Renato

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Sobre Renato

  • Aniversário 06-06-1975

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    Masculino
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    Portugal
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    Póvoa de St Iria
  • Instrumento
    Guitarra

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  1. Que strat escolher?

    Já uma vez tinha olhado para esta mas não tinha encontrado muitas referências e esqueci-a. Voltei a ver e o que encontrei só diz bem! Se tivesse que ter só uma guitarra entrava pra short-list. Bem interessante o wiring dos pickup's. Mas como tenho outra pras cenas mais heavy estava mais inclinado para algo mais tradicional. A strat Player é uma gama mais de entrada mas vi uma review de que gostei muito do som dela. Claro que não deve ter nada a ver ter sido feita pelo Tom Quayle. Já tenho coil split em duas guitarras e embora tenha sons diferentes e úteis acho que não é bem a mesma coisa que single coils. Embora nos últimos tenha muito pouca experiência.
  2. Que strat escolher?

    Tenho que experimentar. Vi que tb há outra diferença na radius dos braços entre a Player e a Deluxe. Não tenho experiência própria mas consta que sendo muito redondos limita os bends, que é uma coisa que uso com frequência. Em relação aos pickups, tb tenho ideia que os sons mais caractrísticos das strats são nas posições intermédias pelo que diria que uma HSS face a uma SSS não me limitava por aí além. Tenho que experimentar. Há tempos penso que a Music Factory tinha umas Player na parede, tenho que ir lá ver. Obrigado pelas dicas!
  3. Criação de Solo

    O que eu acho que a mim ajuda, mesmo com uns anitos disto, é tentar compôr sem o instrumento na mão. É natural acontecer, ainda mais quando se toca há pouco tempo, os dedos "fugirem" para padrões e frases que já estão mecanizados, o que torna muitas vezes o resultado a soar a um emaranhado de exercícios sem nexo. Tenta afinar o mais possível o que queres como resultado e só então tentar "transcrever" o que ouves na cabeça para o instrumento. E aqui tens que começar pela estrutura. Se ouvires grandes solos vais ver que há uma lógica, muitas vezes um crescendo de intensidade, eventualmente com um descanso no fim, dependendo do que vem a seguir ao solo. Por exemplo, se tiveres uma melodia principal na cabeça, começa com uma versão simplificada, repete-a com mais alguns detalhes, volta a tocá-la uma oitava acima, uma secção para desbundar, mas o final tem que ser memorável, ou uma explosão ou calmaria... Se tiveres isto estruturado, depois se vais fazer com bends, sweeps, string skipping, two-hand tapping, são detalhes. Mas a tua história está lá. E outra coisa: o eterno debate técnica vs feeling... o feeling tem técnica! O Gilmour faz a guitarra cantar não é só porque é mais sentimental que nós. Qualquer interação física com a guitarra tem que ser praticada. Ou como exercício ou porque faz parte do teu modo de tocar. Fazer um bom vibrato não vem com a idade, é com treino. Fazer um bend e a nota ficar afinadinha não é só porque se fecha os olhos e faz uma careta. Se procurares, encontras videos do Guthrie Govan a treinar escalas com bends. Tudo o que dá vida às notas, o fraseado, tem que ser tão treinado como escalas e arpejos. E tudo isso virá com o tempo. Enjoy!
  4. Que strat escolher?

    Viva! Sempre toquei mais metal/rock, a última guitarra eléctrica que comprei foi uma Schecter Loomis FR que fazia mais sentido com a minha antiga banda e que ainda gosto de ter e não tenho intenções de me desfazer dela. Mas de vez em quando toco numa guitarra com single coils e acho que "preciso" de algo tipo uma strat. Para não ficar totalmente confinado a um certo tipo de sonoridades estava com ideias de arranjar uma guitarra de gama média com pickups HSS. Olhando para a escolha mais óbvia vejo na Fender duas séries que me chamaram a atenção: a Player, na casa dos 500 e tais €, e a Deluxe, mais a partir dos 700€. Conheço pouco strats em geral, por isso estava a tentar juntar ideias. Na Player gosto mais do headstock mais estreito e elegante, com uns pickups que parecem ser um pouco hot dentro do género, não sei se comprometem os sons limpos típicos (vem-me à cabeça Eric Johnson, Mateus Asato, ...). Na Deluxe gosto que tenha o neck joint com mais acesso aos últimos trastes. Não costumo ser picuínhas mas o headstock não consigo gostar dele... Os pickups noiseless da Deluxe parece que não são consensuais. Se percebi bem não são realmente single coils, são duas bobines uma em cima da outra, tipo um humbucker mas em paralelo em vez de em série. Supostamente com uma grande vantagem ao nível de ruídos, principalmente ao vivo, mas menos do agrado dos mais puristas porque não é bem o som strat. Alguém tem experiência própria? De resto, parece que ambas são mexicanas, ou seja, não é critério de escolha. Algum aspecto mais a ter em conta para um desconhecedor de strats? Já agora, os fretboards em maple são sempre envernizados/brilhantes ou há versões sem esse acabamento? Obrigado
  5. Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 80/100 O meu Tempo: 269 segundos
  6. metodo de guitarra portuguesa

