Antonio

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  1. @resolectric eu também sou excepção. Tento ouvir de tudo e tento abrir a mente o mais possível. Mas somos minoria. Eu também acho que que se o publico geral fosse mais conhecedor da linguagem musical a musica mainstream não seria tão... digamos, simplista. Mas admiro, por exemplo, o som poderoso que alguns produtores de musica electrónica conseguem tirar daqueles bombos! Damn! Isso também é outra forma de conhecimento e desenvolvimento da arte
  2. O ponto do video que eu partilhei é exactamente que a inovação nos parece sempre horrível. Nós, segundo o video, ficamos presos nas sonoridades da nossa adulescencia. Ele dá o exemplo de "experts" que diziam que os Beatles eram intragáveis. Ou seja, segundo este raciocínio nós vamos sempre achar horrível a musica dos potenciais novos génios e nunca vamos reconhecer os mesmos como tal. Porque a nossa cabeça, e gosto, estão formatados para as sonoridades que nos são familiares. Eu também dou valor a um tema bem pensado e com escolhas harmónicas "inteligentes" (na minha opinião) que deem realmente ênfase à melodia e historia contada pela mesma. Assim como o uso do ritmo de forma interessante... (Groove!) Mas a malta hoje em dia parece gostar mais de um "beat" simples e o foco todo ser dado á letra que muitas vezes até é falada em vez de cantada. Ok! Não sou ninguém para dizer que não seja valido. É um facto que se entende melhor o conteúdo da letra... O facto de eu não gostar não influencia o que se tornará o próximo "bom". Isso é completamente independente do meu gosto pessoal
  3. Tocaste aí num ponto crucial. Acho que hoje em dia a grande diferença entre um estúdio comercial e um estúdio caseiro é mesmo a presença e controlo de pessoal com orelhas. Mas já agora: qual a opinião do pessoal aqui do fórum sobre o facto de cada vez ser mais fácil e barato ter ferramentas em casa para fazer música? Acham mau? Percebo e concordo até certo ponto. Não considero que a qualidade de uma obra musical seja directamente proporcional à sua complexidade. Muito menos à quantidade de notas.
  4. Lembrei-me de vir a este tópico mandar uma posta de pescada.Não vai no seguimento da conversa actual mas vai directamente ao encontro do assunto do tópico. "A influência das quebras das vendas na qualidade da produção musical presente e futura": Acho que a quebra das vendas não influencia tanto como o avanço tecnológico. Cada vez é mais fácil fazer musica de qualidade e a soar bem. Acho que os grandes estúdios passarão a ser museus e a musica será toda feita em "project studios" com recurso à tecnologia digital. E ainda vai soar melhor! Acho também que o acesso à informação e a todo o tipo de ferramentas irá permitir o surgimento de muitas sonoridades diferentes e genialmente originais. Claro que muita malta ainda continuará agarrada ás tradições e saudosismos ("no meu tempo é que era bom"), mas a maior parte irá evoluir
  5. Encontrei um vídeo com isto muito bem explicado! Recomendo.
  6. Boas melodias! Normalmente não gosto de albuns desse género porque parecem-me sempre mais um concurso de medir pilinhas (notas por segundo) que musica. Mas esse tem gosto! Já a gora: O "Killers" também foi o meu primeiro álbum de Metal. Mas antes disso já tinha comprado outras coisas mais POP. Roberto Carlos (devorei o calhambeque, que comprei em cassete!), Michael Jackson "Bad" o meu primeiro CD e Bon Jovi que foi um bocado desilusão mas deu-me curiosidade para explorar coisas com guitarras distorcidas, o que levou ao Killers Em termos de gostos, fui andando no Metal muitos anos. Fui fan boy de Dream Theater. Mas sinceramente cada vez me revejo mais no POP e Blues. Tem é de me dizer algo em termos de mensagem.
  7. Haver um novo business model que funcione e todos sigam. Tal como o que está agora morrer. A tal receita assinar com editora, gravar o disco e bater o single nas rádios e TVs. Está a surgir um novo modelo, que ninguém ainda sabe bem qual é mas andam todos a experimentar coisas diferentes...
  8. Pois.. estamos numa fase estranha de transição. Já se começa a antever o futuro do mercado musical mas ainda está longe de funcionar em pleno. Pelo que tenho visto parece que o meio termo de uma banda ou artista criar alguma notoriedade sozinho e depois então ser "agarrado" por uma grande editora está a funcionar. Talvez este caminho vá mudando as coisas aos poucos... Tipo, os artistas começarem a conseguir tanto sozinhos que quando uma editora decide fazer a proposta eles estejam numa posição de dizer não.
  9. Há! O meu ponto é que há espaço para tudo e mais alguma coisa. Exactamente por isso o espaço de cada coisa é mais pequeno
  10. @pipes Vi esse video assim que surgiu, subscrevi o canal do Rick! Grande canal Eu não acho que os Police fizessem o mesmo sucesso hoje... Porque acho que ninguém faria! Eu acho que já acabou a época das grandes bandas. Agora há muita oferta e as pessoas têm acesso ilimitado a tudo. Logo cada artista/banda tem uma fatia muito mais reduzida do mercado.
  11. Iluminação de palco

    Porra! Mesmo! Nem sequer entendo como se pode pagar um bilhete para ver um concerto ao vivo e depois ver o concerto todo através do ecrã do telemóvel. É que ainda por cima o video e som ficam muita maus! Não dá para fazer nada com aquilo
  12. Minha estimativa para o impacto que cada componente tem no timbre final (Valores arbitrários sem base científica que servem apenas como exemplo da minha própria opinião) Microfone 60% Coluna 35% Mesa 5%
  13. Iluminação de palco

    Light design é uma área complexa. O tipo de abordagem depende muito do tipo de concerto. Em musica mais "enérgica" existe a tendência de criar um show de luzes forte e com intenção de ampliar as sensações criadas com a musica. Nestes casos a ideia vai muito para lá da simples iluminação do que se passa no palco. Mas, por exemplo, a iluminação de um concerto de jazz tende a ser o oposto. Certo ou errado? Light design é uma forma de arte. Logo é susceptível à subjetividade do bom gosto. Não existem escolas de bom gosto