resolectric

Membro
  • #Conteúdo

    5047
  • Registado Em

  • Última Visita

  • Feedback

    0%
As minhas Músicas Preferidas

Reputação

621 Reputação Excelente

2 Seguidores

Sobre resolectric

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Viana do Castelo
  • Instrumento
    Outro

Quem visitou o meu perfil

5131 visitas ao perfil
  1. Quim Barreiros vs Dire Straits

    Eu não estou familiarizado com o trabalho dele para além do album que lhe gravei (A Garagem da Vizinha) e também não posso dizer nada em relação à música que está neste post pois nunca a ouvi mas posso tecer dois comentários: 1. é a primeira vez que ouço guitarra numa música do Quim Barreiros. Do que conheço dos outros albuns, é tudo baseado em Bateria, Baixo, Teclas, Acordeon e vozes ou então sintetizadores e vozes (como no album que gravei) 2. é recorrente que os albuns do Quim Barreiros estejam repletos de "versões" de música popular brasileira (geralmente nordestina) com as letras "aportuguesadas". Também no caso desta música, o uso de algo que não é brasileiro de origem, será uma novidade. Com estes comentários estou-me a referir à Intro dessa música do post, que tem uma progressão harmónica similar à dos Dire Straits. Não comento o resto de nenhuma das duas músicas pois não tenho paciência para ouvir nem uma nem a outra. ...mas acho triste os Dire Straits usarem um excerto da música do Quim Barreiros
  2. Gravar em casa

    Há outros transformadores que podes comprar online sem teres de te preocupar tanto em escolher o correcto: Lundahl, Sowter, Cinemag... Visitas os sites dos fabricantes e escolhes o modelo pelas definições que eles apresentam. Eu comprei 6 transformadores Lundahl para os microfones de fita da Thomann e vieram certinhos. Foi canja! Na Lundahl os transformadores que queres para DI são o LL1935 ou o LL1530.
  3. Gravar em casa

    As activas precisam de alimentação: bateria, fonte ou phantom power. As passivas não precisam de alimentação. As activas permitem obter um sinal mais forte (tornando-as mais facilmente utilizáveis em prés pouco sensíveis) podem receber sinais mais fracos e costumam ser bastante lineares, com um som equilibrado ao longo do espectro sonoro. As passivas costumam ser circuitos muito simples, a ausência de alimentação evita ruídos e quando usam bons transformadores de impedância podem dar "uma cor" muito fixe ao som. Aí entramos naquele "mundo" das preferências entre o som dos prés da API ou dos prés da NEVE. É um bocado isso. Para resumir: se comprares uma DI barata, compra activa. Uma DI passiva "barata" é capaz de produzir um sinal fraco demais ou ter um som "feio" por ter um transformador foleiro. A não ser que tenhas sorte! Ou então compras um transformador UTC-A no ebay e constróis uma
  4. Gravar em casa

    Mas no fundo não estavas errado! Pode-se ligar uma guitarra eléctrica directamente a uma entrada de linha ou a uma entrada de microfone (cuidado com o Phantom Power!!!) mas nas de linha o som deverá ser fraco e baço, com bastante ruído de fundo e nas entradas de microfone deverá ser forte demais, distorcendo facilmente e com limites no espectro de frequências do instrumento. Para quem tiver jeito para o ferro de soldar a construção de uma DI até é um projecto bem fixe! E encontram-se peças bem porreiras e úteis nas telefonias antigas
  5. Gravar em casa

    Sim, uma DI melhor é capaz de soar melhor. Agora, isso de soar "melhor" é que já é discutível pois é um adjectivo um bocado vago. Diria que com uma boa DI o instrumento será captado numa maior gama do espectro do som que produz, com maior clareza, com melhor recorte, preservando a dinâmica possível pelos pickups, etc. Continua a ser vago mas o que quero dizer é que há diferenças. Não que uma DI da Behringer "soe mal", pode até dar o som ideal para várias situações mas uma DI mais bem "desenhada", com um cricuito melhor, com um bom transformador de impedância lá dentro (Jensen... UTC série A... ) e um instrumento pode ser captado com o som real que iria ser inserido à entrada de um amp. As DIs "só" convertem a impedância e o nível do sinal, adaptando-o às entradas de microfone comuns. Mas essa conversão não é insignificante em termos de som! Outro detalhe importante: as DIs não "melhoram" só o som de instrumentos com pickups (guitarras) mas também o de outros instrumentos. Orgãos elétricos (Hammond, por exemplo) ou sintetizadores, ligados a uma DI apresentarão um sinal com um espectro muito mais amplo do que se forem ligados a um Line In. E mais uma vez, com uma boa DI a diferença é nítida. O Amplitube é excelente! Também o uso e uso também o Vandal, da Magix. São os dois únicos emuladores de amps em software que utilizo, por acaso. E confesso que gosto bastante de alguns presets e ainda mais das possibilidades de manipulação do som. Claro que quando o som vai ser muito alterado, a qualidade do som que entrou no interface passa a ser um bocado subjectiva pois parte dela... desvanece-se, por assim dizer Daí eu concordar parcialmente com o que disseste há bocado, noutro post, que a DI não seria necessária pois pode ligar o instrumento directamente. Poder, pode mas é melhor com DI
  6. Gravar em casa

    Quanto a não usar DI, bom... depende. Se o interface Apogee tiver uma entrada dedicada a instrumentos isso significa que incorpora uma DI. Se não tiver, deverá ter entrada de linha e de microfone e nenhuma dessas é apropriada à ligação directa de um instrumento com pickups. Funciona mas não soa bem. Para soar bem, mesmo sem o uso de qualquer emulador em software, é preciso uma DI. Interna ou externa, é essencial. Claro que às vezes o "soar mal" é o que se pretende. Depende da perspectiva.
  7. Microfone Voz

