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John10

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  1. Case para pedalboard

    Está 5*
  2. Isto para mim não faz sentido. Uma boa música não aparece porque eu paguei ou não para ela ser criada. Aparece apenas. Os Black Sabbath gravaram o primeiro disco deles em dois dias. Um para gravar e outro para misturar. Deixou de ser um bom disco? Só porque os recursos aplicados foram diminutos e relativamente baratos? Do meu conhecimento as editoras não gastam assim tanto dinheiro com bandas novas. Mas são capazes de pagar aos U2 só para eles gravarem um disco e editarem um greatest hits no Natal e dois mil e troca o passo. Porque obviamente apenas investem no lucro certo. Adicionalmente, gostava de saber porque é que tantos músicos se queixam daquilo que as editoras lhes são em comparação com o que as editoras ganham. E ainda, porque é que os discos são tão caros, particularmente em Portugal.
  3. Esse argumento não tem nada a ver. A questão é que os recursos informáticos que existem permitem a qualquer um criar beats básicos e melodias básicas que se tornam sucessos e ficam muito mais baratos do que algo feito em estúdio com não sei quantos músicos e em não sei quantas horas. Adicionalmente, aquilo a que o pessoal se refere quando fala de pcs é o mesmo que o @pgranadas falava há uns dias de Dj's que estão ali nas mesas e não percebem nada. Não é preciso saber muito para compor material básico com impacto a nível de vendas num software de música. É como a produção de pão. Antigamente toda a gente fazia pão artesanalmente e maior parte dele era muito bom. Agora o pessoal compra panrico feito às manadas e que não vale nada. O teu argumento encaixaria numa óptica de processo criativo. Claro que não é o pc que faz as coisas por ti. Da mesma maneira que a guitarra não as faz pelo músico. Ainda tens de compor e criar. Para mim a questão de ter sucesso em nada tem que ver com qualidade. Antigamente as bandas tocavam e o que tinha sucesso as editoras assinavam, muitas vezes arriscando capital que nunca recuperaram. Agora as editoras jogam pelo seguro e escolhem a dedo os Sheerans e as Adeles deste mundo que têm talento, talvez, mas que depois são empacotados e servidos aos mesmos consumidores over and over. Há aí muita banda da treta que vai-se a ver os créditos e os compositores aparecem repetidos de banda para banda. Já não há individualidade nem originalidade. Quando muito há pressão das editoras para seres mais como eles querem. Alguém falou aí da Joss Stone, que é um dos casos claríssimos disso. A indústria discográfica rege-se apenas e só por fazer dinheiro e só investem no que dá dinheiro na certa (ou quase).
  4. Case para pedalboard

    @LuisEmanuel Está com muita pinta por fora!
  5. Queres Comprar Uma 1ª Guitarra?

    Deixa aí a tua opinião do Katana que anda muita gente curiosa!
  6. Quanto às bandas que aparecem serem cada vez menos de rock e metal, eu acho que se prende, como já foi dito antes, numa questão de tendências. Mas também se prende na questão de muito pessoal querer distinguir-se. Eu da minha experiência, lembro-me de participar esporadicamente na banda de uns amigos meus e sempre que eu ia lá levava o meu amp e o big muff e eles só sabiam criticar-me de usar muita distorção, mas em primeiro lugar nem era muita, e segundo lugar, alguém vai dizer ao Tony Iommi que usa muita distorção? Cada um tem o seu estilo. E era isto que eu dizia e às vezes sacavam-se belas malhas que ficavam pelo caminho só porque "Ah, soa a Franz Ferdinand" ou outra banda qualquer. E assim ficavam coisas interessantes pelo caminho porque há a necessidade de "inventar". Uma coisa acerca da única banda que tive que nunca mais me esqueço, foi o baterista de 50 anos virar-se para mim e para o meu amigo que também fazia parte, que tínhamos 20 anos, e dizer "Nós vamos tocar para nos divertirmos e não vamos pensar que vamos inventar o rock. O rock já foi inventado" Mas o que é certo é que há muita gente a tentar inventar a roda e isso dá, sucessivamente em falhanço. Nem tocam o que gostam nem tocam nada de novo. Os Rammstein apareceram quando quase todos os integrantes tinham à volta de 30 anos e não inventaram nada de novo em termos de acordes e rítmica. Simplesmente têm um "je ne sais quoi" que agradou e os tornou algo fresco de se ouvir. Maior parte das bandas mais "originais" vêm do nada e sem procurarem muito soarem a algo único. O Jack White com os White Stripes só queria ter um som simplista e cru e teve imenso sucesso, simplificando em vez de complicando. E entretanto apareceram imensas bandas a tentar o mesmo. Umas com interesse e outras nem tanto. Concluindo, acho que continua a haver pessoal disposto a tocar rock. Acho é que a busca da originalidade suprema mata a maior parte das bandas à nascença. E depois tens géneros em que o pessoal nem se importa de estar a tocar exactamente a mesma coisa que os outros. Basta ver o hip hop que passa no Trace Urban. As letras são de escachar a rir e a carneirada diz toda "wow grande rapper". Quanto ao produtor do Sam Smith, é simples, ser número 1 nunca representou qualquer tipo de qualidade ou originalidade. Nem ganhar um Grammy confere esse status. O Michael Bolton já ganhou vários grammy e ninguém quer saber dele. Os One Direction já tiveram números 1. E depois? Nessa altura deverias ter-lhe apontado a diferença entre ter qualidade e apenas querer fazer dinheiro e que ele apenas está preocupado com a segunda opção. Essa afirmação faz-me até lembrar aquele ano em que os RATM, já na reforma há uns bons anos, ganharam o primeiro lugar para música de Natal com a Killing in the name. Contra o concorrente do X-Factor que tinha a vitória embrulhada e pronta a ser levantada e perdeu. Agora, claro que nem todas as bandas vão ser os RATM (que se formos sinceros, para além de terem um rapper excelente e um guitarrista com algumas técnicas excêntricas, também não inventaram nada), e nem todos as bandas como RATM são #1. Da mesma forma que maior parte das coisas que passa pelos tops é trampa.
  7. Aprendiz de guitarra

