Lander Vast

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Sobre Lander Vast

  • Aniversário 10-04-1980

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Instrumento
    Guitarra
  1. Originais em Português (Jazzy)

    Gurmesinda
  2. Cantores, Sopros, Baterista...etc...

    Beldroegas
  3. Originais em Português (Jazzy)

    Tenho várias originais em português, harmonias jazzisticas e melodias exigentes, procuro vocalista. Outros musicos são bem vindos para tocar estas originais, baixista, baterista, sopros etc...acompanho-as na guitarra.
  4. Triade menor com 3.ª maior na melodia

    Simplesmente gosto sempre de analisar, mas ja nem ando na escola. Depois estive a pensar converter este Am a um A7 e a 3 menor passa a ser um #9 , podera talvez ser uma solucao.
  5. Cantores, Sopros, Baterista...etc...

    Procuro malta para ensaiar jazz e bossa etc... tenho local para ensaiar, Samora Correia.
  6. Não é verdes é dedos
  7. Gamala Taki

    Eu pessoalmente estudei na jb jazz com os profs Pedro Madaleno e Ricardo Barriga, o Ricardo Barriga ensinou-nos foi claves rítmicas. Para o 5/4 duas semínimas com ponto e duas sem ponto, para o 7/4 duas mínimas e duas semínimas com ponto, depois podes inverter as claves rítmicas podes colar umas as outras ou até sobrepor. Eu estou numa banda com um baixista e baterista que nunca tiveram aulas de teoria e estamos a tocar 5/4, 7/4, 3/4 e 4/4 e inclusive secções diferentes da musica têm diferentes métricas e eles estão se a desenrascar como pros, tudo com base em claves rítmicas. Se alguma vez tivermos com dificuldades eu vou contando 1 2 3 4 5 ou outro ritmo enquanto toco, ou faço alto a clave rítmica com as silabas ||:pam pam pa pa:||. Eu até posso estar a fazer um dedilhado sem ser com a clave rítmica mas se a secção rítmica estiver tremida vamos tentando ouvir sempre a clave rítmica por cima do dedilhado. Hei-de experimentar com o Gamala Taki, parece-me uma técnica semelhante as claves rítmicas.
  8. Nox The Rox - Originais & alguns covers!

    Brutal...adorei e adorava por uma voz nesta cena.
  9. Compassos Compostos

    Normalmente o meu dedilhado (7/4) na parte do 4/4 é a semínima.
  10. Compassos Compostos

    Eu por exemplo no 7/4 se estiver a fazer 4+3 gosto de fazer um dedilhado que faria normalmente em 4/4 e depois acrescento-lhe 3 colcheias a dedilhar para baixo e mais três a dedilhar ou para baixo ou para cima. Mas isso é a vontade do freguês. lolol
  11. Compassos Compostos

