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    Masculino
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    Portugal
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    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
  • Instrumento
    Guitarra

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6839 visitas ao perfil
  1. Estúdio próprio

    ... e que tal isto? https://www.thomann.de/pt/focusrite_scarlett_2i2_studio_pack_2nd.htm
  2. Os barretes e relíquias do OLX

    ... era necessário meter a palavra para furar nas buscas...
  3. Lulz e Mêmes musicais

    Esse foi a Thomann que postou no facetruques...
  4. Ui, @F.Coelho o que foste desenterrar, hehehe. Curto e breve, a madeira influencia o tom de um cordofone eléctrico? SIM. É significativo a ponto de alterar totalmente o seu timbre? NÃO, na minha experiência, claro. Se os blocos de madeira transportam a vibração das cordas, estas serão influenciadas pelos blocos de madeira que compõem o instrumento e parece-me que isto é facilmente aceite por todos. Se a influência é significativa a ponto de ser possível identificar esta ou aquela madeira sendo tudo o resto igual? muito provavelmente será impossível identificar inequivocamente que madeira transmite que tipologia de tom. Ao fim do dia, conseguiremos perceber a existência de diferenças, mas identificá-las em BLIND TEST... naaahh... Será mais significativa a diferença na tipologia de construção, e mesmo assim...
  5. Estúdio próprio

    Não há um certo ABSOLUTO, mas sim relativo às circunstâncias de cada um. Podes idealizar e procurar um compromisso. Defines objectivos e passos para lá chegares. Uma grande caminhada começa no primeiro passo. O erro é pensar que se desenrasca a coisa com o meia bola e força, ou que é necessário tudo e mais alguma coisa para depois não se fazer nada porque ficamos intimidados e não se sabe onde começar... Define bem os teus objectivos e necessidades para programares o que precisas de adquirir. Sugiro que apostes nos aparelhos com as opções do nível seguinte, pois quando as tuas necessidades evoluírem (que vai acontecer), o hardware já está disponível. Ou seja, se de momento só precisas de 1 entrada para micro, aposta num interface com duas ou até 4. As diferenças de preços podem parecer grandes, mas não estamos a falar de valores absurdos. Um interface entre os 200€ e 300€ já te dá MUITA margem de manobra, assim por alto estou a pensar na Focusrite Scarlett 18i8 de 2ª geração. Relativamente a micros, é um poço sem fundo, quanto mais cavas, mais há para descobrir. Investiga o que há por aí. Pessoalmente, gosto dos de condensador de diafragma largo, mas os dinâmicos também devolvem bons resultados.
  6. Estúdio próprio

