resolectric

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  1. Melhores plugins ( Pagos e Free)

    Valhalla FreqEcho <3
  2. Os barretes e relíquias do OLX

    NOTA sobre o Post ali em cima, com a canção "Sou Galego até ao Mondego": eu sei que não é uma música/canção fácil de encaixar num fórum onde a predominância é "rock" e ainda por cima sendo uma canção composta pelo José Cid, nome que acarreta uma certa "carga", ou estigma, difícil de encaixar neste espaço mas a ideia que pretendia transmitir era a da letra. Para todos os efeitos trata-se de uma canção que, na sua letra, defende um projecto de "nação" ou de identidade cultural entre parte de Portugal e a Galiza, num sentido de preservação histórica de uma identidade adulteradaa por interesses do Vaticano. Se calhar é uma "canção de intervenção". Pensem nisso. Para os que forem mais críticos em relação a essa prestação do Zé Perdigão (excecpional, na minha modesta opinião) existe também uma versão desta canção pelo Paulo Bragança (um nome talvez mais facilmente digerível por uma audiência "alternativa"). O que não aconselho mesmo é que ouçam a prestação do José Cid. Este é um daqueles casos em que todas as versões são melhores que o original. Bom, desculpem lá o Off Topic mas isto veio da conversa que surgiu, sobre a proximidade, que se poderia intensificar, entre portugueses e parte da Espanha. Talvez esta conversa seja sinal de qualquer coisa mas aí o assunto já é política e é mesmo outro tópico. As minhas desculpas. Voltem lá então ao OLX ;-)
  3. Os barretes e relíquias do OLX

    Uma das melhores músicas do José Cid (se não a melhor) desde o "10.000 Anos Depois..."
  4. Os barretes e relíquias do OLX

    Tiveram piada mas não vou pôr uma careta porque parece mal. Além disso tenho lá muitos amigos e passo a vida a ir à Galiza. Se vocês não experimentaram não imaginam o que perdem! Hardcore desde a arquitectura às... habitantes. A comida, os ambientes... oh pá. Duro e puro. É bom.
  5. LH Guitar - Canhotos

    É possível se ignorarem o baterista.
  6. LH Guitar - Canhotos

    É uma inversão de polaridade. Se puseres um guitarrista a tocar assim ao lado de outro guitarrista a tocar da forma normal, não sai som. Cancelam-se. ok... vou embora
  7. Os barretes e relíquias do OLX

    Somos sim senhor! Nós e os nossos vizinhos, juntos, ainda voltávamos a fazer disto uma das maiores e mais importantes nações do planeta.
  8. LH Guitar - Canhotos

    E depois há pessoal que inverte a inversão! Este, por exemplo, reparem que tem o encordoamento "normal" (dextro) mas a guitarra virada ao contrário. Como se não bastasse, toca lapsteel e canta ao mesmo tempo. Também era camionista portanto isso explica um bocado mas ainda assim, é difícil.
  9. Os barretes e relíquias do OLX

    Eu até tenho medo de vir aqui! Um tipo às vezes até acha que está a vender barato mas mesmo assim recebem-se propostas surreais. Se calhar valia a pena criar um tópico designado "Relíquias das Mensagens e Propostas recebidas pelos vendedores do OLX". Devia dar para tantas páginas como este! Neste momento não tenho nada à venda mas tive, ao todo, cinco artigos. Vendi um e desisti de vender os outros por causa das mensagens recebidas. É surreal, é o que vos posso dizer. Surreal! No país onde o café passou 50 Escudos para 50 cêntimos das 24:00 de 31 de Dezembro de 2001 para as 00:00 de 1 de Janeiro de 2002 só fico a pensar se a "chico-espertice" dos comerciantes portugueses não está directamente relacionada com a "chico-espertice" dos respectivos clientes. Digo-vos, nem no Kasbah em Fez, Meknés, Rabat, Agadir, Tiznit e por aí fora até ao fim de Marrocos, me tentaram ludibriar da mesma forma como vendedores e compradores tentam ludibriar uns aos outros neste resquício de norte de África plantado na penínsuloa Ibérica. Já la dizia o centurião romano que tentou invadir isto que "nos confins da Ibéria existe um povo que não se governa nem se deixa governar".
  10. Melhores plugins ( Pagos e Free)

