exmusico

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Sobre exmusico

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    Lisboa
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    Piano/Orgão

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  1. :O

    devias ser banido por pornografia...
  2. Há por muito material antigo de altíssima qualidade em termos de hardware sem qq suporte ou drivers é verdade. A menos que seja acompanhado com PC antigos com windows XP. Quem não tenha constrangimentos psicológicos relativamente a hz de db e conversors xptos e o diabo a 4 ( tudo coisas que só servem para medir pilinhas) e que tenha jeito para a coisa, pode montar um sistema de gravação de altíssima qualidade com pouco dinheiro. Claro está, com os tais hz e db de outrora... Mas é preciso paciencia e mindset para isso. E tempo tb para testar, experimentar e até martelar drivers em alguns casos...
  3. Para tocar ao vivo e em casa é melhor que tenha colunas de som incorporadas e que seja leve Qb. Acho que o mais fácil de arranjar usado ( no mercado nacional) será possivelmente o Yamaha P45 ou o CASIO CDPxxx em torno dos 300€ Se é para levar a sério: Não comprar nada com mais de 4 anos no mercado. Assegura-se que é de tipo "tri sensor" e gradded action ( teclas agudas mais leves). Contar mínimo 600€ nestes casos. O mundo dos controladores é diferente mas não me parece que seja esse o objectivo... E já agora outro assunto à parte: comprei recentemente (por impulso) um YAMAHA NP11 Piaggero usado baratucho de 5 oitavas que me surpreendeu enormemente. Já estava a com uma expectativa baixíssima mas depois de o usar alguns dias, só tenho a dizer bem. Em termos de relação preço/qualidade é bom. Nota muito positiva para a curva de sensibilidade que não esperava ser tão realista. Este teclado tb exite em 76 oitavas e só tenho a dizer bem para usar como controlador ou até piano de palco. Os sons Digital-piano são bons e o piano acustico é escapatório. Sem ser substituto dum piano de tecla pesada, acho que vale a pena como alternativa para quem tem orçamento limitado. Encontram-se normalmente à venda nas FNACs onde se pode experimentar bastando pedir aos funcionários ( o modelo actual é já NP12 mas vai dar ao mesmo).
  4. Dentro do preço acho que valem a pena. Tb tenho umas actualmente. Antes tive umas FLuid de 5 polegadas que detestei apesar de terem a capacidade autooff que as da M-audio não têm.
  5. Pensava que querias usar um processador de efeitos de guitarra... Para tocar sons de guitarra com o M1 Sendo assim, é só ligar e já está. Deligar efeitos é ir ao menu global e escolher opção efect: Off. Ficas com os sons puros.
  6. Não te esqueças de desactivar efeitos internos do M1. Deves usar os som limpo de uma "clea guitar" a sair do M1 e aplicar efeito do AMp. Isto se quiseres um efeito simular ao de uma guitarra real. E assim vais perceber como é que a Korg teve tanto sucesso com o M1. Isso mesmo: um processador de efeitos poderoso e sons bem programados...
  7. Mais uma abordagem como tantas outras que nunca resultaram em nada... O que eu tenho dizer ao fabricantes é simples: voltem a fazer teclados decentes como faziam há 30 anos com mecânicas apuradas e bom feelings. Ainda esta semana estava numa loja a testar 3 teclados das 3 grandes marcas: nem um que se aproveitava... A mim não me interessa nada a quantidade de sons e especificações xpto megas e etc. Quero teclados decentes. Um teclado é um instrumento musical, mesmo que electrónico, deve interagir com os dedos. Deve dar gosto e prazer ao instrumentista. Obrigado e boa tarde.
  8. Eu acho que tens mérito! É só o que tenho a dizer. Acompanho há uns 20 anos a tua carreira (acho q a primeira vez que li algo foi na revista Promúsica... )! Não é qq um que se aguenta neste país a produzir sobretudo num local tão afastado dos "circuitos normais" como Viana do Castelo. É preciso muita coragem e sobretudo resiliência para conseguir competir nesse sector tão cruel e instável como o da música. Digo cruel pq hj podes ser o maior na música e amanhã, com um azar qq ou simplesmente pq se esquecem de ti, estás na mrd e não consegues nem ganhar para comer. Parabéns por conseguires sobreviver neste país! Espero que continues por muitos anos a trabalhar com o mesmo empenho e dedicação.