    @Faz Tudo O material de qualidade é Robusto, Fiável, Consistente, Resistente, Responsivo, Transmite confiança à performance do músico e isso transpira nos resultados. Estas qualidades ganham-se ou desenvolvem-se através de cuidados extra na escolha dos diferentes componentes, nos testes de qualidade, na triagem e na filtragem dos espécimens que não se encontrem ao nível desejado, etc... tudo isto se paga. No fim das contas, vão existir marcas com um marketing mais agressivo que outras, mas a qualidade paga-se e as respectivas marcas gostam do status que entretanto adquiriram, não se atrevem a deixar passar material sub par (excepto a Gibson... hehehe). Muitas vezes as marcas baratas têm produtos bons, mas a consistência e fiabilidade e a frequência disso acontecer de cada modelo... já ouviste falar de obsolescência programada, certo? É o que acontece nas marcas baratas. Funcionam muito bem nos primeiros tempos, depois começam a dar problemas e é então que a malta se convence em comprar coisas mais consistentes. "O barato sai caro" aqui aplica-se linearmente. Gastas pouco agora, mas gastas tantas vezes que se calhar tinha valido mais gastar um pouco mais no início e sentir render durante muito tempo. Um micro de menos de 50€ só serve para efeitos especiais. Se queres fazer disto vida (ou parte dela) abre os cordões à bolsa de forma inteligente: uma peça de cada vez, pensa mais à frente do que apenas as necessidades actuais e permite-te teres tempo a investigar técnicas de trabalhos que gostes.
  7. Bump a uma thread com 2 anos e meio, mas com bons motivos. Andava eu às voltas entre oficinas para arranjarem-me uma guitarra acústica que está com o tampo algo empenado (e a consequência é uma acção anormalmente alta) e acabei por ir parar à Guitar Rehab, em Loures. Falei com o Daniel da Daro Guitars que foi super simpático e aproveitei também para falar e visitar o atelier do Adriano Sérgio. Algures pelo meio aparece o @JCosta e cá vai de fazer conversa, isto porque já se sabe, estar num atelier de reparação/construção de guitarra, fala-se de guitarras, claro, certo? Bom, palavra puxa palavra e o Jorge puxa de um destes CDs e dá um ao Adriano. Como por acaso eu estava ali ao lado, deu-me um a mim também (sem me conhecer de lado nenhum fisicamente). Agradeci e fiquei a olhar assim para o CD para ver o que tinha nas mãos e... espera lá, eu conheço-te... é que somos amigos no youtube desde os tempos do "Ibanez Flying Fingers"... Bom, e isto para dizer o quê? Que estive a ouvir o CD oferecido, enquanto me passeio pela net nas minhas rondas do costume aos sites do costume. Fantástico, isto é quase a minha praia. Sobre o CD propriamente dito, ou melhor, sobre o seu conteúdo: música instrumental de base em cordofones electrificados (e não só), tal como eu gosto, ecléctico quanto baste para manter coesão geral do disco e poder variar um bom bocado. A sonoridade vai dum Rock com rasgo e atrevimento a umas sonoridades algo jazzísticas. Bons sons, boas composições, boa produção, boa execução, boa música. ... e porque é que isto é quase a minha praia?, bem, simplesmente porque somos todos diferentes e eu manifesto-me numa expressão um pouco mais rasgada. O @JCosta é um moço super porreirão, toca p'ra ca*a**o e vale a pena ouvir o trabalho dele... na minha opinião, claro. As guitarras do Adriano (procurar por ERGON, já se falaram por estas bandas) são outra loiça, se valem o preço que ele pede por elas, cabe a cada um decidir por si, mas são diferentes e com uma personalidade própria. Sobre o conceito geral que existe por detrás das suas construções, tiro-lhe o chapéu. Do Daniel (procurar por Daro Guitars) não vi nenhum trabalho, mas o que se vê na net tem pinta de qualidade. E pronto, fica o bump com 2 anos de atraso... hehehe
  8. Guitarra em cortiça expandida

    Está com piada o filme, mas demonstra mais ou menos o que se verificou no filme da guitarra COM cortiça... as laterais influenciam muito pouco o som de uma guitarra eléctrica de corpo sólido.
  9. Guitarra em cortiça expandida

    No link que o @tiagocunha postou ainda agora há um entrevista ao rapaz... vejam o filme. O próprio rapaz diz que as qualidades do timbre da guitarra se devem à cortiça. A "entrevista" é um chorrilho de nadas. Pouco ou nada se aproveita dali excepto a oportunidade de ouvir a guitarra.
  10. Guitarra em cortiça expandida

    Isso é DESIGN, assim como as que sugeri anteriormente...
  11. Guitarra em cortiça expandida

    ... eu critico a tese de Mestado. É óbvio que não lhe tive acesso nem lhe conheço os contornos e limitações, MAS num mestrado de DESIGN de PRODUTO apresentar um resultado (que é para o caso UMA GUITARRA) em que partes do Design/Conceito são IGUAIS e imagem de marca de outras GRANDES MARCAS... eh pah, faz-me uma comichão do caraças. É claro que o argumento da tese pode ser EXCLUSIVAMENTE o TRATAMENTO da CORTIÇA como material para uso no CORPO duma guitarra, mas aí não se apresentaria a coisa como "A 1ª guitarra feita DE cortiça, como TESE DE MESTRADO" como foi noticiado. É claro que isto pode ser simplesmente culpa dos redactores das pseudo-notícias que vimos... Quanto ao moço Mestre/Mestrando não ser Luthier, bem, esta thread apresenta a coisa como uma MARCA de guitarras... Só para relembrar, sinto-me enganado pelas notícias...
  12. Guitarra em cortiça expandida

