e "maple backs".
  2. Semi-Hollow Body - Ibanez AS93 - 335 Style

    Porreiro partilhares, nunca achei que locking tunners faria grande diferença em guitarras de ponte fixa. Comparando aos outros tunners consideras a qualidade igual? (Por alguma razão, os Gotoh 510 parecem-me absolutamente incríveis) A guitarra já é porreira de origem mas não há muito a criticar a alguém que queira mudar partes. Tive um amigo que meteu uns pups Gibson na sua Ibanez e a guitarra estava espectacular.
  3. Guitarra em cortiça expandida

    Devido a já ter tido contacto com alguns instrumentos um pouco fora do normal é que fiquei com curiosidade. Agora a parte do investimento já é outro assunto que não tem muita relação com a performance musical do instrumento e com o meu interesse em certas madeiras e técnicas de construção mais puristas, etc. Sei bem que há um mercado de coleccionadores e com valores até bastante mais elevados. Creio que a ultima Zeidler inacabada que depois foi finalizada por diversos outros Luthiers de renome mundial esteve à venda por $100 000. Para não falar de uma D'aquisto (das quais as Peerless "tentam" ser uma cópia) que está avaliada em $250 000. Agradeço o concelho que é bastante sensato e com o qual concordo. Há valores que se tornam especulativos. Claro que certos nomes tornam-se marcas devido a uma confiança associada a um padrão de qualidade espectado nesses instrumentos. Mas isto já nos desvia muito dos materiais alternativos na construção de instrumentos. Acho difícil não se recorrer ao tampo em abeto.
  4. Semi-Hollow Body - Ibanez AS93 - 335 Style

    Altamente Nuno, depois vai mostrando o processo. Já pensei se trocava a ponte à minha Peavey. Hás de descrever as diferenças. Das ES335 que toquei, eram todas "únicas" numa classe diferente, e nenhuma outra guitarra é aquelas guitarras. Não digo inferior nem superior, mas é simplesmente diferente. Há qualquer coisa nos médios. Podes ser fã disso ou não. Eu podia ter hoje uma ES175 que deixei passar e sinceramente até gostava de ter se fosse rico, mas as 175s que tive contacto ao vivo, preferi sempre as LGB300 e GB200. Estas duas GB parecem-me tentar aproximar-se mais de uma L4 que de uma 175. (Tipo mini L5s) TMO Há um gajo que é o Gilad Hekselman com uma archtop de Luthier de NY (Victor Baker) e também meteu um sistema com piezos até tinha blocos de madeira a tapar um dos F-holes a guitarra ficou com os fios de fora, uma autentica aberração. Mas ele lá curtiu o som dele com aquilo.
  5. Semi-Hollow Body - Ibanez AS93 - 335 Style

    Tranquilo Nuno. Neste momento nem acho um braço confortável ou desconfortável, é simplesmente diferente. O ideal é adaptar-me a qualquer coisa em vez de ser reféns do material até porque o mundo físico não se adapta a nós. O que estas a pensar fazer à guitarra? sinceramente acho que essas guitarras já são fixes e dão para tocar uns tempos "out of the box". Claro que pestana, ou potenciómetros podem não ser os melhores de origem, mas tirando isso não imagino muito mais. A tua guitarra tem um Burst particularmente bonito, junto com o flamed maple top. A minha "birra" com a LGB300 vs a GB200, é que as novas são um Burst amarelo e preto (sem grande nuance) a minha namorada disse-me que me dava um tiro se algum dia tivesse uma guitarra tão horrível ahahah ela chama a esses bursts nas guitarras cor de vómito. lololol
  6. Semi-Hollow Body - Ibanez AS93 - 335 Style

    Essas guitarras são muito fixes já experimentei algumas diferentes de diversos amigos meus diferentes. A 335 é sempre uma guitarra versátil dá para muitas sonoridades. Quando a cordas isso depende do gosto pessoal para timbres. Já ouvi músicos que gosto usarem flatwounds com distorção (embora as flats dêem menos harmónicos para o drive). Os cuidados a ter são os mesmos de sempre. Nunca expor a diferenças de temperatura ou humidade extremas. Se tens uma casa na praia nunca deixes a guitarra num tripé e a janela aberta - a maresia vai destruir o hardware em 2 ou 3 anos está tudo ferrugento. Nunca deixar na mala do carro. Limpar, hidratar a escala. Etc. Tenho a minha Peavey JF1-EX com 12/52 rounds e está nas horas.
  7. Guitarra em cortiça expandida

    não quero ser "mauzinho" mas vi tanta conversa. para mim nos meus instrumentos, não ser em madeira não é aceitável. se fosse rico e nem tivesse que tocar em qualquer lugar ou ambiente que não controlo, trocava 3 dessas por uma muito bem feita à mão por um individuo que fosse extraordinário nessa arte de forma consistente ao longo de décadas cujo nome tivesse reputação e prestigio associados. (provavelmente tinha que vender o carro e um rim)
  8. Que guitarra comprar? (Opiniões)