  9. Esqueci-me de referir que inclui tb temporariamente de oferta o plugin RETRO MACHINES MK2 ( de 69€ melhor q nada...) acaba hoje a promoção. A instalação é super simples. Já não usam serial e é só descarregar uma app e fazer login, automaticamente ela dá as opções de software disponível e é só carregar install e está feito. Sim, dá para usar ao vivo perfeitamente. No standalone não notei latência impeditiva de tocar ao vivo na maior parte dos instrumentos. Só o grand piano é que me pareceu ter alguma latência ( mas não explorei mudar o buffer) mas talvez seja uma impressão minha do hábito de tocar piano e ter mais sensibilidade à latência e reactividade deste tipo de instrumento. Mas dá para usar. Não notei qq crack ou clike durante os testes que fiz. Como disse antes, o maior problema é a falta de combis bem programados. A minha explicação para isso é que actualmente, a maior parte das pessoas que usam esse tipo de software não sabem tocar tecla a sério, ou, quanto muito usam teclados minúsculos de 32 teclas que não servem de nada para explorar combis complexos com layer sensíveis à velocidade e splits, etc. Mas dá para programar. Só acho estranho não trazer 1 único combi de factory, De referir tb alta qualidade dos samples de orquestra sobretudo cordas e instrumentos para música de filmes / multimédia. Dá tb para perceber que a ideia é levar as pessoas a comprar outros plugins compatíveis que são às paletes... Nota: Para quem estiver a ler este post a pensar só em plugins para Kontakt: o Kontakt player ( free) não é igual de todo ao Kontakt 5. Principal diferença é não ter acesso aos efeitos nem filtros por mais de 15 minutos (!) : faz um brutal diferença. https://www.native-instruments.com/en/products/komplete/samplers/kontakt-5-player/kontakt-player-vs.-kontakt/
  10. Então é assim: Pontos positivos: Excelente pianos eléctricos vintage com efeitos muito bem esgalhados. Perdi algum tempo a explorar.... Instrumentos acústicos todos muito bem conseguidos no geral ( desde de orquestra a instrumentos tradicionais), bons baixos e algumas guitarras verdadeiramente realistas. Instrumentos de sopro em "sections" de trompets são medianos . Sons de coros muito bem conseguidos com uma expressividade muito boa( à la Vangelis) -Tudo fruto dum boa programação e não propriamente da qualidade dos samples. Baterias de alto nível ao ponto de ficar surprendido. Sintetizadores e tralha contemporânea beats etc (o que se ouve nas rádios a da treta) está lá tudo mas não explorei ( voltarei com uma melhor análise)- Efeitos sonoros e sons para bandas sonoras e filmes, publicidade multimédia : altíssimo nível mesmo. Qualidade sonora geral muito boa e latência perfeitamente aceitável. Pontos negativos: Pianos acústicos é completamente ao lado. Não digo para esquecer mas são francamente pequenitos qd comparados com plugins de piano ( Ok um bom plugin de pinao tb custa 200euro ou mais) . Soa a Roland JV dos anos 90 ou Fantom. Apesar de ter 43GB de samples não tem assim tantos programas. ( um programa bom tem geralmente de 100 a 200Mb... Mas há muitos com 1mb, depende da "antiguidade" creio. As programações mais complexas com mais expressividade ( tipo Combis que há nos korgs) não encontrei ainda. Não sei se existem... Mas dá para fazer e programar esse tipo de combis. Acho que cumpre o seu propósito de rompler generalista apto a todo o serviço.
  11. Acabei de comprar o Kontakt 5 na promoção dos 199€! ( supostamente 50% de deconto) Foi assim um pouco "às cegas" pois nem si bem o que aquilo trás .... Eu preferia o Komplete mas tb como é para brincar acho que devo ficar satisfeito. Andava com gases para comprar um sintetizador novo e assim pode ser que acalmem. Parece que posso instalar em 3 PCs? É mesmo assim?-
  12. Foi uma sugestão apenas... Não percebo nada de guitarras. A única forma de contornar o problema é baixando a altura do apoio da corda ou puxando os tais eyelets... Ou mudar de guitarra :-)
  13. No esquema do Sérgio deves reduzir o segmento ab ou abrir o ângulo theta ( 0 zero com um H no meio). Olhando agora para a foto da guitarra na página anterior , dá par a ver que é defeito de concepção. Os buracos ( ponto c) onde as cordas entram ( ferolho) formam um triângulo por questões aparentemente estéticas mas esse detalhe faz aumentar e muito o F3. Isto bem feito era com um berbequim abrir um ferolho ao nível da corda mi e mover o olhal metálico para baixo. ( a amarelo na imagem, neste caso o 4 ferolhor ficariam ao mesmo nível.)
  14. É de facto certo que a reação F3 é maior mas o que faz partir a corda é o aumento da tensão no sentido da corda na secção ( em corte) localizada no ponto de flexão. Se fosse possível fazer uma análise de tensão na área da secção da corda neste local, daria para ver que esta varia à medida que te afastas do ponto de contacto da corda. Por outro lado, imediatamente a seguir ao ponto de contacto, a tensão seria negativa ( compressão). Olhando para o esquema abaixo, digamos que para o caso, o ponto onde F3 incide ( o apoio da corda) é onde está escrito "compressive stress". A zona onde ela começa a partir é a partir do neutral axis para cima simplesmente pq naquela zona a tenção é maior do que no resto da corda e esta entra em deformação até que atinge o ponto de ruptura e parte ( durante o tais 2 meses vai deformando lentamente até não dar mais). Para limitar o efeito é necessário abrir o ângulo theta. A explicação acima é apenas uma curiosidade técnica ( estuda-se em mecânica de meios contínuos) pois um especialista em guitarras sabe o que fazer intuitivamente mesmo desconhecendo o motivo.