resolectric

Membro
  • #Conteúdo

    4908
  • Registado Em

  • Última Visita

  • Feedback

    0%
As minhas Músicas Preferidas

Reputação

366 Reputação Excelente

1 Seguidor

Sobre resolectric

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Viana do Castelo
  • Instrumento
    Outro

Quem visitou o meu perfil

4627 visitas ao perfil
  1. Qualquer desses tipos saca um som tremendo de um pau com cordas que lhes ponham na mão. São de outra liga! Completamente! Gravar ou fazer som para tipos destes deve ser de ficar colado ao chão.
  2. Pois, boa pergunta mas não sei a resposta. Perguntei ao Terry Manning mas ele também não sabe. Também usaram amps Marshall, todos com mais de 50 watts e sempre micados com um par de microfones de condensador. Só há guitarras "dobradas" depois dos solos pois o Angus continuava a tocar a secção de ritmo, para a música não "ir abaixo". Nas guitarras não usaram compressão a não ser, talvez, a que o Schaffer-Vega inclui. No baixo também gravaram com Ampeg. E isto não vem na wiki ;-) Como o resto, que aliás, nem sabia que lá estava. Há um tipo bastante conhecido na net, com imensos videos no YouTube e que tem passado a vida a tentar reproduzir o som das guitarras do Angus. Esse tipo comprou há um par de anos todos os sistemas Schaffer-Vega que o fabricante ainda tinha armazenados na garagem. Tratava-se de um pequeno fabricante, que construia aquilo à mão, peça a peça! Está reformado e de repente apareceu um tipo para lhe comprar tudo
  3. GAS ao vivo - o que andam a querer comprar?

    Isso é igual ao sistema da Bose, não é? Já ouvi um artista com isso e num local, soou muito bem. Mais tarde vi-o (ouvi-o) noutra sala e o sistema parecia não conseguir soar bem em posição nenhuma. No geral, parecia ser bom mas fiquei com dúvidas sobre a versatilidade que parece limitar-se à simplicidade da instalação. Refiro-me ao L1 da Bose!
  4. Em 1986 e 1987 trabalhei como Operador de Som nos estúdios de Lisboa de uma conhecida rádio nacional. Fui o técnico "fixo" das emissões de um dos maiores programas de playlist da rádio em Portugal, apesar de também ter tido oportunidade de fazer a operação técnica de programas sem playlist, ditos "de autor" para emissões em FM, em Onda Média e em Onda Curta. Os conteúdos musicais dos programas eram completamente diferentes, opostos, diria. A qualidade da música passada em programas de autor, mesmo em Onda Média ou até em Onda Curta era incrívelmente superior. Qualquer que seja o método que se use para analisar. Só o sucesso era superior para as músicas dos programas de Playlist. Isto nos anos 80. E já antes acontecia, numa outra rádio bem conhecida e que ainda hoje emite. Aliás, qualquer delas continua a ser "líder de audiência", tanto aquela em que eu trabalhei como a outra que refiro e que já usava o sistema de playlist. Acentuo este ponto para esclarecer que não é um problema nacional, não é "de hoje" e não se vai resolver nunca. Existirão sempre programas alternativos, fora das playlists e para isso basta que os seus produtores saibam que têm audiência. A outra opção é criarem-se rádios piratas. A não ser que o "problema de hoje em dia" seja o de que toda a gente tem medo. Adiante... As Playlists funcionavam desta forma, que vou resumir à minha experiência prática e concreta, como testemunha em primeira mão: Num determinado dia da semana chegavam à rádio as promotoras das editoras. Sempre raparigas, jovens e produzidas (o único homem que ia promover discos era o João Peste, da Amaromanta) entravam pela cabine dentro, passavam pela régie com um saquinho de singles e LPs, sentavam-se ao lado do locutor, mostravam-lhe os discos em que ele não punha nem um dedo até que lhe pusessem na mão um envelope. O locutor abria o envelope, contava 30 ou 40 contos (eu assistia a isto do outro lado do vidro, nem sequer era um acto oculto) valor esse que representava pouco mais que o meu ordenado mensal. Depois de contar o dinheiro, o locutor guardava-o no bolso do casaco e passava a escutar os discos. Eram cerca de 7 ou 8 promotoras no mesmo dia, todas no mesmo dia, uma vez por semana. portanto, a Playlist era criada com cerca de trinta e duas vezes o valor meu ordenado, todos os meses. Para um locutor único. Isto repetia-se para todos os programas de Playlist em todas as rádios com alguma importância. Cerca de 10 anos mais tarde, meados dos anos 90, quando andava pelo país a promover os meus próprios discos de edição independente, tive sucessivos episódios em que os directores de programas me pediam dinheiro para passar os discos. Ou esfregavam os indicadores e polegares à frente do meu nariz ou mostravam a "tabela de preços de contrato para divulgação de música" ode eu podia contratar, por exemplo, "seis passagens diárias" ou "doze passagens diárias", etc etc. Como quisesse. Era como colocar um anúncio na rádio. Nos anos 90 isto já sucedia tanto nas rádios de cobertura nacional como nas locais. E é por esse motivo que o meu rádio de cabeceira e o meu autorádio não saem da sintonia da Antena 2 da RDP há mais de 20 anos. Sei que o Beethoven não pagaria e até seria capaz de partir os dentes a quem lhe pedisse dinheiro para divulgar o seu trabalho.
  5. Só como anotação ao excelente artigo que aqui está gostaria de deixar a "cereja no topo do bolo": a gravação da guitarra do Angus Young, para o album «Back in Black» dos AC/DC (nos estúdios Compass Point, nas Bahamas) foi feita com um sistema wireless. E um amplificador Ampeg... O wireless usado foi um Schaffer-Vega Diversity, que apresenta um boost de 20dB na saída e incorpora um excelente compressor.
  6. Os nossos Hi-Fi

