Fred the Shred

Membro
  • #Conteúdo

    5455
  • Registado Em

  • Última Visita

  • Feedback

    100%
As minhas Músicas Preferidas

Reputação

90 Reputação Muito Boa

1 Seguidor

Sobre Fred the Shred

  • Aniversário 15-09-1976

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Lisboa
  • Instrumento
    Guitarra

Quem visitou o meu perfil

6977 visitas ao perfil
  1. Hughes & Kettner Grandmeister deluxe 40

    Isso é algo que a prática e experiência em banda ajudam tremendamente a filtrar. "Micado" já de si é um mundo - há que ter o cab indicado, saber o sweet spot para cada micro e que micros são adequados para que tipo de resposta. Houve n amps que, tocando sozinho, soaram que era uma delícia e não peguei neles, simplesmente porque tinham algo que vi de imediato como limitante ou até problemático. Um exemplo disso é o ENGL Powerball - o facto de ter um controle de médios eficaz mas agindo sobre uma banda relativamente estreita e o voicing base do bicho soaram logo o alarme nos contextos em que muitas vezes trabalho, e vi logo que iria implicar uma data de marteladas na mistura, quando a minha abordagem é sempre o mínimo indispensável em termos de EQ. Quando nem de um K100 tenho a resposta de médios que sei permitir cortar na mistura sem parecer uma abelha assim que sons de teclado / orquestrais entrem ao barulho, já sei que é hora de passar ao próximo.
  2. Hughes & Kettner Grandmeister deluxe 40

    Isso é, para mim, uma abordagem ideal. Sempre que possível, devemos ser nós mesmos a rodarmos o produto, e isto é super importante no caso de guitarras e amps em particular. Nos amps, o som pode ser uma maravilha, mas se não gostarmos da resposta e não sentirmos que jogue bem com a nossa maneira de tocar, temos uma situação em que, quase certamente, não devemos pegar no gajo. Eu vejo o fazer reviews como uma forma de mostrar possibilidades e som dentro do meu contexto. Se apelar ao pessoal, vejo como sendo uma opção sensata verem as demos de A, B e C (preferencialmente gajos que não aldrabem a coisa e de contextos diferentes) para ter ideia do alcance ou variações da besta e, sempre que possível, meter-se a mão na massa. A título de exemplo, não consigo apontar um único defeito às guitarras da Mayones que me passaram pelas mãos - são confortáveis, respondem muito bem, são muitíssimo bem construídas, etc., mas a verdade é a que a maioria não me "diz" nada. Há sempre uma questão pessoal ao barulho, sem dúvida alguma.
  3. Hughes & Kettner Grandmeister deluxe 40

