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    Portugal
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    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
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    Guitarra

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  1. Software vs Amp Valvulas

    @F.Coelho é estranho para a percepção difusa a que estamos habituados, é nesse sentido... ... ... ... hã, gostaram da palavra difusa? Super cheia de significados, hehehe...
  2. Software vs Amp Valvulas

    @CarlosC do meu ponto de vista as coisas entre o Digital e o Analógico (válvulas) não são bem assim como relatas, ou, pelo meu ponto de vista as razões são outras e derivadas de relações mais práticas. A cena das plataformas digitais é que permitem tocar com headphones e monitores de estúdio. Ora tanto os primeiros como os segundos não dão, nem por sombras, a sensação de um amp+cab de guitarra. E aqui a palavra é SENSAÇÃO, pois estamos a incluir mais do que apenas frequências sonoras ou apenas aquilo que os nossos ouvidos captam. Falo disto por experiência própria. Toquei durante muitos anos com um aparelho digital como fonte do meu som de guitarra e toquei com ele ligado a headphones cerca de 80% do tempo. Os outros 20% eram ligados a PAs ou monitores de palco amplificados. Em termos de qualidade de som a coisa era muito boa, o som era absolutamente controlável em tudo e ao contrário do que muita gente pensa, tinha muita dinâmica, mesmo para aparelhos dos inícios da modelação digital para guitarra (Roland GP-100, por exemplo). Estamos a falar de ligar um aparelho destes a um sistema FRFR (Full Range, Flat Response) ou seja, que não colora o som, quer na amplificação, quer na coluna... supostamente*. O "Sentir" um amp de guitarra está além da qualidade do som. Encontra-se frequentemente na relação física/espacial entre o músico e a posição relativa das colunas. Há uns tempo postei um vídeo do Ola Englund em que ele se põe a tocar metal numa sala destas. O que achei piada foi a captação das diferenças de percepção do som na posição relativa entre o músico e a origem do som (coluna). É esta relação que a grande maioria do pessoal que usa um AXF FX ou outro qualquer modelador digital sente falta, pois habituam-se facilmente a usar headphones ou monitores de estúdio. Qualquer uma destas fontes encontra-se numa posição drasticamente diferente, relativamente ao músico, do que uma coluna de guitarra. Outra coisa que também é importante referir, é que uma qualquer coluna, seja um monitor de estúdio ou uma coluna de guitarra, provoca movimentação de ar. Mesmo considerando um nível sonoro igual, uma coluna de guitarra movimentará mais ar que um monitor de estúdio (e consideravelmente mais do que os headphones) e isso interfere na percepção geral da experiência de tocar guitarra, como é óbvio. Mesmo recorrendo a colunas de PA (geralmente montadas em postes e a uma altura aproximadamente igual ou superior à cabeça dos músicos), a experiência é diferente. A maior aproximação será a de usar monitores de palco (amplificados ou acompanhados com um amplificador) e aí sim, a experiência poderá ser muito idêntica, MESMO... Notas: * - Supostamente porque na realidade muda-se a marca ou o modelo e necessariamente o som vai mudar. Senti, ao longo do tempo, grandes diferenças entre PAs de estúdios de ensaio no que ao timbre geral tirava das guitarradas, não para melhor ou pior, apenas diferente, geralmente a nível de brilho ou subtis variações da EQ geral, mas, salvaguarda-se, que a questão também estava dependente da sala de ensaio e como sabemos, há salas que absorvem o som e outras que reflectem e a consequência é a EQ geral da coisa mudar.
  3. Dúvidas sobre PA

    A regra para os amps a válvulas é que a coluna deve ter igual ou maior potência e amperagem que a saída do amp ao qual está ligada. Se trabalhamos em stereo, tem-se em consideração a relação de potência e amperagem de cada canal do amp com a coluna. Quando se diz que um amp stereo tem 100W de potência, ou é o total da soma dos dois canais (o mais comum) ou indica-se que é por canal. A regra para os amps a válvulas diz respeito mais à segurança do amp do que da coluna propriamente dita. Um transformador queimado é bem mais caro que um speaker e os transformadores queimam se tiverem colunas com amperagens inferiores às saídas. Para o caso das colunas terem amperagem superior, mas potência inferior, aí creio que são as colunas a sofrerem os danos. Esta regra para os amps a válvulas poder-se-á aplicar linearmente a amplificadores solid state (a transistors, como os de PA), mas creio que serão menos sensíveis às questões da amperagem. No entanto, é ler os manuais de instrução de cada aparelho, frequentemente disponíveis nos sites das respectivas marcas e, em caso de dúvida, comunicar com a marca a solicitar esclarecimentos.
  4. Dúvidas sobre PA

    As colunas são activas? Se sim, não precisas do amplificador para nada, investe antes numa mesa melhor.
  5. Palhetada Alternada

