A.G.E.N.T.E.

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Sobre A.G.E.N.T.E.

  • Aniversário 20-04-1976

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Cidade
    Lisboa / Tavira
  • Instrumento
    Baixo

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3376 visitas ao perfil
  1. Os barretes e relíquias do OLX

    Pois..o contexto! Não percebendo nada de guitarras diria que Steve Vai não se escreve com as iniciais " JPM"
  2. Os barretes e relíquias do OLX

    O vídeo partiu-me todo! "Um verdadeiro colosso da amplificação caseira" Acabei de descobrir que há mais vídeos deste sr no tubas... vale a visita
  3. Os barretes e relíquias do OLX

    E não será um dos anúncio fictícios do OLX? Já mais do que uma vez me esbarrei com situações que em tudo me indicavam que os anúncios eram "fake". Até já cheguei a contactar os moderadores, que perante os meus argumentos se viram incapazes de contrariar as minhas suspeitas
  4. Baixo Cort RB4 - Rob Elrick design

    Vendo! Para financiar outras maluquices. Tenho-o desde 2006 e ainda hoje me espanto com a qualidade dele e considerando que já me passaram pela mão baixos bem mais caros. Este, esteve parado quase 3 anos, e quando lhe peguei, estava afinado e a acção impecável! É só por cordas fresquinhas (que incluo no negócio sem custo adicional) e está pronto para rodar! Um pouco de história. Este baixo é um modelo raro pois fez parte de uma operação de charme da Cort, ao lançar uma edição limitada. Este baixo resultou da parceria entre uma das maiores fabricantes de instrumentos do mundo, a Cort e o luthier norte americano Rob Elrick. O Cort rb4 foi construído com base num primeiro desenho do Rob Elrick que nunca tinha sido produzido. A Elrick tinha nessa altura um modelo diferente mas depois da parceria com a Cort e o lançamento deste modelo o Rob Elrick repescou a ideia e lançou uma nova linha com o nome "evolution". Caso haja dúvida em relação à qualidade da Cort, nesta mesma altura, na mesma fábrica e pela mão das mesmas pessoas, fabricava a linha skyline da Lakland, e as linhas premium da ibanez entre muitas outras marcas de guitarras e baixos vendidas depois com outros "carimbos". Corpo em swamp ash, braço em 3 peças de hard Rock maple para estabilidade superior, escala em rosewood, tampo do corpo em flamed maple de 6mm, fazendo realmente parte da construção e não apenas um folheca ornamental. Eletronica bartolini ultra silenciosa. Pickups bartolini mk1(split coil) . Afinadores hipshot ultralite. Tem ainda mais 2 detalhes que só se encontram em baixos muito mais caros e que o diferenciam dos restantes ... Zero fret, e perfil assimétrico do braço junto à união com o corpo. Se isto ainda não for suficiente, coloquem-me as vossas questões e/ou pesquisem na web. Tenho preferência por fazer negócio cara a cara e entregar em mão em Lisboa. Não excluo a possibilidade de envio por correio/transportadora, mas neste último caso, só faço envio com pagamento adiantado e não envio à cobrança. Mais imagens no anúncio do link :https://m.olx.pt/anuncio/baixo-4-cordas-cort-elrick-rb4-IDF0qhN.html Bom Ano a todos!
  5. PSIORB - Instrumental, progressive heavy metal

    @Freaking Prawn obrigado por partilhares a tua opinião! A questão que abordas sobre os "rótulos" e é bastante interessante. Por acaso Ja tinha partilhado com o @tmo que, na minha opinião, quando oiço falar em heavy metal, remete-me para coisas mais na onda britânica do início do heavy e com uma carga estética (visual e musical) muito diferente da que estamos a propor. Quanto ao jazz, acho que os músicos do estilo se iriam sentir ofendidos se um gajo com a minha (raquítica) bagagem teórica insinuasse que tocava um estilo musical onde o nome jazz estivesse incluído. Na realidade, acho que o que acontece é que, como não estamos à procura de seguir nenhuma corrente estética já existente ou seguir a linha da banda A ou B, e isso torna o processo de enquadramento e rotulagem mais estranho. Aliás, nem lembro de termos perdido mais de 5 min com este tema. Heavy prog? Esta conversa lembrar-me ainda outra questão bastante interessante. De há uns tempos para cá tenho estado mais atento a este assunto e tenho observado em muita gente, uma necessidade de, em primeiro lugar rotular as bandas e estilos musicais muito antes de se decidir se se gosta ou não. Não sei se isto acontece convosco, mas acho isto no mínimo curioso. O ser humano a tratar de arrumar as diferentes tralhas nas diferentes gavetas.
  6. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Obrigado pelas sugestões. Vou ver se consigo fazer uma revisão da coisa mais logo!
  7. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Malta, o baixo já soa mas estou a deparar-me com um problema. Em ativo, há um ruído de fundo constante que se minimiza ou quase desaparece qdo toco nas cordas ou na ponte. Quando toco em algum destes pontos, oiço uns pequenos estalidos. Será que tenho aqui um problema de terra? Em modo passivo não noto isto, ou se está lá, é muito inferior, o que me leva a querer que dos pu´s não será. Quando toco nos parafusos que prendem os pu´s, especialmente o do braço, fico com um ruído valente...tipo bzzzz. Alguém me consegue ajudar a despistar o que será isto?
  8. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Então vamos lá ... Primeiro mais umas imagens do processo de tratamento aplicado à madeira, seguindo-se a aplicação de tinta condutora nas cavidades dos pu`s e da eletrónica. Preamp: Uma vez que o original estava com maleitas optei por um pré da Noll de 2 bandas , que têm a fama de ser bastante transparentes e com a mais valia de ser activo/passivo. Este trabalha mesmo sem pilha ao invés de outros pres que simplesmente fazer bypass da equalização e necessitam de pilha para funcionar. Substituí o output jack de origem e toca a soldar os elementos em falta. Neste caso tive que substituir o encaixe da pilha uma vez que o ibanez já tem um embutido, dessoldei o output jack que acompanhava o pré pois só dá com formato tubular. Tudo soldado conforme o esquema e vamos por cordas nisto....
  9. Ibanez SR745 ... regresso ao mundo dos vivos (?)