    O problema desta afirmação é, logo à cabeça, eu fazer demos no YouTube e não editar as coisas que estão a ser demonstradas, logo o que ouves é o que entrou na placa, sendo que a dita não está a fazer "magia" de espécie alguma. Mesmo a ser pago, já malhei em produtos e já mandei coisas para trás em prejuízo do pagamento, porque não me revia minimamente no produto. O facto de teres muito Manuel a "vender" os produtos não implica que todos o façam, logo fica o pequeno reparo. Voltando ao assunto do amp em coisa, o Grandmeister 36 já era uma máquina muito simpática, mas com algumas limitações ao nível dos ritmos hi gain modernos (ou seja, orientados ao som mais "tight" que se pratica em alguns estilos agora). Aparentemente (e digo aparentemente por não ter ainda tocado na versão de 40W), essa questão foi já devidamente abordada e demos mais cruas apontam nesse sentido. De resto, a experiência com a marca é, de um modo geral, francamente positiva, logo à partida deverás sair bem servido.
  4. De todo, pá - à medida que o tempo avança, Embaixador vai tendo mais e mais temas e álbuns cá fora. Fora material de um álbum novo (que um gajo tem sempre a tusa de tocar por razões óbvias), há temas que funcionam mais que outros ao vivo, e vais tendo percepção do que realmente funcione para a set, independentemente da apreciação pelos temas, já que essa vai lá estar decerto. Se me perguntares se às vezes me apetece tocar o Atonement pela 38434ª vez ao vivo ou um inédito, é bem provável que o mais frequente seja preferir ter sangue fresco na set e tocar o tema novo, mas como diria o outro, se a malta gosta tanto do tema, serão estes 4 minutos e picos na set que irão fazer o mundo cair?
  5. Sim, eu já tive que fazer número, claro. O mais óbvio foi quando toquei no dia a seguir à minha mãe morrer, e como tal o "rock act" teve que ser posto em prática, como é natural. Por um lado, era altamente genuíno, quase um exorcismo dos tempos que passei, por outro a boa disposição teve que ser encenada, claro - era irrelevante para o público se o Fred que ali estava era o brincalhão do costume "a sério" ou a fazer de contas, nem o dito lá foi para resolver os meus problemas emocionais. Quanto ao rock estar "morto", não está - há tanto para dizer a esse respeito, sinceramente -, mas tem agora o dilema absurdo de, sem ser mainstream, ter sucesso mainstream, e ter apelo comercial mas sem ser comercial, etc.. Ou seja, é perfeitamente viável, desde que se faça a diferença e se consiga mover por entre uma porrada olímpica de bandas que pouco mais fazem que derivar de outras com sucesso.
  6. A questão é que não estou a fingir (salvo se houver daquelas piroseiras tipo a cara do félingue na balada de fazer chorar as pedras da calçada, o que felizmente não tende a ser o caso), mas sim a trabalhar e a divertir-me enquanto o faço. Não ando muito na estrada com "pimbas"; na verdade há já muito tempo que não o faço, e tenho a sorte de a maior procura acabar por serem demos / workshops em que estou a tocar a minha própria música ou tocar rockalhada no que toque a música ao vivo, mas como em tudo, o mercado faz-se (spoiler: sem surpresa nenhuma, a parte dos originais NUNCA é em Portugal). quando o fiz, era super divertido - equipas inteiras de pessoal porreiro e muito profissional, sabendo discernir entre onde colocar o trabalho e rigor e onde brincar e estar descontraído. Honestamente, a falta de visão de negócio (porque as bandas SÃO um negócio) e da humildade necessária para se trilhar o muitíssimo duro caminho de se ter seguimento são, mais que tudo o resto, os assassinos das bandas de originais, apesar de ser super fácil apontar o dedo à Kizomba / Pimba / qualquer música easy listening. Protip: o ouvinte médio de Kizomba, se magicamente desaparecesse o género, NÃO VAI ouvir a tua banda de stoner / grind / hardcore / psicadélico, desculpa lá a franqueza...
