John10

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  1. A ultima grande banda de rock

    Não concordo. Os Led Zeppelin olhavam para os Stones como rivais e não faziam favores nenhuns, por exemplo. Simplesmente o modelo era diferente. Hoje em dia a internet trouxe uma saturação do "mercado". Qualquer um pode meter música na net. E depois as editoras já só assinam aquilo que têm a certeza que vai dar lucro. Já não há cá correr riscos com base no talento que era descoberto como aconteceu com os Led Zeppelin, onde a editora investiu bem neles. No oposto os Black Sabbath mendigaram um contrato e tiveram que gravar o disco num dia, o único que a editora pagava para eles gravarem. Hoje em dia as editoras olham para os trends e escolhem a dedo. Não há surpresas nem escolhas porque acreditam que certa banda tem talento.
  2. O @tmo disse tudo melhor do que eu poderia ter dito. Eu tenho uma Stratocaster com no load tone. Não posso dizer que seja grande diferença. Talvez se note nas medições. Não sei.
  3. Os barretes e relíquias do OLX

    Carrilhões Willkingson? Onde é que eu posso encomendar?
  4. A ultima grande banda de rock

    Para responder à pergunta teríamos de ter uma definição daquilo que é Rock. E o problema é que há tantos tipos de rock que será sempre difícil. Por isso dizer que Muse é rock, é okay, mas é o mesmo rock que pensamos quando falamos em Led Zeppelin? Assim sendo, é a velha questão, quem foi o maior da aldeia? Era o mais alto ou o mais forte? Pessoalmente não vejo grande valor na discussão. Contudo, tenho a dizer que se o diapasão for apenas encher estádios, então as únicas bandas de rock que ainda vejo por aí a encher estádios consistentemente são os Bon Jovi (que por todos os defeitos que se possam apontar de azeitice, ao vivo continua a ser bom rock), os Rolling Stones, os U2, os Aerosmith (pelo menos até recentemente) e pouco mais.
  5. Os barretes e relíquias do OLX

    Meado rosnar!
  6. Tendências e futuro da música

    Sim estamos a ser manipulados. Deixo aqui um vídeo, comédia é certo, mas que toca no ponto de uma forma com a qual concordo. É tudo para vender. "A good clean country! Heil! Heil! Heil!"
  7. Line6 HX Effects

    Em termos de drives e fuzz só gostei mesmo do Screamer. O resto não me convenceu muito.
  8. Mãos demasiado pequenas?

    Também há pessoal que é tudo analógico e gasta montes de dinheiro a comprar delays diferentes e amps diferentes. Isso não é grande comparação. Para mim, nem tenho grandes questões que digital esteja a aproximar-se do analógico. Para mim o analógico atrai-me porque é mais plug and play. Não há cá grandes tretas. Digital dá mais trabalho para termos as coisas como queremos e isso para mim desmotiva-me. Depois há dois tipos de consumidores. O consumidor que quer o espectáculo e o que quer o conteúdo. Vejo muito pessoal que considero de qualidade (até aqui no fórum) a usar imensas ferramentas diferentes do analógico ao digital e os resultados são bons, pelo que o conteúdo destas novas ferramentas digitais não pode ser assim tão mau. Claro que também há pessoa que se calhar vai à loja e pede a multi fx mais cara e uns monitores condizentes e acha-se o maior, mas isso é o pessoal que quer espectáculo. Isso vai sempre existir. Quanto às combinações, bem, normalmente o pessoal passa uma vez pelos sons todos e depois assenta numa base. Eu tenho uma pedalboard e é o que faço. Quando compro os pedais experimento tudo mas depois quero chegar a um ponto onde diga "É assim que gosto" e sei que tenho outras possibilidades, mas mantenho sempre mais ou menos o setting, um tweak aqui e ali mas tudo menor. Pessoal com Multi Fx deve fazer a mesma coisa, com a única vantagem de poder guarda presets e variar facilmente entre eles, pelo que, compreendo o apelo. Eu se tivesse uma banda era bem capaz de comprar uma pedaleira multi fx só para ensaios e não ter de andar a acarretar o material. E usaria só o meu rig #1 em coisas sérias, tipo concertos e gravações.
  9. Mãos demasiado pequenas?

