resolectric

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    Viana do Castelo
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  1. Acertar na Mistura - Match the Mix

    É fixe, não é? Um desafio divertido e que, ainda por cima, dá para repetir algumas vezes. Eu tive cerca de 73% na primeira vez, cerca de 76 na segunda e tal como o @Egiptogrunge também obtive valores mais altos no 3º teste, o que tem 4 frequências para ajustar. Sem ter nada a ver mas também divertido (para quem gosta do tema) é o GeoGuesser. A partir de fotos aleatórias do"street view" dos Google Maps, é preciso adivinhar o local do planeta em que a foto é tirada.Eu disse que não tinha nada a ver!
  2. Acertar na Mistura - Match the Mix

    Bom, é mais "masterização" mas não deixa de ser muito divertido! Experimentem! https://matchthemix.sonarworks.com/
  3. Curiosidades

    Excelentes músicos em ambos.
  4. Curiosidades

    Já fiz. Vários! O mais recente foi o "Escabroso", dos Torto. Todo feito em 4 horas, com Bateria, Baixo, Guitarra e Teclas. Não é impossível e não é difícil se os músicos estiverem preparados, souberem o que tocam e se sentirem bem no sítio onde vão trabalhar. Refiro o dos Torto porque foi o mais recente dos que fiz em "um dia". Tenho mais uma dúzia deles em um dia. Lembro-me do "Sexually Transmitted Electricity" dos Lobster, que ficou na lista dos melhores do ano do Blitz... portanto, nem significa que têm de ser maus! Nesse video fazem o trabalho em 10 horas o que, para mim, já seriam dois dias. A maior parte dos álbuns que produzi fi-lo em 6 dias, em média. Entre 30 a 40 horas, é normal. Fico curioso em saber o que pode ter sucedido em estúdio em produções que duram centenas de horas, como aquelas que vejo referidas na Uncut e etc.
  5. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Isso é tanto assim! Tanto! Tenho discos penosamente mal prensados, portugueses e estrangeiros. Depois de sair do estúdio, quando fazem o "corte do acetato", fabricam a matriz de prensagem ou quando estampam os discos, em qualquer desses momentos é possível destruir completamente o trabalho anterior. Também é possível torná-lo perfeito para o suporte mas isso é a "arte da masterização". E em vinil não se faz à pressa nem em "linhas de montagem", como em algumas fábricas da actualidade. Independentemente dos disquinhos em "vinil de 180 gramas" ou impressões DMM (Direct to Metal Master) tudo pode estar mal feito no passo anterior, mesmo que saia perfeito do estúdio. Já senti isso na pele... e o contrário também já aconteceu! Só por curiosidade, um dos discos (vinil) que tenho com melhor som é o «Rubber Soul», dos Beatles, em edição original, inglesa, de '65 ou '66. Os restantes discos bem prensados que tenho, são quase todos alemães ou japoneses.
  6. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    O Terry Manning deu a "pré-resposta" a esse teu post Fez isto sem ouvir: Está aqui a história dessa mistura, escrita pelo próprio: Se lerem com atenção, podem verificar que é uma mistura feita sem ouvir o som, sem ver pistas pois são 24 pistas analógicas, em fita, só a olhar para os VUs e feita em 15 minutos. Aí está: mestres.
