John10

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    Guitarra

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  1. Tendências e futuro da música

    Verdade. Em Portugal não sei mas nos US tens os Public Enemy, NWA e os meus favoritos, os The Coup. O autor das letras dos Coup, Boots Riley, realizou um filme que é bem interessante chamado Sorry To Bother You. Acho que já dá para comprar online. Não creio que vá ser exibido em Portugal.
  2. Esta discussão é interessante. Para mim o problema é que apenas pessoas mais interessadas em música, como as que se vêem em fóruns, é que estão interessadas nela, e "nós" contamos pouco para "the great scheme of things". Se considerarmos um pré internet e um pós internet, poderemos dizer que ambos têm as suas vantagens e desvantagens. Francamente, para mim, não há nada melhor do que ligar o pc e ter toda a oferta à minha disposição e mais do que oferta, conteúdo extra, do género "behind the scenes" e assim. Contudo, considero que certas bandas que em tempos apareceram, hoje em dia não teriam grande hipótese porque o mundo mudou. Agora é fácil para as editores seleccionarem apenas por lucro potencial, enquanto antigamente se calhar tinham de arriscar em artistas e ver o que é que dava. Faz-me lembrar uma palestra que assisti do editor chefe da Gradiva, em que lhe era questionado se ele achava que os livros do José Rodrigues dos Santos eram boa literatura, e ele disse algo do género "Não, mas os livros dele trazem-me dinheiro que depois me permite realmente publicar obras que acho que devem ser publicadas e têm qualidade, portanto jogamos com isso". E antigamente as editoras funcionavam um bocado assim. Tenho a certeza que muitas editoras editaram discos que achavam que eram obras primas e que depois pouco venderam e se calhar até deram prejuízo, não sei. Hoje em dia podem esperar e escolher ou até fazer um custom built. Tipo Nicky Minaj. Quanto a mim, limito-me a ver o que há na net, mas se gostar de algo compro. Se for bom o suficiente para chegar à pen que tenho no carro normalmente compro, mais tarde ou mais cedo. Não apenas porque ache que o dinheiro vá chegar ao artista, até porque muitas vezes compro usado, mas porque gosto de ter o suporte físico e ver o artwork e os livros que acompanham.
  3. Os barretes e relíquias do OLX

    É pena é que só dá bom som em casa. Fora de casa não se sente à vontade lol
  4. Suporte de palhetas

    Ficou giro. Gosto da cor e da textura. Não queres detalhar um bocado o trabalho por trás disso? Isso já sai assim ou tens de fazer algum trabalho pós impressão?
  5. Os barretes e relíquias do OLX

    O preço é que é irónico.
  6. A ultima grande banda de rock

    Não concordo. Os Led Zeppelin olhavam para os Stones como rivais e não faziam favores nenhuns, por exemplo. Simplesmente o modelo era diferente. Hoje em dia a internet trouxe uma saturação do "mercado". Qualquer um pode meter música na net. E depois as editoras já só assinam aquilo que têm a certeza que vai dar lucro. Já não há cá correr riscos com base no talento que era descoberto como aconteceu com os Led Zeppelin, onde a editora investiu bem neles. No oposto os Black Sabbath mendigaram um contrato e tiveram que gravar o disco num dia, o único que a editora pagava para eles gravarem. Hoje em dia as editoras olham para os trends e escolhem a dedo. Não há surpresas nem escolhas porque acreditam que certa banda tem talento.
  7. O @tmo disse tudo melhor do que eu poderia ter dito. Eu tenho uma Stratocaster com no load tone. Não posso dizer que seja grande diferença. Talvez se note nas medições. Não sei.
  8. Os barretes e relíquias do OLX

    Carrilhões Willkingson? Onde é que eu posso encomendar?
  9. A ultima grande banda de rock

