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    Portela LRS e Benfica... Lisboa, portanto
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    Guitarra

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3552 visitas ao perfil
  1. Hotone Skyline Tuner

    Em termos de visual design está bem conseguido, está engraçado, mas... eu não uso pedais individuais . Para estas coisas é o tuner da rack (G-Force) ou do tele (app Pitchlab, gratuita e precisa).
  2. Upgrade De Amplificador

    lol, não é bem assim... dá-lhe tempo, deve andar a investigar coisas...
  3. Que coisa mai liiiinda

    sim, sim, mas essa não é a tua...
  4. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    Não tens como fazer comparação com os originais, certo? Independentemente da relação de proximidade aos originais, esta experiência é importante para que cada um saiba onde ir buscar o que precisa...
  5. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    Desconhecia estes, vou espreitar...
  6. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    @resolectric, vês, não foi assim tão difícil... Tens uma abordagem que em muito se assemelha à minha. Quando pego em aparelhos ou software com diferentes timbres para guitarra, procuro ouvir os timbres e ver se vão ao encontro daquilo que procuro ouvir, só depois de encontrar é que verifico o que saiu na lotaria, mas como referência dentro do contexto inserido, quero lá saber se a suposta emulação/modelação do modelo escolhido soa ao suposto Marshall ou não. A minha tendência é gravitar para os sons mais High Gain, pelo que a certa altura acabo por cair com frequência nas emulações da Engl, Mesa, Soldano e afins, nunca com o intuito de as fazer soar como o original, mas como os meus ouvidos precisam. Como entretanto (e já lá vão uns anos) comprei um Triaxis e aquilo tem um "record out" com sonoridade bastante aceitável, desliguei-me muito destas lides, mas é sempre interessante estar a par do que existe e do como a malta os usa. @stratocosta o Revalver é daqueles que nunca me passou pelas mãos mas que gostaria de experimentar, numa de ficar a conhecer, apenas isso.
  7. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    Tenho a certeza que com a tua experiência no ramo podes acrescentar algo interessante... Não queres aprofundar um pouco mais a coisa? Como é que usavas, em que contextos, que "emulações" gostas/gostaste mais... boa?
  8. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    Totalmente de acordo contigo, no entanto, quando te perguntei pela comparação dos sons usando simulações dos "mesmos" amps, a ideia era a de tentar perceber se gostaste mais de um software do que de outro, por exemplo e hipoteticamente, se o som marshall é melhor no Amplitube, o Fender no Guitar Rig e o Mesa no BiasFX... apenas nesse sentido... venham mais opiniões e experiências, obrigado pela partilha @pgranadas. EDIT: movi o tópico para o subgrupo dos pedais e efeitos, pois parece-me ser o mais apropriado. Pode-se reverter sem problemas se não estiverem de acordo...
  9. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    @pgranadas, eh pah, sinto-me lisonjeado, mas não é necessário comparações. O que tens aqui descrito está muito focado e objectivo, e revela a tua experiência com os diferentes softwares. Permite-me as perguntas, fizeste comparação "lado a lado" entre uns e outros com simulações dos mesmos amps e colunas? Muitas vezes a malta que faz estas comparações usa IRs iguais em todos para limitar o número de variáveis e dar alguma referência geral ao público. Não sei se concordo com esta abordagem, pois nem toda a gente tem os IRs usados para poderem reconstruir os sons. Pessoalmente, preferiria comparar as simulações de amps e de colunas, pois é isso que a malta tem quando compra o pacote. Tens a possibilidade de as fazer? Outra pergunta, igualmente pertinente, como é que usas estas aplicações? ligas a guitarra à placa de som e... usas pedaleira para alterar timbres, tipo utilização "live" ou apenas para gravações, ponderas usar isto ao vivo ou em ensaios com outro pessoal?... essas coisas. Pergunto isto porque, genericamente e por este tipo de soluções estar agarrado ao uso de um computador, tenho ideia de que não são tidas como possibilidade de se usar como processador de som em ensaios, concertos ou até em sound design...
  10. Amplitube vs Bias vs GuitarRig vs Helix

