A.G.E.N.T.E.

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Sobre A.G.E.N.T.E.

  • Aniversário 20-04-1976

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  • Sexo
    Masculino
  • Cidade
    Lisboa / Tavira
  • Instrumento
    Baixo

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3698 visitas ao perfil
  1. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Este, logo que possível vai ao castigo. O outro emplastro à espreita é o primo da Alemanha
  2. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Esta história ficou em standby desde novembro passado!!?? Então vamos lá fazer uma pequena atualização a isto! Como não estava a achar piada aos ruídos parasitoides que vinham do instrumento e depois de todas as verificações, não consegui arranjar maneira de os eliminar, resolvi procurar uns pickups alternativos. É verdade que demorou, mas encontrei na semana passada uma alta negociata com uns Pu`s Aguilar DCB. Mandei vir os bichos de um compadre franciu residente em Marselha, e chegaram novinhos e impecáveis. Coloquei umas espumas para melhor ajuste.. 3 cabos? ohh fosgass, os outros só tinham 2 (hot e ground) ... e sim, não percebo nada disto Mas vamos por prioridades... tamanho, servem!!! Agora o grande imbróglio ... foi perceber como raio se ligava estra treta toda, pois as instruções do Noll (pré amp) só falavam em dois cabos e as instruções da aguilar não tinha nehuma opção com blend... onde raio ligava eu o quê. Valeu-me a paciência e disponibilidade do @tmo que, via watsapp, já a altas horas da noite, foi vendo as dezenas de fotos que lhe mandei e lá descortinou como seria o esquema. E não é que funcionou??? Tudo impecável com zero ruídos. YEAHHH!!! Na foto a coisa está um bocado javarda e cheia de flux, mas depois de limpinho com alcool isopropílico até ficou bónito! Mais uma demão de tinta condutora e toca a meter as entranhas para dentro e coser o paciente... Cordas pra cima e ajustes a gosto do freguês, uma camadinha de cêra e voilá ... Nota: Já andava há tempos para fazer isto... Comprei uma chaveca sextava em T. Pooorraaa, que trabalho que esta porcaria me poupa. Acabou-se o aperta/desaperta de cordas para conseguir enfiar a chave em L, a cada nano ajuste que queria fazer ao braço.
  3. PSIORB - Instrumental, progressive heavy metal

    Então bora lá atualizar isto um bocadinho. Deixo aqui um vídeo que encontrei no tubas de um gajo a (tentar) tocar a parte do baixo de uma das nossas músicas. Não está perfeito mas já ouvi pior
  4. Actividades em tempos de quarentena

    Uiiii, iamos precisar de um destes (pelo menos)
  5. Ibanez sr2400 ou Sterling ray34

    @João Caldeira, sendo estes dois modelos tão diferentes, até tinha curiosidade de saber porquê estes dois. O Ray, com um PU tipo musicman tem um caráter muito específico que muita gente procura por isso mesmo. Presumo que não seja o teu caso, já que colocaste na mesma corrida um ibanez que será à partida um instrumento com um som bem mais genérico/polivalente/ versátil. Não quero com isto dizer que o ray não possa ser colocado em qualquer contexto musical, apenas que não terás a mesma facilidade de o fazer soar próximo a um som tipo jazz bass ou precison. O Ibanez não vai soar como os atrás referidos, mas será mais fácil parecê-lo, caso o pretendas. Em relação a braços e escalas, eu por acaso nem sou mto esquisito com o perfil dos braços e adapto-me bem a diferentes perfis, onde sou mais picuinhas é na distância entre as cordas nas ponte. Neste caso parece-me que ambos andam nos 19mm com a vantagem que no ibanez a ponte te permite um ligeiro ajuste destas medidas caso pretendas uma distância inferior ou superior (No meu caso, "estou em casa" nos 16,5mm, mas isso é uma questão preferência pessoal). Umas das diferenças que te pode fazer optar por um ou por outro modelo, poderá ser o número de trastos disponíveis para a brincadeira. O ibanez tem 24 vs os 21 do ray. Isto é tudo muito subjetivo, já que nada disto pode ter qualquer influência na tua escolha, mas na minha ser determinante
  6. Actividades em tempos de quarentena

    Um extra, caríssimo, que desta vez foi incluído sem qualquer custo adicional
  7. Os barretes e relíquias do OLX

    Pois..o contexto! Não percebendo nada de guitarras diria que Steve Vai não se escreve com as iniciais " JPM"
  8. Os barretes e relíquias do OLX