    Para responder à pergunta teríamos de ter uma definição daquilo que é Rock. E o problema é que há tantos tipos de rock que será sempre difícil. Por isso dizer que Muse é rock, é okay, mas é o mesmo rock que pensamos quando falamos em Led Zeppelin? Assim sendo, é a velha questão, quem foi o maior da aldeia? Era o mais alto ou o mais forte? Pessoalmente não vejo grande valor na discussão. Contudo, tenho a dizer que se o diapasão for apenas encher estádios, então as únicas bandas de rock que ainda vejo por aí a encher estádios consistentemente são os Bon Jovi (que por todos os defeitos que se possam apontar de azeitice, ao vivo continua a ser bom rock), os Rolling Stones, os U2, os Aerosmith (pelo menos até recentemente) e pouco mais.
  10. Os barretes e relíquias do OLX

    Meado rosnar!
  11. Tendências e futuro da música

    Sim estamos a ser manipulados. Deixo aqui um vídeo, comédia é certo, mas que toca no ponto de uma forma com a qual concordo. É tudo para vender. "A good clean country! Heil! Heil! Heil!"
  12. Line6 HX Effects

    Em termos de drives e fuzz só gostei mesmo do Screamer. O resto não me convenceu muito.
  13. Mãos demasiado pequenas?

    Também há pessoal que é tudo analógico e gasta montes de dinheiro a comprar delays diferentes e amps diferentes. Isso não é grande comparação. Para mim, nem tenho grandes questões que digital esteja a aproximar-se do analógico. Para mim o analógico atrai-me porque é mais plug and play. Não há cá grandes tretas. Digital dá mais trabalho para termos as coisas como queremos e isso para mim desmotiva-me. Depois há dois tipos de consumidores. O consumidor que quer o espectáculo e o que quer o conteúdo. Vejo muito pessoal que considero de qualidade (até aqui no fórum) a usar imensas ferramentas diferentes do analógico ao digital e os resultados são bons, pelo que o conteúdo destas novas ferramentas digitais não pode ser assim tão mau. Claro que também há pessoa que se calhar vai à loja e pede a multi fx mais cara e uns monitores condizentes e acha-se o maior, mas isso é o pessoal que quer espectáculo. Isso vai sempre existir. Quanto às combinações, bem, normalmente o pessoal passa uma vez pelos sons todos e depois assenta numa base. Eu tenho uma pedalboard e é o que faço. Quando compro os pedais experimento tudo mas depois quero chegar a um ponto onde diga "É assim que gosto" e sei que tenho outras possibilidades, mas mantenho sempre mais ou menos o setting, um tweak aqui e ali mas tudo menor. Pessoal com Multi Fx deve fazer a mesma coisa, com a única vantagem de poder guarda presets e variar facilmente entre eles, pelo que, compreendo o apelo. Eu se tivesse uma banda era bem capaz de comprar uma pedaleira multi fx só para ensaios e não ter de andar a acarretar o material. E usaria só o meu rig #1 em coisas sérias, tipo concertos e gravações.
  14. Mãos demasiado pequenas?

    Isso é que era bom! O problema dos carros é que antigamente só tinham motor, caixa e direcção. Hoje têm uma panóplia de componentes electrónicos, relativamente frágeis e que são bastante falíveis. Não interessa se o carro é de 30 ou de 100. Por isso comprem carros dos anos 90 para trás. Nada melhor. Pessoalmente discordo. Nas pedaleiras multi Fx antigas, sim, tudo soava um bocado ao mesmo, mas se hoje em dia as multi fx afirmam estar super próximo se não mesmo equivalentes ao analógico de qualidade (bons amps a válvulas etc) então isso não pode ser verdade. Eu ainda uso pedalboard e amp a válvulas e noto bem a diferença entre uma Squier CV e a minha Fender Am standard. E isto não é para dizer mal da Squier. É apenas para realçar que a diferença continua lá. Na minha lag que custo 250€ mudei o humbucker de stock para um EMG81 e notei a diferença, portanto, continuo a achar que set ups e qualidade em geral das guitarras continua a ser evidente. O que não quer dizer que preço seja qualidade atenção!