resolectric

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Sobre resolectric

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  1. ups... resposta errada. EDIT: a saída do Tubemeister é uma saída de DI balanceada. Podes ligar a esse jack. Faz um cabo balanceado (2 condutores + 1 malha) com XLR-F de um lado e Jack-M 6,3 do outro lado, tudo balanceado. Se a entrada for não balanceada não tem qualquer problema. O interface ou ignora o terminal 2 ou liga-o à massa. Nuca vai dar problema. O máximo que pode acontecer, se a entrada for não balanceada, é perderes alguns dB no sinal por comparação a uma ligação DI balanceada.
  2. Não é preciso agradecer. Estou cá para colaborar e aprender também. Transmitir o que sei, ser corrigido quando me engano e trocar opiniões. Como agora ninguém "vai ao café" conversar, conversa-se por aqui ;-)
  3. Não há limite superior a não ser aquele que é definido pelo "clipping". Em som digital o nível do sinal gravado está limitado pela "margem" que existe até "clipar" (levar um "corte" na parte mais forte da onda) Quando existe "clipping/corte" isso significa que já não existe margem. Esse ponto é designado por "Margem de 0db" ou "0dB Margin". É o sinal mais forte que podes criar numa onda digital. O problema é que para ser escutado, o som digital tem de ser convertido para analógico, pelo menos no momento em que sai do amplificador e percorre o cabo das colunas/monitores/altifalantes. Nesse ponto, já é analógico. Isso pode acontecer antes pois para que seja analógico só quando vai a caminho das colunas, implica que o amplificador seja digital. Na maior parte dos casos, passa a ser analógico assim que sai do computador ou do CD. Ser analógico não é um problema, obviamente. O "problema" é que alguns conversores DAC (Conversores de Digital para Analógico) lidam mal com os sinais digitais muito próximos do "clipping". Daí que seja conveniente deixar uma margem de segurança. De alguns testes que li, alguns DACs distorcem com sinais com uma margem inferior a -0,5dB (5 décimos de dB abaixo do 0) Por exemplo, com 4 décimos (0,4) de margem antes do 0 o som distorceria nesses DAC. Segundo alguns dos papeis publicados pela AES a maior parte dos DACs porta-se bem até uma margem de -0,1 ainda que, teoricamente, todos devessem funcionar na perfeição até à margem teórica de 0dB. Na rádio estes valores mantêm-se pois os sistemas existentes nos estúdios de rádio são, actualmente, quase sempre digitais. Portanto, podes levar o sinal ao máximo ou se quiseres jogar pelo seguro, deixa uns décimos de margem. Meio dB não é perceptível e não afecta em nada a "potência" com que os hits vão ser escutados. Quanto ao limite inferior, é o silêncio. Em broadcast este é acima (mais ruidoso) do que aquele que existe num estúdio ou numa aparelhagem de som normal. Isto, por causa dos ruídos inerentes à propagação do sinal em rádio frequência. Na TV em difusão digital o sinal mais fraco deverá ser aquele que é possível pelo bitrate utilizado na emissão. Não sei qual é mas deve ultrapassar o limiar da audição. Teoricamente poderá ser considerado como "silêncio". Num CD o valor mínimo é 96dB abaixo do 0, bastante abaixo daquilo que conseguimos ouvir.
  4. Mas, @joaomartins, dizes que no teu spot fazes muitas coisas, como "música, misturar e masterizar". Se já as fazes é porque já deves ter um sistema de monição muito bom. Talvez te pudéssemos dar uma melhor ajuda se dissesses o que já tens, para fazer isso tudo, pois podemos estar a indicar-te monitores inferiores aos que tens neste momento para misturar e masterizar. Referes duas marcas (JBL e Yamaha) mas as marcas não são, por si só, indício de eficácia para as funções que executas. Depende dos modelos das marcas! E quando falas de orçamento limitado, é uma informação limitada. Quanto queres gastar? É que para masterizar, um par de Lipinski's é um bom investimento e para misturar as ATC também são uma boa escolha. Mas o orçamento limitado de uns pode representar o vencimento de um ano para outros. Dá mais uns detalhes, diz quanto pensas gastar e qual o equipamento que usas agora para misturar e masterizar.
