hypermnesium

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Sobre hypermnesium

  • Aniversário 03-03-1983

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  1. Tendências e futuro da música

    Não precisava de comparar o funk aos filmes de super herois e muito menos a mamas... Concordo em muita coisas do que comenta mas falar de falta de originalidade e no fim terminar com uma cópia do Jô Soares...
  2. Uma espécie de Hammond

    Eu referia-me á tampa em si suponho que tenha algum nome, mas não sei qual é. Assim de repente, há alguma coisa decente para um raspberry pi? esconder o raspberry aí, um vst ou qq coisa que lhe valha, ligado a um amp... é capaz de ser um projecto engraçado.
  3. Uma espécie de Hammond

    Gostei muito do resultado final, como sempre, um excelente trabalho!! O que eu não dava para ter jeito, espaço e tempo para fazer umas brincadeiras como esta! Pela forma que lhe deste não creio que funcione, mas ficaria engraçado com uma tampa (não sei como chamar a isto) deste género: Não sei também se seria especialmente funcional...
  4. Guitarra em cortiça expandida

    É uma boa iniciativa? Sem dúvida. Não é mentalidade do bota abaixo, é crítica. Por alguém ter iniciativa, não significa só por si que tenho que elogiar, gostar, estar de acordo... É esta crítica, ou espírito crítico que ultimamente faz muita falta na nossa sociedade. Há muito que vivemos numa época de marketing, á mulher de César não basta ser, tem de parecer. Baseando-me só nas notícias e nas fotos que podemos ver, sem querer entrar na tese em si, não entra isto numa lógica de publicidade enganosa? Ou seja, em primeiro lugar, não é uma guitarra de cortiça, em segundo lugar, não vejo como se reduz em 75% o uso de madeira tal como diz o @ncarmona, em terceiro lugar, tendo em conta onde se usa a cortiça acho complicado usar essa guitarra como protótipo para avaliar as capacidades sonoras do material.
  5. Guitarra em cortiça expandida

    @xtech Acho que ninguém aqui critica a tese de mestrado, apenas a real valia do producto e até que ponto podemos considerar isto como um passo em frente ou não. A questão aqui é, apresenta-se um producto como sendo uma "guitarra de cortiça" e claramente não o é. Se amanhã alguém fizer uma guitarra tipo Les Paul com um tampo em cortiça, podemos chamar-lhe uma guitarra de cortiça?
  6. Guitarra em cortiça expandida

    Não me vou alongar muito porque tenho praticamente a mesma opinião do @tmo. No fundo estamos a falar de uma guitarra com apliques de cortiça. Como sempre nestes casos, se apresentamos o selo "inovação portuguesa" a imprensa come e propaga a lenda.
  7. Octaver

    Boas, Suponho que estejas a falar do m288 não? Por acaso nunca o experimentei mas tenho ideia que o tracking nem é mau de todo. Vou dar a minha opinião sobre os octavers, que obviamente é subjectiva e pessoal. Para mim os pequenos defeitos de tracking e até de reprodução, glitches no som e tal, fazem parte da essência de cada pedal. Por exemplo, um Boss OC2 vs um Boss OC3. O OC3 é polifónico e supostamente tem um tracking melhor mas o OC2 continua a ser uma referência dentro deste tipos de pedal, pelo som específico que reproduz e graças a esses mesmo glitches e problemas de tracking. Quando comparas este pedal ao digitech por exemplo, notas que o digitech é bastante mais "hifi" que o boss. E não digo que isso seja melhor ou pior, simplesmente é diferente e escolher entre um e outro vai depender muito do som que estejas á procura. Eu já percorri alguns octavers e acabei por ficar apenas com o EBS que gosto bastante, é simples e eficaz. Os defeitos de muitos pedais podem muito bem ser "características" mas isto nem sempre se aplica, há pedais que são simplesmente maus. Outro pedal que uso muito, o Line6 Echopark, simula vários tipos de delays e honestamente não o faz com especial qualidade mas tem um par de sons, nomeadamente a simulação de tape que gosto muito, não soa a fita, soa a tape do Echopark Um bom exemplo de como utilizar um pedal e aproveitar os seus glitches. Graças aos vários glitches e problemas de tracking do Harmonist, conseguiu-se este som na guitarra. Resumindo, há maus pedais e há pedais em que os defeitos até são vantagens e tu tens que ver se esses defeitos se adaptam ao som que tu procuras.
  8. LP Studio ou PRS S2 Singlecut

