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    Portugal
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    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
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    Guitarra

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  1. O comprimento da escala importa?

    Passar de 25.5" (escala Fender) para 24.75" (escala Gibson/PRS ?) é relativamente tranquilo nas primeiras posições (entre o 1º e o 10º/12º trastes), mas começa-se a sentir alguma diferença a partir do 12º no encavalitar dos dedos, principalmente se forem para o gordos. Passar de 25.5" para 27" já é um salto valente nas primeiras posições e um respirar de "alívio" nas mais altas, parece que há espaço para todos os dedos não se atrapalharem uns aos outros. Saltar para uma escala pequena tipo 22.2" é então um outro salto engraçado, difícil de enveredar por fraseados muito exigentes acima do 12º traste, pois fica tudo encavalitado. A experiência de andar a saltar de umas guitarras para outras com frequência, se estas estiverem dentro da mesma amplitude de escala atenua-se quanto mais frequente for a prática e torna-se quase insignificante em termos de performance tocar uma mesma música numa LesPaul ou numa Tele, mas quando se salta para territórios diferentes como comprimentos de escala barítonos ou altos a conversa muda de figura substancialmente. @Antonio a "conversa" de um baixo ser um instrumento diferente de uma guitarra está muito dependente do ponto de vista de cada um. Em termos práticos exige uma abordagem diferente quer pelo comprimento da escala, quer pela espessura das cordas, quer ainda pela amplitude tonal e claridade na expressão de cada nota, no entanto, se formos a ver pelo ponto de vista formal diferem apenas na questão do tamanho, são estruturalmente idênticos. Se escalarmos a mão (e tamanho geral) do músico, em teoria será possível executar as mesmas peças tanto na guitarra como num baixo... em teoria, claro... Lembro-me de quando tinha aulas de piano há coisa de 30+ anos atrás, de que o tamanho da mão limitava a execução de algumas peças a poucas pessoas, principalmente quando surgiam acordes com acrescentos de 9as, 10as, e por aí. Fazer uma oitava num piano já exige algum esforço de amplitude da mão. A guitarra é mais simpática neste campo, as aberturas da mão das pessoas sem grande prática permitem uma execução de guitarra bastante diversificada, no entanto, brincar com o comprimento de escala de uma guitarra pode permitir a pessoas com mãos mais pequenas a execução de peças que de outra forma lhes estariam fora do alcance. Volto a dizer, na minha opinião, o comprimento da escala é o princípio de tudo na guitarra...
  2. O comprimento da escala importa?

    ... e agora pelo direito do contraditório, vou voltar à carga num ponto de vista que ainda não referi. As minhas guitarras são na sua maioria de 25.5" (6 e 7 cordas), tenho de 27" (de 8 cordas) e uma Ibanez mikro de 22"(?). Partindo do princípio que um bom guitarrista toca em qualquer guitarra como se tem dito por aqui e ali, a coisa não é assim tão simples quando toca à relação entre comprimentos das escalas. É que tal como nas primeiras posições se torna mais complicado a execução de acordes com 4 ou até 5 trastes de amplitude na medida em que o comprimento da escala aumenta, o mesmo também se verifica quando a escala diminui, em que o espaçamento entre os trastes torna algumas construções de acordes/arpejos/corridas e fraseados particularmente difíceis pela falta de espaço para os dedos. O comprimento da escala de uma guitarra é TUDO para a inspiração ou execução de uma música. Em tempos tentei tocar uma composição pessoal, original em guitarra em que não usava a corda Mi agudo (a 1ª portanto), num baixo de 6 cordas (afinado de Si0 a Si2). Resumindo, as posições dos dedos da mão no braço eram exactamente iguais, mas as diferenças de escala eram de 25.5" para 34" (ou seria 32"?). A dificuldade era absurdamente grande, no entanto ao regressar à guitarra, parecia manteiga. A escolha relativamente a que comprimento de escala se adequa melhor ao estilo de cada um cabe a cada um decidir, há vantagens e inconvenientes em todos os modelos e dimensões. As decisões resultam necessariamente da experiência de cada um e é importante experimentar, e várias vezes por ano. Isto porque pode acontecer num dia estarmos com os dedos mais marrecos que noutros, o ouvido mais entupido, ou a dor de cabeça de ouvir o patrão mais presente. No limite, ter uma guitarra de cada tipo é o ideal, mas não há orçamento que nos valha para tamanha avaria. Resta-nos portanto recorrer às lojas para experimentar, e na actualidade do COVID-19 é encomendar, experimentar e devolver caso não se aprecie a peça em questão. No máximo perdem-se uns cobres nos envios, mas ganhou-se a experiência.
  3. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    ... a ouvir... a electrónica não é bem a minha cena, mas estou a ouvir...
  4. O comprimento da escala importa?