  5. Não altera em nada a qualidade do som mas os de impedância mais alta podem tocar com menos volume se ligados à mesma fonte sonora. Se usarem um bom amp para auscultadores, isso nem sequer é um problema. A vantagem que também pode surgir é a de quereres construir uma caixa com vários jacks em paralelo para alimentar vários auscultadores e assim, com uns de impedância mais alta, cada auscultador adicional vai-lhe dividir a impedância ao meio. Ficarás mais longe de queimar o amp se ligares 4 auscultadores de 32 ohms em paralelo do que se ligares 4 de 8 ohms. Mas isso são minúcias que pouco importam se não tiveres de enfrentar essa situação de improviso. Os de 32 vão soar mais fracos do que os de 8. Se aumentares o volume, soam iguais. Teoricamente, claro. Pela minha parte, não tens nada que agradecer mas atenção a uma coisa: eu fiz uma sugestão não comparativa! Ou seja, não tive esses Beyer Dynamic na cabeça por isso... não sei! Eu prefiro sempre fechados por causa do "bleed" mas isso é porque só uso auscultadores como monição para os músicos na cabine, em gravação, ou para eu próprio ter monição quando gravo (por exemplo) uma orquestra. Não seria muito conveniente estar numa igreja a gravar uma orquestra e o público estar a ouvir o som "da grafonola" a sair da cabeça do técnico Daí usar os fechados. Mas também não misturo com auscultadores! Uso-os para tirar uma dúvida ocasional mas nada mais. Adiante, não compliquemos Os ATH M50 são excelentes mesmo. Como disse o @Desventrar.
  6. Também recomendo. No estúdio tenho vários do modelo anterior (ATH M40 e ATH D40) e tal como os M50, são excelentes. Os earpads também são substituíveis mas não os cabos o que, para auscultadores de cabine (leia-se: nas mãos dos músicos) pode ser uma vantagem. O cabo desliga-se com um puxão pelo que, passaria a vida a religar o cabo dos auscultadores aos guitarristas que, sem se mexerem, conseguem enrolá-lo à volta das pernas, cadeiras, pedais, amps... sem se mexerem. Magia de guitarristas! Pondo esses detalhes de parte, os ATH M50 soam mesmo muito bem mas atenção a um detalhe: tanto nos M50 como nos M40 o som que têm em novos favorece demasiadamente os graves. Ao fim de uma dúzia de horas a "bombarem", tornam-se bastante mais lineares e uma referência muito mais fiável. Portanto, se os testares, novos, numa loja, vão-te soar desequilibrados. Aconselho a que esse período de "queima" seja feito com os mesmos pousados numa mesa e não nas orelhas. Por uma questão de poupança dos tímpanos. Esta situação de "favorecimento dos graves" não acontece com os D40 que são desenhados exactamente para favorecerem os graves. Muito úteis para dar monição a baixistas e a bateristas. Infelizmente foram descontinuados pela Audio-Technica. Em termos de comparação, para não andares agora aflito à procura de M40s (uma vez que já não existem) os M50 são substitutos directos dos M40 e até têm melhor aspecto. Só não gosto do cabo destacável. Absolutamente de acordo! Isto é um dos 10 Mandamentos do Técnico/Produtor/Engenheiro de som (ou chamem-nos lá o que quiserem)! Sem se ouvir música nos monitores/colunas em que se vai gravar ou misturar, não é possível ter a noção do equilíbrio do som. Sempre que vou trabalhar a algum estúdio que não o meu, levo o meu CD de referência para pôr a tocar na monição que vou usar. Enquanto faço o "levantamento" dos equipamentos e da forma como estão ligadas as coisas que terei de usar, o meu CD de referência vai tocando. Faço o mesmo quando faço som ao vivo. Levo o meu CD de referência para equilibrar o PA. Depois disso, eu estou equalizado e posso manipular o som à vontade.
  7. Atrasam a ativação da saida de sinal. Os meus amplificadores de monição (Ortofon) fazem o mesmo. Tenho um módulo de sintetizadores da Yamaha, um TX816, que também o faz. Usa relés e é sempre espectacular ao ligar pois activam-se em momentos diferentes. Oito relés a ligarem sequencialmente, parece que aquilo se vai partir tudo! "tchic tchic tvhic tchic..."
