resolectric

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Sobre resolectric

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    Viana do Castelo
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  1. Curiosidades

    Gravação de jazz nos antigos estúdios da RCA: Detalhes e entrevista sobre esta fantástica demonstração de profissionalismo, aqui: http://www.jazzwax.com/2017/07/complete-audition-at-rca.html Nesse link também existe o video (Vimeo) com mais qualidade de imagem.
  2. Melhores plugins ( Pagos e Free)

    Isso é como tudo. Em qualquer coisa em que existam botões que se possam rodar para ajustar um som, algo de "etéreo", não palpável e que não se possa definir por um simples "assim está bem" ou "assim está mal" essa coisa da falta de experiência não se aplica muito. Mesmo com experiência podes chegar ao que para ti será "um tone bacano" mas que para outra pessoa seja um "tone sem ponta de graça". É sempre discutível. A única coisa que vai acontecer é que com a experiência vais chegar mais depressa a um som mas não esperes alguma vez encontrar o "Santo Graal" do tone. Não existe. Por isso é que não vais parar e essa tua actual descoberta de plugins emuladores de amps de guitarra é só um passo. Não é o fim do caminho.
  3. A adulação de determinados artistas por milhões de pessoas nunca afectou a minha percepção da qualidade dos mesmos. Não conheço milhões de pessoas que percebam mais de música do que o Quincy Jones, nem sequer conheço milhões de pessoas que saibam tanta música como os Beatles. Portanto, a opinião das multidões não me afecta a percepção nem a opinião. Continuo a achar que Terry Riley ou La Monte Young são soberbos mas não os vejo a serem reconhecidos por milhões. São piores que os Beatles? É discutível. Muito discutível. São opiniões, obviamente e eu, como algumas dezenas de outras pessoas no mundo, achamos que o Quincy Jones é bastante melhor que os Beatles e tem toda a capacidade intelectual necessária para os avaliar. Mas Hey!... devemos ser só umas dezenas a pensar isto portanto, não vale nada, certo? NOTA: não te preocupes com a minha opinião e com o facto de estar a rebater a tua. Adoro boas discussões e não estou minimamente incomodado contigo! Se te estiver a aborrecer, diz e pronto.
  4. Como eu respeito a tua. Seja como for, uma vez que se fala da opinião do Quincy Jones, creio que respeito mais a dele. Mas recomendo que leias mesmo a entrevista inteira do link que coloquei pois "abana" com mais alguns "intocáveis".
  5. O Quincy nunca precisou de free advertising nem sequer anda esquecido pois tudo o que fez continua a ser ouvido e estudado pelo mundo fora. São opiniões polémicas? Sem dúvida. Todos temos as nossas e tu acabste de expressar a tua, que, como vês, é polémica também. Simplesmente, a magnitude de importância daquilo que o Quincy Jones diz afecta o que cada um de nós, comuns mortais, tem por crença icónica. Ao contrário de tudo o que possamos dizer aqui, o que o Quincy Jones diz, agita. Da mesma maneira que a música que fez e a que ajudou a fazer, fica. Aqui está a entrevista mais detalhada com todos os tópicos que podem incomodar mentes sensíveis: http://www.vulture.com/2018/02/quincy-jones-in-conversation.html Fez-me lembrar aquela entrevista do escritor Luiz Pacheco, à RTP. O senhor já estava nos últimos dias da sua vida, sentado numa cadeira de balanço num lar de 3ª idade e quando no fim da entrevista lhe perguntam se tem alguma mensagem que pretenda deixar à nova geração de escritores e autores, ele balança umas vezes na cadeira, em silêncio, avança lentamente, aproxima-se da camera e diz clara e pausadamente: vão todos à puta que os pariu. Compreendo ambos. Perfeitamente.
  6. DIY: IRs de CABs de guitarra

    Já não tenho usado os Waves. Comecei a optar por coisas mais simples. Uso bastante os Overloud, um Valhalla e um PSPaudioware. Uso também um Digitech do rack. E estou a usar cada vez mais um dos da Magix pois deixei o Nuendo há 2 anos e passei para o Samplitude.
  7. O que andam a engendrar?

    Não. Na janela de visualização espectral selecciono as partes do espectro que me parecem (ou soam) mais interessantes e salvo-as como um novo ficheiro audio. Explico com imagens, aqui em baixo. Pois, eu sou um gajo que se "estende" um bocado a escrever. Havias de ver a falar! Já tive sessões de conversa maiores do que as sessões de gravação Explicação visual aqui. Espero que se entenda e espero que as imagens caibam todas! Para começar, uma WAV de uma pista de Tarola, microfone de cima. Visualização espectral com a visualização dinâmica em cima, no Adobe Audition CC (existe o mesmo noutro programas) A seguir faço zoom porque para este exemplo decidi seleccionar partes do som de uma única "tarolada": Agora vê-se, em tom cinza azulado, o primeiro aspecto do som da Tarola que me soou interessante e que seleccionei com o rato. Com a opção "Play Selection" posso ouvir só os trechos do espectro que seleccionei. Neste programa e com os atalhos que estou a usar, carregando em Shift e usando o rato posso seleccionar mais do que um acontecimento sonoro simutâneamente. Seleccionei outras partes interessantes do som da Tarola. Carreguei na opção "Crop" (noutros programas é "Trim") e sobraram só os trechos que seleccionei. "Save" e já está, um som completamente novo que não se parece nada com uma tarola pois é composto unicamente de alguns dos harmónicos da mesma. Claro que posso seleccionar trechos diferentes, blocos diferentes e até mais "ocultos" ou mais peculiares. Neste exemplo seleccionei trechos visíveis e fundamentais do som. Isto também me permite aplicar este novo som numa pista e, por exemplo, meter-lhe delay. Imaginem a Tarola com eco só em alguns harmónicos. Por exemplo
  8. O que andam a engendrar?

