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Sobre tmo

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    Masculino
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    Portugal
  • Cidade
    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
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    Guitarra

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  1. @CarlosCepinha obrigado! A acção está muito fixe bem baixinha e o braço está bastante porreiro e obviamente funcional. Está a tocar muitíssimo bem, eu é que ainda tenho de me habituar às misturas do switch principal, pois apesar de ter este tipo instalado noutras guitarras, está com funções diferentes para cada posição (relativamente às outras). De resto, nunca fui muito fan de pickguards, mas percebo a facilidade que há em modificar estas guitarras e fazer furos para acrescentar umas funcionalidades extra, tanto que já tenho uns na calha para avarias diferentes... depois posto fotos quando esses projectos estiverem concluídos .
  2. Old Jerusalem - Certain Rivers

    Fotografia a preto e branco, sim, analógico sff. Ainda me lembro de passar um dia inteiro (com pausa para almoço) nos laboratórios de fotografia da faculdade, saía de lá um pouco aéreo... se é que me entendem. A cores prefiro o digital, já me estragaram demasiados rolos nas lojas de revelações... enfim... A minha digital está parada é usada apenas para as actividades escolares com os miúdos, mas com o CoViD, está arrumada desde Fevereiro. O téle cobre as necessidades do dia a dia...
  3. Old Jerusalem - Certain Rivers

    Um pouco off topic, mas ao mesmo tempo dentro do assunto... Numa qualquer fotografia que não recorra a lentes assim tão especiais, a horizontal da fotografia está SEMPRE a meio da fotografia, considerando que esta não tenha sido re-enquadrada / cortada, portanto a meio do fotograma, assim como as respectivas verticais. A linha de horizonte é outra história, não é necessariamente a linha horizontal da fotografia e pode ou não ser-lhe paralela. A linha do horizonte terrestre é parabólica, quase rectilínia ao nível do observador numa praia, mas subimos a um monte e a sua curvatura começa a notar-se um pouco mais (vá de rectro flat-earthers). Segundo me recordo, as Tilt-Shift Lens permitiam, não apenas não encurvar as linhas rectas (efeito da curvatura das lentes grandes angulares mais "agressivas"), mas também tornar paralelas as verticais de grandes edifícios quando fotografados de baixo para cima (com acontece ao nível humano, certo?), isto para que se pudesse obter uma fotografia mais "frontal" e menos perspectivada. Esta noção de horizontalidade tem muito a ver com o facto de termos os dois olhos distribuídos horizontalmente e coordenados para um mesmo ponto de convergência e de foco (nós não temos os eixos visuais de cada olho paralelos entre si), não somos camaleões. Mais ainda os nossos olhos rodam um pouco quando alteramos a inclinação desta relação de horizontalidade natural. Pouco tempo depois de ter entrado para a faculdade tive fotografia como disciplina e instrumento de trabalho e como na altura não tinha máquina própria, recorri às do meu pai, que na altura eram uma Canon F1 e outra A1, entre outras. Usei principalmente a F1 e mais um grande conjunto de lentes, nas quais se inseria uma Tilt-Shit. Experimentei algumas coisas com essa lente, mas nada de muito significativo ou conclusivo para mim na altura. Agora que enveredei no digital, essas lentes estão-me inacessíveis, mas também não tenho tido trabalho nessa área que as justifique. Uma olho de peixe era fixe, mas não se justificam de momento e a minha fotografia tem-se resumindo às que obturo com o téle...
  4. Old Jerusalem - Certain Rivers

    @resolectric A fotografia em questão foi tirada de baixo para cima, o que significa que as linhas que consideramos verticais terão ponto de fuga, que para o caso não se encontra dentro dos limites da imagem em questão. Para manter as linhas verticais, ou se trabalha a fotografia em ambiente de laboratório (actualmente o Photoshop), ou se usam lentes correctoras de perspectiva (Tilt Lens), comummente usadas para fotogafia de arquitectura, coisas deste género: ... não é barata esta tipologia de lentes, nada mesmo...
  5. Old Jerusalem - Certain Rivers

    ... mas a linha de horizonte não é a inclinação da água...
  6. O que acham deste som que postei no soundcloud?