    Acho que ainda não. Nos entretantos esbarrei-me com uns problemas. Vamos ver se os resolvo...com com ajuda aqui da malta. Sozinho não estou a encontrar solução. Tenho que arranjar um tempinho para postar.
  10. Boas pessoal! Então.. venho partilhar convosco (em suaves prestações) a minha mais recente aventura (e para mim tem sido isso mesmo) Tenho parado há uma série de tempo um baixo Ibanez, de fabrico japonês do ano 2000 (SR 745 WNF). Apesar de ser um baixo bem fixe, foi ficando para canto por causa da parte eletrónica. Estava toda marada, os pots faziam ruído, tinha ligação de terra defeituosa e dava estalidos cada vez que punha os dedos nas cordas ou em qq parte metálica. O pot de médios funcionava intermitentemente.... resumindo... estava um chaço. Um dia destes deu-me na telha e resolvi meter mão à obra. Como nunca fui grande fã da coloração original (WNF ou walnut flat) comecei por descascar o acabamento original do corpo. Depois de muuuuuita lixadela lá consegui avistar o tom natural da madeira. Como gostei do que vi, resolvi dar um acabamento simples com óleo de linhaça e cera posteriormente. A foto do "antes" não é minha mas a cor era esta. To be continued...
  11. Golden circles e outras tendências do mercado

    ou então porque para comprar o bilhete largas o cOIRO
  12. Golden circles e outras tendências do mercado

    Olha, deste-me uma ideia ... vou abrir uma barraca de venda de kits para o plebe circle! O kit inclui um par de andas e óculos/binóculos
  13. Caros, gostava de partilhar convosco a minha opinião e sondar a vossa no que refere as estas tendências do mercado. Então ... ontem tive a oportunidade de assistir ao concerto de Tool (no altice arena, ) na plateia em pé e tinha o bilhete comprado há sei lá quantos meses. Havendo esta tendência dos "golden circles", julguei na minha ingenuidade que fosse uma pequena área mais restrita, com bilhetes mais caros. Até aqui tudo bem, apesar de não achar piada nenhuma a este tipo de estratificação de pessoas com mais ou menos dinheiro, especialmente num contexto "rock". Não tendo eu adquirido um deste bilhetes "premium" fiquei remetido uma distância absurda em que, apesar de estar quase colado ás grades (que separam a plebe dos golden boys and girls) mal conseguia ver os músicos. Nunca tinha ficado tão longe de um palco num concerto desta escala. O que vi mal e "porcamente" foram silhuetas com instrumentos. Ora isto para mim é um absurdo e um abuso da organização do evento que ao ocupar 30% da plateia remete todos os outros espetadores para lugares de M****. Se esta é a tendência do mercado, daqui a nada temos diamond circles, golden, silver, lata, latinha e latão circles.. dassssss.. rajjparta esta m*** De futuro, das 3 uma ... ou pago o golden price e a possibilidade de disputar um lugar aceitável, ou vou para balcão (descasadinho da vida que até dá para sentar) ou simplesmento faço boicote e deixo de ir a espetaculos com este tipo de abordagem. Digam de vossa justiça!!! Ps. Não obstante, foi um bom concerto
  14. Baixo Warwick

    Apesar de ser apreciador da Warwick, esta linha económica mais antiga da rockbass não me seduz nada. Vários baixos desta gama saíram para o mercado com eletrónica manhosa, alguns com ligações mal feitas. O teu orçamento é 150€ ou gostas da estética do baixo e achaste bom negócio? Pergunto porque talvez haja outras opções interessantes para ti, dependendo do que pretendes