ncarmona

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Sobre ncarmona

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Lisboa
  • Instrumento
    Guitarra
  1. Canal do Thomasyoung no youtube

    G'anda som! Signal path, please.
  2. Golden circles e outras tendências do mercado

    Por acaso é a única razão plausível (para mim) para levantar o telemóvel: fazer de periscópio para os mais atarracados.
  3. Golden circles e outras tendências do mercado

    Também lá estive. Aq uestão da visbilidade resolvia-se com mais um metro de altura no palco (e ninguém ficava a perder). Achei o golden circle de Tool exageradamente grande: aquilo era a 1ª metade da plateia. Num concerto com ecrãs gigantes e aparato visual como foi o caso de ontem, é-me indiferente estar a 5 metros do palco ou a 100. Para outras pessoas não será. Se as pessoas estão dispostas a pagar mais para poder ficar mais perto, os promotores e as bandas aproveitam essa oportunidade. É racional que o façam. Como ninguém é obrigado a pagar não tenho nada a opor. Comigo é que não contam... Cada vez mais prefiro concertos em recintos pequenos. É preciso serem boas bandas e/ou a companhia ser muito boa para me decidir ir a um estádio ou festival. Tenho saudades de ver um estádio/arena inteiro aos pulos a curtir o som. Isso perdeu-se, infelizmente.
  4. A Tone Electronix é uma marca de um nosso companheiro de fórum @zedsnotdead e que agora se aventurou num pedal que sai fora do que poderíamos designar por clone: o Animalizzer. O Animalizzer é uma versão expandida do EHX do Big Muff. Não se trata de mais um clone do Muff handwired, com componentes melhores e pós de unicórnio. Para se ter uma ideia, no Big Muff controlamos 3 parâmetros e aqui controlamos 9! Enquanto no Big Muff controlamos Volume, Brilho (Tone) e Ganho (Sustain), neste caso os controles incluem também Profundidade (graves pré-distorção), Graves (pós distorção), Médios, Pre-gain (ganho a montante do circuito) e dois controlos de clipping em duas fases do circuito (Stage 1 e 2). Podem parecer demasiadas opções (e são!) mas neste pedal é difícil regular um mau som para onde quer que os botões rodem ou os switches sejam posicionados. Há sempre um som usável num qualquer contexto. Além disso, os controlos são auto-explicativo e fazem exatamente aquilo a que se propõem. Coloquei o pedal ao lado de um (Little) Big Muff com os botões às 12h (com excepção do volume) e consegui o mesmo timbre com alguns ajustes (ver 2ª parte do vídeo). Reparem que os médios estão no mínimo e os graves quase no máximo. Isto mostra que o pedal está bem concebido pois uma coisa que o Big Muff não precisa é que lhe acrescentem mais graves ou retirem mais médios. Onde se abre um novo mundo é exactamente na possibilidade de controlar graves e médios. As opções de Stage 2 também são muito interessantes e úteis: os timbres são distintos uns dos outros e o leque de dinâmica do pedal também é expandido de uma maneira bem interessante e útil. Temos 5 opções de clipping (distorção do sinal): diodos de silício (com o menor headroom e iguais aos usados no Big Muff), transístores Mosfet, diodos de germânio e, finalmente, diodos LED (com o maior headroom, volume e transparência de todas as opções). Ao princípio fiquei um pouco desapontado com o selector do Stage 1 porque não ouvia diferenças. Cheguei depois à conclusão que para se sentirem as diferenças é necessário puxar o Depth, o Fuzz e/ou o pré-gain para níveis elevados e usar as opções de Stage 2 com menos headroom (Si ou Ge). Dos testes que fiz não consegui perceber a diferença sónica entre obter a distorção a partir do botão fuzz ou do botão de pré gain. Por exemplo: fuzz no máximo e pré-gain às 12h soa-me idêntico a pré-gain às 12h e fuzz no máximo. Em todos os modos de clipping isso acontece e a dinâmica do pedal ao baixar o volume da guitarra mantém-se. Em termos práticos, a vantagem do pré-gain parece-me ser o de obter níveis de saturação bem abaixo dos possíveis com um Big Muff convencional e não o de dar um caráter diferente ao timbre. A qualidade de construção do pedal é absolutamente irrepreensível e algo que já me tinha apercebido noutros pedais da Tone Electronix. As soldaduras estão impecáveis e a “limpeza” na arrumação dos diversos componentes e a qualidade dos mesmos (da tomada de alimentação aos condensadores) é muito acima da média dos pedais high-end e boutique que tenho visto. Em suma, o pedal é um Muff espetacular, poderoso e versátil é extremamente bem construído. A opção de Stage 1 parece-me não acrescentar grande valor ao pedal principalmente quando comparada com a eficácia dos restantes controlos mas demonstra a vontade do construtor em não deixar nenhuma opção por explorar. Se gostam da “wall of sound” que só um Muff consegue gerar mas gostariam de expandir a palette de timbres neste campo não me estou a lembrar de nenhuma outra opção que consiga bater o Animalizzer. Resta-me desejar sorte à Tone Electronix e que continue a explorar o filão dos desenhos originais (dentro do possível dentro de um mercado tão diverso e “batido”) que tragam opções interessantes para os guitarristas e tone hounds. Recomendo que vejam também esta excelente demo do canal TerenceHillDesigner:
  5. Comprei uma Guitarra Single Cut :)

    Eu adoro a guitarra (pode ser que a madrepérola venha mais discreta que essa da foto...). Tem personalidade, parece ter boa tcabilidade e tem muita madeira bonita à vista: é o que se quer!
  6. Para mim, Adriano Sérgio for the win!
  7. Supremíssimo cansaço?

    Excelente dica!!!!! Também cheguei a esta conclusão e partilho da reflexão do @resolectric
  8. Supremíssimo cansaço?

    +1 Para mim, isto é o mais importante.
  9. Os barretes e relíquias do OLX

    Porque....
  10. Para quem esteja em pulgas...
  11. Guitarra em cortiça expandida

    Nem de propósito
  12. Guitarra em cortiça expandida

    «reduz em 75% a utilização de madeira no corpo da guitarra» Duvido. Se o braço e o centro da guitarra são em madeira, a parte de cortiça deve representar 25% a 40% do volume (e peso, caso fosse toda em madeira) da guitarra.
  13. Guitarra em cortiça expandida

    Só para aproveitar a maré de guitarras com design "à frente", lembro só estes dois exemplos recentes: Relish Guitars Hartung Guitars
  14. LP Studio ou PRS S2 Singlecut

    Olhando para as specs e já tendo tocado em PRS's (não a S2) e LP Studio eu iria sempre para a PRS. Olhand para as specs da PRS S2 e conhecendo a qualidade de construção das duas marcas, a PRS S2 mais que justifica a diferença de preço. Mesmo que fosse uma PRS SE, eu iria para a PRS e fazia os upgrades que achasse importantes (no meu caso, afinadores e pickups sendo que o faria também caso comprasse uma LP Studio). Feita a avaliação racional, vem outra parte importante: qual a que tiras mais prazer tocar. LP e PRS single cut têm "feels" muito diferentes. A maneira como elas vibram na mão e no corpo, como as cordas reagem (até porque têm comprimentos de escala diferentes), o look... Tudo isso são coisas que nos dão prazer a tocar uma guitarra e nos põem a tocar guitarra em vez de ir para os copos ou ver TV. Se conseguires experimentar, melhor.
  15. Bídeos do Tubas (e do Face)

    Ganda tone. A Raquete deve ser em mogno africano da região húmida do Kilimanjaro.