    O vídeo partiu-me todo! "Um verdadeiro colosso da amplificação caseira" Acabei de descobrir que há mais vídeos deste sr no tubas... vale a visita
  9. Os barretes e relíquias do OLX

    E não será um dos anúncio fictícios do OLX? Já mais do que uma vez me esbarrei com situações que em tudo me indicavam que os anúncios eram "fake". Até já cheguei a contactar os moderadores, que perante os meus argumentos se viram incapazes de contrariar as minhas suspeitas
  10. PSIORB - Instrumental, progressive heavy metal

    @Freaking Prawn obrigado por partilhares a tua opinião! A questão que abordas sobre os "rótulos" e é bastante interessante. Por acaso Ja tinha partilhado com o @tmo que, na minha opinião, quando oiço falar em heavy metal, remete-me para coisas mais na onda britânica do início do heavy e com uma carga estética (visual e musical) muito diferente da que estamos a propor. Quanto ao jazz, acho que os músicos do estilo se iriam sentir ofendidos se um gajo com a minha (raquítica) bagagem teórica insinuasse que tocava um estilo musical onde o nome jazz estivesse incluído. Na realidade, acho que o que acontece é que, como não estamos à procura de seguir nenhuma corrente estética já existente ou seguir a linha da banda A ou B, e isso torna o processo de enquadramento e rotulagem mais estranho. Aliás, nem lembro de termos perdido mais de 5 min com este tema. Heavy prog? Esta conversa lembrar-me ainda outra questão bastante interessante. De há uns tempos para cá tenho estado mais atento a este assunto e tenho observado em muita gente, uma necessidade de, em primeiro lugar rotular as bandas e estilos musicais muito antes de se decidir se se gosta ou não. Não sei se isto acontece convosco, mas acho isto no mínimo curioso. O ser humano a tratar de arrumar as diferentes tralhas nas diferentes gavetas.
  11. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Obrigado pelas sugestões. Vou ver se consigo fazer uma revisão da coisa mais logo!
  12. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Malta, o baixo já soa mas estou a deparar-me com um problema. Em ativo, há um ruído de fundo constante que se minimiza ou quase desaparece qdo toco nas cordas ou na ponte. Quando toco em algum destes pontos, oiço uns pequenos estalidos. Será que tenho aqui um problema de terra? Em modo passivo não noto isto, ou se está lá, é muito inferior, o que me leva a querer que dos pu´s não será. Quando toco nos parafusos que prendem os pu´s, especialmente o do braço, fico com um ruído valente...tipo bzzzz. Alguém me consegue ajudar a despistar o que será isto?
  13. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Então vamos lá ... Primeiro mais umas imagens do processo de tratamento aplicado à madeira, seguindo-se a aplicação de tinta condutora nas cavidades dos pu`s e da eletrónica. Preamp: Uma vez que o original estava com maleitas optei por um pré da Noll de 2 bandas , que têm a fama de ser bastante transparentes e com a mais valia de ser activo/passivo. Este trabalha mesmo sem pilha ao invés de outros pres que simplesmente fazer bypass da equalização e necessitam de pilha para funcionar. Substituí o output jack de origem e toca a soldar os elementos em falta. Neste caso tive que substituir o encaixe da pilha uma vez que o ibanez já tem um embutido, dessoldei o output jack que acompanhava o pré pois só dá com formato tubular. Tudo soldado conforme o esquema e vamos por cordas nisto....
  14. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Acho que ainda não. Nos entretantos esbarrei-me com uns problemas. Vamos ver se os resolvo...com com ajuda aqui da malta. Sozinho não estou a encontrar solução. Tenho que arranjar um tempinho para postar.
  15. Boas pessoal! Então.. venho partilhar convosco (em suaves prestações) a minha mais recente aventura (e para mim tem sido isso mesmo) Tenho parado há uma série de tempo um baixo Ibanez, de fabrico japonês do ano 2000 (SR 745 WNF). Apesar de ser um baixo bem fixe, foi ficando para canto por causa da parte eletrónica. Estava toda marada, os pots faziam ruído, tinha ligação de terra defeituosa e dava estalidos cada vez que punha os dedos nas cordas ou em qq parte metálica. O pot de médios funcionava intermitentemente.... resumindo... estava um chaço. Um dia destes deu-me na telha e resolvi meter mão à obra. Como nunca fui grande fã da coloração original (WNF ou walnut flat) comecei por descascar o acabamento original do corpo. Depois de muuuuuita lixadela lá consegui avistar o tom natural da madeira. Como gostei do que vi, resolvi dar um acabamento simples com óleo de linhaça e cera posteriormente. A foto do "antes" não é minha mas a cor era esta. To be continued...