resolectric

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  1. Tendências e futuro da música

    Pois, eu tambem nao tinha visto! Tenho tres livros dele, vi imensos filmes mas este ]e de uma decada de que vi poucos filmes dele.
  2. Tendências e futuro da música

    Oh... olha que coisa incrível aconteceu umas 20 horas depois desse teu post (não, não foi outra invasão da Polónia) Hoje à tarde decidi fazer "feriado" e fiquei em casa a ver um filme, o «Manhattan Murder Mistery» do Woddy Allen (1993) e não é que ele diz exactamente isso quando sai da ópera, depois de assistir a uma ópera de Wagner?! Muito fixe e o filme é excelente. A parte do "i command you to sleep! I command you to sleep!" é dos melhores momentos do Allen.
  3. Tendências e futuro da música

    Também podem ler Wagner. A correspondência com Nietzsche é muito interessante. Seja como for, mesmo tendo em conta eventuais intenções humorísticas dos comentários, avaliar Wagner pelo prisma dos nacionalistas que lhe sucederam décadas depois de ele próprio ter morrido, é redutor. No mínimo. Já agora, o responsável por essa merda toda a que se referem era austríaco. Talvez um dos povos mais inteligentes do planeta pois convenceram todo o mundo que o Hitler era alemão e o Beethoven, austríaco. Seja como for, não ouvindo Wagner a única coisa que sobra é essa visão minimalista.
  4. Tendências e futuro da música

    Para além daquilo que se convencionou ser "o que dizer de Wagner quando se fala de Wagner no século XXI" sugiro muitas vezes a clientes meus que passem alguns meses ou anos a ouvir as obras de Wagner pois são um tratado sobre "como fazer com que tudo se ouça". O senhor conseguiu criar música onde mais de 200 fontes sonoras são audíveis e compreensíveis, não percebo como é que hoje em dia, quando um grupo de rock adiciona uma segunda voz e um teclista a um par de guitarras e uma bateria, já não se percebe nada. Arranjos. Ouvir Wagner é elucidativo.
  5. Tendências e futuro da música

    Agora o assunto já fica demasiadamente off-topic, não achas? Sugeria que abrisses um novo tópico com este assunto. Enquanto que o anterior ainda poderia ser defensável em termos de se aplicar (ou não) à utilização de novas tecnologias em música, nesta tua última pergunta já requer um novo tópico. Visita o Fórum, vê as secções que existem e decide por aquela em que o assunto te pareça "encaixar" com maior naturalidade. Depois disso, terei imenso gosto em alargar a conversa ___________________________ Sobre o tópico aqui em discussão, gostaria de acrescentar isto: The future of music or any other art can never be inferred from its past. Richard Wagner
  6. Tendências e futuro da música

    Não, o ESP da Korg, nomeadamente o do MS20 (tenho um desde 1981) faz exactamente o que (aparentemente) o ACO faz: para além de enviar o sinal externo para qualquer parte do sint também cria um CV que permite controlar o pitch dos osciladores. Tem saídas pré e pós filtros (HPF e LPF para melhorar o tracking) tem saída de Envelope, de CV e de Trigger. Portanto, pode-se "tocar" o sint, com "notas" provenientes dos VCOs a partir de qualquer sinal de pitch definido que entre pelo ESP. Também pode gerar Trigger e pode ser enviado para filtros, como disse antes, sendo adicionado (ou não) ao som dos VCOs mas pode servir de sinal de controle da frequência dos VCOs. Portanto, faz o mesmo. Vamos lá a ver por partes: Não é verdade. O Audio Input do ESP da Korg vai para onde se quiser. Não vai nem directo ao filtro (como dizes) passa pelo Oscilados se quiseres (não como dizes, que "nunca passa") não vai a delay nenhum pois não existe nenhum no MS20 nem no MS-02 e quanto a "overdrive", só se saturares a entrada do ESP. Não acontece isso que dizes. O sinal que entra pelo ESP pode ser ouvido sem carregar em nenhuma tecla (ao contrário do que dizes) e pode também servir para activar os osciladores, produzindo som como se carregasses numa tecla, pois o ESP produz Trigger e CV a partir do sinal de entrada. Pode-se ouvir o sinal do ESP sózinho, limpo ou filtrado, pode-se ouvir o sinal do ESP misturado com os VCOs activados por teclas e pode-se usar o sinal do ESP para produzir notas. Por exemplo, podes tocar sintetizador através das cordas da guitarra, ou podes "cantar" sintetizador. Também aqui estás a laborar em erro pois não é o Gate que activa as teclas mas sim o Trigger. O ESP da Korg produz sinal de Trigger portanto, funciona como substituto do teclado. Pode activar as notas/sons produzidos pelos VCOs. Isso não é Old School. É preguiça. No MS20 basta passar um patch cable para o Trigger Input a partir de vários pontos opcionais, conforme pretendas um som infinito ou um pulsar infinito. No MiniMoog, por exemplo, basta inserir uma ficha "ponto-traço" curto-circuitada (shunt) no terminal que tem na parte superior do lado esquerdo e o som não termina mais. Não precisa de fita cola. O ARP Odyssey também não... etc. Se tiverem acessos a Triggers e etc, podem-se usar cabos e fichas. É ainda mais old school. Portanto, não tem nada a ver com tendências nem futuro da música. É tecnologia do passado.
  7. Tendências e futuro da música

