resolectric

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Sobre resolectric

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    Masculino
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    Portugal
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    Viana do Castelo
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    Outro

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  1. Os nossos Hi-Fi

    Dois meses? Monta um estúdio e vais ver. Estás no bom caminho!
  2. Os nossos Hi-Fi

    Isso nunca vai acontecer. Esta coisa é um "bichinho", um vírus que se espalha pelo cérebro e nos concentra os neurónios todos no mesmo tema. Não há como escapar.
  3. Converter firewire

    Oh... Que pena. Assim o meu post perde todo o sentido. Além disso adoro falar com bots. Principalmente aqueles primitivos, da TV Cabo. No outro dia a senhora da Caixa Geral de Depósitos passou-se comigo porque eu pensei que ela era um bot. Se calhar era mas numa versão avançada... e irritável.
  4. Palhetas

    Um saltinho até Marrocos, vais a Tiznit e compras pedaços de estanho e prata baratíssimos. É maleável e fazes uma nova série de palhetas. Ou em pele de camelo...
  5. Converter firewire

    Numa conversa totalmente em português parece-me, no mínimo, estranho, surreal até, que respondas em inglês. Principalmente tendo em conta que estamos a escrever em português correcto e o inglês que usaste no teu SPAM tem alguns erros. De salientar que não são erros de teclas mal carregadas mas sim de construção de frases. Por exemplo, quando escreves (cito) "I am completely agree" deverias ter escrito sem o "am" ou então, para usar o "am" deverias ter escrito "i am in complete agreement". Logo a seguir escreves "on firmwire, Technology" quando, de facto, estamos a falar de Firewire. De salientar que Firmwire não existe. Bom, poderemos até considerar que se trata de uma tecla mal carregada mas nesse caso, a vírgula a seguir a Firmwire está a mais. Outra tecla? E esse maravilhoso post de SPAM vai por aí abaixo pleno de erros. Portanto, caro @madoxkevin, ou és um BOT com uma versão Beta de AI ou és chinês ou então deverias escrever em português.
  6. Captar voz em casa

    Ninguém tem de ter microfones de fita para gravar voz nem a ausência dos mesmos será algum tipo de "dificuldade"! O SM58 serve perfeitamente! Quanto à distância correcta da voz em relação ao microfone, convém que não seja demasiada para não se começar a sentir muito "som de sala" e alguma perda de presença ou de graves na voz e que não seja tão pouca que se captem sopros a mais. Depois de se escolher a posição ideal do ponto de vista técnico, tudo o resto é estética e o gosto vai ditar a forma como deves gravar.
  7. Palhetas

  8. Supremíssimo cansaço?

    ah... não estás bem a ver o que é uma guerra, pois não? Creio que estás a confundir com uma parada militar. Quanto ao resto, perfeitamente. São opiniões e maneiras de ser e identifico-me com várias das coisas que dizes aí ainda que hoje em dia seja bem mais tolerante do que já fui. Muito mais. Muito mais mesmo! Mesmo!!!
  9. Supremíssimo cansaço?

    Mas olha que é verdade; o número de músicos que é simplesmente "varrido do mapa" em situações de guerra total, é absurdo. São situações em que as pessoas deixam, pura e simplesmente, de pensar no futuro e de fazer planos de vida. A questão é sobreviver, não se confia em ninguém e o que interessa é safar-se. Entre "bons" e "maus" a falta de interesse por pessoas que "não servem para nada" no momento imediato, é chocante. E músicos... pum. Artistas no geral, não servem para nada quando a questão é sobreviver. Depois sim, os que sobrevivem e passam por essas coisas geralmente surgem com obras fantásticas, criadas nas condições mais absurdas, chocantes e inacreditáveis. Mas geralmente sobrevivem porque também eram mecânicos, enfermeiros, tradutores... Quanto às histórias para contar, já contei várias por aqui! Deve estar para aí perdido no fundo do Forumusica, um tópico com histórias "da frente de combate" dentro do estúdio. Claro que não posso dizer os nomes em muitas delas, noutras posso porque são inocentes e só têm piada e outras não posso mesmo contar! Mas não sou só eu! Toda a gente neste meio, seja em concertos seja em estúdio, terá histórias mirabolantes para contar! Claro que as de estúdio são diferentes porque as coisas que os músicos conseguem fazer depois de passarem "um par" de dias fechados num sítio sem janelas podem ser, no mínimo, peculiares!
  10. Supremíssimo cansaço?