    Infelizmente não posso opinar muito sobre este assunto, tenho uma experiência muito limitada ao Guitar Rig e Amplitube. DO que ouvi na altura, pareceram-me bem conseguidos, com preferência em termos de som para o Amplitube, mas de layout/programação/conceito geral e efeitos para o Guitar Rig. Toco muito pela noite, mas acabo por ligar o meu material à placa de som. O Triaxis tem "Record Out" com simulação de coluna, o que não sendo extraordinária, soluciona o problema. Como me basta ligar botões, acabo por não investir nesta tipologia de software. @pgranadas, já que tens acesso aos 4 softwares, como é que avalias cada um em termos de som, programação e utilização em "real time" / recurso a pedaleiras MIDI para alterar timbres "on the fly"?... Podias começar por listar aquilo que gostas e não gostas em cada um, por exemplo e assim já dás um mote ao resto do pessoal.
  11. Opá obrigado pelo teu topico super esclarecedor :)

     

    Eu prefiro ficar longe das valvulas e das coisas mais digitais como line6 para já, claro ja conheço marshall e fender mas nunca toquei muito noutras marcas como roland, H&K ou ENGL... ou mesmo mesa boogie.... mas se pudesse acho que ia pra este ultimo.... que tipo de amp, combo potencia ias para se tivesses que escolher um amp Pelos graves/ coluna ? eu gosto muito do som do meu ibanez

     

    abraco

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    2. tmo

      tmo

      Portanto estás à procura de uma combinação de cabeça mais coluna?

      O que enviaste no link é garantidamente a válvulas. Para guitarra eléctrica, a Mesa Boogie não produz amplificadores a transistors/solid state. No entanto já os encontras para baixo. É necessário ir ao site da marca ver as especificações...

      Não estou muito por dentro daquilo que as marcas andam a oferecer, pois já estou bem servido (procura no tópico "montra do nosso gear" -

      Talvez fosse interessante continuar a conversa no teu tópico, pois mais pessoal poderá dar as suas opiniões com base no que estás agora a dizer-me, não te parece?

      O teu amplificador parece-me totalmente Solid State. Se tens o manual de instruções e não aparecer nenhuma referência a válvulas ou em como mudá-las, é Solid State, tanto na secção de preamp como na secção de power amp...

      Continuamos no teu tópico, boa?

      Abraço.

    3. TiagoFigueiredo2000

      TiagoFigueiredo2000

      Combinado, nao consegui ver o teu amp, o link que aparece e duma cena com 300 paginas.....

       

       

      Ou se me disseres em que pagina devo pesquisar já lá chego :)

    4. tmo

      tmo

      ... é a última página, último post, acho que ninguém postou nada por lá depois de mim...

      se clicares na seta (branca com fundo azul) que aponta para a direita e para cima vais lá ter directamente.