  7. Ninguém falou em mudar, ou pelo menos não vejo nada que o implique - há uma diferença brutal entre "fazer um espectáculo que agarre o público" e "tocar kizomba a meio de uma set de rock porque o bêbado encostado ao balcão assim o pediu". Acho que temos que ter bom senso, e isto prende-se aos contextos: se a tua banda se focar em algo como, sei lá, blues tradicional, irás propor a dita para o cartaz do Grandioso Baile das Festas de Nossa Senhora Aparecida numa aldeia no meio do Portugal rural? O inverso também não é provável, convenhamos. Logo, temos que assumir que, salvo honrosas excepções, o sítio onde iremos tocar terá oportunidade para o que toquemos, e que nos caberá saber navegar de modo a maximizá-la. Se tiveres um público completamente avesso ou indiferente na sua maioria, cabe-te pores no ar um bom espectáculo na base do "stick to your guns", sendo que não irias estar a tocar se não fosse algo que te apetecesse. Nem como puta musical que sou encho chouriços - há coisas que curta mais ou menos, sem dúvida, mas ir gramar um frete colossal implica que não tenha convicção nenhuma, e isso prejudica o espectáculo: é falta de profissionalismo atirarmo-nos a algo que não consigamos assumir a sério, logo não o faço.
  8. Aqui, a questão é muito simples para mim: agradar ao público. Tocar ao vivo é destinado a apresentar o trabalho, seja de que natureza for, de modo a que a malta volte para mais, se interesse pelo projecto, etc.. O "tocar o que me der na gana" é decorrente das decisões anteriores que tenha feito, não algo que vá ser determinante no calor do momento, a menos que isto seja o amateur hour ou open mic, caso esse em que a quantidade de cerveja determina a set. O prazer em actuar varia que se farta conforme o indivíduo, claro, mas para mim há a parte que ninguém, nem tocar para a máquina de tabaco, me tira - o facto de tocar bem, ter um tema dominado e, em zonas em que vá haver improviso, sentir que esteja a servir o tema com aminha identidade. Confesso que, para mim, é algo curioso a malta estar a encher um chouriço colossal em cima de palco - salvo ter havido algum conflito ou stress que estrague tudo a valer, actuar é algo que, para mim pelo menos, está no topo do prazer que se tira de tocar um instrumento, e a verdade é que o foco é entreter o público, e esse é o ponto que temos que conseguir levar adiante!
  9. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Como disse, e muito bem, o stratocosta, o problema é que um perfil jamais conseguirá adivinhar que influência um pot de treble, mid, etc., ou sequer QUE pots um amp tem, obviamente. Assim sendo, o tone stack do KPA é, obviamente, estático no que toque ao Q, frequência central, etc., dos botões. Mesmo que usemos um micro (real ou virtual) completamente neutro, nada muda nisso, sinceramente. O digital tem precisão qb para um range dinâmico que não conseguimos distinguir do original. A questão é, como sempre, conversores AD e algoritmos de inputs, e para cúmulo não é difícil disparar o limitador ou ultrapassar o limite dinâmico do micro / pre a fazer um perfil.
  10. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Sim, mas esse fanatismo já vem de trás. Por exemplo, quando fazemos um profile, o que estamos a fazer é a captar um som já "micado". Ora, assim sendo, os controles de tone não terão de modo algum o efeito que temos num amp, e ainda menos o de gain; como tal, a que frequências se devem atirar? Não deveria o paramétrico da besta ser acessível sem termos que ocupar um bloco de efeitos, já que estamos a fazer um pre-mix de qualquer maneira e a ideia seria o ajuste de frequências de forma musical para se adaptar à situação X? Ou teremos mesmo que perpetuar, se quisermos uma boa palete, os 10 a 15 perfis por canal com os settings mais diversos que usemos e andar a aplicar o dito a todos eles para, por exemplo, se usar o dito ao vivo (não que o faça, pessoalmente - o bicho não é propriamente a coisa mais robusta e às vezes passa-se da boneca)? A plataforma tem imenso potencial e, como ferramenta de estúdio, é bestial. O que acho é que, ao quererem captar a malta da música ao vivo, os estão a relegar ao papel de tweaking e re-profiling para a aplicação, com um esquema um bocado arcaico na edição para contornar algumas possibilidades que já deveriam estar presentes, a meu ver.
  11. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Não estás a fazer uma comparação justa - poderíamos ir a componente A ou B da guitarra e respectiva evolução, mas a verdade é que guitarras eléctricas são bichos com uma mecânica simplicíssima, logo a malta vai primeiro aos features que precise e depois ao que achem que tenha um look fixe em 90% dos casos. Por outro lado, a verdade é que as vendas não mentem, mais do que a conversa de internet, e a Fender e a Gibson têm quebras visíveis e alguns berbicachos para resolverem - lembremo-nos que muita gente que apregoa que "quando puder, compro a bruta LP Custom ou Fender CS" não só não o faz como perde a tusa do mijo com a música e vai fazer outra coisa qualquer. A questão