resolectric

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Sobre resolectric

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    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Viana do Castelo
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    Outro

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  1. Converter firewire

    Percebo perfeitamente a tua "luta" Também andei imenso tempo à procura de um portátil com Firewire e tive de comprar um Lenovo usado. Felizmente, aguenta-se na perfeição em gravação com 8 canais simultâneos a 96KHz. Para o estúdio tenho uma situação semelhante pois preciso sempre de motherboards com portas PCI "legacy" (das antigas). Tem sido um problema e ando sempre com computadores "antigos" por causa disso.
  2. Os nossos Hi-Fi

    Ficha "ponto traço". Nas casas de componentes electrónicos encontram-se com alguma facilidade. Por exemplo aqui: https://www.castroelectronica.pt/loja-virtual/ponto-trao
  3. MIDI 2.0

    Gostei de ler e passado um minuto fiquei a pensar: terá sido um elogio?
  4. MIDI 2.0

    Nesse caso eu sou cromo A quantidade de dados hexadecimais que já tive de inserir para programar "mapas" MIDI já me dá esse cognome! Desde mapas de programação do DX7 (yup! Um inferno!) para usar em Cubase/Nuendo até aos mapas oficiais da Mackie para que a mesa digital d8b controlasse algumas DAWs, e que foram mapeados por mim, creio que já posso pôr o diploma de "MIDI geek" na parede Por acaso, apesar de assustadoramente labiríntica, a programação MIDI em hex acaba por ser uma second nature ao fim de umas semanas. Felizmente um tipo esquece aquilo tudo rapidamente e agora quando volto a olhar para as coisas que programei... não percebo nada do que fiz, como fiz, porque fiz e acima de tudo como raio é que isto ficou a funcionar? Estou ansioso para ver o que é que o MIDI2 vai trazer para que eu desapareça de circulação por uns meses. Geek life.
  5. MIDI 2.0

    Certo. Estava a pensar nesta:
  6. MIDI 2.0

    Deixou sim. As fichas não servem Mas questões filosóficas à parte, convém acentuar que, pessoalmente, não tenho nada contra o progresso, a tecnologia, os avanços da mesma e etc. e etc. Se fosse um tipo retrógrado não trabalhava no que trabalho, não tinha sintetizadores desde 1979, computador desde 1984 e não usava os VSTis que uso, até para substituir os sintetizadores que tenho em hardware. Portanto, não estou aqui para me armar em "advogado do diabo" e dar a ideia que defendo algum ponto de vista "retrógrado" ou conservador. Aliás, como professor, lidei durante um par de décadas com alunos adolescentes e todos me pareceram extremamente "botas de elástico" e conservadores. Adiante... O que acho é que aparecem muitas "novidades" tecnológicas que não são mais do que aproveitamentos comerciais do final do prazo de patentes que estão prestes a expirar. A exploração comercial destas coisas vale triliões de dólares durante décadas e obviamente, há gente com alguns conhecimentos técnicos e com ilimitados recursos de "chico-espertice" que está sempre à espreita do momento certo para lançar determinado "produto" (leia-se: banha da cobra).
  7. MIDI 2.0

    Ao substituir, coisa que nunca acontecerá pois ninguém vai deixar de usar um Jupiter 6 só porque não tem MIDI 2.0, cria-se mais um "standard". Aliás, o simples facto de aparecer já tem esse significado. Como o USB, o USB 2.0 e o USB 3 e aliás, como todas as outras coisas em tudo o que nos rodeia. É o progresso a a criação de novos standards. Gostava é que o pessoal abrisse os olhos para o "timing" destas coisas pois isso tem mais a ver com a patente do MIDI do que com qualquer necessidade tecnológica premente. A lâmpada de filamento substituída pelas "economizadoras" da Philips e depois pelas de LED, a cassette audio substituída pelo DAT e depois pelo DCC e depois pelo MiniDisc e depois pelo CDR, o vinil substituído pelo CD, os discos duros substituídos pelos SSD, os carros a gasolina, a rede GSM, 3g, 4g, 5G, o PAL, o SECAM e o NTSC, o SMPTE, o FSK e o MTC... o raio que os parta, sim? É negócio. Não é progresso.
  8. Espaço para Ensaios/Gravações

    Secção própria para anúncios de salas de ensaio: https://forumusica.com/servicos/salas-de-ensaio/ Fora dessa secção, é SPAM.
  9. MIDI 2.0

    Exactamente o que o mundo precisava: mais um standard. Como se não chegassem as XLRs com pino 2 positivo ou pino 3 positivo.
  10. Ergon Guitars

    Alguém que conheço costumava dizer que "se te preocupares em ganhar dinheiro, poderás ganhar dinheiro mas é provável que nunca sejas bom no que fazes para o ganhar. Se te preocupares em ser bom no que fazes, vais sempre ganhar dinheiro. Há sempre quem precise de alguém que seja bom no que faz."
  11. DD Peartree «Dreamer Disease»

    DD Peartree, luso-irlandês, Gravado e Misturado por mim no AMPstudio, em Viana do Castelo e Masterizado pelo Jaako Virtalähde no Virtalähde Mastering, na Finlândia.
  12. Amp showroom

    Guitarras, telemóveis, carteiras com cartões multibanco, relógios, afinadores de ponteiro... Tudo isso deve ficar afastado dos combos ou das colunas de som. EDIT: ...cartões de estacionamento dos parques (já tive um cliente que ficou sem poder sair do parque subterrâneo aqui perto porque o cartão se apagou) Se calhar aquele esqueleto é o dele...
  13. Estrutura do estúdio

    Não dividas a sala.
  14. Palhetas

    Tal como os slides metálicos. Uns gastam mais as cordas, outros menos, uns ficam riscados pelas cordas enquanto outros lhes mudam a cor. Depende das cordas e dos materiais mas o que realmente "gasta" as cordas são os químicos que largamos pela pele e o ar que nos rodeia.
  15. Palhetas

    Tenho umas palhetas metálicas que dão um resultadão nas resonators da National. Como têm cordas 013 e 016, até se justifica um bocado. Não sei que tipo de metal são mas soam bem para determinados tipos de "toque".