    Pela descrição é exactamente a mesma coisa que o External Signal Processor da KORG, o que vinha incluído no MS20 e que também existia como módulo standalone (MS-03). Se conheceres ambos indica-me as diferenças pois utilizo muito as coisas desse género.
  8. EDIT: eliminei a resposta pois não teve qualquer interesse para quem perguntou.
  9. Cursos de Som/Produção Musical - Etic/Restart

    Exactamente o que tenho notado. Talvez até nem seja pelas escolas em si mas mais pelo "frame of mind" do pessoal que escolhe uma ou outra.
  10. Cursos de Som/Produção Musical - Etic/Restart

    Esse é bom. E porque não procurares aprender guitarra noutras áreas da música? Clássica? Um prof particular? Alargas os horizontes, aprendes outras técnicas e passas a compôr e a tocar de outra forma. Ou então, porque não alargares ainda mais o panorama daquilo que já sabes tocar, aprendendo outro cordofone? Alaúde? Isto são só ideias mas se estás à procura de uma saída profissional para a vida, tenta encontrar, dentro daquilo que gostas, algo que te torne necessário e diferente do resto. Especializa-te de uma forma rara.
  11. Cursos de Som/Produção Musical - Etic/Restart

    Quarta hipótese: curso de guitarra, aprofundas os conhecimentos do instrumento e da música, tornas-te melhor executante e melhor compositor, melhoras na ARTE e usas os 2700€ para gravar um bom disco com um profissional, num estúdio profissional. Capa feita por um designer (também têm de viver) promoção, contactos e se te preparares bem (como disse nas duas primeiras linhas) não desapareces no meio do ruído. Não desanimes e não desistas. Se queres mesmo, avança mas não esperes que seja fácil, imediato ou duradouro.
  12. Inspiração

    Este filme é integralmente sobre inspiração: https://www.imdb.com/title/tt0038026/reference
  13. Cursos de Som/Produção Musical - Etic/Restart

    Sim, salas de ensaio também são uma boa aposta. Vejamos o que eu quero dizer com o post dali de cima, para não ficares a pensar que se trata de uma tentativa de desmoralizar. Fazes um curso para trabalhar numa indústria que já não existe. É a mesma coisa que te especializares na reparação de telefones com disco de marcação. Só vais trabalhar para alguns tipos peculiares que são coleccionadores de peças "vintage". A Indústria Discográfica acabou. Por uma lado, não se vendem discos e por outro, a música que se vende é distribuída em formatos "ripados" de baixa qualidade, ou consumida em auscultadores in-ear ou altifalantes de tablet. Ninguém ouvirá, nunca, aquilo que aprendeste a fazer e que misturaste com todo o gosto numa par de Monitores ATC. Esquece. Ninguém tem Hi-Fi que permita distinguir uma produção profissional, feita por profissionais em estúdio, de uma produção caseira feita num quarto forrado de esferovite e com um microfone Fame. O que é que isto significa? Significa que vais estudar para montares um estúdio de que ninguém vai precisar com a regularidade suficiente que te permita viver dos 2700 Euros que vais gastar ainda antes de montares o teu estúdio. Mas então, perguntarás tu, para quê montar um estúdio em vez de arranjar emprego num estúdio? Porque os estúdios são quase todos empreendimentos independentes, de uma pessoa só ou de um pequeno grupo de pessoas. Quase nunca existe espaço ou necessidade de "gente nova" quando os clientes pagantes só procuram "Rick Rubins" ou "Eddie Kramers" a preço de saldo. Os clientes querem gravar com gente que já deu provas e os estúdios que pudessem contratar não precisam de gente que não deu nada. Estágio num estúdio? Absolutamente! Aprendes mais e melhor do que num curso. É preciso é arranjá-lo. Os problemas são os mesmos do parágrafo anterior. Será mais fácil aprenderes alguma coisa de som se te tornares "roadie" numa empresa de som porque aí sim, talvez se arranje emprego. O mercado dos concertos não faliu como faliu a Indústria Discográfica, da qual dependiam os estúdios. Porque é que pensas que existem tantos cursos de Produção? Porque o pessoal que estudou nos cursos dos anos anteriores, geralmente não arranja trabalho em estúdios e então... vai ensinar. O mesmo motivo para as aulas de música e para o número infinito de escolas de música e professores de música. Porque é que existem tantos? Porque não têm trabalho em mais nada. Neste momento existem mais músicos do que ouvintes. Ninguém ouve música. Só toca. Ou grava. A tua safa? Promotor de artistas, organização de eventos, roadie, agente artístico, etc. Ou então estás decidido a passar fome (posso explicar como é) e a não saber quanto vais ganhar na semana seguinte (o mais provável é não ganhares nada - posso-te falar disso também) e enveredas por essa carreira no som, na tecnologia da música, dos botões e plugins. Nunca mais vais ter uma vida normal. É uma vida lindíssima, é uma profissão lindíssima, tudo é maravilhoso excepto o não se saber de que viver para comer. E desculpem a eventual "violência" das palavras mas isto das Artes já não está para sonhos. Nem para artistas. Só para Artistas.
  14. Cursos de Som/Produção Musical - Etic/Restart

    ^isto^ Provavelmente farás como a maior parte do pessoal que faz esses cursos e montas o teu próprio estúdio. Rapidamente compreenderás que todos os teus potenciais clientes também têm um estúdio. E depressa perceberás que há mais músicos com estúdios do que sem e que há mais músicos do que ouvintes de música. Dedica-te à guitarra, cria uma empresa de organização de eventos ou arranja emprego como roadie. Mesmo. Assino por baixo do que escrevo.