    Sim, sim, verdade e o Beta é muito bom para voz! o M88 também "era" para voz, tornou-se mais popular na mão (e na voz) do Phil Collins mas é um micro com provas dadas em Baixo, Kick, Floor Tom, etc. ...e o que lhe entra como "bleed" é muito agradável sendo perfeito para live ou para gravações em conjunto.
  8. Eric Clapton - Life in 12 Bars

    Obrigado pela recomendação! Vou pesquisar. Li algumas muito fixes, nomeadamente a do Ken Scott («Abbey Road to Ziggy Stardust») que foi a que gostei mais de ler e tenho um DVD do Tom Dowd («Tom Dowd & The Language of Music») que também é muito fixe e onde também aparece o Clapton. De resto, em termos de biografias, só li as de músicos ou bandas. As que gostei mais foram uma do Neil Young («Shakey»), uma da The Band («This Wheel's on Fire») e uma do Townes van Zandt, que adorei mas que foi emprestada e não me lembro do título. Nas biografias de engenheiros de som a que menos gostei foi a «Glyn Johns - Sound Man», não por falta de interesse na carreira do senhor mas porque estava um bocado mal escrita e ele me "soava" um bocado ressabiado. Não me pareceu uma figura simpática.
  9. Colocariam todos ou não??

    Tantas verdades! Aliás, só cito parte do post do @Desventrar mas bastava-me copiar tudo e assinar por baixo. Cito só para acentuar determinados detalhes do que está aí escrito. Colocar o Phaser depois dos drives é completamente diferente de o colocar antes. E concordo com a opção. O resultado é mais "claro" (definir som com adjectivos é complicado) Ao colocar o Phaser antes dos drives temos um som modulado (pelo Phaser) que vai ser distorcido (pelos drives). Colocando-o depois, obtém-se uma modulação do som distorcido. Ou seja: modula-se a distorção. É completamente diferente! É como aplicar um compressor num instrumento e depois aplicar Reverb ou aplicar Reverb num instrumento e depois comprimi-lo. Na primeira opção temos um som comprimido que será reverberado e na segunda opção temos um som reverberado com compressão em tudo! Até a reverberação é comprimida, o que tornará a mesma reverberação em algo completamente diferente. Desculpem o exemplo mas acho que serve para elucidar sobre os diferentes resultados ao alterar a sequência do "chain" de efeitos. Citei a parte do BD-2 porque também concordo plenamente. É excelente! Mesmo com o Gain no mínimo, usando só o Level para enviar um sinal mais forte para a saída do pedal, obtêm-se resultados excepcionais com prés a válvulas. Num canal "clean" de um Amp de válvulas, um nível elevado do Level do BD-2 permite a saturação do canal de entrada. Isso é o verdadeiro Overdrive que nenhum pedal transistorizado pode simular. Uma das vantagens do BD-2 é exactamente essa, a de permitir saturar a entrada de quase todos os prés a válvulas, ainda por cima com a opção de se criar uma distorção adicional, transistorizada, com um ajuste bem feito no botão de Gain. Um pedal excepcional para quem usa amps com pré e power a válvulas.
  10. Microfone Voz

    Tanto o tripé como o cabo serão produtos de gama baixa pois a Thomann existe para ter lucro, como qualquer empresa. Portanto, se vendem por +-100€ um microfone que se encontra regularmente no mercado por +- 140 e ainda "oferecem" um cabo e um tripé... aproveita mas não fiques à espera de nada tão porreiro como o microfone. No fundo é o que diz o @pgranadas e que eu não tinha visto. Devem ser produtos assim assim, mas a única peça a "preservar" será o microfone.
  11. new GAS

    Quanto à guitarra, compreendo. Também andei com um GAS tremendo por duas guitarras, com 3 anos de intervalo entre elas, comprei as duas assim que pude e agora estão guardadas 28 dias por mês A mesa de mistura está emprestada a um amigo que faz música electrónica e que usa dois canais. Sobram 94. Diz que não percebe nada daquilo
  12. Microfone Voz

    Também é bom que meta. Custando o triplo do preço de um SM58, para alguma coisa deve servir. Mas aí começamos a entrar por aquele "piso escorregadio" de sugerir coisas sem saber qual o orçamento disponível e nesse caso diria que o Beyer Dynamic M88, custando tanto como um Beta 87, é exponencialmente melhor. Para além de que é também excelente noutras funções que não as de captar voz e nesse aspecto, o Beta 87 já começa a valer tanto como um SM58 pois não soa bem em quase nada a não ser voz.
  13. new GAS

    Sinto isso na pele Não que me dedique a vendas mas tenho uma mesa de mistura que me custou quase 5 mil contos (quase 25.000 Euros) e que tenho tentado vender por umas centenas de Euros e não aparece ninguém interessado. Acho que o preço está baixo, o "produto" tem qualidade mas a moda dos produtos "desejáveis" aponta noutra direcção. Não há nada de errado com o produto nem com o valor pedido mas simplesmente, não apela ao que os compradores de agora procuram. Pelo mesmo preço, se tivesse algo muito mais "mixuruca" mas com muitos botões e ponteiros, vendia num ápice
  14. Sm58 + m-audio m-track

    É muito bonito, esse interface!
  15. Sm58 + m-audio m-track

    Não conheces ninguém que tenha um microfone que passe por aí ou onde leves o teu interface ou alguém que tenha um interface onde possas ligar o teu microfone?