    ... como primeiro post e depois nunca mais voltar para as ler ou dar feedback...? Por mim apagava-se pois trata-se claramente de pseudo spam, não apresenta interesse em partilhar nada com a comunidade, foi antes de receber clicks e visualizações (há alguém a ver isto?) no vídeo... não condeno os comentários mais jocosos, antes pelo contrário, elogio-lhes a frontalidade.
  7. Old Jerusalem - Certain Rivers

    ... a linha de horizonte está torta, a descair para a direita...
  8. Os barretes e relíquias do OLX

    O autor foi considerado SPAMMER e como consequência todos os seus posts são apagados... Banido para sempre aqui deste nosso canto... durou pouco tempo, só por aqui andou uma hora.
  9. dilema na escolha

    @grsousa - Dá-lhe com força!
  10. Os barretes e relíquias do OLX

    ah, ok, tipo cartas de condução e cenas dessas?
  11. Os barretes e relíquias do OLX

    @0xDELS consegues fazer print screen da coisa?, é que aqui deste lado, não aparece nada...
  12. Os barretes e relíquias do OLX

    eu acho que já apanhei um .jpg de uma máquina da roupa transformada em coluna de guitarra (e amp??), em que substituíram a porta e o tambor por uma altifalante... não faço ideia onde nem como é que encontrei essa imagem, mas está na memória... ou então foi um sonho marado...
  13. ... e a moça foi ontem ao teste e passou com distinção... o executante é que ainda teve algumas dúvidas sobre como navegar com a nova embarcação, principalmente pela diferença para com as funcionalidades do selector principal relativamente às outras embarcações... mas a coisa correu bem sim senhor, estamos a trabalhar num tema que vai para além dos 10 minutos e andávamos na dúvida sobre se seria de o terminar por volta dos 7 (a coisa sugere)... acabámos por no decidir em aumentá-lo com mais umas rifalhadas... vai ser épico!
  14. Informação com bases mais científicas é sempre bem vinda @F.Coelho,e, claro, a tua participação também. Por experiência pessoal, sinto que os pots de volume de 1M Ohms abrem as guelas à guitarra e que evita que se abra a presença no amp para compensar... Aquilo a que estás a chamar de "tone kill" poderá ser aproximadamente aquilo a que se chama de "Blower Switch", que é um bypass a toda a electrónica montada, ligando o pickup da ponte directamente para o jack. Há alguns pros a fazerem destas coisas, sendo o Guthrie Govan um deles. Não há melhor para ouvir bem o som dos pickups, para o caso da ponte. Não tenho sentido necessidade de experimentar esta modificação em particular, pois as minhas guitarras são em geral bastante abertas. Também há uns pots engraçados que são "No Load", ou seja, supostamente fazem ligação directa sem passar pelo filme de carbono (a resistência propriamente dita), o que remove o tone pot do circuito, portanto, um "Tone Kill". Também me falaram de um "Varitone" associado a um pot para controlar a quantidade. basicamente é um switch multi-posições com capacitadores diferentes em cada uma das posições, deixando uma eventualmente isenta. Nesta situação, também se obtém um "tone kill". Portanto, não tendo exactamente este nome, há várias soluções para eliminar o tone pot do circuito, até mesmo temporariamente. Pessoalmente, e considerando que as minhas guitarras já são muito abertas, vou deixando o tone pot no circuito para amaciar os top end mais agressivo. O conceito de "Kill Switch" já conhecias, certo? Estou a estudar brincadeiras com sensores de pressão (basicamente serão potenciómetros teimosos, voltam à posição inicial) para criar efeitos de filtro na guitarra... mexer no tone ritmicamente ou fazer swells mais dinâmicos, por exemplo... Quanto à EQ ser feita no amp ou na guitarra, dá efeitos diferentes: na guitarra vai-se trabalhar aquilo com o qual se vai alimentar o amp, o que interferirá directamente com a sua resposta; no amp, estar-se-á a modelar o que se pretende ouvir e a EQuilibrar / EQualizar com os restantes instrumentos.
  15. Na verdade, a trabalheira foi mais à volta do Pickguard. Tive trabalho semelhante na RG2027XVV que comprei em 2016 (a que está ao lado da acústica)... e sim, estas coisas dão-me um gozo do caraças. A guitarra até estava bem estimada, estava era bastante suja e o pickguard todo estilhaçado não ajudava ao filme. Pickguard novo e parece saída da loja, bom, tirando as mazelas no acabamento atrás... A cena do pickguard ser espelhado (como é do modelo original) dá-lhe um toque bastante bonito quando está tudo limpinho, e pelo facto de ainda ser novo e não ter riscos, tudo brilha e tudo reflete e dá um ar de super novo, quando na verdade já tem 20 anos em cima... Não é "trabalho" quando é para deleite pessoal... Volta e meia aparece uma ou outra RT no OLX. Novas, o mais próximo qe arranjas deverá ser o modelo do Andy Timons, pois deixaram de as fazer. O corpo em si é praticamente igual ao das RG, o braço é que varia no headstock, que em vez de ser tilted back, tipo Gibson, é alinhado com o braço tipo Fender... Depois, há muitas RGs com pickguard e aí escolha não te falta. metes uns PUs mais vintage e estás a bombar à grande! e claro, não esquecer uns circuitos com montes de avarias... hehehe Só por curiosidade, sabias(sabiam) que foi este senhor, o Steve Vai, que introduziu o conceito/layout de pickups em HSH com a sua primeira JEM em finais dos anos 80, assim como o "super switch" que foi desenvolvido propositadamente para essas guitarras?