    Para sermos ainda mais correctos, demo-nos referir às distâncias entre trastes/trastos, que era a isso que o @deadpoet se estava a referir, pareceu-me. Quanto ao sublinhado a vermelho, não diz respeito ao fórum, mas antes ao browser que estás a usar.
  5. O comprimento da escala importa?

    A ergonomia do tocar, que é o problema que estás a levantar @F.Coelho é apenas 1 elemento a considerar nos diferentes comprimentos de escala das guitarras. Como o @drill muito bem referiu, o mesmo conjunto de cordas na mesma afinação vai ter mais tensão quanto maior for o comprimento da escala, e isto é também ergonomia, desta vez relacionada com as cordas. Mas há outros aspectos a considerar. Escalas mais compridas terão timbres mais "redondos", ou com mais predominância de graves, considerando que tudo o resto é igual (tipo de construção, madeiras, acabamentos, marca e modelo das cordas, afinação destas, etc). Os agudo também se manifestarão diferentes em resposta. Um outro aspecto a considerar é a capacidade (ou não) de afinar as oitavas junto à ponte. É por causa destas razões todas que a guitarra não é um instrumento de afinação perfeita, mas antes de compromisso, no entanto há soluções para este problema: o multi-scale ou fanned fret, o True temperament e a mistura dos dois... O multiscale caracteriza-se por não ter os trastes paralelos entre si, nem sequer são convergentes num único ponto (exercício de geometria facilmente comprovável em software CAD). O True Temperament caracteriza-se por procurar a afinação correcta das notas corda a corda, traste a traste e fica imitado ao comprimento da escala, à espessura da corda em questão e à respectiva afinação. O que se pretende é que cada nota pressionada esteja perfeitamente afinada. Nisto resultam aqueles trastes ziguezagueantes (não rectos) que se vão encontrando já com alguma regularidade pela net. A mistura destes dois sistemas é algo estranhíssimo de se ver numa guitarra, mas funcional e afinado. Limita é o uso da guitarra para apenas um set específico de cordas e apenas uma afinação. Portanto, o comprimento da escala importa? Sim, caracteriza tipologias de som das mais diferentes guitarras, por isso é que é difícil fazer uma Les Paul soar como uma Strat ou Tele, por isso é que há igualmente guitarras barítono ou porque as guitarras Extended Range (7+ cordas) geralmente encontram-se com comprimentos de escala superiores aos 25.5". Por isso é que um piano ou uma harpa tem comprimentos e espessuras de cordas diferentes ao longo da amplitude da sua "escala". O Comprimento da escala de um cordofone é simplesmente a primeira das definições sem a qual não se define mais nada, é estruturante de tudo o resto, juntamente com o espaçamento entre cordas, quer na pestana, quer na ponte. EDIT: pequenas correcções de texto...
  6. new GAS

    @Mr.F Tudo o que dizes é obviamente válido e faz parte do "setup" do instrumento ao gosto do instrumentista. Para o caso o que se pretendia era, pareceu-me, comparar dois níveis de rigs "out of the box" e considerando um intervalo temporal "instante", e ninguém tem um rig de 11000€ nesta situação... o que leva à questão da experiência... é uma pescadinha de rabo na boca... Obviamente que se espera que material de melhor qualidade dure mais tempo e aguente mais ao abuso do dia-a-dia musical...
  7. new GAS