    Viva! Recentemente deu-me para tentar perceber melhor a guitarra portuguesa e até que ponto seria viável tentar aprender, não tendo o instrumento ou experiência. Descobri dois canais no youtube que ainda não explorei decentemente mas parecem ter algumas lições se quiseres começar por conta própria: Escola de Fado e Canal GP. O segundo é brasileiro mas há um video do autor em dueto com um guitarrista com guitarra clássica de 7 cordas onde se pode ver a destreza dele. Eu ainda ando a tentar perceber as diferenças entre o estilo Coimbra e Lisboa. Ao nível das guitarras já sei as diferenças essenciais e encontrei tb um video que demonstra bem as diferenças de som. No estilo musical encontrei nos tópicos arquivados aqui do Fórum algumas referências aos artistas que representam cada um, ainda por explorar da minha parte. Mas uma coisa que foi referida mas não muito detalhada é diferenças ao nível das técnicas utilizadas. Alguem consegue dar alguns exemplos de músicas/videos/etc que mostrem a diferença nas técnicas e sonoridades de cada estilo?
  7. Compra online de guitarra acústica sem hardcase?

    Porreiro, fico mais descansado. Ainda assim vou mandar vir um saco para guardar em casa. Aprendi a tocar numa guitarra com cordas de nylon, passei para eléctricas e agora ando com a nóia das acústicas com cordas de aço (muito por causa do Tommy Emanuel mas não só). Decidi-me por uma GMRC-1STE (exclusivo music store..?) e com a diferença pro modelo normal compro um micro. Pelo que tenho visto consegue-se captar um som muito mais realista com micro que com a electrónica da guitarra. A ver vamos. Como agora não têm em stock a entrega calha numa altura que não dá jeito, tenho que esperar
  8. Compra online de guitarra acústica sem hardcase?

    Ok, Entretanto estive a pensar e penso que pelo menos um saco para a guardar do pó devia encomendar. E se conseguisse garantir que a mandavam dentro do saco, já dava o dinheiro por mais bem gasto pelo transporte mais seguro. Vou ver se me respondem a isso. Obrigado
  9. Basicamente é isso. Não toco fora de casa e além do custo o espaço é pouco. Portanto, regra geral consideram que as guitarras acústicas vêm bem acondicionadas sem encomendar uma case? A acontecer seria só por causa do transporte. A título de curiosidade, é uma Sigma da Music Store.
  10. Conheço um que já comprou bilhete!
  11. Em defesa do Mangini, lembro-me que quando o conheci fiquei grande fã. Não tenho a certeza mas penso que tenha sido de uma cover da Fire Garden Suite de Steve Vai que ele fez numa workshop. E revendo continuo a gostar. Talvez seja uma questão de estilo... Mangini
  12. Nas audições o Mangini pareceu-me tb o melhor. Mas do pouco que ouvi dele já na banda, ao vivo e nas gravações, não me pareceu estar a fazer um melhor trabalho que o Portnoy. Eu não considero o Portnoy um virtuoso, acho que o Donati, o Mangini e talvez o Minneman dominem mais tecnicamente o instrumento. Mas isto é uma banda e afinal de contas a técnica não é tudo e acho que o Portnoy se enquadrava melhor no conjunto. Enfim, opiniões... Em relação ao Aquiles, pouco o conheço, e se calhar continua a não ser o baterista indicado para esta banda. Mais por uma questão de estilo que falta de técnica. E espero que esta cover tenha sido uma espécie de tributo (obviamente com alguma ligação à audição menos boa) e não tanto de "também consigo". De qualquer modo uma cover de alto nível, não só dele mas do resto da banda.
  13. Falei de memória, e pelos vistos mal. My bad... sabia que havia e achava que era ele.
  14. É daquelas coisas que eu achava que era tão óbvia, apesar de nunca me ter debruçado a fundo sobre o tema, que me apanhou de surpresa. Eu tomava como exemplo os bateristas que via com a bateria invertida, mas a ser assim devo ter visto também bateristas canhotos numa bateria "normal" sem saber. No caso do piano de facto não conheço a alternativa de teclados invertidos, por isso é uma questão que terá que ser ultrapassada. Já no caso das guitarras a ideia que tenho é que havendo possibilidade os canhotos usam o instrumento invertido. Talvez por ser o instrumento com mais oferta específica para canhotos. Embora também haja de tudo um pouco, desde o Hendrix que toca à esquerda numa guitarra dextra (sem trocar as cordas), o Joe Perry que toca numa guitarra dextra (qd descobriu que podia inverter o instrumento achou que não valia a pena reaprender a tocar), etc... Vivendo e aprendendo!