  8. 1. Correctíssimo. Deve-se baixar o volume do amplificador, antes de ligar e antes de desligar, exactamente por esse motivo. Aquele "THUMP!" que se pode ouvir algumas vezes pode ser extremamente prejudicial para os altifalantes por atingir uma potência de pico elevada demais para os mesmos. 2. No meu estúdio existem dois interruptores gerais, de protecção (para além dos disjuntores do quadro eléctrico) e que estão, respectivamente, no filtro de picos e no estabilizador de corrente. Apesar de os ligar e desligar sempre, antes de o fazer desligo sempre cada um dos equipamentos individualmente; mesa, computador, efeitos do rack, amplificadores de monição, etc. Tudo desligado individualmente antes de desligar o estabilizador e em seguida, o filtro de picos. O método correcto de ligar é começar pelos equipamentos que estão mais perto da fonte de energia (quadro eléctrico) Para desligar faz-se o percurso contrário: começa-se pelo fim e termina-se mais perto do quadro eléctrico. A forma mais simples de entender os passos para ligar e desligar amplificadores é a seguinte: o amplificador é o que funciona menos tempo. Deve ser o último a ligar e o primeiro a desligar. Desta forma é garantido que não passam picos de sinal/corrente para os monitores/colunas de som. Porque geralmente o pessoal já desligou o cabo da guitarra do jack de entrada do amp. Nos amplificadores de guitarra o jack de entrada funciona como "switch/interruptor" da saída de sinal. Daí que seja possível meter e tirar um cabo de guitarra num amplificador, sem fazer qualquer ruído. Já se experimentares deixar o cabo ligado no amplificador e ligares e desligares uma guitarra na outra ponta desse mesmo cabo, terás um ruído que pode ser bastante forte e prejudicial para o amplificador e altifalante. Em resumo: sem o cabo ligado, não costumam fazer qualquer ruído de on/off.
  9. Cito para enfatizar a ideia. Não podia estar mais de acordo. Aliás, mesmo para o pessoal de estúdios, aqueles que, como eu, preferem monitores passivos, é um amplificador a ter em conta para alimentar alguns bons monitores. Ouvi um 2500 com umas Dynaudio e adorei. Claro que as Dynaudio ajudam mas é preciso ter em conta que são "esquisitas" com os amps. É de prever que seja um excelente amplificador para usar com monitores mais "fáceis" de alimentar, como Tannoy's ou, talvez, B&Ws. Eu uso amps Ortofon mas já há muito tempo que tenho prevista a mudança para os Yamaha 2500 se algum dia um Ortofon queimar. Sem preder tempo iria imediatamente buscar um 2500.
  10. O Joe Meek usava bata verde, se não me engano
  11. Lê com atenção. Tu é que me fizeste perguntas de teor académico. Portanto, eu chamei-te a atenção para a falácia de o fazeres pela internet. Não afirmei que estarias a mencionar esses sistemas experimentais de transductor ou esses princípios teóricos de acústica por os teres consultado na internet. É o oposto: tu é que me colocaste as questões sobre esses temas e eu perguntei se tinhas acabado o curso há muito tempo. Foi a única coisa que te perguntei e para responderes a essa não terias de ir à Wikipedia. Portanto, leste mal. Ou desatento. Aqui está a citação das tuas perguntas: Daí ter-te chamado a atenção para a pouca eficácia das mesmas quando postas pela internet.
  12. Saiste agora do curso de produção audio ou já foi há muito tempo? Sabes que desafiar pessoas, na internet, para avaliar dos seus conhecimentos é sempre um bocado arriscado pois a avaliação fica comprometida pelo Google e pela Wikipedia. Ou seja, ficas sempre sem saber se a pessoa a quem colocaste a questão, sabia a resposta ou não; se era "culta" perante os teus padrões, ou não. Para além disso acresce o outro problema e que é o de que, pela internet, não sabes com quem estás a falar. Mas sim, já sei um pouquinho dessas coisas. Já agora, os harmónicos num campo sonoro teórico, são sempre esféricos. Até chegarmos à realidade e começarem os problemas. Mas esses são mais para os profissionais e menos para os teóricos. Outro ponto pertinente: tu disseste (cito) "Ou achas q quando tocas guitarra acústica o som "sai em stereo"?" ", implícitamente afirmando que o mesmo sai em Mono. Não sai. Agora dizes que "O mono e o stereo são referentes à reprodução final por altifalantes" portanto, fica implícito que a afirmação anterior, de que o som Mono existiria na "fonte sonora" (a guitarra, no teu exemplo) estava errada. Estava errada sim. De resto, compreendo perfeitamente o que queres dizer mas também sei que, mesmo um geek académico que só tenha um ouvido, num auditório de uma escola superior, com um transductor de modos distribuídos montado num palco, a ouvir uma gravação Mono, terá uma percepção espacial do som que ouve. São sortes. Não vivemos no vácuo nem em campos sonoros teóricos.
