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  1. Obrigado pelo apoio Jotacaster Sim, há pessoal que se preocupa com essas coisas e, curiosamente, eu também me preocupo! Abraço
  2. Bom Jotacaster, A precisão pode ser tão grande ou superior a uma máquina de CNC ou por injecção em molde, simplesmente porque o cuidado que aplico nas coisas não permite erros. Além do mais eu consigo medir em décimos de milímetro. Acreditas sequer que os fabricantes de palhetas industriais o façam?? Por exemplo, pegas numa tão afamada jazz III e em segundos descobres que por ser injectada em molde a palheta aparenta ser fabricada por duas placas, pelo simples facto de ficarem rebordos de plásticos que, por vezes, nem sequer se encontram alinhados. Quando as palhetas são cortadas em série, de placas de celulóide, como nas antigas e clássicas fender e d'andrea, isso já não se nota. Essencialmente pelo processo e material usado. Deste modo, posso garantir que o cuidado da perfeição das pontas, laterais, acabamento e polimento são imaculados. Essa, entre outras, é uma enorme diferença entre uma palheta feita manualmente e à qual foram aplicados todos estes mimos e uma palheta de série, industrial e feita em quantidades de 1000 em poucos segundos. São patamares totalmente diferentes. Digo-o com absoluta convicção mas também de forma humilde. Na prática, quem já experimentou, fala por mim... Abraço
  3. Viva Gam-buzino, Suponho que na tua vida musical tenhas experimentado vários modelos de palhetas (como acredito que muitos de nós já fizemos) e tenhas escolhido aquele que mais se adaptou às tuas necessidades. A questão que colocas sobre qual a influência de uma palheta destas (ou de outras) na forma como tocas é relativamente fácil de explicar. Porém, as palavras aqui não são suficientes para compreenderes o que pretendo dizer. Seria melhor experimentar. Em todo o caso, dou-te uma opinião sincera sobre o que resulta da minha experiência de quase 13 anos a fazer isto. Em primeiro lugar, os modelos que vês expostos aqui e no site são o resultado de pedidos e tentativas de não fugir muito a uma área que sempre foi conservadora, até nos formatos das coisas. Basta pensar que as 3 guitarras mais vendidas do mundo continuam a ser a strat, les paul e telecaster, O mesmo acontece nas palhetas e, para falar verdade, em quase tudo o que a esta área diz respeito. Para além do formato de base, perceba-se aqui que eu consigo fazer qualquer formato imaginável, uma palheta é, sob o ponto de vista da relação entre a sua função e o seu formato, um objeto simples e que chegou a um status em que não é possível fazer muitas alterações. Exemplo: um pente tem que ser como é caso contrário não faz a sua função. Se tirares dentes não te penteia, se colocares um cabo de 50cm não ganhas nada com isso. Uma enxada seria outro bom exemplo. As palhetas assim, são o que são. Porém, é possível criar formatos ergonómicos como podes ver nas imagens. Com contornos diferentes, com correção de ângulo de ataque nas cordas, já que, não sei se te deste conta que a grande maioria dos guitarristas atacam com num ângulo de, aproximadamente, 30º. Tal facto leva a que as palhetas ganhem desgaste em lados opostos, justamente, resultante desse ataque. Assim, em primeiro lugar temos a ergonomia. Em segundo lugar o som. Sim, palhetas de materiais diferentes têm repercussões diferentes no som. Isso deve-se ao ataque do material na corda, à densidade do material, ao seu grip, a relação do material com a grossura da palheta, etc... Eu não sou defensor exclusivo de materiais nobres, aliás, se vires o que tenho escrito no site, percebes isso com clareza. O que é facto é que os plásticos de engenharia têm um comportamento diferente, mais amorfo do que, por exemplo, as madeiras ou os minerais. Os materiais naturais como o corno e o osso, a mesma coisa. Todos esses pequenos detalhes influenciam o som! Um teste simples: pegas numa das palhetas que usas, cortas um cartão de crédito e tocas com uma moeda. Não terás o mesmo efeito final em todos, certa e garantidamente. O facto dos materiais terem um nome "pomposo" não se deve a qual estratégia xpto... esse é mesmo o nome dos materiais que uso. Geralmente, os materiais compósitos e os plásticos de engenharia têm siglas estranhas. O que está em questão no uso destes materiais é a sua imensa durabilidade, nada comparável a uma palheta comum. Usar PEEK, por exemplo, significa que está a usar um material resistente usado em próteses médicas e peças de foguetão. Falamos de resistência e também no timbre próprio desse material. Por fim o design. Sim, as palhetas têm que ser apelativas, somando-se esta características aos pontos anteriores. Se assim não fosse, limitava-me a fazer o que todos os outros fazem. Eu faço palhetas 100% à mão, não uso injecção por molde, nem CNC, ou qualquer artifício desses. Quero realizar algo personalizado, feito com precisão de relógio suíço e atractivo ao olho. Eu gosto de trabalhar assim, sobre os outros, não respondo Espero ter respondido às questões que me colocaste. Qual dúvida, estarei aqui. Um abraço
  4. Viva JRM! Muito obrigado pelo teu comentário! De facto, procuro fazer palhetas que sejam um misto de funcionalidade mas, igualmente apelativas ao olho. Permite-me só uma ligeira correção, Peek e Ultem (que é uma forma de PEI, ou seja, polieterimida) são materiais distintos. Em relação a valores, é possível fazer algumas unidades, dependendo dos materiais, em torno de 11 até 25e. Os modelos mais complexos (no que diz respeito à construção e estética) que chamo de custom supreme, podem flutuar entre 30 a 60e. Porém, como digo, tudo varia em função dos materiais, técnicas de construção e diversas especificidades que se podem, ou não, incluir. Penso que é igualmente curioso dar a conhecer que, em média, uma palheta pode levar cerca de 3 a 12H de construção, mais uma vez, em função dos materiais, técnicas de construção e estética desejada. Espero ter dado uma ajuda Um abraço a todos
  5. Viva Tiago! Agradeço mais uma vez o teu simpático e encorajador comentário! São, justamente, esses feedbacks que me fazem continuar a explorar e a procurar fazer cada vez melhor o que muito gosto de fazer! muito obrigado!