    Na verdade quando pensas num 7/8 até podes pensar como um 7/4, a diferença é que a unidade de contagem é a colcheia, ou seja vale metade de um compasso 7/4, será um 7/4 mais tenso. Cabem dois compassos de 7/8 dentro do compasso de 7/4 com 3,5 tempos cada um. Eu pessoalmente acho que o mais importante é saber tocar as 4 métricas base 4/4, 3/4, 5/4 e 7/4 o resto tem origem nestas, e ainda mais de raiz, de base é o 4/4 e o 3/4 visto que as outras duas são compostas por estas. A mim na escola ensinaram-me que ao principio para um gajo se habituar a estes tempos mais estranhos é usar uma clave rítmica em que no caso do 5/4 será duas semínimas com ponto seguidas de duas semínimas normais e completas um compasso, a musica da missão impossível tem esta clave rítmica. Ou podes inverte-la duas semínimas sem ponto seguidas de duas com ponto. No caso do 7/4 duas mínimas seguidas de duas semínimas com ponto ou o inverso.
  12. Eu pessoalmente não me prendo a um só sistema ou técnica para compor. Umas vezes surge-me uma melodia e tento primeiro que tudo tentar perceber em que tonalidade estou a cantar, para saber que leque de acordes tenho a disposição, os mais básicos possíveis já que depois de ter a estrutura base é que vou complexificar ou não com substituições por função harmónica ou substituições tritónicas, modulações de tom etc... Outras vezes tenho uma letra de musica tento arranjar uma melodia para a coisa e depois começo com o processo anteriormente descrito. Outras vezes ainda tenho uma progressão harmónica e baseio a melodia na progressão. Outras vezes ainda baseio-me só em linhas melódicas, tipo contraponto mas não bem visto que eu estudei foi jazz e não clássico. Em relação a improvisar, para além de saber a tonalidade geral da musica e saber onde modular, tento estudar cada escala acorde a acorde e cada escala tonalidade a tonalidade, ex: na progressão Dm7, G7, CMaj7 posso estudar escala por acorde D Dórico, G Mixolídio, C Jónio ou a linha completa toda usando uma dessas escalas visto ser tudo a mesma tonalidade e tento ter cuidado com as extensões "proibidas" em cada acorde. A improvisar é mais idiomático notas conjuntas, tipo seguidas C D E A G B por exemplo, salto de 4 perfeita, de 5 perfeita, aproximações cromáticas as notas do acorde ou as notas mais características da escala, tercinas mais para o fim do compasso, etc... O melhor é ler o manual da Berklee, os livros do Eurico Cebolo, e outros...Eu pessoalmente ando sempre a ler alguma coisa de teoria musical. A teoria faz muita falta para compor e até para perceber quando o fazemos só por instinto porque é que aquilo nos soou bem.
  13. escala harmónica menor

    A escala menor harmonica vem da tentativa de criar uma sensivel, no séc. XIX. Tinhamos por exemplo a escala de C (Dó) Maior - C D E F G A B C Alguns compositores aperceberam-se que na relativa menor (A eólio) - A B C D E F G A conseguiam fazer musicas mais interessantes em modo menor. Mas tinham um problema, não havia sensivel, aquele meio tom entre o 7.º grau e a raiz no caso de C maior entre B e C. Sem a sensivel não tinham um acorde dominante no acorde V para fazer a tipica progressão II V I. Logo puseram um sustenido na 7.ª, neste caso G passou a G# e a escala tornou-se A B C D E F G# A - thus the name menor harmónica porque foi para resolver um problema de harmonia sendo que puderam em vez de fazer Bm7b5 - Em7 - Am7 , Bm7b5 - E7 - Am(Maj7). Depois surgiram problemas melodicos por causa do intervalo de 1,5 tom e puseram um sustenido também no F e fizeram a menor melodica, mas isso é outra historia lolol. Portanto se for em C menor harmonica ficas com C D Eb F G Ab B C.
  14. Acordes de Sétima dúbios.

    Eu cá nunca vejo a subtituição tritonica como G7b5, prefiro ver como G7(#11), já que ao modular tonalidade pede-se lidio dominante viria assim o acorde de D menor melódica mas será na mesma uma substituição tritonica de C#7, V do F#. Mas a mim custa-me a perceber estes acordes de sexta alemã, francesa e italiana, penso que estão mais associados a um tipo de composição contraponto e eu estou mais habituado à teoria jazzistica.
  15. Tenho uma musica que começa com um "Am" tríade e na melodia tenho um "C#", "D#", "E", "D#", "E", "F#" e "G#". Tudo colcheias menos o "G#" que é uma semínima. Supostamente não poderia ter o "C#" já que é a 3.ª maior e o acorde é menor, mas é verdade é que soa bem e não consigo justificar a nota melódica "C#". As outras são aproximações cromáticas a notas do acorde sendo que os "D#'s" encontram-se no tempo fraco a fazer aproximação ao "E", 5.ª do acorde. O "F#" será uma 6.ª maior fazendo o acorde "Am6" e o "G#" será a 7.ª maior fazendo o acorde "Am(Maj7)". Será a nota melódica "C#" uma apogiatura? Se alguém me pudesse ajudar agradecia.