do som pode ou não ser defeito teu - olha que o psicológico na percepção tem um grande papel, e se te formatares para a unidade X com válvulas ter que soar melhor que a Y, é o que vais ouvir. Sinto-me mais inclinado, no entanto, a acreditar que o que tenhas usado (porque constitui a maioria dos modeladores) precise de demasiada edição para soar, ou tivesse algoritmos antigos ou conversores "meh..." metidos ao barulho. A verdade é que vacas sagradas da modelização como o Axe FX (que tem uma horda de devotos tão ou mais fanáticos que amps a válvulas) marcharam comigo porque me obrigavam a, para obter um resultado daqueles "tried em tested" que em outras unidades me levava quase tempo nenhum (independentemente de serem modellers ou o próprio amp analógico) tinha que andar a perder horas da minha vida a passear em menus de deep editing e o camandro. Ontem chegou um DV Mark Multiamp que saquei na cena do programa de embaixadores yadda yadda da DV Mark. O máximo de tempo que tinha passado com um tinham sido uns 2 ou 3 minutos a javardar com o do Andy James enquanto mamávamos uma cerveja, logo não percebia peva do bicho, menus, etc.. Liguei o gajo pela primeira vez ao vivo no Facebook e fiz 4 patches sem ter que pensar minimamente, porque não havia ali 200 menus, havia acesso rápido ao que interessa, e a cena efectivamente soava sempre bem desde que não optasse por settings completamente estúpidos. Para cúmulo, limpa bem que se farta mesmo com ganho a rodos e tem uma noise gate que não me corta o pio "porque sim" para disfarçar o ruído de fundo. Isto é o que eu procuro, pessoalmente, neste tipo de coisas. Quero simples, eficaz, e rápido. Super-mega-deep-editing é muito giro para quem adore passear em menus e garanta ouvir os 0.1 Db que adicionou nos 602Hz, mas é para mim o grande culpado de tanta gente não conseguir sacar som de máquinas baseadas em modelling, e sinceramente é fluff de que nunca precisei com amps a sério, logo porque raio tenho que o fazer agora com a "cópia"? Estas tretas dão pano para mangas, de facto!
  12. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Claro que sim - repara que não só, historicamente, os "grandes" da guitarra eléctrica definiram o que se entende por bom som usando os ditos (como se houvesse outra coisa), como os esforços pioneiros de se usar SS foram uma completa atrocidade. Se o overdrive de que tanto gostamos surge por um defeito na linearidade da resposta das válvulas que resulta num som muito agradável, andarmos a abrir a goela a um SS em uma altura em que se tentou aplicar o conceito de potências semelhantes com circuitos parecidos com os amps a tubas e transístores no lugar das tubas é hediondo. Junta a isto PAs que eram uma caca e o conceito de monição de palco ser "põe o amp a volumes que se ouçam", e é claro que a reputação do transístor foi com os porcos à cabeça. A questão aqui não é "válvulas vs o mundo", mas sim o que seja bom ou não, e muitos esforços não o são de todo. A questão que não se menciona é o facto de, queiramos ou não, a tecnologia de modelização permitir coisas que fisicamente válvulas pura e simplesmente não conseguem, dependendo apenas de como se faça o modelo em causa, por exemplo, e ser infinitamente mais fiável em todos os aspectos. Algumas máquinas já estão com uma proximidade tal de resposta ao que o guitarrista faça ao amp que esteja a ser emulado que a malta não os distingue num blind test em que não se saiba ao que se ligou o cabo. Há sempre evolução pela frente, claro, mas não confundamos o gosto (que inclui a satisfação com critérios em nada objectivos), que tem todo o valor, com a objectividade da coisa: mais dia menos dia, com o fecho de fábricas de tubas, uma indústria musical em declínio franco, e com a necessidade de competir no mercado, até os contos de fadas para enaltecer o "back in the day" se irão esgotar - o mercado vive de compradores, e muitos gajos de gerações seguintes à minha cagam bem de alto no que o Jimi usasse ou nas histórias de guerra dos metaleiros com as suas gloriosas racks a válvulas dos 90's; esses é que determinam o que vá acontecer.
