John10

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Sobre John10

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  • Género
    Prefiro não dizer
  • País
    Venezuela
  • Instrumento
    Guitarra
  1. Até gostei do tone. E o aspecto é ideal para levar a um Você na TV!
  2. Em termos de aspecto a wiki está bem. Foi a única coisa que tive a oportunidade de ver, até ao momento.
  3. Isso é porque os pedais da Behringer são como os speakers. Só funcionam mesmo bem depois de terem sido usados um bom bocado. Neste caso acho que devias, aliás, devíamos todos agradecer ao Sr. que se deu ao trabalho de fazer a "rodagem" ao pedal para que agora todos possamos desfrutar de um produto de excelência.
  4. COMO É QUE ESSA BODEGA NÃO ESTÁ EMOLDURADA E COLOCADA LOGO À ENTRADA DE TUA CASA??!?!?!
  5. Qual arte?
  6. Pode depender da coluna, mas eu tenho um PPC 108 da Orange e aquilo em graves parece que vai implodir. Em som limpo é ok.
  7. Não. Infelizmente não sou escritor, não por falta de tentativa, mas, se fosse, um livro que gostava de escrever seria uma versão distópica do Séc XV em que Portugal, e os seus costumes da época, seriam invadidos por uns bárbaros quaisquer e explorados e escravizados forte e feito. Seria um romance interessante de ler. Não quero com isto dizer que Portugal se deva desdobrar em desculpas, nada disso. Só acho que não há nada para nos orgulharmos. Os descobrimentos portugueses foram um acontecimento menor à vista da história mundial. E é assim que os devemos ver. Aliás, exploramos e espoliamos vários povos, e nem sequer ficamos melhores por isso, o que é verdadeiramente português.
  8. lol. Não, nasci no berço da naçom e ainda cá estou. Porquê?
  9. É uma das parvoíces nacionalisticóides dos tugas. Mar, fado, caravelas, descobrimentos e "saudade" (que, supostamente, não tem tradução em mais nenhuma língua). Em Portugal não há folclore integrado na música moderna. O rock português não é mais do que um copy-paste manhoso do rock inglês e americano. Não nenhuns Rammstein em Portugal, nem nenhuns dEUS, nenhuns DIe Antwoord, nenhum Tommy Cash, Raconteurs, etc.... bandas e artistas que incorporam em estilos universais, como metal, alternativo e rap, nestes casos, as suas raízes e as particularidades do lugar de onde vêm. (E só estou a falar de bandas que gosto particularmente, porque haverão muitos mais) Em Portugal ou és um pseudo artista rock´/pop/alternativo/fadista/etc., ou és um pimbalhão das festas de domingo à tarde. Há excepções, mas muito poucas. Poderiam haver mais se em Portugal não houvesse um compadrio tão grande na comunidade artística portuguesa. Conhecem-se todos uns aos outros e elogiam-se todos uns aos outros e são todos amigos. Não há ninguém que diga que não gosta deste ou daquele, a não ser que sejam artistas pimba e actores de telenovela. Aí podemos malhar à vontade. No resto, ai credo, nem pensar.
  10. Eles não assinaram porque o AO só se preocupou com aspectos luso-brasileiros da linguagem. Claro que não foi assinado nem implementado. E bem. Mas não é uma palhaçada. É, apenas, a atitude pós-colonialista que Portugal tem para com os PALOPs a vir ao de cima, atitude essa corroborada pela maioria dos portugueses.
  11. Concordo com o @Nónio Qualidade, conhecimento musical e sucesso são três coisas diferentes e não andam sempre de mãos dadas. Nenhuma das três garante as outras duas por si só.
  12. Já foste espreitado quando emitiram. Lol Penso que o problema é mais falsificação da identidade e usarem a tua Morada para coisas manhosas.
  13. Era capaz de comprar só para ver como soa com o meu setup. Mas sem dinheiro não há vícios
  14. Mas na NAMM sabes ao que vais. Vais para lá para ver um tipo a vender um pedal que faz glou glou e que te vai pedir 600€ pelo pedal porque faz glou glou de uma forma especial. E isso aceito. Agora na fnac é tipo, deixa cá entrar os papás e seus filhotes que nem sabme o que om espera. A canalha sai de lá convencido que acabou de ver a guitarra do Jimi Hendrix e leva uma squier com amplificador e os pais vão-se gabar de que deram uma guitarra da fnac ao filho. O resto é merchandise. Têm duas guitarras, um amp, cabo exageradamente caro, palhetas exageradamente caras e merchandise. E diz-se a fnac um espaço cultural (inserir soundbite do preço certo aqui) Não lhes custava nada ter uma secção mais organizada e vocacionada e com mais escolha e variedade enquanto acompanhada de um tipo que percebesse minimamente o que é uma corda. Não há-de faltar pessoal com vontade de trabalhar lá mesmo que tivesse que tratar da secção de música ao mesmo tempo. A Fnac faz por ganhar dinheiro, tudo bem, é livre disso. E eu sou livre de não comprar. Agora tenho comprado livros em inglês, mas quando ia à fnac vi muita gente a fazer figuras tristes lá e ouvi a Stairway to heaven a ser asssassinada umas 10 vezes.