hypermnesium

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Sobre hypermnesium

  • Aniversário 03-03-1983

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Espanha
  • Cidade
    Barcelona
  • Instrumento
    Baixo

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  1. Uma coisa velhinha, ou não.

    Bem, não é um instrumento que use com frequência por motivos bastante óbvios É um "violão" de 1901 que está na família desde o dia 1. Há uns anos atrás mandei-o restaurar porque o tampo traseiro estava levantado, empenado e com uns golpes. A ideia do restauro foi apenas tocar-lhe o menos possível e deixa-la em condições para voltar a tocar e para que aguentasse mais uns anitos. É complicado afina-la mas uma vez está afinada soa que é uma coisa impressionante, não estavamos nada á espera. Não a tenho em Barcelona porque a humidade desta cidade é capaz de ser demasiado para esta guitarra e porque honestamente tenho pouco espaço e medo que me roubem. Mas um dia vou ter que a trazer e quero voltar a tocar nela. Foi este violão que me fez querer aprender a tocar guitarra. PS: Se souberem de alguém que me faça uma case segura, á medida e que a possa produzir rápidamente na zona do Porto, avisem-me
  2. A ultima grande banda de rock

    O tópico fugiu para o tema "is rock dead" porque parte desse mesmo princípio. E não comentei antes mas para mim, Foo Fighters e Muse são as últimas bandas a entrar no grupo dos grandes em termos de sucesso.
  3. A ultima grande banda de rock

    Ninguém mencionou os Nickelback?? Vou tentar resumir o que eu penso sobre este assunto. Em primeiro lugar, quando falamos em bandas que enchem estádios, temos que pensar no que é o mercado actual e o que era o mercado até aos anos 90. Uma grande banda/músico até meados dos 80/90 se calhar passava por países periféricos como Portugal e até Espanha e Itália, se calhar uma vez a cada década! Um exemplo, Tom Petty nunca tocou em Espanha!! Hoje em dia isso mudou, as Tours são mais largas, passam por mais países e são mais frequentes, o "valor" de um concerto é relativamente menor hoje em dia. Em segundo lugar, o mainstream é mto instável, tanto num ano é música electrónica, como no outro é rock, como no seguinte é reggaton. Portanto, é natural que o Rock dos anos 70 tenha atingido o pico do mainstream (não depreciativo o termo) e entretanto foi substituído por outro estilo, que podemos ou não gostar, mas é o curso natural da indústria. Quanto a bandas que conseguem encher estádios. Acham que isso mudou muito? Os Beatles enchiam estádios, os The Who também, os Stones igual e continuam a encher. As bandas acabam e deixam o lugar a outras, já não há Queen, nem Beatles, mas agora Foo Fighters enchem estádios, Muse também e pelo meio, muitas bandas chegaram a um estatuto alto, que ainda mantém (AC/DC, Pearl Jam, Red Hot, etc, etc). Em termos de número, acho que bandas Rock capazes de encher estádios continuam a ser mais ou menos em igual número que há 10 e 20 anos, umas bandas abandonam o circuito e outras entram no seu lugar. Segundo a Forbes, por exemplo, no primeiro semestre de 2017, este era o top 10 de ganhos de musicos/bandas nas suas tours: 1. Guns N’ Roses - $151.5 million 2. U2 - $118.1 million 3. Justin Bieber - $93.2 million 4. Metallica - $88 million 5. Depeche Mode - $68.2 million 6. Red Hot Chili Peppers - $60.5 million 7. Adele - $59 million 8. Ed Sheeran - $57.2 million 9. Eric Church - $54.5 million 10. Bruno Mars - $52.7 million PS: Acho que andamos a tentar matar o Rock há muito tempo, sem sucesso
  4. Amps de baixo...

    A Trace Elliot ainda existe se bem que já não tem absolutamente nada a ver com os originais. A Gibson manteve a marca, mas tudo o resto é asiático. Aliás, basta olhar para o painel para perceber.
  5. Amps de baixo...

    Um extra sobre o Trace Elliot. Há 8 anos que o Trace está parado, desligado, metido numa sala de ensaio (onde aparemente serviu de mesa para cervejas), depois num armazem. Está sujo e ainda não o abri para limpar, deve ter de tudo dentro. Liguei o amp, normal, manda um boom quando o ligas, mas já o fazia há 10anos. Ruídos nos potenciometros e controles, só ligeiramente no gain e no volume, sliders do eq calados, botões a funcionar como no primeiro dia. Começo a tocar e 0 ruídos e um som que enfim... quem já teve um sabe do que falo. Estamos a falar de um amp de finais dos 80's/inicios de 90's, completamente original e com muitas horas de uso e estrada. Impressionante.
  6. Amps de baixo...