    Muito fixe o filme, esse gajo é um maluco do caraças. Há uma coisa que não foi referida que é o "Know How" e isso não tem preço. Para o caso específico e por ordem hierárquica, o know how refere-se a: ter ouvido afinado saber tocar guitarra saber afinar a guitarra (e não me refiro apenas a acertar as cordas com as notas, mas ao seu setup mecânico completo) saber mexer nos diferentes settings do rig (botões da guitarra, amp e demais processadores) saber mexer nos diferentes settings do áudio digital, incluindo no melhoramento das tracks individuais saber misturar e masterizar (no qual o nº 1 é importantíssimo) outros saberes dos quais não me lembro que possam ser necessários, directamente ou indirectamente relacionados com música e áudio Com estes saberes dominados faz-se música sem problemas com qualquer instrumento. Lembro-me de há uns valentes anos ter tocado num pack Squier de guitarra e amp e ter curtido a coisa, pack que não devia custar mais de 200€ na altura. Novamente, estes saberes não têm preço pois provêm da experiência individual de cada um e ganham-se explorando os diferentes patamar€$ de material (e não só). A certa altura no nosso percurso guitarrístico (para o caso) apercebemo-nos que o que realmente importa é a relação do músico com o instrumento e isso tem a ver com o nível/qualidade do setup, mais do que com a qualidade geral em si do instrumento ou do resto que o acompanha. Uma guitarra de baixo valor bem calibrada e afinada (nos parâmetros mecânicos) soa melhor do que uma outra de alto valor mas descalibrada. O nivelamento e qualidade de coroamento/polimento dos trastes de uma guitarra, a acção e o afinar do braço são de importância vital para o prazer do músico a tocá-la e isso depois vai rever-se na qualidade da música feita. Quando se luta com/contra o instrumento perde-se energia expressiva e fluidez... na minha opinião/experiência, claro. Claro que o conceito de "guitarra bem calibrada" é relativo às necessidades/experiência/objectivos de cada um. Outra coisa da qual não se falou tem a ver com as especificidades técnicas de cada guitarra, tipo de braço, comprimento da escala, curvatura da escala, tipos de pickups, etc. Por vezes tocar a com single coils é necessário atacar as cordas com mais força para sacar o som desejado, com humbucker nem tanto e isso depois mede-se na fluidez/tensão da performance. O maior ganho (no solo) que o rig caro tinha devia-se igualmente ao facto da guitarra usada ter humbucker no neck (o pickup usado), que lhe conferia um som com mais compressão à partida e mais ataque, o que faz o amp entrar em overdrive mais cedo, logo mais sustain, etc., etc., etc... que iguala a menos luta para fazer as notas saírem com a presença desejada (pelo que me pareceu para o caso específico). De resto, há sempre coisas que se poderiam aprimorar numa comparação deste género, mas este aspecto (da experiência no meio) faltou referir e é de importância astronómica: SABER FAZER E NIVELAR SOM.
  8. O que se passa com os Floyd low profile

    É um ponto de vista que obviamente respeito... no que às minhas respeita, o braço é um mimo. Uma vez que essa em particular é da mesma série, vou imaginar que tenha um braço muito semelhante menos uma corda... Quanto aos piezos, não os vejo como imitação de acústica, mas como uma origem alternativa de timbres e que devolve uma resposta diferente do amp. Obriga a pensar o o ataque às cordas de forma diferente e como tal, a mudar/adaptar a forma de tocar. Eu gosto.
  9. O que se passa com os Floyd low profile

    Não havendo pressa, ponderar um pouco a compra permite fazer uma escolha mais duradoura. Só mesmo em tom de piada, estive há bocado a mudar um switch de uma das minhas RGs 2027XVV, aquelas que são a versão de 7 cordas da última listada, de 11 sons passei para 21 mudando apenas um switch e quanto aos pickups, são made in PT, muito fixes e ficaram mais baratos que DiMarzios. Estas guitarras bem afinadinhas esgalham que é uma maravilha. É que valem bem o pilim que nelas se investe... faz um favor a ti próprio, telefona ao tipo da loja e vai experimentar a guitarra antes de te decidires, afinal, não fica assim tão longe... podes é ter problemas na travessia da ponte agora com o lock down... eventualmente conversa com o homem de forma a poderes devolver a guitarra caso não gostes...? perdes os portes...? o vendedor é uma loja na parede, pelo que me parece. Não há muito que enganar, é japonesa de qualidade superior (prestige versus série regular), corpo em mogno o que para mim é superior à grande maioria da tília (basswood?), hardware de qualidade, os pickups são razoáveis (não são os infinity, são os V7 e V8), com um floyd rose de topo (o LoPro Edge) e com o Bónus (para mim, pelo menos) dos piezos, o que, como creio que és um moço versátil, vais acabar por gostar dos timbres da moça e usá-la além do metal. Depois, metes-lhe uns pickups à maneira feitos pelo @marco.agostinho ao teu gosto (vale a pena), um switch da freeway 5B5-01 (apenas para pickups passivos, posso ajudar-te com o wiring, se quiseres) e trocas o mini switch piezo/mags para um ON/ON/ON (também te posso ajudar aqui). ... pelo caminho vendes todas as outras guitarras porque vais achá-las obsoletas... a guitarra tem pilha para os piezos, mas duram ANOS, não é como nos pickups activos... e acima de tudo, é uma guitarra bonita. Tu achas que queres uma guitarra simples com poucas opções, mas depois de experimentares esta, vais achar todas as outras limitadas... ... sou um péssimo vendedor hehehe... Bom, agora mais a sério, não conheço o vendedor nem tenho qualquer relação com ele, apenas tenho pena da guitarra. Bem conversado e tiras uns 50 a 100€ de cima, pois ela já está à venda há algum tempo...
  10. DAW - Opiniões