    Lendo o teu post, acho que já fizeste a escolha mas estás á procura de uma justificação lógica para soltar esses 300€ extra da PRS Tu gostaste mais do feeling e da forma de tocar da PRS e se á partida, tudo o que não é passível de ser substituído/melhorado num futuro consideras melhor na PRS que na Gibson, o investimento na PRS está justificado. Além disso, o factor gozo no fundo é o que mais importa, escolhe a guitarra que mais gozo te dê a tocar. Já agora, o @pipes tem muita razão, as LP Studio dos 90's eram realmente tanques, nada a ver com as mais "modernas". Lembro-me de tocar num par de Studio nessa época e de adorar as guitarras.
  9. Fender bassman 800 e bassman 410 neo

    Mas o caso dele pode ser diferente. Entre outras coisas, tens uma limitação de volume com o PF-50T em relação ao Fender que ele escolhey, e mesmo o V-4B que tem bastante mais potência, ainda assim, tem um som bastante característico que pode não ser a onda dele. Eu por exemplo, considero que os Ampeg são amps com caracter mas não seriam nunca a minha primeira opção, mas lá está, gostos e necessidades.
  10. Fender bassman 800 e bassman 410 neo

    Tu vais comprar esse amp usado pelo que eu entendi certo? O que tu podes fazer é ir a lojas, levas o teu amp e testas as cabs. Neste tipo de compras, as pressas são inimigas e a margem para erro em compras ás cegas é grande.
  11. Fender bassman 800 e bassman 410 neo

    Honestamente não as conheço. Mas lá está, experimenta, é um investimento grande para teres como referencia apenas o que comentam online. Até porque temos gostos diferentes
  12. Fender bassman 800 e bassman 410 neo

    Lê lo link que te mandei, acho que ajuda.
  13. Fender bassman 800 e bassman 410 neo

    Corrijam-me se estou errado, mas esse amp tem duas saídas em paralelo com o total de 4Ohm, ou seja, duas saídas de 8Ohm. Atenção, não sei mesmo se estou correcto aqui. Acho que estava errado Não sei se isto te ajuda: https://legendarytones.com/all-about-ohms/ Edit: É provavel que esteja errado, estive a rever como funciona por exemplo o meu Bass Terror e caso estejas a usar apenas uma cab e o total que eu escolher seja 4Ohm, essa saída é de 4Ohm, mas caso ligue duas cabs, o output total continua a ser 4ohm e cada saída 8Ohm (para que funcione a 4ohm). Edit #2: Eu olhando para as opções que tens, escolheria uma cab com 8Ohm, assim se algum dia quiseres vais poder usar uma segunda cab de 8ohm em paralelo. Além disso, estamos a falar de um amp de 800w ligado a uma cab de 500w (estou correcto?), por isso o facto de perderes potência até nem é uma coisa necessariamente má.
  14. É ou não um cover ou clone

    Pelo próprio conceito da música, é normal que assim seja, ainda que eu não diria iguais, diria parecidos.
  15. Pedais de efeitos

    O @A.G.E.N.T.E. tem razão, as pedaleiras requerem mais aprendizagem e que lhe dediques mais tempo, não são plug and play como os pedais. Ainda acrescentou outro "defeito" das pedaleiras, o excesso de opções. Uma pedaleira é um pau de dois bicos neste aspecto, se por um lado tens muito mais opções de efeitos e simulações disponíveis em qualquer momento, até as saberes usar isso pode ser um handicap, há muita tendência em tentar usar o máximo de coisas possíveis ao mesmo tempo, efeitos que provavelmente não estão a acrescentar nada ao teu som, antes pelo contrário. Com o tempo e conhecimento isso vai mudando, começas a escolher exactamente o que precisas para cada situação. Tendo em conta o que tu conheces de som, efeitos, instrumento, perder este tempo com a pedaleira até é um bom exercício e num futuro já saberás escolher que pedais realmente te fazem falta e dentro das muitas opções que tens no mercado, quais pedais são mais adequados para o som que tu queres. As duas opções que puseste, as duas zoom, eu iria no teu caso para a B3n mas por acaso, já tive curiosidade em experimentar o MS-60B. Parece-me um pedalzito porreiro para ter na pedalboard, para desenrascar quando precisar de efeitos de modelação que não os tenha noutros pedais e nunca é demais ter outro delay á mão (delays nunca sobram).