  6. É isso! Regressa novamente ao ativo e coloca aí umas imagens...
  7. Dois novos trabalhos... Modelo tipo dunlop gator, corno de búfalo 2mm, alto brilho e com o meu padrão de grip holes Modelo tipo jazz III XL, acrílico (duas lâminas com pintura a cor amarela) e "PEHD" da ponta, com sistema de construção com 3 veios de ligação entre a ponta e o corpo, 4mm, alto brilho Abraço a todos
  8. Muito obrigado Romero, pelo teu simpático comentário e apoio! Eu faço palhetas à cerca de 12 anos... É algo que adoro e que desenvolvo com um enorme sentido de orgulho pelo resultado final. Tenho explorado ao longo destes últimos 12 anos uma quantidade gigantesca de materiais. Apenas mais recentemente comecei a usar o vinil, ainda que sendo do meu conhecimento já há uns bons anos. Alegra-me imenso não ser o único por estas bandas a fazer palhetas manuais! Coloca fotos das tuas realizações aqui, por favor! Aproveito para mostrar uma das minhas mais recentes criações: Acrílico negro e latão: Um abraço
  9. Mais alguns trabalhos recentes... Vejam os destinatários na minha página do facebook em dagda.picks e visitem o meu website em dagdaboutiquepicks.wix.com/home Acrílico 1,5mm Acrílico e casca de côco 1,5mm Ébano 2,5mm com sistema de grip PEHD 4mm Corno de touro e corno de búfalo de água 2,5mm com sistema de grip Acrílico, vinil, casca de côco e PEHD 1,3mm a 1,7mm Abraço a todos
  10. Viva =) Em primeiro lugar obrigado pelo apoio! Em relação à durabilidade dependerá muito do material em causa. Sendo absolutamente honesto e de acordo com os comentários que tenho recebido do pessoal amigo, comparativamente a palhetas comerciais, temos uma duração média 2 a 3 vezes superior. Porém, os materiais compósitos como os plásticos de engenharia PEEK, Techtron, HDPE e UHMWPE podem, praticamente, durar vitaliciamente porque são ligas muito muito resistentes que não desgastam facilmente. Os materiais naturais de origem vegetal como as madeiras e o côco tem uma duração em média 1 vez superior ao normal. Materiais de origem animal como o corno, osso, etc, têm cerca de 3 a 5 vezes mais duração que o delrin, por exemplo. Materiais naturais semi preciosos como a ágata, ónix, malaquite, obsidiana, são praticamente indescritíveis (a menos que se deixem cair!) Os metais, depende... se falarmos de nickel, titânio, desgasta muito muito pouco, quase indestrutível... o alumínio porém tem uma durabilidade idêntica ao delrin e em alguns casos pode até ser ligeiramente inferior... =)
  11. Obrigado resolectric =) Temos que combinar isso, por agora tenho que despachar a avalanche de novidades, às palhetas relacionadas, que aconteceram entretanto ahahah Sim deadpoet ele é impecável, não apenas enquanto músico Em breve tenho mais novidades de pessoal a adotar as minhas palhetas! =) Abraço
  12. Sim neste momento, assim os guitarristas mais "conhecidos" são mesmo o Mário Delgado e o Cláudio César Ribeiro. Mas, em breve, terei novidades... Ainda estão a fermentar, não posso divulgar Podemos sempre combinar um negócio. Eu faço-te chegar um demo pack e tu tratas de umas demos áudio para mim parece justo?
  13. Viva! Muito obrigado resolectric pela oferta do estúdio! Tenho que me orientar para meter isso em funcionamento. Preciso mesmo de demos audio e ainda não a tenho a sair... Já agora, aproveito para deixar este positivo feedback de alguém que devem conhecer
  14. Viva! O objetivo é adaptar essa "peça" a um pequeno motor com potenciómetro de ajuste de velocidade por forma a se construir uma espécie de hurdy gurdy, conforme função demonstrada no link
  15. Aqui fica mais um set concluído para um conhecido guitarrista nacional! Da esquerda para a direita temos: Acrílico negro (swiss made) em modelo standard tipo fender; Acrílico negro (swiss made) com 3 pontas largas e uma delas com speed bevels; Compósito mistério negro em formato standard; Corno de búfalo de touro ibérico. Em cima, de cor laranja, encontra-se uma peça especial que atuará enquanto "palheta" num sistema equivalente a um ebow físico.