    Depende de ti. Se achares que vais ficar desmotivado com os PDF se calhar não é a melhor opção. Eu quando comecei a tocar guitarra tocava num pau com cordas que tinha duas cordas de Mi e nenhuma de Ré. Comprei um DVD dos Bon Jovi acústico (que era a banda que gostava na altura) e via o que eles faziam e tentava fazer igual. E era uma borrada total. Depois comprei um set de cordas e um afinador e já soava um bocadinho melhor, mas mesmo assim, nada de especial. Hoje em dia toco as músicas que tocava na altura e ainda me soam melhor do que da última vez. Entretanto tive professor e desmotivei-me outra vez. Deixei as aulas e voltei a ter prazer em tocar guitarra. Isto para dizer, que idealmente toda a gente teria uma formação teórica em exercícios básicos que vão melhorar a tua destreza de mãos. Mas nem toda a gente tem motivação e auto disciplina para isso. Eu sei que não tenho. E como o meu objectivo é apenas divertir-me, apenas meto música a tocar e tento sacar as músicas de ouvido, e na maior parte dos casos até consigo. Não sou o guitarrista mais tecnicamente evoluído mas consigo tocar de forma a dar-me prazer e satisfação. Pessoalmente, a minha evolução vem mais com os diferentes estilos de guitarristas que já tentei "imitar" e aprender as suas músicas. Assim sendo, quando ouvia Bon Jovi aprendi umas coisas com o Richie Sambora, quando ouvi Led Zeppelin aprendi coisas com o Page e quando ouvi Black Sabbath aprendi coisas com o Tony Iommi. E por aí fora com muitas outras bandas cujas músicas já tentei aprender. Recentemente ouvi RATM e aprendi coisas com o Tom Morello. E assim fui indo. Assim sendo, tu é que tens de ver. Olhar para material teórico nunca faz mal. Eu por vezes já procurei exercícios e vi vídeos de pessoal a explicar coisas interessantes, pelo que nunca deves descartar essas ferramentas definitivamente. Mas primariamente, faz aquilo que te der mais gozo e mais prazer.
  8. Que coisa mai liiiinda

    Não é o melhor perfil para saber se é a coisa mai liiinda.
  9. Acho que é o caso de cada um tocar o que quer. E são géneros abrangentes. Eu pessoalmente, tenho aí a minha dificuldade em encontrar pessoal para ter banda. Queria ter algo que fosse mais livre em termos estilísticos e o pessoal, na maior parte, não entende. Ou tem de ser rock, ou tem de ser metal, ou tem de ser progressivo... Não pode ser fluido?
  10. Escolha de guitarra eletrica!

    De nada. Depois mostra aí o material para a gente ver
  11. Escolha de guitarra eletrica!

    Há bons guitarristas que usam o MS-2 para ensaiar em casa. Se o teu objectivo é apenas tocar em casa a volumes baixos, o MS-2 faz o serviço de transformar o sinal da tua guitarra em som minimamente ok. Claro que não é comparável com a resposta de um amp com um speaker de 10 ou 12 polegadas, ou até de alguns interfaces para pc. (não querendo eu insinuar que um amp é melhor só porque tem speakers de 10 ou 12 polegadas. Estou apenas a exemplificar) De qualquer das formas, é sempre algo que, no futuro, se a guitarra for algo que queiras seguir, podes fazer um upgrade para outro material.
  12. Dado que o radar foi descontinuado, é melhor retirar o post it que aparece no fórum antes de se iniciar sessão.
  13. Se fores daquele pessoa que anda com os chinelos de quarto na rua e tudo, não duram muito não. Nem sei como é que o pessoal consegue, mas pronto. Os meus é só mesmo em casa.