    Isso é que era bom! O problema dos carros é que antigamente só tinham motor, caixa e direcção. Hoje têm uma panóplia de componentes electrónicos, relativamente frágeis e que são bastante falíveis. Não interessa se o carro é de 30 ou de 100. Por isso comprem carros dos anos 90 para trás. Nada melhor. Pessoalmente discordo. Nas pedaleiras multi Fx antigas, sim, tudo soava um bocado ao mesmo, mas se hoje em dia as multi fx afirmam estar super próximo se não mesmo equivalentes ao analógico de qualidade (bons amps a válvulas etc) então isso não pode ser verdade. Eu ainda uso pedalboard e amp a válvulas e noto bem a diferença entre uma Squier CV e a minha Fender Am standard. E isto não é para dizer mal da Squier. É apenas para realçar que a diferença continua lá. Na minha lag que custo 250€ mudei o humbucker de stock para um EMG81 e notei a diferença, portanto, continuo a achar que set ups e qualidade em geral das guitarras continua a ser evidente. O que não quer dizer que preço seja qualidade atenção!
  10. Tendências e futuro da música

    @pgranadasEssa questão não é linear. Já se sabe que na adolescência há exacerbação e idolatria (em muitos casos). É quando o pessoal decora letras e cola os posters na parede. E também, se em Portugal, entre dez milhões existem 5, 10 ou 15 mil que queiram ir ver o concerto isso não é fora do normal. Mas há uma diferença sempre entre concertos para adolescentes e concertos para adultos, por assim dizer. Quando perguntas se há gente que vai por causa de uma música, claro que há. Esse concerto dos dEUS a que eu fui é a prova disso. Mas mais, quanto pessoal não foi ver os Rammstein porque gostaram da Du Hast? Ou da Ich Will? E isso vai de encontro ao que eu disse antes. Muita gente dirá "eu gosto de Rammstein" mas se calhar gostam de algumas músicas. E se calhar até ouviram os discos uma vez, e pouco se lembram, para além de terem gostado de música A ou B. Há aí muito pessoal que diz que gosta de Rage Against the Machine e só conhece a Killing in the name. E de qualquer das formas ir a um concerto é, em muitos casos, um evento social também.
  11. Os barretes e relíquias do OLX

    É um alerta para não tocar ao pé do rio. Mata os peixes todos.
  12. Tendências e futuro da música

    Sim sento-me. Mas o que eu faço ou deixo de fazer não tem importância. E mais, tanto quanto sei há 20/30 anos também ninguém se sentava só para ouvir música. O pessoal juntava-se e ouvia-se enquanto se conversava, ou enquanto se lia um livro ou uma revista, ou enquanto jogavas (fosse às cartas ou damas ou mais recentemente jogos no pc). Ou como o @pipes enquanto se lia o artwork. Tenho um amigo meu que dirigia a Valentim de Carvalho em Guimarães era grande conhecedor de música, tinha infinitos discos, e ele também não se sentava para se concentrar na música. Ia ouvindo e ia absorvendo o que ouvia. Mas bem, isto para mim nem é importante, porque eu não acho que os momentos em que se ouve música seja assim tão diferentes. Para mim, simplesmente, perdeu-se a ideia de ouvir o álbum. Agora o pessoal ouve músicas de formas mais dispersas que impedem a construção de uma espécie de base de dados (por assim dizer) coerente. Por exemplo. Lembro-me de ir ver os dEUS ao Sá da Bandeira após eles terem lançado o disco Keep You Close, que tinha uma música que fez algum furor chamada Ghosts (pela música e pelo vídeo) e quando fui ao concerto, onde normalmente raramente se via pessoal mais novo do que 30, nesse ano chego lá e há montes de miúdas de vinte e poucos anos (o que não me importa de todo lol. Aparte curioso uma delas viria a ser colega de curso da minha namorada mais tarde). E a banda tocou basicamente as músicas do último disco todas de fiada e depois tocou as "antigas" que os fans mais habituais queriam ouvir. Essa juventude toda curtiu imenso duas músicas e no resto do concerto via-se claramente que não conheciam nada. Isto para dizer que entre eles e eu a diferença é que eu ouvi os discos e conheço a tal "base de dados" onde se reúne a música deles. Eles conheciam um ou dois ficheiros. E isto não é bom nem mau. É diferente apenas. Hoje ouvem-se as músicas sem a noção de pertencerem a um trabalho mais global. Como digo, não é bom nem mau. É diferente.
  13. Tendências e futuro da música

    Bem, o que eu disse não implica que seja mau ou bom. É o que é. Claro que há mais coisas para ouvir e ver, e se calhar por isso mudou a forma como as pessoas ouvem música. Contudo contesto a ideia de que não é possível ouvir 1 ou 2 discos de enfiada. Eu limpo a casa, ponho discos a dar na aparelhagem. Limpar a casa não me requer tanta atenção que não possa ouvir e apreciar a música. Faço viagens de carro, ouço discos, conduzir não me requer tanta atenção que não possa ouvir e absorver a música. Já cheguei a ouvir as sinfonias 3, 5, 6, 7, 8 e 9 de Beethoven de seguida enquanto trabalho. O trabalho que faço não me requer atenção que me impeça de ouvir e desfrutar da música (normalmente música clássica até me faz trabalhar melhor e mais depressa). Da mesma forma que há pessoal que ouve a Comercial todo o dia enquanto trabalha. É uma questão de escolha. Mas mais uma vez, não há nada de mal em as pessoas fazerem diferente hoje em dia. É apenas o que é.
  14. Cabo para ligar pedais