    Qual das partes? O Sample & Hold fiz com o Kork MS20, sintetizador analógico. É o meu favorito para criar este som. Dá o resultado mais bonito. Em VSTis o que prefiro como alternativa ao MS20 para criar este som é o Korg MonoPoly. A parte de seleccionar excertos do espectro de um som e salvá-los como um novo som faço-a na visualização espectral do Adobe Audition. O Izotope RX também serve mas eu sempre preferi o Adobe pois é o descendente directo de um dos primeiros programas que uso, o Cool Edit Pro da Syntrillium. Na realidade, as versões mais recentes do Audition são um bocadinho inferiores nestas capacidades para criar novos sons a partir do "design" (ou da sonoplastia, como eu prefiro dizer) O Audition 3 era soberbo nisso pois tinha uma série de visualizações espectrais únicas que, entretanto, foram abandonadas. Uma delas era o "Spectral Pan Display" e outra era o "Spectral Phase Display". Permitiam coisas fantásticas em termos de manipulação do som. Agora foi-se. O novo Audition, ainda que excepcional, é bastante mais limitado para estas utilizações mais "criativas". AHAH! Não brinques. Percebeste perfeitamente. Eu é que se calhar expliquei mal! Erudição... Man, quem me dera! Costumo estar em contacto com um grande compositor português, que me dá o privilégio de, de vez em quando, me visitar no estúdio. O Cândido Lima. E esse senhor sim, é erudito. Mas é que é mesmo uma coisa de nos "colar ao chão" em termos de conhecimentos musicais e de técnicas de composição "vanguardista". Eu sou um mero geek Eu é que, provavelmente, expliquei o que fazia de uma forma pouco clara. Compreendo que meter a palavra "espectral" num parágrafo o torna um bocado assustador mas é algo que vocês conhecem.
  9. O que andam a engendrar?

    Eu fiz um toque de telemóvel com o meu Korg MS20 e é o que uso! Aquele som/efeito de "sample & hold"; usa-se ruído rosa injectado num VCO e os picos do ruído criam sons de frequência aleatória. Era um som muito usado em filmes Sci-Fi antigos para simular o efeito cibernético, de um "computador a pensar" Toque de telemóvel analógico, portanto Recentemente, o que andei a explorar foi a criação de novos sons "sintetizados" a partir de pequenas linhas seleccionadas na visulação espectral de qualquer som natural. Por exemplo, captar o som de uma cascata, visulaizar o som em espectro e seleccionar alguns dos fenómenos espectrais isoladamente. Tenho criado um banco de sons interessante, por este processo e simutâneamente, estou mais rápido a faze-lo para o usar em algumas produções usando, por exemplo, trechos espectrais do som de alguma guitarra ou voz. Como pistas adicionais resultam muito bem pois integram-se harmonicamente.
  10. Fonte de alimentação. Qual comprar?

    Sim, sim, compreendo perfeitamente! Eu não uso nenhum noise gate em pedais pois a "minha cena" nem sequer é tocar guitarra (apesar de ter meia dúzia) Passo mais tempo a gravá-las Mas tens razão, nem todos os Noise Gates são iguais e nem todos são bons. As diferenças não se limitam à capacidade de "fechar a porta" à passagem de ruído mas também à forma como afectam (ou não) o som que passa por eles. Eu só tenho Noise Gates em rack e por acaso os meus favoritos até são uns que foram muito baratinhos, da Audio Logic. De qualquer forma uso-os só ocasionalmente para fazer algum efeito "gated", daqueles que abrem e fecham rapidamente, como as tarolas do Phil Collins On topic, para filtrar muitos dos ruídos que por vezes surgem nas guitarras que gravo, opto por instalar uma fonte de alimentação robusta e com um bom circuito de rectificação e filtragem (tenho uma Zetagi para os casos extremos) e uso regularmente um filtro LC (bobine e transformador) que instalo entre a tomada de corrente e a alimantação dos pedais. É mágico!
  11. Lado Esquerdo - «Acreditar»

  12. Fonte de alimentação. Qual comprar?

    Um Noise Gate corta o ruído na ausência de sinal e deixa passar o ruído quando o sinal surge. Assim sendo, todo o ruído continua presente no sinal mas provavelmente, mascarado pelo sinal. Os problemas surgem quando o sinal é fraco, deixando notar-se o ruído, mas suficientemente forte para "abrir" o Noise Gate. Portanto, um Noise Gate não "filtra" o ruído. Fecha-lhe a passagem quando consegue.
  13. DIY: IRs de CABs de guitarra

    Eu posso responder citando o @Desventrar e acrescento que mesmo em reverberação, usei só nos IR1 da Waves, que já não "abro" há um par de anos.
  14. Dicas para tratamento de sala needed!

    Vamos? http://sonicranch.com
  15. Dicas para tratamento de sala needed!

    Não é não! Aquilo é um hotel conhecido! Aquelas tirinhas pretas nos azulejos são todas desenhadas. É brutal! Visto em detalhe, claro, porque assim, ao longe, é mesmo um bocado piroso. Aquele sítio tem uma reverberação incrível, longa mas muito estável em frequência. Não reverebera quase nada nos graves e não se notam muito "ecos" separados. É mesmo envolvente.