  7. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    @paulosergio, em relação à perda de sensibilidade nas altas frequências, é verdade. Com a idade perde-se e nas gerações mais novas isso acontece muito mais rapidamente. O uso regular de auscultadores e o hábito de frequentar, com cada vez mais regularidade, ambientes ruidosos, tem feito com que a perda de sensibilidade auditiva esteja a acontecer cada vez mais cedo. O meu otorrino, que é um senhor com mais uns 15 ou 20 anos que eu, relata-me casos assustadores e muito frequentes de pessoal nos "vintes" de idade e que já tem perdas extremamente significativas acima dos 10KHz. E pior ainda, com perdas diferentes à esquerda e à direita! Segundo me disse, a quase totalidade são de pessoal que vai fazer "simples limpezas de ouvidos" e que nem sequer tinha tomado consciência da perda auditiva. Eu já sou um bocado "cota" e alegro-me por ter a audição equilibrada. Ou seja, ouço igual dos dois lados. Também quase nunca usei auscultadores e tento trabalhar sempre com volumes fracos ou moderados. Exceptuando os momentos em que estou a ajustar microfones nas Baterias, tenho poupado bastante os ouvidos Quanto ao vinil, existe uma atenuação nas frequências acima dos 13KHz, em alguns masters há mesmo um "roll-off" aos 16KHz mas em princípio os Masters podem ir até aos ultrasons. E o conteúdo dos discos também. Claro que no som das aparelhagens "clássicas" de Hi-Fi a soma das partes define bastante aquela impressão de som mais "quente" e "aveludado" que geralmente atribuimos ao vinil. A agulha e a cabeça do gira-discos, o andar Phono com o pré RIAA, o tamanho das colunas nas aparelhagens mais antigas, etc. Tudo isso beneficia uma maior extensão nos graves. Hoje em dia é mais frequente ouvir-se música em colunas mais pequenas, com respostas que não passam abaixo dos 90 ou 100 Hertz e isto para quem ouve música em aparelhagens com colunas! Eu tenho umas Technics SB10 de 1979. Os graves daquilo vão abaixo dos 35Hz, completamente sem perdas. Ou seja, aos 10Hz devem ter perdido uns 6dB. Altifalantes planos... Nos agudos nem se fala. Tem uns "Leaf Tweeters" da Panasonic que respondem até aos 125KHz. Cento e vinte cinco! Agora, com esta extensão em agudos, os discos de vinil soam estridentes e brilhantes? Não, de maneira nenhuma. Soam como devem soar: equilibrados. E os CDs? Soam igualmente bem, tal como os discos de vinil. Ficam a perder no facto de que enquanto a resposta dos CDs está limitada, nos agudos, aos 20KHz, a dos discos de vinil, para algumas prensagens, não tem esse limite e ultrapassa bastante a da audição humana. Acompanhados por estes tweeters, os agudos estão completamente "libertos" e nunca são "agudos a mais". Simplesmente não estão limitados, têm um roll-off musical, que não cansa. Uma das coisas que noto claramente é que cansa muito mais ouvir 3 CDs seguidos do que ouvir 3 LPs seguidos. Psicoacústica Mas sim, vale a pena montar uma aparelhagem razoável para ouvir alguns discos de vinil. Mas eu começava pelas colunas. Escolhia o resto depois.
  8. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Não te metas nisso! É um poço sem fundo e depois tornas-te audiófilo e deixas de ouvir música. Passas a ouvir só aquele prato, aos 23 segundos da faixa 2 do disco da Enya Há outro problema: é muito difícil encontrar os discos realmente bons. Aqueles que são bons na música e no som. E depois, começa um mar de problemas. O digital, confesso, foi muito bem vindo. O problema principal do CD foi que a música produzida rapidamente deixou de usar as potencialidades do suporte (dinâmica, duração de cerca de 77 minutos e ausência de ruído) Começaram a fazer-se produções sem dinâmica, com álbuns de 34 minutos de música ruidosa!
  9. Can Cun - dreamers I

