resolectric

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Sobre resolectric

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    Masculino
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    Portugal
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    Viana do Castelo
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    Outro

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  1. Curiosidades

    1º video, 2:39, Blumlein. O senhor diz que não sabe o que significa e que é obviamente alemão. Blumlein significa Borboleta e o nome foi aplicado pela analogia do diagrama de captação dos microfones colocados naquela posição com a forma das asas de uma borboleta.
  2. Estúdios de Ensaio

    Vê no facebook. Se tiveres conta, claro... Existe lá um grupo ligado à página do Forumúsica, onde estão anunciados vários estúdios de ensaio. Aqui mesmo, no Forumúsica, ali em cima na secção de "Classificados" também tens anúncios de estúdios de ensaio.
  3. A música e a matemática

    Sobre a primeira parte desse teu posto (número de pistas nas produções actuais e qualidade dos resultados) prefiro nem comentar Sobre os plugins, realmente alguns são muito bonitos. E nada mais do que bonitos. A generalização e facilitação da distribuição de conhecimentos em alta velocidade veio desvalorizar as técnicas de várias profissões. Com a internet qualquer um pode aprender a montar marquises de alumínio num par de horas, fazer navios ou gravar discos. O problema é que em vez de "desmistificar" truques, conhecimentos e técnicas, criaram-se uma série de mitos que levam aqueles que procuram aprender à pressa, a pensar que os truques, os conhecimentos e as técnicas se podem mesmo aprender em minutos. Perdeu-se o conceito de "experiência", de "vivência" e de "trabalho árduo". Tudo pode ser adquirido instantâneamente com acesso ao video certo. Na teoria, teoria e prática são a mesma coisa. Na prática, não são.
  4. A música e a matemática

    Existe mais ruído. E não estou a falar da música ser "mais ruidosa" (que não é). Refiro-me ao que defino por "ruído da internet". Poderia compará-lo ao ruído da electricidade estática quando se tenta sintonizar uma estação de rádio em Onda Média ou Onda Curta. Os sinais desaparecem no meio do ruído. Na internet é o mesmo. Há muita estática.
  5. Não conheço quase ninguém que goste e já gravei centenas de cantores. Geralmente peço aos bateristas opinião sobre as vozes. E aos vocalistas peço opinião sobre as guitarras... etc etc.
  6. Técnicos, engenheiros e estúdios.

    Vai mudar muito em breve porquê? Vais mudar de clientes? Não percebi porque é que é muito raro poderes fazê-lo. Questões de equipamento ou de exigências dos clientes?
  7. Apps para afinação: o que há por aí?

    O Cleartune afina "carradas" de instrumentos em dezenas de modos. Eu adoro! ...mas não conheço esse que referes e como desde há pouco mais de um ano deixei de ter um smartphone e passei a ter um dumbphone (windows...) nunca mais usei o Cleartune. Mas lembro-me que era tão bom como o Korg OT12
  8. Apps para afinação: o que há por aí?

    Que pena, senão sugeria-te o Cleartune. Usado pelos Black Keys!
  9. Autor: Cândido Lima Edição: Politeama Extras: inclui dois CDROM Audio
  10. Sequoia Guzmán - antevisão do album

    Obrigado pelos comentários e pela apreciação! Na realidade nunca ouvi Tame Impala mas já ouvi o nome. Não te assustes! Acho mesmo que não ouvi 99% das bandas que aparecem nos festivais de verão. É defeito meu... Compreendo as tuas sugestões e é de notar que nenhum de nós faria o mesmo trabalho de forma igual. O mundo seria muito mais cinzento se assim fosse. Aliás, eu mesmo, se voltasse a gravar ou a misturar o album dos Sequoia Guzmán, iria certamente ficar com um resultado diferente deste. Mas... nunca alteraria as características da performance da voz, que considero incrívelmente boa e expressiva. Tem uma ironia fantástica, muito bem transmitida pelas expressões, modulações e pelos "devaneios" na tessitura do vocalista. Nota a expressividade da voz na música «Mais perto de ti», por exemplo na estrofe dos 1:17 aos 1:44. Acho que o senhor cantor dos S.G. ultrapassou muitas barreiras "quadradonas" da forma de cantar em português (português: um povo tristonho que se veste de preto e só lança foguetes em dia de procissão para celebrar mortos e figuras fictícias) Mesmo o «Beira-mar», aparentemente um tema mais "levezinho" (sarcástico e irónico) tem momentos deliciosos de performance vocal, de expressividade e de total "falta de vergonha" em ultrapassar os limites: "- Não consigo fazer isto com a minha voz! - Exactamente! Faz!" (conversa no estúdio ) E tem manipulação e coro q.b. Por vezes talvez até tenha demais mas pronto. E com isto, @SantiagoRamires, não estou a rebater a tua opinião! Estou a responder e a chamar a atenção para detalhes que apontas e que eu acho que posso defender! Porque assino esta Produção por baixo e orgulho-me dela. Nada mais! As tuas opiniões, críticas e tal, são muitíssimo bem vindas. Já fiz mais de 300 albuns e já levei cacetada que não imaginas. Na imprensa escrita e não em "blogs", ou seja, a doer mesmo E encaixei. Aceito as críticas na boa, desde que sejam coerentes (como a tua) e justificadas (como a tua). Portanto, não digas que "a tua opinião vale o que vale" pois tem valor certamente! Obrigado! Havendo mais perguntas sobre este trabalho, façam-nas.
  11. Sequoia Guzmán - antevisão do album