  12. Fazer do PC um AMP ( com software)

    O que esse moço está a fazer é a recorrer à placa de som genérica que vem com todo e qualquer computador e ligar a guitarra à entrada do microfone. Vais ter o problema da conversão de sinal Analógico / Digital, pois essa entrada está concebida para microfones, não para guitarras e depois aquilo que o @pgranadas referiu, que é latência, ou seja, o tempo que o sinal leva a ser processado desde que dá entrada no computador até que sai pelas colunas. Sendo que as placas genéricas que vêm com qualquer computador servem o propósito apenas de permitirem alguma conectividade áudio, não existe qualquer controlo sobre o sampling rate, a pre-amplificação do sinal antes da sua conversão em digital ou velocidade de processamento geral do sinal. Como disseram antes, interfaces áudio há para todos os bolsos. Na gama entre os 80€ e 130€ já encontras soluções que não envergonham ninguém em termos de qualidade e usabilidade. Sugiro marcas como a Presonus (americana) ou a Focusrite (britânica) nesta gama de preços, mas tens opções como a Behringer, a M-Audio ou a Roland com produtos igualmente aliciantes.
  13. Eu tenho umas colunas de palco amplificadas da Laney (daquelas slanted) há coisa de 20 anos e que usava para amplificar o meu Roland GP100. Acertando com a EQ, os sons ficam muito próximos aos de um amplificador de guitarra, por isso, não me parece má opção esse tipo de coluna acima referida. De notar que as minhas são de 120W (acho) cada e chegava e sobrava para amplificar ensaios (que foram muitos) com bateria ao lado. A grande vantagem destas colunas é que se se precisar de amplificar voz ou teclas, basta que alguém entre com uma mesa de mistura, que passa a gerir todo o sinal que lhes é enviado. No caso de modeladores de guitarra tipo essa pedaleira da Line 6, aconselho vivamente o uso de sinal stereo ou duplicado em duas colunas. Muda completamente a nossa percepção do som... Os monitores de estúdio ou desktop são bons, mas para tocar em casa. Actualmente estas colunas servem de monitores do computador, ligadas à placa de som, fazem a minha aparelhagem stereo cá de casa, apesar de existir uma (que não é usada)... Digo apenas que se ponho as gravações da minha avó a tocar piano, é como se o piano estivesse cá em casa. Super flexíveis... além de já terem aguentado guitarra e baixo ligados directamente sem qualquer tratamento sonoro prévio (situação de desenrasque) e aguentaram-se à bronca sem se queixarem de nada.
  14. Upgrade De Amplificador