    Mais um tema do album «Wanderlust». Video lançado para as "redes" em 9 de Outubro, 2018.
  10. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Pois... só que creio que a tua percepção sobre o óbvio ressurgimento dos discos de vinil é baseada na observação crítica de um "movimento hipster" que valoriza tudo o que é mais ou menos antigo (chamemos-lhe vintage) só porque sim, porque é antigo. Compreendo e noto também essa tendência social, essa moda. Mas... creio que por outro lado só estás sensível a esse aspecto da valorização dos discos de vinil porque nunca ouviste o som de um bom disco de vinil, tocado num bom sistema de som. Ultrapassa o CD em todos os aspectos excepto em detalhes técnicos: a dinâmica possível no CD é superior e o ruído de fundo existente num CD é negligenciável, para não dizer "não existente". Creio que só estás sensível a um dos motivos pelos quais os discos de vinil têm sido valorizados e é, infelizmente, o menos válido. Há uma "moda", sim mas para lá desses movimentos sociais passageiros está um formato de suporte de música extremamente eficaz e muito adaptado ao ouvido humano.
  11. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    @paulosergio, também só agora é que percebi o que querias dizer. Estava a entender que querias dizer que passar "tudo" para MP3 era mais justificável do que ter os discos originais, fossem eles em vinil, CD, etc etc. Porque mante-los seria mero coleccionismo ou saudosismo. Foi o que entendi. Desculpa se a minha resposta foi muito "defensiva". Seja como for, se eu tivesse uma colecçãozinha de cilindros de cera de Edison, não deixaria de os transcrever para digital. Por uma questão de preservação, sem dúvida! Transcrevi alguns dos meus LPs (vinil) para MiniDisc depois de ter percebido que o sistema de compressão de dados do MD (ATRAC) elimina os ruídos de superfície dos discos
  12. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Sim, compreendo o que dizes mas é uma visão um bocadinho redutora. Uma colecção de discos de gramofone tanto pode ser interpretada como "romantismo" ou "coleccionismo" (ou ambas) como simplesmente um acto de preservação histórica. Como estudei História e fiz arquelologia durante mais de uma década se calhar tenho a visão "turvada" por esses interesses. Também tenho centenas de livros mais velhos do que eu e alguns milhares de que sou contemporâneo. Claro que não os posso ler constantemente mas não me parece correcto deitá-los fora porque já os li nem vejo o interesse em digitalizá-los para fazer PDFs e deitar fora os livros. E nem por isso deixarei de entrar em livrarias para comprar ainda mais livros. Mesmo que existam em vários formatos na internet. E o que dizes, é um bocado isso. Para além de que um MP3 não tem, nem nunca terá, a qualidade de som de um CD ou de um disco de vinil. Aliás, até uma cassette rafeira de fita de ferro perde conteúdo se for ripada para MP3. Como eu te compreendo e partilho da tua dor!!! Há semanas risquei (o meu leitor de CDs riscou) exactamente da mesma maneira um CD acabadinho de chegar da Amazon, o quarto disco do Justin Townes Earle, «Kids in the street». Tenho todos, saiu o novo, encomendei, chegou, vou pôr a tocar e a gaveta fecha-se. Resultado: não posso ouvir a primeira música. Tenho de saltar manualmente para a segunda. Nunca mais ouvi o disco só por fúria Mas tenho o "Riders on the storm" em vinil
  13. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    naaaahhhh... a história dos formatos/suportes de música é bem mais complexa e envolve, para além de espionagem, muitos interesses comerciais de países e de organizações de países. Mesmo em relação ao mp3, é interessante a história do site mp3.com, que foi em tempos, o maior site de música "indie" na internet. Antes do Myspace, do Bandcamp, dos pipitunes e outros que tais. É uma história muito longa, muito interessante e talvez com alguns crimes pelo caminho. E posso-te adiantar que quem sempre mandou foi a Philips e o reino da Holanda, subalterno da Philips.
  14. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Sim, eu percebi que o teu post era sobre o vinil. O meu era sobre o facto de os CDs se auto-destruirem e mencionei-o na sequência de teres dito que: Daí ter referido que, ao contrário do que tem acontecido com os meus discos de vinil, que estão "vivos" os CDs estão a "morrer". Não só em termos de mercado mas literalmente O link que indicas, sobre a deterioração dos CDs, refere exactamente as minhas supeitas, as tais que mencionei antes: humidade e falta de qualidade de alguns materiais no fabrico dos discos.
  15. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    Tudo correcto @F.Coelho mas nota que eu me referi aos danos por humidade nos CDs. Não sei se já viste os CDs em que a película de alumínio começa a estalar. Não falo de CDRs mas sim de CDs "de fábrica" e quase todos de editoras conceituadas. Por exemplo, vários dos meus CDs da EG, dos anos 90, estão a "desaparecer". Os discos de vinil estão "impec" e não têm mais ruído do que o expectável. Estão limpinhos mas infelizmente nem todas as prensagens têm a mesma qualidade no vinil. Seja como for, tocam sempre! Eu uso detergente da louça e água fria. Um mimo e ficam impecáveis. A escovinha para limpar os discos é sempre com fibras de carbono e pronto. Estão impecáveis.