    Muito obrigado pela explicação sobre potenciometros @tmo Na realidade, muito sinceramente, na minha humilde ignorância achei que a qualidade desses componentes poderia afectar qualitativamente o som. (apesar de ser um componente maioritariamente mecânico) Porque não vivo sem uso de volume e tone, e mesmo o volume nunca está sempre no 10... e com partes de fraca qualidade, o uso é ... complicado... por vezes baixar o volume "estraga" o timbre, não baixa linearmente, ou desce tudo de uma vez ou não desce nada... alguns tone Caps soam fixes outros dão timbres esquisitos. Quando experimento alguma guitarra ligada a amp basta brincar um pouco para notar logo se os componentes são de qualidade ou não. Se tiver uma guitarra com pots fracos, nem a considero "viável" para tocar ao vivo, já tentei e correu mal. (era como não ter verdadeiramente controlo no volume, tone, os botões davam resultados inesperados, muito caótico mesmo)
  9. NGD

    Parabéns pela bela guitarra Realmente tive uma experiencia parecida a essa recentemente com duas Ibanez, uma LGB300 e a minha GB200. Experimentando as duas preferi o braço da antiga edição da George Benson devido ao braço ser aparentemente "C shape". a 300 também é muito fixe, excelente instrumento, mas o braço é um pouco "espalmado" e há alguns detalhes que prefiro na 200 como os bindings, acabamento, cores, posição dos pickups (diferença de 2 trastos), etc... Tive muita sorte de encontrar uma 200
  10. NGD

    Parabéns pela bela guitarra
  11. Que guitarra comprar? (Opiniões)

    Nas guitarras eléctricas parecem-me haver duas correntes de conceito, sendo as variantes Les Paul e Strat (em quase tudo o que é guitarra). De Les paul vai para SG e afins. De Strat vai para Tele ou Superstrat etc. A Les Paul deve ser uma guitarra bastante fixe e versátil, as Schecter creio que estão mais associadas ao metal, e do que me recordo achava que as ESP e isso também (shred e metal). Agora se a tua Epiphone nunca foi a 1 luthier fazer um setup como deve de ser, pode ter coisas a precisarem de ser corrigidas, tanto no nivelamento dos trastos como na pestana. (para começar) (a distancia do pickup às cordas pode ter tremenda influencia no som). (digam-me o que disserem de wiring e potenciometros, que os baratos servem igual, etc) Creio que podes ter uma parte eletrica fraquita, e se meteres pots tipo CTS lineares para volume (ou melhores), meters tone caps em condições, podes ter muita versatilidade para tirar da guitarra. (Isto sem falar ainda em push pull para coil splits e inversões de fase ou outras "ideias criativas" que estão sempre a surgir. No fim, ainda sem mudares a guitarra, podes trocar o pickup neck (guarda o original para o voltares a colocar caso queiras vender a guitarra e ela tenha valor colecionável se estiver em 100% original e em bom estado). Se te apetece ter uma guitarra diferente (estilo superstrat), é uma escolha legitima também.
  12. Montra do nosso Gear

    Parabéns pelas aquisições malta, bela maneira de entrar em 2020.
  13. Boss Katana: é do catano?

    @Thomasyoung Obrigado pela explicação detalhada! Agora sim faz mais sentido as preocupações que vejo muita gente demonstrar. Também deve ser importante tratar o material com bastante cuidado, etc... Então para ti o Katana serve para tocar ao vivo, mesmo tendes amps "superiores". Faz sentido dentro dessa "trend", que a Fender tenha lançado versões transistor do Deluxe Reverb e do Twin Reverb. (Série ToneMaster) (embora mais baratos mais leves sem manutenção mais features etc... achei-os com um som um bocado fraquinho do que ouvi...) Pareceram-me também um bocado overpriced, embora sejam fabricados no mesmo lugar o circuito sendo digital deixa-me sempre de pé atrás para os valores que esses amps andam. Já os Katana têm um preço imbatível (como os cubes tinham...). São gamas diferentes mas pronto.