    Com este ri-me um bocado! Há tempos abordei o tema aí noutro tópico (ao fim da página nesse link) e faz parte um dos meus métodos de captação favoritos: deixar o "buzz" da esteira da Tarola a vibrar por simpatia com o som da sala. Em termos psicoacústicos é um dos factores que ajudam o cérebro a ter uma percepção de "potência" no som dos outros instrumentos. Também ajudam a criar a ilusão (ou a acentuar a ideia) de que a banda está a tocar toda na mesma sala. Quando a guitarra toca, a esteira vibra, quando o Baixo soa com força, a esteira vibra... acho esse som essencial para a criação de uma "ilusão" de realidade e para esbater a frieza clínica de uma gravação em estúdio. Costumo faze-lo com um microfone e da forma mais simples que existe: a esteira vibra, o som é captado. Lembro-me que no tópico da altura até coloquei um link para o video dos Kid Dakota, do tema "Smoke Stack Lightning" com a espantosa produção do Alex Oana (o tipo da Audio Test Kitchen que referi aqui, há tempos, noutro tópico) Ora bem, esta introdução toda porque agora é possível colocar a barulheira da esteira (rimou) em Plugin! Grátis! SnareBuzz da Waves Factory
  11. Palhetas

    Como prometi, no dia em que publiquei as fotos ali em cima, ficaria de dar uma opinião sobre as palhetas manufacturadas pelo @deadpoet mas ocupações várias (entre elas a preguiça) fizeram com que a opinião demorasse a ser elaborada. Assim, para satisfazer alguns curiosos e muitos fãs do trabalho do @deadpoet, aqui fica a opinião que lhe transmiti pessoalmente (de forma virtual pois foi via Messenger de Facebook) pouco tempo depois de ter recebido as palhetas. Entretanto usei-as muitas mais vezes mas no geral, a opinião mantém-se. Vai transcrita aqui em baixo, tal como a escrevi no Messenger: E pronto, é isto. As palhetas são excepcionais, usam-se com a maior das facilidades, são exactamente como as palhetas comerciais no sentido em que umas soam "assim" e outras soam "assado" portanto, umas servem melhor para uns instrumentos, estilos ou formas de tocar e outras serão mais adaptadas a outras coisas. São ferramentas mas neste caso, exclusivas, raras, seleccionadas e feitas por um tipo altamente. Encomendem-lhe umas "meias dúzias" que vale a pena, não se vão arrepender e o @deadpoet merece! Eu quero ficar com estas mas ele vem cá buscá-las qualquer dia Entretanto já pus de parte umas moedas seleccionadas, antigas e/ou raras para ele poder fazer mais algumas. Agora, com licença; vou usá-las mais um bocado!
  12. Curiosidades

    Mas olha que podes! (e refiro-me a duas das coisas que dizes aí) "Recriar" o som de uma Bateria acústica é possível até certo ponto. Digamos que podes convencer muita gente de que o resultado é, realmente, o de uma captação de Bateria acústica mas és capaz de não conseguir convencer um baterista ou um técnico de som muito crítico que ouça a tua gravação, com muita atenção, numa excelente aparelhagem. A parte mais difícil (na mina opinião - é sempre SÓ a minha opinião) será recriar o que um baterista faria! O som pode ficar tão próximo do "real" que numa mistura completa, com outros instrumentos, pode nem se notar a diferença. A performance é que às vezes denuncia o aspecto "virtual" da Bateria. Há tempos fiz umas misturas para o nosso colega @Nónio e a Bateria que vinha gravada era virtual, em pistas separadas e o som estava excelente; muito real, com boa dinâmica e até com uma "performance" (nesta caso era uma programação) bastante convincente. Portanto, usar Bateria virtual é possível e é muito frequente em muita música que ouves por aí, de grandes produções internacionais. A outra coisa que podes, é fazer dance-music! Porque não? É uma aprendizagem como para qualquer outro estilo musical e como em tudo, há a boa e a má. Claro que vais tentar fazer "boa" e para isso, tens de desenvolver determinadas técnicas e até a sensibilidade para o género. Eu tive alguma experiência nesse estilo, durante meia-dúzia de anos e foi muito enriquecedor. Tive um grupo muito profissional nessa área, muitos concertos (centenas) e aprendi a fazer uma série de coisas que não aprenderia se tivesse passado o tempo todo ligado ao rock, ou ao folclore ou ao Fado... é uma aprendizagem e vale a pena por isso. Não me prejudicou em nada, pelo contrário e não me impediu de criar coisas, posteriormente, em estilos completamente diferentes; Unplayable Sofa Guitar, por exemplo, foi o projecto que fiz um ano depois de "parar" de fazer dance-music e foi também bastante bem sucedido. Não tinha nada a ver. Só guitarras, Bateria e um sintetizador monofónico a fazer baixos. Nem loops, nem samples, nem TchiPum nem nada Avança! Olha, eu tenho tocado mais Slide nestes 15 dias do que toquei nos últimos 12 anos!
  13. new GAS