    Bang & Olufsen! Isso é maravilhoso. Repara e encosta o resto
  7. Acredito sim senhor! Em momento nenhum critiquei o teu tutorial pois acho que está impecável.
  8. Sugestão de novo Teclado

    E para além das excelentes recomendações e opiniões do @xtech e do @pgranadas acrescentaria mais duas, só a complementar as que já foram dadas: . um teclado controlador, usado, com 88 teclas pesadas (ou balanceadas) pode ser adquirido por um preço bastante aceitável. Recomendaria um Yamaha KX88 ou algo equivalente da Roland ou da Akai (que também fizeram bons teclados de 88 teclas). Este que refiro, da Yamaha, não tem som, é um teclado controlador que se liga por MIDI a qualquer sintetizador, módulo de sons ou computador com instrumentos virtuais mas as teclas são soberbas. E geralmente andam por preços mais do que justificáveis. Claro que não se compram sem experimentar! . o segundo ponto é uma opinião pessoal: acho que o instrumento para um iniciado deve ser bom. Bom mesmo. Para motivar e para apurar algum sentido de responsabilidade de continuar com alguma dedicação a trabalhar no instrumento. Um teclado mediano ou fraco poderá ser divertido durante "um par" de dias mas é capaz de ser abandonado mais depressa por não ser tão entusiasmante.
  9. Era mais "não questiones os desconhecidos pela net pois por um lado, não sabes com quem estás a falar e por outro, o desconhecido que interrogas pode sempre ir procurar as respostas à net, fazendo com que te enganes na sua avaliação". Numa linguagem mais simples, para que qualquer leigo entenda: não te armes em esperto e questiona-te mais a ti próprio, do que sabes, do que não sabes e do que queres saber. É a forma certa de evoluir. E eu sei, que estou aqui sempre a aprender; com os que sabem e com os que julgam que sabem. Ab. p.s.: bom tópico, este de construção da coluna! p.s.2: e se a minha experiência pessoal servir como garantia de que colunas/monitores "homemade" podem ter alguma validade, posso deixar aqui como nota adicional que os meus Mains no estúdio são feitos por mim e estão em uso diário há mais de 25 anos. Portanto sim, pode ser uma boa ideia. p.s.3: os meus não têm parafusos ;-)
  10. Supro 1699RH Statesman