    @Coelho135 Uso o Klotz AC 110 e Sommer Cable XXL na minha pedaleira. O Klotz até tem uma capacitância melhor do que o Sommer Cable e arranjas mais facilmente aqui em Portugal. Mas atenção, na musifex o AC 106 está a 1.5€ por metro. O AC110 (que é muito melhor) está a 2.20€ por metro. Portanto pesquisa bem antes de comprar porque 2.50€ por metro do AC 106 é um roubo.
  15. Tendências e futuro da música

    Dando os meus dois tostões, uma das tendências que vejo é que o pessoal agora, mesmo pessoas da minha idade (na casa dos 30) já não ouve música como se costumava ouvir. Antigamente o pessoal comprava um disco e ouvia o disco inteiro, e depois ouvia os outros discos da banda, agora? No outro dia passei a discografia dos dEUS a uma amiga e passado um mês perguntei-lhe quais eram as músicas favoritas e se tinha algum disco favorito, ela diz "Ah, eu oiço em shuffle e há algumas que gosto mas nem sei quais são nem de que disco são". Portanto, já não há aquela forma de ouvir música em que se começava a puxar o fio do novelo e ias vendo o que saía. Eu gosto de dEUS já há treze anos e depois de os ouvir e saber que era uma banda belga fui ver outras bandas belgas. Conheci Evil Superstars, Zita Swoon, Black Box Revelation, Ghinzu, Radical Slave, Raketkanon, Steak Number Eight, etc., etc. Não gostei de tudo mas fui descobrindo coisas que de outra forma é quase impossível. Contudo, se eu só oiço música à sorte nem sequer tenho a oportunidade de associar a uma banda ou cena musical. È só uma música perdida no tempo. Pessoas que ouvem assim a música são capazes de dizer que adoram Beethoven, mas na verdade ouvem os movimentos das sinfonias à sorte. Acho que Beethoven espetaria uma chapada a quem ouvisse a música dele assim. Depois gostar de ouvir música não significa o mesmo para toda a gente. Para mim ouvir a música que gosto é um exercício de absorção. Ouvir, entender, perceber os pormenores, entender a mensagem (Lírica ou não)... Hoje em dia o pessoal tem umas centenas de músicas aleatórias e ouve-as à sorte e dizem que gostam de música. Não entendem nenhuma em particular nem absorvem qualquer tipo de detalhe. É tipo fast food. Para mim essas pessoas não gostam de ouvir música. Gostam de ouvir ruído, que nem lhes interessa se é bom ou mau, só lhes interessa povoar a audição com ruído e depois "Ah eu adoro Led Zeppelin, a Stairway to Heaven é a melhor música de sempre" (Substituir banda por Queen, Black Sabbath, Metallica e música por Bohemian Rhapsody, Paranoid e Nothing Else Matters). Mas atenção, apontem a alguém que o conhecimento deles sobre determinada banda é superficial e eles dirão "Ah eu gosto mas não sou fanático" lol Isto para dizer que o consuma da música mudou muito e o "attention span" das pessoas é cada vez menor. Ninguém se senta uma hora para ouvir um disco. Quanto mais para ir ler sobre o disco e ir conhecer mais coisas? Quanto ao assunto da guitarra, para mim toda a discussão acerca da guitarra estar morta é fútil. Uma guitarra é um instrumento, nada mais. É um pau com cordas. É como dizer que as espadas estão mortas, bem, são menos utilizadas, mas levem com uma espada bem feita e afiada na cabeça e quem fica morto é quem leva com ela. A utilização e fama de certos objectos varia com o tempo, e a guitarra não é excepção. É certo que como alguém disse, o pessoal leva a viola para escola. É portátil e faz-se figura com a viola, e isso inflaciona a suposta popularidade da guitarra, mas na verdade o número de pessoas que realmente toca e pratica guitarra com afinco é, se calhar, um décimo do total de guitarras vendidas todos os anos (E acho que até é um número optimista). Da mesma forma milhões de pessoas têm o Adobe Photoshop instalado no pc, mas quantos deles é que o sabem usar realmente bem e fazem coisas de valor no mesmo? Todos acedemos ao google mas quantos de nós o usam para realmente se informarem? Portanto a guitarra existe e continuará a existir. Haver menos vendas de guitarras não signifique que se uso menos. Apenas significar que se venderam menos guitarras e as causas para essa quebra nem sempre têm a ver com haver menos compradores. Qualidade, preço (e poder de compra) e relevância são os factores que interessam analisar para os números de vendas. E se calhar os fabricantes deviam perder mais tempo nisso.