twistedknob

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  1. Ajuda nuns monitores novos para estúdio caseiro

    Se conseguires alargar um bocado o orçamento (quase para o dobro...) , os JBL LSR 305 são uma boa escolha. Até 150€, experimenta procurar usados - colunas hifi + amp de marcas boas, às vezes encontras bons negocios.
  2. Aulas de Hammond/Rhodes em Lisboa?

    (Esta secção parece-me apropriada à questão, porém aparenta estar inactiva faz tempo. Se fôr viável mudar este tópico de sítio para ter mais visibilidade, agradeço à moderação) Olá. Procuro ter aulas de teclados na zona de Lisboa com alguém que conheça bem a linguagem dos pianos eléctricos (Rhodes, Wurli, Clavinet) e dos órgãos Hammond (B3, etc), em estilos (Nu)Soul, RnB, Funk, Acid Jazz, Jazz-Fusão e rock anos 60/70. Procuro formação à medida, personalizada, com uma pessoa que entenda o que pretendo e direccione o estudo nesse sentido; quero evitar perder tempo aprender a tocar coisas que não me interessam, como standards de jazz dos 1920s-50s ou peças de música clássica. Dou preferência a quem actue com alguma regularidade e contextualize melhor a performance em conjunto no mundo real, do que a quem apenas estritamente lecciona. P/f respondam por PM ou enviem email para twistedknob at gmail ponto com. Muito obrigado.
  3. RCA vs TRS

    Talvez off-topic, mas como mencionaste interface e monitores, geralmente as ligações TRS são de sinal balanceado (um cabo trs por cada canal). Se fôr o caso, opta por isso.
  4. CURSO TECNICAS DE SOM ETIC

    Apenas posso partilhar a minha opinião, baseada na minha experiência, que como tal, vale o que vale. Ainda que tenhas muita disponibilidade para além das aulas para estares na escola a treinar, só a partir de 2/3 do ano lectivo é que tens mãos na massa no que respeita a captação e mistura. Portanto até lá, a menos que demonstres habilidade e/ou conheças alguém dos 2ºs anos do curso com quem possas trabalhar nos periodos extra-curriculares, provavelmente não te permitirão ir para o estúdio sozinho. Isto por aproximadamente 400€/mês parece-me claramente insuficiente. Eu, na tua posição, contactaria profissionais da àrea que trabalhem regularmente (não os que dão aulas mas têm pouca prática, como foi referido) e negociaria um preço para uma tutoria. Tipo um curso à medida em que és aprendiz, estás presente e participas nas sessões de gravação, mistura, concertos, etc. Gradualmente começas a ter mais responsabilidade e desempenhas funções mais avançadas mediante a evolução das tuas capacidades. Penso que os custos seriam muito mais bem empregues, além de que estarás exposto à comunidade de profissionais no activo, que fará com que possas alcançar contactos muito mais frutíferos do que apenas numa escola; assim como a experiência de lidares diariamente com situações reais, responsabilidade, pressão, prazos, necessidade de empregar people skills ao invés de um ambiente controlado tipo laboratório que representa muito pouco as circunstâncias reais de trabalho. Grande parte da teoria podes absorvê-la a partir de livros e tutoriais. Acústica, electrónica, etc. Lembra-te que estamos a falar duma àrea em que diplomas e comprovativos de formação contam muito pouco ou nada, o que interessa é o teu portfólio e as referências das pessoas com quem vais trabalhando.
  5. Mesa xenyx q802 usb

    http://www.youtube.com/watch?v=YmHgPbSqhAE Se forem fichas xlr não há perigo porque todos os pinos encaixam ao mesmo tempo.
  6. Cursos Online de Produção Musical

    Tens fóruns (fora?!) gratuitos nos quais postam profissionais com mais anos disto do que nós de vida. thewombforums.com prorecordingworkshop.lefora.com Não te esqueças porém que este ofício requer muita prática, portanto lê e vê vídeos mas acima de tudo pratica. Aprendes mais numa tarde a praticar do que durante meses a ler.
  7. Interface Audio USB - Qual a melhor opção?

    Tem sido evidente que há uma aura de chico-espertismo inevitável na tua atitude. Tentei ser claro mas obviamente o teu ego descartou qualquer tentativa de compreenderes o que disse. Possivelmente outros poderão beneficiar das contribuições que tentei fazer e eventualmente questioná-las e criticá-las de forma objectiva e construtiva; já que para ti isso parece estar fora de questão. Felicidades.
  8. Interface Audio USB - Qual a melhor opção?