    Super fixes estes filmes! Muchas gracias
  6. Palhetada Alternada

    Acho piada à necessidade de estarem dois gajos atrás a fazerem a mesma coisa, mas não estão ligados a nada (playback) e também ao discurso à semelhança dos vídeos da Jane Fonda...
  7. Palhetada Alternada

    Não me parece haver forma errada, são exercícios semelhantes mas com algumas subtis diferenças. Eu diria para fazeres os 2 de forma igualmente sistemática.
  8. Já agora, que controlador usas? Assim, mesmo só para esclarecer, a FC200 tem 4 modos de funcionamento independentes: Program Change (para mudar os presets), Control Change, (para mudar parâmetros ou ligar/desligar efeitos), Note Mode (para funcionar como teclado de chão para Synths e afins, é um gerador de notas) e um modo de mensagens SYSEX (para editar parâmetros nos processadores, principalmente vocacionado para o Roland GP100). No modo Program Change podemos enviar mensagens Control Change com o pedal de expressão, o pedal CTL ou qualquer outro pedal adicionado aos jacks traseiros. Os pedais 1 a 10 e Banck Up e Down servem apenas as funções de mudança de preset e/ou Banco de presets. No modo Control Change, TODOS os pedais funcionam como controladores on/off ou de expressão. Não há envio de mensagens tipo Program Change. Os outros modos nunca usei. De uma forma geral, tenho um preset por música. Mudo de música, mudo de preset. Depois se tenho mudanças de timbre/efeitos dentro de cada música, entro em modo Control Change e faço as avarias que sentir necessárias com os efeitos necessários. Na prática, acabo por usar praticamente apenas 1 ou dois presets para as músicas que vou fazendo. Só mudo quando procuro um efeito diferente daqueles que tenho programados para o preset corrente. Disse que tenho um rig semelhante ao teu, a diferença é que o meu Préamp também recebe mensagens MIDI (creio que esse Engl não recebe) e permite-me alterar os seus parâmetros por mensagens Control Change em cada preset. Conclusão, tenho os pedais 7 a 9 dedicados a parâmetros no Pré e os restantes a parâmetros para o processador de efeitos (é o clássico par Triaxis + G-Force)... só mesmo para relembrar, uso a pedaleira Roland FC-200 para os controlar com mais 2 pedais de expressão adicionais: o primeiro e que vem incluido na pedaleira trabalha o nível de drive do Triaxis, os outros dois alteram parâmetros de efeitos consoante me der na mona de programá-los. é um sistema particularmente versátil, pois consigo dosear muito bem o nível de drive, podendo ir do Limpo ao muito saturado passando por todos os meios entre os extremos. Aliado a guitarras com humbuckers e coil splits, tenho um panorama de sons suficientemente grande para me bastar um único preset e fazer a festa em todo o lado.
  9. Bateria para venda

    Bemvindo/a. A colocação de anúncios deve ser feita no menu "Classificados", sítio onde os anúncios têm maior visibilidade e atenção por parte dos interessados. Vamos deixar a parte do fórum apenas para discussão e troca de ideias. Abraço e bons posts P.S. - Este tópico vai autodestruir-se em breve
  10. Dessa forma não, mas podes ter do 1 ao 10 mais os Bank up e Bank down e CTL para ligar ou desligar efeitos no modo CONTROL CHANGE e todos os bancos de programas disponíveis no modo PROGRAM CHANGE. A troca entre modos faz-se no botão MODE, debaixo do DISPLAY. O pedal CTL e o pedal de expressão funcionam sempre em modo CONTROL CHANGE. No modo CONTROL CHANGE podes programar qualquer um dos pedais para funcionar em modo latch (on/off) ou momentâneo (on quando se carrega, off quando se solta), tal como alterar o respectivo MIDI Control Number. É super versátil neste sentido e, na minha opinião, bate aos pontos muitas pedaleiras da concorrência, tipo a Ground control pro e semelhantes. No meu caso, com a possibilidade de mudar radicalmente de som dentro de cada preset/patch/programa, acabo por usar sempre o mesmo e brinco com os efeitos que ligo e desligo a meu belo prazer, tal e qual um conjunto de pedais analógicos mas com a mais valia de poder combinar efeitos numa mesma acção. Não tenho o "preset do som limpo" nem o do "som distorcido". Agora, isto depende das possibilidades dos teus aparelhos...
  11. Canal do Thomasyoung no youtube

