resolectric

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  1. Que guitarra comprar? (Opiniões)

    Os eBows não permitem, literalmente, "tocar". São assim uma coisa mais "wellness/ioga/vegan". Não sei como é que o pessoal dos Mantras ainda não descobriu o eBow. Aquilo é a ferramenta mais Zen que existe! Tocar sem tocar! Claro que estou a ser irónico pois já gravei música muito fixe com eBow. Alguma da mais bem sucedida que gravei, por acaso.
  2. Steve Albini

    Muito! Claro que tem algumas coisas vagas, alguma mistificação e umas imprecisões. Ou melhor dizendo: umas "simplificações". O tipo sabe perfeitamente o que faz e isso não é novidade nenhuma mas também sabe o que faz nesta entrevista e sabe para que é que se destina. Para a internet! Ou seja, acredito piamente que se o Albini estiver a falar com um colega de profissão ou com o assistente dele ou com o tipo que lhe altera as fontes de alimentação dos prés (isto é só um exemplo) seja bastante mais rigoroso nas explicações e com menos imprecisões. Acho que ele simplificou muito a linguagem, algumas das explicações e levou-as para o nível da compreensibilidade de quem olha para a hardware que ele tem ali e vai tentar fazer o mesmo com Behringers e Plugins. Ele sabe para quem está a falar. É um tipo muito inteligente. Caso concreto deste microfone (só como exemplo também): este micro é um altifalante de auscultadores da Beyer Dynamic. Ele diz que também vai captar a pele da frente, pela parte de trás do micro. Sim, só que o vai fazer com inversão de fase e as frequências que coincidem com as que são captadas pela parte da frente do micro (virada para a "pele do batente") são anuladas. Isto é só o princípio das coisas maravilhosas que lhe permitiam falar deste micro durante 34 minutos e 4 segundos. E ele sabe. Só que não vale a pena. As coisas de que ele fala ali são fantásticas mas obviamente teve de resumir tudo, simplificar e ser muito claro na forma superficial como as aborda. É um tipo genial. O entrevistador é que ou não está à altura ou se faz passar por tótó.
  3. Jimmy Page - primeiros anos

    Felizmente um gajo pode sempre seguir os músicos pelo que eles tocam e não pelo que eles dizem
  4. Que guitarra comprar? (Opiniões)

    Tanta coisa para depois se encostar um eBow em cima e f**** tudo!
  5. Steve Albini

  6. Que guitarra comprar? (Opiniões)

    ^^^^ isto Tenho uma guitarra com um P90 Kevin Lollar e aquilo satura alguns prés com bastante facilidade. É uma obra de arte.
  7. ARP 2600

    Realmente... e ao lado disto tudo vão passando alguns excelentes sints que não são reformulações de nada que já tenha existido mas máquinas completamente novas e com qualidade. A tecnologia não para e no entanto, há fabricantes que se entretêm a convencer-nos que ainda se fabricam transístores iguais aos de 1980. Oh yeah... nem resistências, quanto mais semicondutores. As coisas realmente novas, a inovação, vão "no banco de trás" e não merecem um décimo da projecção mediática destas aberrações. Como se alguém conseguisse voltar a fazer o "Aqua" do Edgar Froese ou o "Romance 76" do Peter Bauman só por ter máquinas iguais. Enfim...
  8. ARP 2600

    Só uso plugins programados em BASIC
  9. ARP 2600

    Eu também. Desde que não tenha mini-jacks Já trouxeram um MS-20 dos actuais para o meu estúdio e quando precisámos de 7 cabos de patch para fazer um som, não havia. Virámo-nos para o meu, de 1981 e para sétimo patch usou-se um cabo de guitarra que andava por ali. Há sempre um. E os dois MS-20s soam diferentes. Claramente diferentes. Até o VSTi de 32 bit Gork soa mais próximo do MS-20 original que tenho aqui. Se calhar o meu é um VSTi de 1981
  10. ARP 2600

    O Korg tem mini jacks de 3,5 mm. O Behringer não consigo perceber pois ainda não vi a imagem final mas comparando o tamanho dos buracos no painel com o tamanho das ranhuras para os faders... tem também mini jacks de 3,5 mm. Desculpem lá mas é que depois de ter passado décadas a soldar cabos, os mini jacks de 3,5 mm ganharam um lugar de distinção entre os meus ódios de estimação. Até podem soar maravilhosamente bem mas no dia em que eu precisasse de mais um patch cable e tivesse de soldar dois jacks desses num pedaço de cabo, desligava o sint e ia brincar com o plugin.
  11. Jimmy Page - primeiros anos

    Uma entrevista muito fixe (acho) para o pessoal desta secção: https://reverb.com/news/interview-jimmy-page-on-his-session-years-and-led-zeppelins-first-months
  12. GAHHHH!!!!!

    Não. Eu tenho é quase um rim a menos! Duas nefrites e 48 horas no hospital com pedra no rim. Hayashi-Ha Shito Ryu para partir a pedra e ando fino mas prefiro os rins do que um Moog 360!
  13. GAHHHH!!!!!

    Esqueçam. Observação absurda. Pensei que eram foot switches e não potenciómetros. (podem apagar)
  14. Ui...Até dói!!

    Sempre! Cérebro de homem funciona de outra maneira. Quando um tipo anuncia à esposa que quer comprar um sint modular, ainda mal acabou a frase e já ela está a pensar quanto vai ser a conta da luz e se ainda vão caber na sala os sacos das roupas do inverno de 2013 e se essa coisa modular traz "groupies" anexadas. É preciso sempre muito tacto. Já quando a esposa é "gear freak" e se dedica à música electrónica e anuncia ao marido que vai comprar um sint modular, um gajo pensa logo que ela nunca mais lhe vai ligar nenhuma e que se vai acabar o "coiso e tal". Cérebros.
  15. Ui...Até dói!!

    Uma sugestão: em vez de procurares os usados que já estão "in" (na moda) o que implica que estejam não só inflacionados mas também em maus estado, procura aquelas coisas que agora são olhadas como "ultrapassados", aqueles instrumentos que "não prestam para nada" porque são da época errada. Velhitos mas não antigos nem "vintage". Não só és capaz de perder um bocado desse preconceito em relação aos usados, pois começarás a procurar usados maiis recentes e portanto, em bom estado, como ao fim de uns anos com os bichos "esquecidos" debaixo da cama, terás uma colecção de sintetizadores antigos e cobiçados. Claro que é difícil separar o trigo do joio mas com algum cuidado e sensibilidade, poderás começar a notar aquilo que tem algo que pode vir a ser valorizado mais tarde e que agora é "foleiro". Tenori-on? É um exemplo. Oberheim OB-12... Alesis Ion...