    Deixo aqui outro link para outra marca EUROPEIA completamente out em termos de oferta de produto: Basslabs. Guitarras completamente ocas (ou quase), feitas num material compósito, com um design único e ergonomia... aprimorada, quanto mais não seja pelo peso dos instrumentos ser consideravelmente menor. ... O argumento de não ser necessário o abate de árvores para a construção é válido quanto baste, pois a dita guitarra continua a ter o braço em madeira, assim como todo o eixo do corpo no qual se ligam todas as peças (braço, ponte, pickups...). Desculpem, estou a ser particularmente ácido com este trabalho, mas irrita-me profundamente esta falta de objectividade para promoção de objectos. Vi algumas notícias dizerem "1ª guitarra eléctrica feita DE cortiça"... vou ver e sinto-me enganado, final, não era DE, mas COM. E depois o design era igual a todos os outros... enfim, pobre...
  13. Guitarra em cortiça expandida

    Pois, mas há um empolar exacerbado do assunto, afinal a guitarra não é feita DE cortiça, mas COM cortiça, o que muda substancialmente o sentido das coisas, razão pela qual me manifesto algo ácido com o tema. Vou recordar outra marca que inova substancialmente no DESIGN e escolha de materiais: Teuffel Isto sim, é inovação quer em design (estética/função) quer na escolha dos materiais (função/técnica), quer nas possibilidades tonais (design/técnica)... Outra marca que completamente fura todos os padrões estéticos e convencionais sobre como deve ser uma guitarra é a Gittler Ao lado de qualquer uma destas marcas referidas... a proposta parece-me pobre, não me parece haver uma justificação suficientemente plausível para o uso de cortiça como material para as laterais do corpo além de um simples "é VISUALMENTE diferente". O argumento de ficar mais leve já tem vindo a ser trabalhado por marcas como a Gibson com as suas "n+1" variantes do "weight relief". Portanto, qual é o REAL benefício? Porquê desta promoção assim tão "uau" com direito a notícias? Faz lembrar as histórias com o Rui Luís de há uns anos atrás, diziam as notícias que tinha inventado um sustainer ou um pickup que tirava cafés... mais do mesmo...
  14. Guitarra em cortiça expandida

    Para Mestrado em DESIGN de PRODUTO, ter um headstock que é IGUAL ao de uma marca MUITO conhecida é pobre, muito pobre mesmo, mais ainda tendo em consideração que o BRAÇO foi feito de propósito para a guitarra em questão. Do meu ponto de vista, não parece acrescentar muito ao que já existe por aí na Europa (em particular) com marcas como a Flaxwood ou a Aristides para o caso da utilização de materiais compósitos ou feitos pelo homem, ou ainda como a Strandberg como exemplo de um completo repensar na ergonomia de uma guitarra. Esta, ao lado destes exemplos que espero terem feito parte do Estado da Arte do trabalho de mestrado, parece-me acrescentar muito pouco... Pelo pouco que aparece na fotografia, parece que a cortiça surge apenas nas laterais como sugere o @pgranadas, o que mais uma vez coloca a questão sobre a real importância que a utilização deste material tem para a construção deste tipo de instrumentos musicais, uma vez que a contribuição estrutural e, consequentemente tonal, das asas é ínfima quando comparada com a presença que o tipo de cordas ou mesmo a parte eléctrica têm para o timbre final do instrumento... isto e dedos, claro... portanto... "a montanha pariu um rato?"... Seja como for, o que importa é que a guitarra soe bem aos ouvidos de quem a tocar.
  15. Guitarra em cortiça expandida

    ... Portanto, a única real diferença entre esta guitarra e uma outra qualquer tipo tele feita de madeira, é a cortiça contra a madeira das outras...? O braço e restantes componentes fizeram parte do Design? Se for só isto, parece-me pobre... Quando pegaste nela, o corpo da guitarra, como é que o sentiste em termos de toque? Há fotos mais pormenorizadas, gostava de ver closeups e detalhes. ... e o que é cortiça expandida? Última pergunta, o teu amigo fez um mestrado em quê, e já agora, onde? ... e já agora, para quem não conhece...