  13. Desculpa ocupar tanto espaço com a citação mas acho que a presença das fotos é essencial para se perceber o que vou dizer. Eu, quando penso em Mono, penso claramente e em 99,9% dos casos, em situações de audição que têm mais a ver com o equipamento da primeira foto. Quando testo as minhas gravações, as misturas ou as masterizações para compatibilidade com sistemas Mono penso sempre nas situações que referi no post que escrevi lá atrás, há uns dias: ouvintes que usam receptores de rádio com um único altifalante ou ouvintes que, mesmo ouvindo a emissão de rádio num sistema estereofónico, estejam a receber o sinal em Mono. Situação frequente quando o sinal de RF é fraco ou sujeito a muita interferência. Não costumo ter em conta, quando estou a fazer algum trabalho em estúdio, a audição desse trabalho por um grupo de geeks, num auditório, a escutarem as gravações em equipamentos de que só existe um exemplar. Se a produção, à partida, se destinar a esse grupo de geeks, posso ter isso em conta. Trabalho sempre a pensar na possibilidade de as produções virem a ser escutadas em sistemas de som melhores do que o meu mas quando o que está em questão é a compatibilidade com Mono, penso mais em ouvintes com telefonias do que em experiências académicas. Quanto à forma como o som sai de um instrumento, nunca é Mono. Na realidade, ao contrário do que tens afirmado, o Mono não existe. O som, mesmo que provenha de um ponto único e minúsculo, imaginando mesmo o mais pequeno altifalante, só é percebido/captado depois de ser sujeito a interferências tridimensionais exteriores. Não existe som sem interferência tridimensional. A ausência de interferência tridimensional será o vácuo e em ambientes desse género, o som, ainda que exista uma fonte, não se propaga. Aí sim, é Mono. Está limitado à molécula que vibrou. A partir do momento em que foi captado isso implica uma interacção tridimensional do espaço, seja de uma sala seja de um canal auditivo. Mesmo ouvindo só com um ouvido, mesmo imaginando que o altifalante foi implantado ao pé do tímpano, existe acção tridimensional do espaço envolvente, logo, deixou de ser Mono. Passou a ser Surround. A mais eficaz forma que temos de reproduzir o efeito tridimensional do som existente num espaço natural é através da Estereofonia. Posto isto, não quero deixar de sublinhar que adoro ouvir boas produções em "Mono", como muito do trabalho do Phil Spector, que mesmo quando reproduzidas por um único altifalante, soam muito bem na minha sala, nos meus dois ouvidos. Muito natural e com grande profundidade.
  14. Será necessário esquema? Esse circuito deve ser standard, principalmente o de alimentação. Não se vêem as referências dos componentes? Quanto à causa da avaria, o amp não tem um comutador para 110/220? Estaria em 110?
  15. Na realidade sai em surround. Um surround tão elaborado como só a natureza consegue realizar. As vibrações das cordas, das madeiras, as tensões das colas, do corpo do guitarrista, as absorções e reflexões do chão, das paredes e tectos, a pressão do ar do local onde a guitarra é tocada... enfim, tudo o que estiver á volta de uma fonte sonora, afecta-a. E depois disto tudo, as orelhas do ouvinte (estou a falar de orelhas e não de ouvidos) vão captar e equalizar de forma diferente aquilo que vai ser transmitido ao cérebro. E se o cérebro que vai descodificar esse som for o de um gato, irá descodificá-lo de uma forma diferente do de um papa-formigas ou de um ser humano. Seja como for, parece-me que em todos os animais a captação é feita por dois sensores, daí que a estereofonia seja tão eficaz para a reprodução tão aceitável de um tão grande número de sons. Talvez exista algum animal com mais do que dois ouvidos mas neste momento não me ocorre nenhum. Claro que se a guitarra for Ovation, soa em Mono! E essa sim, é uma invenção do governo americano.