exmusico

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  1. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    simplinho: está interessante! Primeiro tema est´inspirado de Daft Punk ou é só impressão minha?
  2. O meu então é todos os dias a bombar. Entretanto já testei a ligação ao Cubase com montage VST. Tive vários problemas de falhas na conexão midi. Devo ter um problema QQ nos drivers ou o antivírus. O PC é um i7 com SSD... Basicamente o Montage funciona como placa de som mas mal. Em áudio tb tive problemas. Correu mal a experiência informática o que não me surpreende muito ao fim de muitos anos nessa andanças já há muito que perdi a fé em sistemas informáticos...
  3. Novo tema instrumental projecto a solo

    tá interessante! O som de piano é que prontos falta-lhe algum "corpo"
  4. Melhores plugins ( Pagos e Free)

    este tb está free https://www.native-instruments.com/en/products/komplete/play-series/analog-dreams/
  5. Tendências e futuro da música

    Este ano vai ser tramado para os músicos... É um cenário catastrófico que se avizinha.
  6. Aqui fica um link para demonstrar a bodega que fica um tema como este tocado num teclado de sintetizador. A dinâmica está uma mrd, mesmo tocando pianissimo ele nunca baixa muito o volume e se tiver o azar de carregar com mais força dá logo um pico de volume ( os traços isolados que aparecem no gráfico que num piano de tecla pesada não acontece porque..lá está. a tecla é pesada). Tenho de testar com outra curva de sensibilidade no teclado. Mas no final dá para ouvir a mecânica do piano. Já agora, o que é que este tema tem a ver com sintetizadores? Ouvir até ao final sff porque isto é uma obra prima.
  7. Tenho aproveitado o tempo para tocar umas pianadas e quer o CFX que o Bösendorfer xpto não me convencem... Tocar piano em teclas de sintetizador é um cena muito pouco ortodoxa e especialmente para quem está habituado a tecla pesada de piano e eu sinto muito isto, faltam-me teclas ( oitavas) e alguma interacção com o instrumento, o peso da tecla e o chamado rebounding... Por outro lado, também não acerto com a equalização dos graves ( ou então são os meus headphones...) . Estão os dois a soar muito "boomy". Acho que ,apesar, de ser melhor que o CFX, o Bösendorfer não justifica assim tanto o espaço que ocupa a mais na memória especialmente para quem usa para tocar ao vivo: vai dar ao mesmo. Para gravar em estúdio pode ter interesse mas mesmo assim só se for para um gajo mesmo muita esquisito ou picuinhas.
  8. Obgd pela partilha , gostei muito do tema e parece-me um boa base de trabalho. Eu deixaria ficar a maioria das pistas mas tentaria melhorar as linhas melódicas (algumas notas não me soam bem). A parte da batida é para refazer completamente ( nem gosto do set escolhido nem do ritmo em si) e adicionar uma linha de baixo junto com a bateria para dar mais corpo na parte final e tá pronto. Lembra-me algumas intros de Deram Theater e daria um boa trilha par uma série qualquer de scifi Essa é a parte básica e sim é pacífico. O resto é mais complicado mas na realidade não é mais do que atribuir Arps ou paterns a cada part. A Forma como se faz é que é mais bicuda.
  9. Por falar nisso ontem acabei a minha primeira sequência no Montage usando o sequenciador unicamente. Para uma primeira experiência não ficou muito mal mas faz-me falta um event editor sobretudo para edição de batidas. Tenho muitas vezes o problema de ter um duplo kick no mesmo instante ( gravando em loop é muito difícil de evitar)... é chato porque seria muito simples poder apagar o kick sobreposto num event editor... Enfim, mas a lógica destes teclados é ter um PC ao lado. Até porque dá para editar ao mesmo tempo o patern no PC e no teclado. Só q uee ainda não testei... Mas vou ter muiiiito tempo para isso nos próximos tempos.
  10. Pois isso... É certinho direitinho. Aproveita para fazer música com o que tens agora. Não é um teclado que vai fazer a diferença!