    Não estou a esquecer, não! Fiz um curso de fotografia no ARCO, em Lisboa, essencialmente para aprender a trabalhar em laboratório. Depois trabalhei como fotógrafo para os jornais "A Capital" e "Correio da Manhã". Em 1988 fui fotografar a guerra no sul de Marrocos, com a Frente Polisário e juro-te que não me senti nem "produtor" nem "técnico". Senti-me só um sortudo do caraças e tive imensas saudades do laboratório Há "uma dúzia" de anos, com o desaparecimento dos locais de revelação de negativos que existiam mais "à mão", comprei um scanner Epson 4990 para continuar a digitalizar os meus negativos, que ia revelando. Hoje mantenho 13 máquinas fotográficas de película e uma digital, pequenina (Kodak v705). Por vezes tenho a sensação que de dentro das duas máquinas que usei em Marrocos ainda sai areia Faço o trabalho de "laboratório" para as digitalizações em Photoshop e sinto perfeitamente que há momentos em que estou a "produzir" e outros em que estou simplesmente a fazer trabalho técnico. Quando trabalho na minha workstation para audio, aqui no estúdio, é exactamente o mesmo: a mesma ferramenta pode ser usada de duas maneiras. Umas vezes para operações técnicas e a partir de certo ponto, para Produção. Creio que tem a ver com o facto de se ultrapassar (ou não) aquela fronteira mais ou menos difusa que separa a criatividade da técnica. E sinto que o simples facto de se colocar um reverb numa voz, não é Produção. Mas os limites que separam "as águas" não são claros nem iguais para toda a gente. Nesse post inicial, com o "histórico" desta Produção, repito que só enumerei parte dos passos dados na chamada "pré-produção". Ou seja, não narrei o historial completo da gravação dos Sequoia Guzmán! Se existirem perguntas mais detalhadas, mandem.
  12. Música Tonal vs Atonal

    Experimentei ligar esse orgão e tocar um pouco, em meados dos anos 80 e até hoje, mantém-se como uma das experiências musicais mais fantásticas que tive. Depois apareceu o sacristão e correu comigo. Estava com o baixista dos Sitiados, João Marques. Faziamos escavações arqueológicas nas traseiras do orgão (e por baixo)
  13. Sequoia Guzmán - antevisão do album

    Hummm... olha que continuo a pensar da mesma forma. Trabalho de fotógrafo de casamento, excluindo os casos em que o fotógrafo improvisa ou cria algo de novo, é meramente técnico. Tem de se limitar a uma boa captação seguindo os parâmetros habituais daquilo que é frequente fazer-se naquele tipo de serviço. Tem de ter cuidado com a luz e com os enquadramentos, não se pode esquecer de fotografar nenhum familiar e nenhum convidado mas para além disso, não tem de fazer mais nada. Ou pelo menos, nada de criativo. E quando digo "não tem de..." quero dizer exactamente isso! Pode fazer se quiser, se o deixarem. Pode enveredar por enquadramentos diferentes, embelezar as fotos com outro tipo de iluminação, fotografar noutros locais com outra envolvência, etc. Nesse momento, começa a enveredar pela "Produção". Ainda que seja uma comparação complexa, envolvendo duas formas de arte, o que pode tornar esta conversa ainda mais elaborada, uma vez que me pões a pensar no assunto muito para lá da brincadeira inicial da comparação... acho que sim: o fotógrafo de casamentos, no seu papel elementar e fazendo aquilo que se espera dele, não é Produtor de Arte mas sim Técnico de Arte. Comparando aquilo que digo neste primeiro parágrafo, sobre o que o fotógrafo de casamentos tem de fazer, vejo exactamente as mesmas necessidades e preocupações no técnico de som, no momento da captação: tem de seleccionar os microfones ideais para captar o som dos instrumentos (escolha da objectiva), deve colocá-los nos pontos ideais para a captação (escolha da luz e do enquadramento) e deve ajustar os níveis eléctricos de sinal para a reprodução mais fiel (ajustes de velocidade de obturador, abertura de diafragma e sensibilidade da película/sensor). Trabalho técnico.