    Sim, tinha ideia disso, e que a versão 4 entrou com os harmonizadores, certo? Isso deve ser do caraças para arranjos...
  11. Os barretes e relíquias do OLX

    ...e não é que este maluco resolveu SUBIR o preço da guitarra que já estava estupidamente cara? tomem lá com mais 100€ em cima só porque sim desde a última vez que por aqui se falou nele... https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-8-cordas-rgif8-hardcase-premium-iron-label-rg-fanned-fret-IDFaHsm.html#e0cac6841d
  12. O que se passa com os Floyd low profile

    Esta... https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-prestige-s-1620-IDFl4sd.html#e0cac6841d - ok, é o dobro da que tinhas visto, mas a qualidade está muito acima de ser apenas duas vezes mais cara... e está mais próxima de ti... ... ou esta https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-s420-IDDNI11.html#e0cac6841d ... ou esta https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-rg-r7131e22j4-31e-j-custom-IDEohHZ.html#aa39cfee1b ... ... ou esta https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-rg320pg-dark-skulls-IDFwZCJ.html#d29837efc1 - da mesma série da que propões mas mais perto e com acabamento liso... ... outra igual (?) https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-320pg-IDFh2lo.html#183f03dcc4 ... esta parece-me ideal https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-js-joe-satriani-IDFidOh.html#6a8257c9ad, pelo preço em particular. Não será um modelo topo de gama, mas ainda assim de qualidade superior à proposta no teu link, é mais sóbria e está mais perto. ... esta... https://www.olx.pt/anuncio/ibanez-js-IDDqMnJ.html#15945143fc ... esta é uma Natural Born shredder https://www.olx.pt/anuncio/vendo-ibanez-rgt-6ex-IDF4rQ6.html#6a8257c9ad ... esta tem uma cor fixe, mas já é uma HSH... https://www.olx.pt/anuncio/guitarra-ibanez-rg-470-fmr-IDFrvdk.html#6ce2970dda ... continuo a achar que esta https://www.olx.pt/anuncio/guitarra-electrica-ibanez-rg2020x-prestige-with-piezo-acoustic-sound-IDEdT5N.html#639cc3d1ca dar-te-ia mais do que apenas shredding time e que com um pouco de tempo em cima te irás afeiçoar a ela... e a qualidade for no mínimo idêntica às minhas de 7 cordas, eh pah, são guitarras para manter. OK, é das mais caras aqui do lote, mas é provavelmente aquela que tem dos melhores ratings qualidade/preço/funções. Certo, querias uma coisa mais plug'n'play... mas... é a minha opinião.
  13. DAW - Opiniões

    @Antonio Que versão estás a usar do Studio One?
  14. Canal do Thomasyoung no youtube

    Muito fixe @Thomasyoung...
  15. DAW - Opiniões

    Eu gostei imenso da Presonus (americana). Tive uma Firewire que vendi porque ia mudar de PC e não tinha portas firewire. Depois comprei uma USB que tive um problema* e o arranjo ficava mais caro que uma igual nova porque o apoio ao cliente tinha-se mudado para Espanha e coisas dessas! Dedinho do meio para eles. Mudei-me para a Focusrite (inglesa?) e até agora, é 5 estrelas, já lá vão 2 anos e meio, pelo menos. * o problema provavelmente foi provocado pelo computador ao qual estava ligada que fritou os componentes USB. Só que como a placa estava construída numa única PCB (não modular) o arranjo era a sua substituição e ficava mais cara do que comprar uma nova... A minha placa na altura já ia com 4 anos em cima e a Presonus já estava a mudar-se para a geração seguinte, descontinuando aquela série... Independentemente da escolha que faças, desaconselho a ALESIS, fiquei com a sensação de ser pior que a Behringer em termos de controlo de qualidade a que tive, começou a dar problemas aos 18/20 meses de uso e depois foi por aí abaixo, para esquecer.