    Eu dei a minha opinião, tu estás a dar a tua. Nenhuma passa a ser facto. O digital também tem distorção no sentido em que não soa igual à fonte. Quer analógico quer digital, ambos soam DIFERENTES DA FONTE, esse é o busílis. Nem um nem outro são "reais", isso é subjectivo. Ninguém está certo nem errado, é uma questão de metodologia, de estética e de preferência. O que interessa é o impacto emocional da música nos ouvintes. Cada um escolhe as ferramentas que melhor servirão para transportar o máximo de impacto para o registo sonoro. Faz A/B entre ambas reproduzidas ao mesmo volume subjectivo e depois diz-me algo. És o único a falar em ganho, eu sempre me referi a gama dinâmica, poderá ser por isso que estejas com dificuldade em perceber. A única pessoa que mencionou 24 e 16 bits serem a mesma coisa foste tu. Como a história dos 70dB de ganho. Eu estou a tentar ilustrar que com as limitações de headroom do pré e com a gama dinâmica total disponível em PCM a 24bit não perdes informação dinâmica tendo picos a -20dBFS. Novamente, discordamos na metodologia. Eu gosto de chegar ao som que pretendo mais cedo possível. Se a fonte que capto precisa de compressão para soar como quero, eu comprimo-a à entrada nesse sentido, assim não adio decisões. Em muitas situações o músico também pode ter um desempenho melhor com compressão na entrada do que sem, ao contrário das experiências que relatas. Ainda assim, o que queria transmitir, uma vez mais, era que se já numa fonte não comprimida a questão da perda de informação dinâmica não acontece, muito menos se fôr comprimida antes do conversor. Cada situação é única e específica. Onde quero chegar é que na prática dificilmente tens masters com mais de 30dB de gama dinâmica, seja música, cinema ou broadcast.
  9. Interface Audio USB - Qual a melhor opção?

    A limitação da janela dinâmica disponível na prática, mesmo nas melhores implementações de preamplificadores de microfone, é de cerca de 70dB desde o limiar de ruído até ao limiar de distorção. A etapa analógica dos conversores analógico/digital baratos começa a distorcer bem antes de estar perto dos vermelhos, pelo que especialmente ao captar fontes com muita gama dinâmica (percussão, etc) o facto de apontar para picos na ordem dos -18/-20dBFS garante que opero fora dessa janela de distorção. Consequentemente isso garante àudio mais limpo. O que resta de gama dinâmica apesar de "descartar" 20dBFS a 24bit é mais do que suficiente, portanto, não é um problema. Se o sinal original tinha mais de 70dB de gama dinâmica já foi perdida informação ainda antes da saída do pré pois este ao amplificar não conseguiu acompanhar a amplitude total do sinal de entrada sem entrar em distorção e/ou os detalhes de baixo nível perderam-se no ruído residual. Além disto há que ter em conta também o efeito psicoacústico de máscara, O próprio sistema auditivo (assim como todo o processamento de estimulos sensoriais pelo cortex cerebral, não só o auditivo) comprime os sons mais fortes e foca-se num alcance mais limitado do que os limiares absolutos de audibilidade/dor mediante a intensidade a que vai estando exposto; os sons fracos "desaparecem" temporariamente quando mascarados por sons mais fortes. É comum comprimir sinais antes ainda no domínio analógico, antes dos conversores A/D, por questões estéticas e/ou correctivas. Nessas situações o sinal terá ainda menos gama dinâmica (que os limites máximos referidos) a chegar à entrada do conversor, o que ilustra ainda melhor a questão do ponto anterior em que mencionas da "perda" de informação dinâmica. Não se passa. Mesmo à posteriori, na mistura, é habitual e torna-se conveniente reduzir a dinâmica de sinais individuais com muita amplitude para 30dB ou (consideravelmente) menos de modo a torna-los mais inteligíveis, caso contrário perder-se-ão detalhes de baixo nível quando sobrepostos aos outros elementos com que são somados. O que quero tentar transmitir é que os 100 e muitos dBs de gama dinâmica do àudio digital acabam por não ser tão significativos no âmbito do processo de digitalização, mas mais na resolução extra que permite muito menor erro de cálculo no processo de sinal, e o headroom adicional permitir operar fora da zona de distorção dos conversores, como já referido. Gosto quando são bem implementados, à maneira antiga. Não no formato barato em voga da placa esfomeada, com voltagem muito aquém do necessário para terem desempenho como deve ser. Aliás, todo esse peixe que se vende do "calor" analógico é um mito de vendas, criado para justificar equipamentos menos capazes (e mais baratos, logo mais lucrativos) como tendo características/funcionalidades superiores. Analisando especificações e testemunhos de utilizadores de equipamento de àudio profissional a válvulas dos anos 50 ou 60 (ou actuais que cumpram os mesmos requisitos) conclui-se que era bem mais linear e com consideravelmente mais headroom e melhor resposta de transientes que os desenhos solid-state posteriores. A fita é preferível porque acama/amacia os transientes e reproduz a resposta de frequência duma forma eufónica, facilitando o processo de se chegar ao som que se pretende. A gravação em fita, (quando implementada de forma correcta - gravadores profissionais, alinhados e calibrados, electronica e transporte como deve ser, fita de qualidade, optimização dos níveis de gravação, etc) "perde", subjectivamente, menos informação sonora do que a gravação em formato digital, em comparação com a fonte que se captura. É mais "real", digamos, na sua representação do som armazenado, daí ser preferida ainda por muitos profissionais apesar da conveniência e menor custo da gravação e edição digital. Ainda assim não percebo o porquê de falarmos em fita e prés a válvulas quando o assunto a que originalmente me referi se trata de boas práticas de níveis de gravação em àudio digital. Como profissional da àrea, presumivelmente saberás tudo isto e muito mais de gingeira. Se há confusão ou incoerência parece-me ser da tua parte, com o tipo de questões que levantaste.
  10. Dicas de captação

    Esta é também uma das formas de filtrar frequencias graves antes do amp a que me referi anteriormente.
  11. Interface Audio USB - Qual a melhor opção?

