resolectric

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Sobre resolectric

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    Masculino
  • País
    Portugal
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    Viana do Castelo
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    Outro

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  1. Dúvida para sala de ensaios caseira

    Para além de ser a única forma de, garantidamente, terem monição sem atraso. Tudo o que enviarem para o computador e for processado no computador, regressa (é monitorizado) com latência.
  2. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Aparentemente o Robert Johnson só tinha uma. Mas usava 10 dedos ...e o Django Reinhardt nem isso usava!
  3. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Verdade! Há quem toque e não tenha nenhuma. Ou uma... O tipo que tem mais chaves de bocas não é necessariamente o melhor canalizador.
  4. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Eu tenho caixas cheias de transístores, resistências, condensadores... Serve?
  5. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Compreendo-te. É a indecisão
  6. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    É caso para perguntar: sabes tocar?
  7. Pickups! Sugestões please...

    Eu tenho um P90 Lollar na minha National Resolectric e aquilo é tão forte que dá o som mais lindo que já ouvi, no canal limpo do Peavey Delta Blues. É soberbo, o drive que cria no canal limpo. Irrepetível com qualquer outra configuração de pickups, guitarras, pedais... o verdadeiro overdrive. Para este caso, gosto do facto do pickup ter uma saída fortíssima; é um bom "casamento". Para muitos amps, o sinal forte demais na entrada produz resultados desagradáveis, com saturações pouco musicais ou pouco úteis. É de facto uma "sorte" que pode surgir, ao combinar determinadas peças. Se eu não tivesse aquele amp, com aquela guitarra, com aquele pickup, o meu som favorito não tinha surgido. São acasos. Para atenuar, uso esse monstro que está na foto. Aí aparece só por teste pois essa é a guitarra do P90 Lollar e do Delta Blues, a tal que não gosto de atenuar. Mas sendo necessário atenuar, esse "aparelhinho" tem potenciómetros stepped para unidades de Ohm, dezenas de Ohm e centenas de Ohm. Cada posição tem uma resistência fixa, hardwired. Só ligar isso com tudo em "zero" já dá um calorzinho delicioso ao som
  8. Pickups! Sugestões please...

    Não tenho estado a seguir o tópico com atenção e mesmo tendo lido este post inteiro não consegui perceber qual é a "menina" que compraste. Queria-te sugerir um PU específico mas salto a especificidade e recomendo-te que visites a página do Jason Lollar (Lollar Pickups). Sou cliente e acho-os pickups excepcionais (para os meus ouvidos e para os meus usos, claro).
  9. Guitarras estranhas

  10. Técnicos, engenheiros e estúdios.

    Uma das figuras mais importantes na História da tecnologia do som. Ele e o Sr. Les Paul têm lugares de destaque, sem dúvida!
  11. O vício do Discogs

    Curiosamente, uso o site há anos mas nunca para comprar ou vender. Para mim sempre foi um site de Arquivo e consulta, onde posso ver fichas técnicas bastante completas para discos que não tenho e onde vou colocando os trabalhos que faço. Até está na minha assinatura, aqui no Forumusica! Quando consigo, claro, que aquilo tem uma "frota de experts" que já me impediram de colocar lá discos gravados por mim que, afirmavam, não eram gravados por mim. Enfim... Portanto, para mim é mais uma Base de Dados de edições discográficas. Já sei, não ajudei nada. Mas é on-topic!
  12. O que leva um Guitarrista a ter um baixo?

    Comento com um boneco: Outra visão sobre as estruturas e a construção harmónica.
  13. O que leva um Guitarrista a ter um baixo?

    Isso soa a "prog"! Fico logo a pensar em bandas alemãs, 1972, LSD... (sem fazer qualquer apologia das drogas, claro!) EDIT: oh! Surreal! Fui ver se existia e só falhei no ano! É 1973. Flauta com Michael Duwe. Baixo com Hartmut Henke. LSD com o Timothy Leary, nem menos! https://www.ashra.com/disco/1731se.htm
  14. Ligar um par de colunas a outro

    De facto, ainda que estejamos a referir métodos diferentes de proteger as colunas, parece que ambos têm a mesma base: não abusar do amplificador. Evitar o clipping, a distorção, a saturação do sinal, etc. Sejam potentes "demais" ou "de menos", o método é o mesmo: mante-los em níveis operacionais de volume que lhes permita fornecer sinais limpos e sem esses "acidentes" eléctricos. Isto aplica-se a amplificadores transistorizados (ou de IC) e não aos amplificadores a válvulas, que têm outro comportamento. Sobre a minha experiência, não devo ser a pessoa ideal. Há gente muito mais sabedora dos meandros técnicos disto tudo e se falares com pessoal que tenha longas carreiras a trabalhar com PA, então as experiências ainda devem ser mais estranhas. Da minha parte, em sistemas de PA. aqueles com que trabalhei mais foi em discotecas, nos anos 90. Instalava, calibrava e chegava a ir fazer concertos onde acabava por, primeiro, arranjar o som todo dos locais e só depois fazia soundchecks. A maior perte do material que me apareceu era Bose ou JBL e eram sempre sobreamplificados. Avarias, quando sucediam, eram em Tweeters. Tudo com amplificadores transistorizados (Crest, JBL, Crown...) Em estúdio encontrei muitas vezes amplificadores subdimensionados e monições horríveis e amplificadores sobredimensionados onde os monitores "cantavam". Era frequente encontrar os amplificadores Quad 405 com monitores Altec ou JBL que davam para o sextúplo da potência e depois, claro, os woofers não mexiam. Agora é quase tudo com monitores activos e ainda é pior. Mas há pessoal com muita mais experiência do que eu e com experiências diferentes. Sobre o tópico do @Guilherme Santos, eu optaria por um amplificador Hi-Fi e o par de colunas antigo. Esquecia o lixo plástico do século XXI a que chamam "colunas de som".
  15. Ligar um par de colunas a outro

    Harman: New Insights into the Dangers of Using Power Amplifiers That Are Too Small https://pro.harman.com/insights/harman-pro/new-insights-into-the-dangers-of-using-power-amplifiers-that-are-too-small/