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  • Género
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
  • Instrumento
    Guitarra

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  1. Eish, também não é preciso tanto, a construção do braço de um baixo não é diferente da do braço de uma guitarra. Diferem no comprimento, como diferença de maior relevo. Agora, a mudar, é necessário verificar a tensão no parafuso (truss rod) e a intonação nas selas, coisa que me pareceu não terem sido mexidas pelo rapaz. Outra coisa, foi impressão minha ou as cordas agudas estavam ferrugentas como tudo?
  2. Não sei o que é mais berrante, se as "moças" se o fundo...
  3. O mais provável é servir para fazer efeitos sonoros. Acho curioso de facto.
  4. A arte não tem regras pah.
  5. ... mas deixem-se lá de conversa fiada, então e as guitarras estranhas? Vamos lá a contribuir para a cultura visual guitarrística oh faxabore...
  6. Estás esquecido das guitarras e baixos dos Kiss, certo?
  7. Põe patinar nisso...
  8. A Gibson tem uns modelos da época em que as "V" foram lançadas assim meio para o estranhos... tipo MESMO estranhos... Um deles era parecido com a amarela da esquerda... etc...
  9. Para juntar mais uma marca ao barulho, ver a Hipshot: www.hipshotproducts.com
  10. Eu não vou trocando, vou acrescentando...
  11. Consegues ler alguma coisa naquele headstock? Aquele inlay não é necessariamente o "tree of life" que costuma aparecer nas J.Custom ou nas Jems.
  12. Parti-lhe uma corda ontem, mas já estava velha (+ de 1 ano garantidamente). Vai ter de levar uma reviravolta na electrónica mais cedo ou mais tarde e consequentemente na pintura. Está funcional, mas não dá jeito nenhum a disposição das coisas, por isso, assim que tiver oportunidade... Aproveito para deixar aqui dois clips dela em acção, o primeiro é um improviso sobre uma backing track cuja origem perdi (não é minha). O segundo é um tema original meu que entretanto está a ser trabalhado na banda, aqui, a bateria é feita com o rato do PC...
  13. Ultimamente, as RG2027XVV tem tido cerca de 90% da minha atenção em comparação com as outras. Estão deliciosas de tocar, super fáceis e com um timbre de babar.
  14. Aqui em casa só param Ibanez também... 5 de 7 cordas, uma de 8 e duas de 6, sendo que uma destas é uma micro... Das de 7 tenho uma acústica, duas com floyd e duas de ponte fixa. Destas 2 últimas, uma é fretless e tem um sustainer. Estas 5 têm todas piezos, umas de raiz, outras adicionadas posteriormente. Do pacote completo, apenas a acústica e a micro não foram alteradas e apenas as de 6 cordas não têm piezos. As outras, entre mudança de pickups e avarias na electrónica, a completa avaria no look geral, levaram com Piezos e outras geringonças para ampliar drasticamente as opções tímbricas que tinham de base. As japonesas, da esquerda para a direita: RG7421 MIJ, RG2027XVV (comprada em primeira mão em 2001/2), RG2027XVV (comprada em 2ª mão em 2016), S540 MIJ (de 1996, comprada em primeira mão, foi a última guitarra a ser vendida pela Custódio Cardoso Pereira do Cascais Shopping). ... e uma foto de conjunto desactualizada, a RG8 aqui ainda se encontra original: Foto da RG8 depois de alterada, tem tido pouco uso ultimamente : ...e a fretless (uma RG7321 MIK?), aqui ainda com DiMarzios DA7, entretanto, levou com carrilhões Hipshot, um sustainer no neck e um DiMarzio D-Sonic 7 na bridge. Esta guitarra é uma pedra para fazer sons completamente fora do espectável:
  15. A mão de obra envolvida não faz o instrumento ser melhor. A partir de certo ponto, a coisa encarece por opções estéticas, não por opções funcionais... e pelo nome que vai atrás...