    @F.Coelho... mas eu não disse que a tua partilha foi má, apenas que discordava da interpretação que fiz da tua proposta... afinal parece-me estarmos a falar mais ou menos do mesmo, mas com palavras diferentes. ... o tempo não é importante, apenas a vida o é... Lee Lo, em O 5º elemento, de Luc Besson... Isto para dizer que normalmente dá-se demasiada importância ao tempo na música e assim perde-se o todo. Há uns largos anos fiz uma música com a banda que tinha na altura, em que a meio da música entrávamos todos em contratempo uns com os outros. Era uma passagem bastante assincopada, surgiu quase espontaneamente e a malta da banda gostou, ficou assim. Quando mais tarde mostrei a outros, diziam-me que nos enganávamos a meio, precisamente onde a música entrava em contratempo. O que foi difícil da malta perceber é que enganávamo-nos duas vezes exactamente no mesmo sítio e da mesma maneira na música... novamente, percepção do todo é mais importante que a das partes, na minha opinião, claro.
  12. Os barretes e relíquias do OLX

    Também desatino com essa prática, mas tenho visto menos disso ultimamente... Mas o gajo diz que é réplica, menos mal, digo eu...
  13. Canal do Thomasyoung no youtube

    .... vais-me desculpar, mas essa definição é um bocado limitativa. O silêncio é importante e faz parte da música, mas não a define. Concordo com o "passar mensagem", o problema é verbalizá-la e, se calhar, é por isso que nos manifestamos com um instrumento musical. A consequência é que a dita mensagem torna-se bastante mais abstracta e aberta a interpretações díspares das originalmente construídas. Sim, ouviste muitas notas, mas não ouviste o silêncios entre elas. O problema das frases aceleradas é esse mesmo, é que torna-se necessário um ouvido apurado para perceber as nuances que vão acontecendo. O tempo é uma questão de percepção... ... e aqui somos todos humildes, e todos partilhamos opiniões (se as comprassem é que era bom, certo?). Vai lá mas é encher o peito de ar e gritar a altos pulmões que "ESTA É A MINHA OPINIÃO", mas baixinho que a estas horas ainda acordas os vizinhos... O rasgo traz a mudança, e foi essa a tarefa do rock. Sem rasgo ainda andávamos a carregar pedras às costas porque a invenção da roda era coisa tabu. Para mim, a mensagem musical que transmitiste foi essa, de alguma perturbação, irritação, frustração, mas ao mesmo tempo pesquisa e procura de algo, de resolução (encontraste?)... Por vezes o silêncio confunde-se com a sustentação. é que o espaço entre duas notas pode ser preenchido de muitas maneiras e musicalmente o silêncio será talvez aquela à qual se recorre menos. O silêncio na música significa morte, fim... é nele que se aplaude... no silêncio prolongado. Uma nota prolongada não é silêncio e o silêncio pode ser bastante perturbador, mais ainda se interromper uma cadência que se vai resolver. Cria tensão... Contam-me uma história de um pianista cá de Lisboa (a minha avó era professora de piano e não já não sei se isto se passava com ela ou com alguém dela conhecido) que nos seus estudos em casa, terminava as peças sempre em pianíssimo, quando eram na sua maioria algo intensas. Certo dia, é confrontado com um vizinho que lhe pergunta "Ouça lá, é você que toca piano aqui no prédio?". O pianista responde "sou sim, estou a estudar para [qualquer coisa], peço desculpas pelo incómodo...". O vizinho responde então "Oh meu caro, não é incómodo nenhum, mas ACABE A PORRA DAS MÚSICAS!"... isto a propósito do silêncio que uns ouvem e outros não. A história é verídica, não necessariamente por estas palavras, os protagonistas é que já não sei apontar. ... [silêncio] ... ... [silêncio] ... ... [silêncio] ... ... o que vocês me fazem escrever...
  14. Os barretes e relíquias do OLX

    @The Passion Considera que interessa ao OLX que os seus utilizadores vendam através da plataforma, pois isso implica visualizações, tráfego, clicks, etc, ou seja, uma plataforma de vendas bem sucedida. Isto vai aumentar o impacto que o OLX tem perante os seus CLIENTES, quer de anúncios não indexáveis, quer das LOJAS FÍSICAS que também lá colocam produtos à venda. Quanto maior for o sucesso de vendas através da plataforma, melhor a argumentação do OLX para pedir dinheiro... A minha conta não me permite ter mais que 5 anúncios activos. Se quiser mais, tenho de pagar. Lembro-me igualmente que há uns tempos a certa altura havia uma qualquer loja em Lisboa que resolveu colocar os seus artigos todos na plataforma. Fazia-se uma pesquisa simples e comíamos com 5 páginas de artigos dessa loja antes de chegarmos aos objectos reais em 2ª mão. De certeza que o contrato destes espaços tem as cláusulas bem revistas para isentar o OLX de qualquer responsabilidade sobre problemas causados por vendas menos correctas.
  15. Backing Tracks - Mais uma forma de produzir

    Ou então procuras no youtube...