    Todos nós temos alguma experiência com isso e não é só na profissão de músicos que essas coisas são difíceis. Como músicos passamos por aquela dificuldade acrescida de lidar com a "obra de arte" que criámos, que veio sabe-se lá de onde, de "cá de dentro" e por isso, é difícil de partilhar a sua interpretação com outras pessoas. Daí muitos dos conflitos que surgem em bandas de originais. Nas bandas de covers existe o outro tipo de conflito: o técnico. Tem a ver com as capacidades de execução (ou falta delas) de cada um e com a forma mais ou menos atenta com que cada um ouviu os originais que vai tentar reinterpretar. Porque o Baixo não é assim mas a voz é, porque a Bateria não é assim mas a guitarra é, porque esse lick termina em Sol e não em Dó, etc etc. Conflitos. Depois, a relação com o técnico de som no concerto, que está no telemóvel ou que não percebe o som da banda, ou que alterou a monição toda entre o sound-check e o concerto enquanto a banda foi jantar... Conflitos. Em estúdio, porque o técnico não captou bem a guitarra, porque só pôs 8 microfones na Bateria, porque "o som da minha voz não é assim", porque o reverb está mal escolhido, porque nos auscultadores os graves do Baixo não soam iguais... Conflitos. E os técnicos? O Baterista não pára de tocar quando o técnico diz que vai fazer o som da guitarra, o vocalista chegou ao sound-check 3 horas atrasado porque teve uma cena com a namorada, o manager da banda esqueceu-se de referir que a banda ia actuar com um grupo de metais com 14 músicos... Conflitos. Em estúdio, com produtores, também sucedem. Ou porque uns músicos funcionam sob pressão enquanto outros funcionam com motivação. Ou porque uns músicos só ouvem aquilo que tocaram no seu próprio instrumento e nunca ouviram o que os outros elementos da banda estão a tocar (chama-se a isso "ser músico e não saber ouvir música". ou não gostar de música). Conflitos com músicos que querem "treze mil alterações de misturas" chegando a dizer quantos dBs determinado prato de choques deve subir ou descer em cada break. Haja pachorra! Nós somos todos uns pincéis de aturar mas continuo a achar que é como sempre digo aos músicos com quem trabalho: Levem-se menos a sério. Isto é SÓ música e em caso de guerra civil somos os primeiros a ser fuzilados pois não servimos para nada. Divirtam-se.
  11. Supremíssimo cansaço?

    Também me acontece isso, aconteceu, mantém-se e não quer isto dizer que não "estejas a ficar velho". Estamos todos. Seja como for creio que o mundo da música se tornou extremamente desmotivador por questões culturais e sociais. O desinteresse do "público", a saturação do meio criativo com milhares de músicos a surgirem cada dia e que, para além de não conseguirem espaço para mostrar o seu trabalho, muitas vezes ocupam o espaço de quem trabalha melhor. Na realidade parece que já ninguém ouve música se não for também músico. Também não descontaria o factor de "excesso de brinquedos". Sei que quando tinha dois decks de cassettes e um sintetizador fazia música todo o dia e todos os dias. Tenho centenas de horas de música desses anos. O último disco que fiz, com música minha, foi em 2005 e agora tenho um estúdio completo, um número infindável de instrumentos variados, tudo o que posso precisar para fazer um disco por dia e nada... não toco nem uma nota. Não... no outro dia mudei as cordas de uma guitarra. A seguir afinei-a. Ficou por aí.
  12. Isso parece-se muito com problemas de corrente. Condensador que entregou a alma ao criador? Parece...
  13. Não terá muito a ver com o tópico em questão, pelo menos em aspectos concretos, pois os meus sints são bastante antigos mas mando aqui um bitaite (inútil... mais um) porque tenho essas marcas: . os meus sints mais antigos (dessas marcas) são Korg de 1980 e 1981. Ainda hoje funcionam, andaram na estrada e nunca viram um ferro de soldar nem uma mudança de fusível. . os meus sints no "segundo lugar" de antiguidade são Yamaha. São de 1986 e 1987, uma ficha multipino de um teclado ganhou algum óxido (limpou-se com spray da Phillips) e uma fonte de alimentação precisou de condensadores ao fim de 30 anos. . o sint mais recente é Roland, de 1995. Caíram os pesos que estavam colados por baixo das teclas, a cola derreteu, a fita de contactos do teclado desintegrou-se com corrosão da cola, todos os faders do painel estão gastos (e são imensos! É um JD800) e levou metade de um teclado de um D50. O teclado nunca mais funcionou. Funciona como sint, controlado via MIDI. Soa bem* mas é lixo. O resto é de outras marcas: um Moog dos 70's que funciona na perfeição e um Casio dos 80's que também funciona bem. Tive um ARP que deixou de funcionar e foi embora. Pouco fiável. Portanto, Korg e Yamaha, sim. Roland, nunca mais. * quando digo que "soa bem" devo salientar que isso acontece com os efeitos incorporados. Os sons "secos" da síntese própria deste sintetizador (de wavetables) são bastante miseráveis.
  14. Download de DAWS

    Reaper. Ainda que seja uma DAW paga, pode ser utilizada gratuitamente. Audacity. Gratuito. Cakewalk. Gratuito. As restantes são quase todas (ou todas) a pagar pelo que o download gratuito é, geralmente, roubo sendo a partilha desse tipo de informação considerada como incitação à prática de um crime de violação de direitos de autor e de direitos de patente. Creio que esse tipo de partilha é ilegal e não é aceite no Forumusica. Apesar disso tudo e tendo em conta as capacidades dos três programas que te indico, parece-me que depois de algumas utilizações e de algumas consultas pela net, concluirás que não existe melhor que o Reaper. Mesmo a pagar. Os outros dois são também extremamente completos e referências conhecidas. Têm capacidades que ultrapassam completamente as necessidades de qualquer tipo de produção musical comum.
  15. Two Notes - Captor

    Sabes, o pessoal dos estúdios desilude-se um bocado quando conversa comigo porque descobre que eu não sou um "gear freak". Sou mesmo, indubitavelmente, um "music freak". Não me aquece nem arrefece o teu setup, agora aquilo que ouço quando tocas... cum caneco! Amazing grace! Tu continua a tocar, pá! O mundo precisa é disso! Quem me dera tocar 1% do que tu tocas. Fechava o estúdio.