    Boas @TiagoFigueiredo2000, penso que talvez precises de umas luzes sobre o assunto de amplificação, perdoa-me se estiver a ser redundante relativamente ao teu saber. Serve o presente apenas para limpar equívocos. Repescando o que o @pgranadas disse sobre a entrada para duas guitarras simultâneas... Os amplificadores de guitarra estão projectados para trabalhar/processar uma origem de sinal apenas e de cada vez. Poderão ter canais diferentes (clean, crunch, heavy, por exemplo), mas apenas um funciona de cada vez. Para teres duas guitarras a tocarem simultaneamente num mesmo amplificador de guitarra, o que se faz é ter o amp no canal limpo e as guitarras misturadas antes através de uma qualquer forma de misturar os respectivos sinais (mesa de mistura, adaptador em "Y"...). Não é aconselhável de todo usar a distorção do amp nestes casos, pois o resultado seria algo de muito turvo e confuso. Neste caso aconselha-se o recurso a pedais para diferenciação de timbres das duas guitarras, mas é uma situação a usar apenas para desenrascar, não como sistema. As duas entradas num qualquer amplificador que as tenha servem para equilibrar o nível (leia-se força) do sinal à entrada do amp. Guitarras com pickups diferentes terão força diferente e, como tal, levar o amp a distorcer no canal limpo, por exemplo. Há quem goste... assim como há quem queira som cristalino. No que ao reverb respeita, há amps com e sem, mas o "mesmo" será complicado se mudares de marca. O problema dos graves muitas vezes nem está no amplificador, mas antes na construção da coluna, na qual se inclui toda a sua estrutura de reverberação assim como a escolha do speaker, quer em marca/modelo, em dimensões (diâmetro) ou potência. Parece-me estares apontado para um amp na versão COMBO, o que significa que este inclui a coluna na mesma caixa. Há, no entanto, outras variedades: conjunto separado de Cabeça (head) + Coluna (cab) ou ainda tudo modular, onde se procura um pré-amp, um power amp e uma cab a gosto. Préamp - é a parte da amplificação responsável pela equalização do timbre da guitarra, onde se encontram os diferentes canais de um amplificador, contudo sem força para fazer mover um speaker. Há-os em 3 variedades: a válvulas, a transistors e digitais. Power amp - é a parte do amplificador responsável por aumentar substancialmente o sinal produzido pelo pré-amp de forma a conseguir mover o cone do speaker e assim produzir som. Há-os em 2 variedades (para o mercado das guitarras, entenda-se): a válvulas ou a transistors (também conhecidos como solid state). Coluna - é a caixa que contém o speaker. As suas dimensões, materiais e geometria interferem directamente na forma como esta irá fazer sobressair algumas frequências em detrimento de outras. As caixas deverão estar afinadas aos speakers que nelas são instalados, mas há muitos gostos diferentes. Geralmente para guitarra, as combinações mais comuns são de 1, 2 ou 4 speakers de 12". Também as há para 3 speakers (muito raras de encontrar) ou para speakers de 10" (menos vulgar). Os números que abreviam esta informação apresentam-se na forma das centenas, em que o 1º algarismo representa o número de speakers e o segundo o seu tamanho. Para o caso, o amp que referes no link assume a forma 212, ou seja, 2 speakers de 12 polegadas cada. Outras designações comuns serão as 112 e as 412... Speaker - é o altifalante com a tarefa de traduzir o sinal eléctrico em som. Geralmente, os de guitarra têm as frequências do extremo do espectro sonoro cortadas. Uma guitarra eléctrica não soa bem (com distorção) em speakers "Full Range", mas, novamente, há gostos e gostos. Nos speakers há novamente n+1 variedades, sendo que as características mais significativas serão o diâmetro do cone (quanto maior, melhor a definição de graves), o tipo de íman que traz e o tamanho/geometria da bobine interna. Genericamente, para guitarra o mais comum é usar speakers de 12", mas também os há de 10", de 8" ou de 15". A tipologia do speaker de guitarra não é muito diferente da de um de baixo, contudo convém salientar que um speaker genérico para guitarra poderá não aguentar com as frequências de um baixo caso este esteja a puxar muito pelos graves. Já o contrário não traz qualquer problema. Aliás, o amplificador Fender Bassman era inicialmente pensado para baixo... Assim, temos que os diferentes tipos de amplificador acima referidos têm as seguintes combinações: Combo - Uma única caixa com tudo incluído, é plug'n'play garantido. Cabeça + Coluna - São dois volumes, no qual o primeiro, a cabeça, contém a secção de preamp e a secção de power amp e o segundo volume é a coluna. Preamp + Power amp + Coluna - Neste caso, o que acontece com mais frequência é ter-se o préamp e o power amp como aparelhos diferentes mas montados numa única caixa (rack), sendo acompanhados por uma ou duas colunas. Aqui, o utilizador pode escolher de forma modular, sem ter de se restringir apenas a uma marca. É a opção ideal para quem gosta de Mix'n'Match como forma de procurar uma sonoridade mais única. Em qualquer uma destas combinações é possível encontrar soluções mais puristas (sistemas analógicos a válvulas) ou totalmente híbridas (com mistura de características de processamento digital com amplificação a válvulas). É comum encontrar-se ainda, em amplificadores de gama média, combinações de preamp a válvulas com power amp a transistors. Uma alternativa viável e funcional para quem opta por sistemas de processamento de sinal digital é recorrer a uma amplificação Full Range (sem os referidos cortes nas frequências extremas), pois o processador terá certamente forma de simular/emular a resposta de um speaker de guitarra. Posto isto, um combo 112 com 50W já manda um volume sonoro valente, não é necessariamente melhor ou pior do que o seu irmão 212 e muitas vezes tem uma extensão para uma segunda coluna. A Fender, a H&K, a Marshall, a BlackStar, a Line 6, a Roland/Boss ou a Laney, por exemplo, têm opções interessantes e acessíveis a bolsos menos folgados. Se não estás muito preocupado com especificidades de timbre, qualquer uma destas marcas poderá servir para os teus propósitos.
  15. Os barretes e relíquias do OLX

    Nem 8 eu dava por isso...