    Claro! O Hegel e o Kant ainda receberam alguma fama à custa desse tema e nós, em posts de Fórums de internet não vamos fazer mais luz do que eles sobre esse assunto. Ainda que Fórum seja algo que tem tudo a ver com a Filosofia, a internet não é ideal para filosofar e eu não chego aos calcanhares do Kant. Dou um baile ao Wittgenstein mas Kant é muita areia para a minha camioneta Mas percebeste o que eu queria dizer e creio que é de senso comum que há gajos de elevadíssima proficiencia técnica mas que estéticamente deixam imenso a desejar. Sem querer aprofundar a discussão levando-a para um beco sem saída em que tudo se resumirá a um belo "gosto não se discute" diria que o Roger Nichols (Steely Dan) era um desses pirosos muita bons.
  14. Curiosidades

    Depende em absoluto de quem toca e da sensibilidade musical de quem se senta no teclado (para a Bateria, neste caso) Como referi há minutos atrás, num outro tópico que não tem nada a ver com este, a estética, o bom gosto, é um dos factores essenciais. A capacidade técnica não é suficiente. Gostava de pôr aqui uma gravação para dar o exemplo que vou referir mas trata-se de um trabalho de 1992 ou 93 e que só foi editado em cassette. Tenho-o no estúdio mas como estou em "reclusão doméstica" não posso ir lá buscar a cassette e fazer uma transcrição para pôr online. Vou tentar explicar por palavras Um álbum de "música portuguesa", canções um bocado na linha do Zeca Afonso ou do Vitorino... uma coisa assim, com letras "sérias" e formato canção. A Bateria foi tocada num teclado Roland W30 que é um instrumento que contém samples de 12 bits. Prato de choques fechado numa tecla, aberto noutra, dois ou três tipos de Tarola em teclas diferentes, etc etc. Tudo tocado à mão, em tempo real. "E quê? Isso não comprova que soasse bem!" podem vocês dizer mas fiz um teste da mistura, antes da edição. A mistura foi feita para CDR e tive oportunidade de o levar a casa de um amigo, audiófilo inveterado, fanático do som e que juntava em casa dele vários outros audiófilos, para encontros semanais. Divertiam-se a ouvir continuamente os mesmos trechos de 15 segundos em discos seleccionados, colunas de painel, amplificadores a válvulas vs amplificadores MOSFET e coisas assim. Ah! E os cabos, claro! Ouviam os cabos! Esse pessoal era geralmente bastante crítico em relação a mim, na altura "um puto" de 30 e poucos anos com um estúdio onde as coisas soavam "à bruta". Diziam que "não era possível fazerem-se discos com mais de dois microfones" e "essas coisas" dos sintetizadores e dos MIDIs eram enviadas pelo "demo". Mal eles sabiam que Enya (a favorita de todos os audiófilos do mundo) era música electrónica. Bom, levei-lhes o CDR com a mistura do álbum em que a Bateria era Roland W30, tocada em teclas, sem overdubs. Reacção imediata e unânime, como se me estivessem a fazer entender aquilo que me "explicavam" há anos: "Estás a ver? Não há nada que soe como uma Bateria verdadeira, bem tocada e bem captada! Desta vez sim, tens bom som. Deixa-te mas é dessas m***as dos sints e dos midis. Isto sim, é o som real, sente-se o palco, a profundidade, a dinâmica..." Yeah. Right. Não os desiludi e nunca lhes disse como é que aquilo foi gravado. Iam achar que estava a mentir e que só os pretenderia rebaixar. Uns doutores.
  15. new GAS

    Percepção estética, comummente designada por "bom gosto". Um tipo pode ter carradas de conhecimentos técnicos e ser um piroso tremendo.