  11. Tenho mixed feelings em relação ao teclado. Soa muito bem e permite fazer coisas bem engraçadas mas o sistema operativo é asqueroso mesmo... Ter de decorar menus não faz qualquer sentido especialmente tendo em conta que existem montes de especialistas em desenho de User interfaces e até há certificações para isso... A lógica de fazer menus da esquerda para direita é só estúpida para não lhe chamar outra coisa. Com um ecran desse tamanho não era mais facil usar um sistema básico de tabs horizontais mesmo com submenus? Ainda assim, reconheço que já me estou a habituar mas nunca tive uma curva de aprendizagem tão longa na vida e já mexi em muitos equipamentos electrónicos com módulos de comandos próprios sem ser de música. Mas faça-se justiça, o meu anterior teclado da brincadeira ( prelude Roland) era pior ainda : para programar um ritmo era um castigo dos deuses e acabei por vender sem pena o que me leva ter de admitir uma coisa: tenho saudades do meu velhinho Solton MS60 aquilo era super fácil e intuitivo para programa paterns e ritmos rapidamente e sem espigas.
  12. A função de sustain eterno não existe no Montage que eu saiba e eu fartei-me de procurar... Existem em alguns arrangers e não são todas as marcas. Podes é programar um arp com uma nota só e consegues um efeito parecido. Mas tbm te digo que ele não reconhece inversões de acordes também e nalguns casos nem acordes menores se tiver programado um arp maior. Não é um arranjador apesar de poder dar a entender que tem algumas características próximas. Eu diria que essa é a componente que mais me desilude mas entendo o porquê. A Yamaha não quer canibalizar os arrangers que vende da gama PSR e genos portanto um arp de montage modx não é, nem de longe nem de perto, igual a um ritmo dum arranger qualquer especificamente porque não lida bem com acordes nem permite programar acordes separados. É pena porque é voluntária a limitação.
  13. Aproveitei a tarde de quarentena para estudar o sequencer interno ( paterns) e estou a caminho do nível Jedi Esqueçam qualquer outro sequencer convencional porque não tem muito a ver. O propósito desta coisa é criar músicas ( songs) através de blocos que eles chamam de scenes . Portanto a primeira coisa a fazer é esquematizar o tema no papel, por exemplo uma estrofe e um refrão sendo que a estrofe será scene 1 o refrão a 2. Isto vai permitir depois controlar manualmente a scenes ou programar a song indicando de scenes na ordem que queremos. A vantagem deste sistema em relação ao computador e a um cubase é que não precisas de ligar o PC e o workflow é muito mais rápido. A desvantagem é que trabalhas às cegas e não dá para editar portanto e tens de ter bom ouvido e algum destreza de unhas. Um gajo que não saiba tocar bem teclas não vai conseguir fazer nada de jeito porque isto está feito para ser usado por teclistas já com algum nível e que saibam compor musicas completas ( tipo uma linha de baixo drums etc) . A não ser que use ARps de origem mas eu nem sequer tentei. De início pareceu-me muito complicado de usar e andei a semana a marrar nele sem conseguir mas finalmente consegui perceber a lógica que os Japunas usaram e até faz sentido é claramente uma funcionalidade para usar ao vivo e em performances em que se misturam linhas tocadas real time por ti e paterns ( daí se chamar patern mode ) Como se usa: 1) criar um performance com os vários canais que quermos. 2) Carregar em Store ( para ele linkar o patern à performance e guardar tudo de novo) 3) carregar em Play/REC -> Patern 4) definir o tempo e nº de compassos 4) carregar em Rec ( e só aí aparece a opção de quantize) 5) começar a gravar e ele vai gravar na pista selecionada simplesmente. 6) as opções de copiar pistas transferir para outra scene, normalizar volumes etc e tal estão no menu Edit/ job Amanhã vou ligar ao PC com o plugin para aprender editar patterns no PC através do plugin VST.
  14. Tenho o mesmo problema, estás a usar arp on ( mesmo sem arpeggio)? Eu penso que o arp transmite código de volume especialmente en sons previamente programados. Desactiva todos os arps.
  15. Eu sempre que apanho uma acústico fico encantado... Mas como moro em apartamento custa-me um pouco. Ainda assim toco bastante sem headphones. Hoje em dia arranjam-se baratos bons pianos acústicos, tenho a sensação q cada vez menos se toca piano. Bom mas agora com o Montage eu não quero saber de pianos hoje comecei a estudar os paterna mas não estou a conseguir perceber bem o enquadramento...