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Sobre tmo

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
  • Instrumento
    Guitarra

Quem visitou o meu perfil

4417 visitas ao perfil
  1. Ergon Guitars

    A partir de certo nível, a sonoridade de cada guitarra não é melhor do que a da vizinha, é antes um gosto pelo respectivo timbre que chama este ou aquele músico. Para mim, uma guitarra está no braço e na respectiva electrónica. Independentemente do tipo de construção, tenho de gostar do braço/escala e das possibilidades tímbricas que os pickups devolvem. Não tenho uma única guitarra que tenha apenas 3 timbres (exceptuam-se a acústica e a Miro para os putos). Depois, o tamanho, forma e acabamento do corpo são secundários. No caso da Ergon, o GRANDE investimento está claramente no trabalho do corpo da guitarra e eu não tenho necessidade de esculturas únicas nas minhas mãos. Não digo que ele não invista no braço, terá o necessário investimento para que as guitarras se encontrem ao nível presente, mas a imagem de marca é claramente o corpo destas. O corpo de uma guitarra para mim, assim como a sua construção, são aspectos algo secundários, sendo que tenho preferência por designs simplistas e sem grandes complicações. Com isto, não quero dizer que se me fosse oferecida uma destas guitarra a descartasse/vendesse. Apenas que havendo pilim, só seria compra quando esgotasse todas as outras possibilidades, quero dizer, completasse os meus outros GASES. Mais rapidamente investia numa Strandberg de 7 ou 8 cordas... Estas guitarras são, segundo o meu ponto de vista, equiparáveis a obras de arte, cujo público será o músico já estabelecido na praça, seja como músico ou como prof., na área do jazz/fusão, por aí. Não estou a ver a malta da metalada a rifar com estas preciosidades.
  2. Loja de música Madrid

    Há muito tempo que não vou a Madrid. Há muitas lojas por lá, umas mais no centro, outras menos, mas dentro de Madrid há mesmo muitas, ou havia. Lembro-me de uma relativamente perto das Portas do Sol e ao pé da Ópera também as há. Há muitas pequenas lojas de construtores de guitarras acústicas entre a ópera e o palácio. Lembro-me de ver uma loja com BUÉ, mas mesmo BUÉ guitarras nos gostos mais convencionais (cof cof LPs e Strts e teles...) das marcas da praxe, mas não sei dar indicações. Sugestão: procurar nos sites das marcas preferidas os DEALERS ou INTERNATIONAL DEALERS e ver o que há em Espanha ou Madrid... foi assim que dei com algumas lojas. Mandar emails aos dealers a perguntar por pontos de venda em Madrid...?
  3. Quim Barreiros vs Dire Straits

    haha, é uma colecção progressiva de hits do pop rock... cópias escabrosas e apenas o necessário para chamar a atenção, mas não ter de pagar direitos de autor. Fantástico
  4. Necessito de foto

    Pois, nem numa nem na outra te poderia ajudar... boa sorte. Ah, depois partilha os resultados, o antes e o depois...
  5. Necessito de foto

    Lol, pergunta, queres uma foto de uma guitarra antiga e degradada ou queres uma foto antiga e degradada de uma guitarra...?
  6. Vende-se Roland GP100

    asdgvwretybsdfbh sfghnb
  7. Sultans e Going Home

    ... e que já vai com 1400+ de visualizações!...
  8. new GAS

    Actualmente, ainda não há no mercado sustainers "polifónicos" (que eu saiba), no sentido de conseguirem executar o sustain em mais do que uma corda em simultâneo de forma convincente. O que acontece com um sustainer tipo Fernandez ou Sustainiac aquando de um acorde, é que as cordas graves acabam por dominar o som ao fim de poucos instantes e as cordas agudas acabam por se perder. A excitação das cordas grossas sobrepõem-se à das cordas mais finas. O funcionamento é idêntico semelhante e diferente ao de um Ebow: as cordas são excitadas por frequência, captada pelo pickup da ponte, processada e redireccionada para o driver de forma a que este reaja instantaneamente. Consegue-se fazer tudo de fraseados monofónicos, quando se metem polifonias, a coisa tem piada, mas é pouco mais do que sem sustainer. Um Ebow não tem captação nem retro-alimentação do driver (ou tem? Será a luzinha uma forma de input de dados tipo o laser dos ratos?). Ambos trabalham por excitação no campo electromagnético. Estou a imaginar que um Ebow trabalhe a duas frequências para uma sustentação linear e com harmónicos (os 2 modos de funcionamento), em que liga e desliga o campo electromagnético do driver nessas frequências, provocando "string pull" quando activa e larga a corda quando desactiva. O resultado será o de fazer a corda mexer-se em função da activação/desactivação do campo electromagnético. Um Sustainer funcionará de forma idêntica, contudo com o controlo da frequência por input do pickup em uso para captar o som... mas isto sou eu que estou a imaginar, na prática, percebo pouco do conceito electrónico em causa... EDIT: @pgranadas algumas incorrecções repensadas...
  9. new GAS

    @pgranadas O Sustainer, conforme estes que se instalam no lugar de um pickup, actuam em todas as cordas simultaneamente. Abafar ou não as cordas que não se estão a tocar é uma questão de expressividade e objectivos. Por norma, quando se está a fazer um fraseado tipo solo com algum drive em cima, as cordas que não estão a ser usadas são facilmente abafadas com a mão da palheta (cordas mais graves) e com a mão do braço (cordas mais agudas). Desta forma não há qualquer alteração de técnica para utilização do sustainer, é simplesmente aguentar as notas o tempo que se quiser... Depois há pequenos pormenores que se vão desenvolvendo, mas dizem mais respeito à expressão individual de cada um e não tanto à facilidade de utilização do gadget.
  10. new GAS

    Por falar em guitarras com sustainer, está uma à venda nos classificados, da Fernandez...
  11. Sultans e Going Home

    Com o setup certo, praticamente todas as guitarras tocam bem. Podem é à partida ter problemas a resolver, mas o "Setup certo" trata disso. Quanto ao ser melhor do que Strats e afins, bem, é uma afirmação altamente subjectiva. Eu sou favorável à Ibanez, uma vez que tem sido a minha marca de selecção, mas continuo a pensar que é subjectivo. O que posso dizer sobre o assunto é que uma vez que me habituei às Ibanez mais rock, tenho dificuldade em gostar de guitarras mais vintage (estou a falar apenas em termos de construção, não de som), cujos pormenores de afinação ficam por vezes a desejar... mas são gostos e estilos.
  12. new GAS

    Não é bem assim, depende da marca que o venda, o da Fernandez até é maneirinho, já o da Sustainiac é um monstro... ou era há uns 7 anos atrás. Não sei como está agora. O site deles é que era uma lástima... e ainda é... Para guitarras de 7 cordas, só mesmo a Sustainiac em after market...
  13. new GAS

    Para brincadeiras destas continuo a preferir um Sustainer propriamente dito, daqueles que se inserem no lugar de um pickup. Numa guitarra fretless abrem portas para um mundo completamente diferente e permitem maior e melhor fluidez no fraseado.
  14. Sultans e Going Home

    Yah, bem visto.
  15. Sultans e Going Home

    http://ibanez.wikia.com/wiki/Roadstar_series Alguma info sobre a guitarra, daquilo que pude ver pelo vídeo. O modelo em si não sei identificar ao certo.