    10 anos depois, a família está de novo reunida. Tenho que o abrir e limpar como deve ser antes de lhe dar uso mas a verdade é que já tinha saudades do Trace.
  7. gibsons baratas

    Li bem? Eram guitarras a 20Euros?
  8. Mostra-me a tua Pedalboard (Só para Baixistas)

    Continua a ser a mesma. O Phaser teve um pequeno acidente e está á espera de reparação, tirando isso, equipa que ganha não se mexe. Infelizmente não tenho tocado praticamente nada e tenho-a só a apanhar pó.
  9. Gravar em casa

    Estamos a falar de Pré Amps + DI e não simplesmente uma DI. Se queres gravar umas brincadeiras, não precisas de nada especial, baixo directo na interface e usas as simulações dos amps. Se queres levar isto a outro nível, eu acho que as Tech21 Sansamp são sempre uma aposta segura tanto em estúdio como ao vivo e depois tens a Aguilar Tone Hammer e a minha favorita, a EBS Microbass II. Mas honestamente, se vais usar simulações de amps, esquece a DI, ou pelo menos uma DI destas características.
  10. Medidas tampa traseira Vintage Les Paul, diferem

    Tenho dúvidas que as encontres á medida. Eu tenho o mesmo problema com a minha Maya Les Paul, mas neste caso a diferença é importante. O que estou a pensar em fazer é fabricar eu as tampas.
  11. Festival da Canção 2018

    É esperar para ouvir. Eu acho que ao largo dos anos, adoptamos a ideia que uma música para ganhar e ir ao festival teria que enquadrar num formato "festivaleiro" (seja lá o que isso for) e os resultados foram quase invariavelmente maus. É um festival de música, portanto eu acho que os compositores devem apostar em compor realmente o que gostam, sabem e que é o seu estilo ao invés de procurar encaixar as suas ideias num formato diferente do seu, digo eu que é meio caminho andado para fazer algo decente e se assim for, pode ser que saiam alguns temas interessantes deste festival.
  12. Strap Locks

    Eu uso os dual design da Dunlop há já alguns anos e nunca tive nenhum problema. Compra um pack destes e além de 4 boas cervejas, ainda tens strap locks para duas guitarras
  13. Firewire para usb

    Estou com o @xtech e o @tmo Se for um desktop com um PCI livre, mete-lhe uma placa Firewire e está solucionada a coisa, se for portátil e tiveres uma porta PCMCIA, same thing, compras uma placa e está resolvido. https://support.focusrite.com/hc/en-gb/articles/207359095-Can-I-use-a-FireWire-to-USB-adapter-to-connect-my-FireWire-interface- Acho que este post é bastante "self explanatory".
  14. NBD - Ibanez SR30TH4II

    Bem, assim de repente, se trasteja, o setup não está 100% correcto Vou-te contar um bocado a minha experiência com os braços dos SR de 5 peças, são braços um bocado especiais para ajustar. Para que tenhas uma ideia, o Vinhas as primeiras vezes que pegou no meu SR1000 demorou um bocado a atinar com o braço e quando cheguei a barcelona houve vários "luthier" a recusar fazer-me um setup ao baixo e a desculpa era sempre a que não gostavam de tocar em braços de 5 peças da Ibanez. Isto não quer dizer que sejam maus, antes pelo contrário, são muito cómodos e ao fim de um tempo são bastante estáveis. Estou há mais de 9 anos em Barcelona e só lhe toquei no braço uma vez, de resto é trocar cordas, afinar e o bicho está pronto para levar "porrada". Dito isto, dá-lhe tempo, madeiras novas demoram sempre o seu tempo até chegarem ao sweet spot. Verifica se a escala e o braço estão ok, caso esteja tudo ok, sobe-lhe um bocado a acção, só o suficiente para que deixe de trastejar e vai vendo como evolui tudo o resto ao largo dos próximos meses. Já agora, que cordas estás a usar?
  15. NBD - Ibanez SR30TH4II

    Boa compra! Sou admirador confesso dos SR, foi o meu primeiro baixo e o meu 4 "principal" ainda é um SR1000. Mais cordas no baixo não te fazem melhor baixista, aliás, se exageras nas cordas até podes acabar com uma guitarra nas mãos, e ninguém quer isso!!