    Tens 144 dB de gama dinâmica a 24 bit. Mesmo os melhores prés só conseguem gerir cerca de 70dB limpos, a partir daí já começas a ter distorção. Mais ainda tendo em conta que na maioria das situações o sinal vai ser comprimido posteriormente algures na cadeia. Chega e sobra. Na prática mais de 30dB é um exagero. Talvez música clássica ou cinema utilizem essa gama, tudo o resto é muito mais contido. O que me interessa principalmente é tentar manter o sinal o mais limpo possível. Posso sempre adicionar distorção se quiser, porém não tenho como retirá-la se já tiver contaminado o sinal. Aparelhos com fontes de alimentação anémicas como os interfaces audio baratos distorcem o frontend analógico bem antes de começarem a acender leds vermelhos nos meters, seja nos prés ou nos conversores. Eu simplesmente evito que isso aconteça.
  12. Interface Audio USB - Qual a melhor opção?

    2 tópicos abaixo do teu tens info acerca deste tema: Não te preocupes muito com a qualidade dos prés, todos estes interfaces baratos oferecem mais ou menos a mesma coisa. Os piores cenários são com microfones dinâmicos porque tens de puxar bastante mais ganho para colocares o sinal em níveis aceitáveis, e aí a falta de headroom e ruído ficam mais presentes. Eu teria atenção principalmente à boa gestão dos níveis de entrada de modo a não distorcer os conversores A/D. Grava sempre a 24bit e aponta para manteres os picos de sinal à volta de -20/-18dBFS, assim garantes que isso não acontece e que captas àudio o mais limpo possível. Além disso lembra-te que mais tarde podes sempre comprar prés melhores e ligá-los a qualquer interface.
  13. Qual a melhor interface audio com midi?

    Não conhecia a Roland Quad capture mas parece-me bem. Gosto do botão "mono" no painel frontal, é fixe para ver como as misturas traduzem. Segundo a info que encontrei consegues um buffer de 96 samples, que é melhor que a Fast Track C400/600 que só faz 128. No teu caso (utilização de instrumentos virtuais) é útil pois consegues menos latência. O único senão (que para ti pode não fazer diferença) é ser alimentada só por usb; ter uma fonte de alimentação DC à parte seria melhor. As Fast Track com que estou familiarizado são as C600/C400, não percebi se é a essas que te referes ou outro modelo (pro, etc) As Cx00 têm prés e conversores mais recentes (melhorados vs modelos antigos), assim como os botões multi e controlo de monição. O amp de phones é bom. Os drivers só conseguem 128 samples, pior que a roland, mas a diferença não deve ser grande. Penso que ambas são adequadas para o que pretendes, ainda assim torno a sugerir a possibilidade de combinares com os funcionarios da loja a possibilidade de testares a placa lá com o teu computador antes de comprar.
  14. Qual a melhor interface audio com midi?

    A menos que não tenhas mesmo hipótese (o teu pc começar a engasgar-se) não recomendo a ninguém fazer o que seja a menos de 24 bit em ambiente de produção. Relativamente à frequencia de amostragem, eu noto diferença entre 48khz e 44.1khz, sendo que prefiro a primeira por me soar melhor (menos aliasing, etc), além de que terás ligeiramente menos latência também. Eu tenho uma M-Audio Fast Track C600 e estou satisfeito com ela para o preço, nada de especial mas funciona bem e não me tem dado problemas. Para a utilização que vais dar, talvez tenha entradas e saídas a mais, fazendo com que seja desnecessariamente mais cara. Se fosse a ti via as Presonus Audiobox 22VSL, Focusrite Scarlett 2i4 ou a M-Audio Fast Track C400. A M-Audio foi comprada pela Akai recentemente e eles têm uns modelos novos prestes a sair. A M-Track talvez também vá de encontro ao que procuras mas ainda não me parece haver muita informação disponível sobre ela. Seja qual fôr a tua decisão, tenta procurar por lojas que não se importem deixem testá-las com o teu setup antes de comprar para veres que te parece o funcionamento no que respeita a latência com varios settings de buffer. Independentemente disso, lembra-te também que as saídas destas placas são jack ou xlr, pelo que poderás também de comprar ou fazer cabos para fazeres a ligação à tua monição actual, excepto se utilizares apenas auscultadores. Boa sorte com isso.
  15. Dicas de captação

    É-me mais comum usar low shelfs para atenuar o efeito de proximidade nos micros cardióides; é raro usar passa altos e baixos em estúdio. Há também SSLs com gates e compressores em todos os canais e isso não significa que tenha de os usar, mas compreendo o teu ponto de vista. Posso ter sido pouco explícito, mas refiro-me a produção quando trabalho ao nível de arranjos e composição.