  13. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Eu acho que a válvula tem um potencial fantástico, e que muitas vezes é muito bem explorado - as possibilidades de um bom circuito, com ajustes nas válvulas que usemos, bias, etc., são giríssimas. A questão é que a malta trata o raio de uma lâmpada com uma veneração tal que a objectividade sai pela janela: não sei que fazem os chineses para que a malta atribua propriedades metafísicas àquela treta, mas que o fazem a torto e a direito é inegável. Eu cá gosto do meu som com bons amps. Se têm tubas ou não é-me irrelevante no que toque ao acto de tocar - eu não ouço com os olhos para estar encantado com a incandescência das válvulas e não tenho frio em palco que faça precisar delas para me aquecer. A coisa resume-se a testar bem o material antes de me fazer à estrada com ele e, mesmo assim, já tive belos baldes de água fria, com e sem tubas. Se se portar bem a ponto de já me estar a borrifar para o que lá ande, quer dizer que estou focado só no que toco e em fazer isso soar - isso sim, faz-me vibrar e curtir que nem doido. Cada um na sua, já dizia o outro, mas o prazer máximo em palco reside para mim em ter tudo na batata - bom som e resposta ao que faço, uma banda como deve ser, e músicos e público com muito boa onda. Do ponto de vista da logística e eficiência, como gajo que passa a vida a tocar por todo o lado e aos saltos de avião de um lado para o outro, são uma merda comparada com quase tudo o resto. Não são fiáveis, precisam de monstros à volta delas com tensões de placa monumentais, são frágeis, inconsistentes, nunca dão dois gigs de seguida a soar à mesma coisa a menos que ande com ainda mais tralha atrás (o que é bem giro para custos) para garantir que nada na corrente perturba o sweet spot delas, e para cúmulo são temperamentais e podem fundir-se porque sim. Para cúmulo, fora o transporte, a manutenção é cara comparativamente a tudo menos cordas das guitarras. Nada que não mesmo o som das ditas em bons circuitos joga a favor delas, e isto, infelizmente, é dos poucos factos objectivos que possa por em cima da mesa a seu respeito.
  14. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Aí posso dizer que há amps a válvulas (e são MUITOS) que soam mesmo a merda se estiverem baixinhos. A questão não se prende ao mover ar, nem tampouco ao "sweet spot", mas o facto de se ouvir som a ir pela massa da alimária a um volume suficiente para soar hediondo a qualquer um. Em uns quantos casos, ouvimos isso em exclusivo (que é sublime, diga-se de passagem) se pusermos o master no zero, inclusive. Não é um defeito objectivo - em circunstâncias "normais", jamais ouviríamos tal coisa. Quanto ao som de SS ser melhor ou pior (assumindo que não o façamos borrar-se no caso de SS), acho que as coisas, sobretudo com a evolução do preamp digital e dos amps de potência classe D, se tornou totalmente relativa para o músico (para o ouvinte é chouriço, dado que depois de mircros, mistura, etc., etc., vai ouvir as coisas através de um sistema SS seja como for). O que levou muito mais tempo que o som propriamente dito no lado das emulações / modelações foi a resposta dinâmica e o comportamento do "amp" perante a mesma, bem como o aliasing que tantas vezes acontecia nos primeiros dispositivos (e em um molho deles bem mais recentes, com toda a franqueza), e ninguém gosta de não sentir a resposta do amp, eu incluído. Nos dias de hoje, no entanto, a coisa está muito, mas MUITO boa numa série de zingarelhos, o que é bom - por mim deveria até ultrapassar a tubaria: menos manutenção, menores custos de produção, etc..
  15. Queres comprar um novo amp? Este é o tópico!

    Por acaso discordo. O verdadeiro problema de um amp SS é que, se tivermos clipping na secção de potência, o mesmo soa horrível, contariamente ao efeito mais musical do mesmo fenómeno de distorção de potência numa etapa a válvulas. A má fama dos amps SS deve-se acima de tudo aos hediondos primeiros esforços, ao mercado dos amps para principiantes, e ao facto com que arranquei este post. Alguém, quando era puto, teve que puxar por um amp SS a sério? Eu tive, e que som de merda aquilo deu... Para cúmulo, acho francamente hilariante quando se fala, por exemplo, de uma besta como um triple rectifier ou Engl Savage 120 como se alguém no seu perfeito juízo fosse abrir a goela ao gajo a ponto de por o power a clipar. O conceito era ter-se a secção de potência a válvulas para dar um ar da sua graça, não usar o gajo como um AC30 ou um JTM (que nem foram "feitos" para isso, mas o rock é o que é!). Os amps SS são como tudo o resto (e não se iludam os puristas das válvulas quanto à origem do boost da cadeia de distorção na extensa maioria dos amps com mais ganho nos tempos que correm): há bons, há razoáveis, e há coisas que só podem ter sido um erro de engenharia testado por surdos.