    Supro, Valco, National... tudo da mesma fábrica nos anos 50 ou 60. Sou o orgulhoso proprietário de duas National e uma delas até baptizou o meu nick aqui no Forum Um dos nomes históricos que parecem já ter usado guitarras Supro é a Sister Rosetta Tharpe. Usou várias (Gretsch, Gibson, National...) mas parecem existir fotos da senhora a "esgalhar" (e muito bem) numas Supro.
  11. Ligar instrumento acustico a combo

    Existem amplificadores/combos próprios para guitarras acústicas equipadas com pickups. Costumam ser os amps de cor castanha, vá-se lá saber porquê
  12. Embaixador: em nome do rock

    Eu gosto assim e voltava a fazer assim. E gosto da voz! Acho que há estilos ou arranjos instrumentais que "pedem" ou permitem outros volumes de voz numa mistura mas a voz, tal como a Bateria, são padrões, referências, que o cérebro usa para interpretar o volume do resto. É uma questão de psicoacústica. Vou tentar dar uns exemplos. Se ouvirmos uma gravação com o som de explosões e a certa altura se ouvir claramente uma voz forte, para o nosso cérebro isso significará que ou as explosões eram fracas ou distantes. O mesmo se passa em relação à música e às misturas (de pop/rock neste caso). Se a voz soar mais forte que guitarras eléctricas distorcidas isso implicará que ou o vocalista estava a cantar num plano mais próximo do ouvinte ou as guitarras não estavam, afinal, tão fortes. Portanto, basta aumentar o volume da voz para dar a ilusão de "pequenez" nas guitarras. O mesmo se passa com a Bateria. Se a Bateria estiver mais "afundada" no meio das guitarras, a primeira sensação que o ouvinte tem é de que as guitarras estavam realmente fortes durante a gravação. Porque é que isto acontece com Bateria e Voz? Porque são referências mentais, humanas, de instrumentos que têm um volume "natural", não amplificado, sem botão de volume. O mesmo acontece com outros instrumentos, não tão frequentes em pop/rock, como o Piano, ou os sopros, etc etc. Servem como padrões cerebrais, subliminares, do volume aparente dos restantes instrumentos. Portanto, para fazer uma mistura em que se pretenda dar a ilusão de potência/força nas guitarras, basta pô-las acima da voz ou da Bateria. Quão acima ou abaixo, isso já é uma questão de estética e de bom-gosto (ou mau-gosto).
  13. Que grossuras de cordas usas?

    13-56 nas duas National. 10-"qualquer coisa" na Danelectro.
  14. Duvida - Monição Wirelees (InEar)

    Ou então procurar a causa dessa interferência pois provavelmente até é algo que vos acompanha. Computador ligado próximo do receptor wireless? Algum equipamento com uma fonte de alimentação sem transformador (switching) ligado na proximidade ou na mesma fase do receptor? Mesa de luzes no mesmo circuito de alimentação? Telemóveis ou tablets nas proximidades ou "a carregar" a bateria no mesmo circuito? É que a interferência pode manter-se por mais que mudem de frequências. Numas frequências mais, noutras menos, por causa da presença de harmónicos de RF mais ou menos fortes, mas se a origem da interferência está no vosso rack, têm de a resolver de outra maneira. E poderão manter o sistema wireless que já têm.
  15. Monitores de estúdio

    A Fostex também é uma referência histórica e também com um passado curioso. Aliás, se a Behringer merece crédito é por causa de histórias como a da Fostex, que também começou com equipamentos bastante fracotes, coisas que pareciam ser profissionais mas que eram versões baratas e "compactas" daquilo que pretendiam parecer. Exemplo disso é o gravador de bobines, de 16 pistas... em fita de 1/2 polegada e com entradas em RCA, circuito não balanceado. *O pior gravador de bobines multipistas, de sempre Poucos anos depois tornou-se uma referência de qualidade e uma das marcas mais "select" para os estúdios de pós-produção. Portanto, se vires algum par de monitores Fostex actuais, parte do princípio que não são um brinquedo. Mas claro, é como em tudo: é preciso testar para ter a certeza de que agrada. Se comprares um Ferrari também deves querer dar uma voltinha antes de pagar, não? *edit: Fostex B16